Os 10 anos que mudaram o Brasil.

 

De 2003 para cá, esquerda brasileira viveu período intenso, com conquistas sociais, divergências e nova posição do Brasil no mundo

 

09/01/2013

 

Renato Godoy de Toledo

Redação do Brasil de Fato

 

Dilma e Lula: concessões ao fisiologismo em nome da governabilidade

Foto: Valter Campanato/ABr

Em janeiro de 2003, a esquerda brasileira viu a posse da principal liderança do maior partido construído pelas forças progressistas do país. Essa posse se deu em meio à expectativa de mudanças profundas e de descrença por setores mais à esquerda, críticos das alianças que Luiz Inácio Lula da Silva realizou para chegar ao Palácio do Planalto.

Hoje, 10 anos depois da posse, com uma reeleição e a eleição de sua sucessora, o PT consolidou-se como o maior partido do país, ainda que seja menor do que a figura carismática de seu maior líder.

Em meio a concessões aos partidos tradicionais, em nome da chamada governabilidade, e com uma clara melhora de vida da população mais pobre – com índices de pobreza e miséria sendo reduzidos drasticamente, muito em função de programas sociais –, bem ou mal, a esquerda brasileira viveu os 10 anos mais intensos de sua história.

Uma parte minoritária, hoje representada pelo Psol, rompeu com o governo e o PT após acontecimentos polêmicos como a reforma da Previdência, em 2003, e o chamado escândalo do mensalão, que atingiu figuras históricas do PT. Grande parcela dos partidos fisiológicos aderiu ao governo encabeçado por forças progressistas e, até então, antagônicas. O PFL mudou de nome para Democratas, afim de apagar seu passado pró-ditadura e seu empenho em impor o liberalismo – doutrina político-econômica que perdeu espaço na América Latina e é contestada mundialmente após o estopim da crise global. O PSDB firmou-se como partido da classe média, mas, diante da grande popularidade dos governos Lula e Dilma, tem dificuldades para criticar as políticas sociais, como o Bolsa Família, e educacionais, como o ProUni. Após três derrotas consecutivas, a direita partidária brasileira perdeu força eleitoral e as disputas tendem a crescer dentro do governismo.

O Brasil de Fato ouviu dirigentes da esquerda brasileira de diferentes matizes para avaliar politicamente os 10 anos do governo encabeçado pelo PT e apontar onde essa gestão se situa dentro do espectro político.

Espectro

Para Valter Pomar, membro do Diretório Nacional do PT e do Foro de São Paulo, por se tratar de um governo de composição, as gestões Lula e Dilma não podem ser consideradas como exclusivamente de esquerda. “Os governos Lula e Dilma são governos de centro-esquerda. Do ponto de vista social, são governos de aliança com setores do empresariado. Do ponto de vista político, são governos de aliança com partidos de centro e, inclusive, de direita, como o PP. Do ponto de visto programático, são governos que buscam superar o neoliberalismo, não são governos que buscam fazer reformas estruturais de tipo democrático popular”, afirma.

Roberto Amaral, vice-presidente do PSB, partido que compõe o governo desde 2003, aponta as dificuldades de uma aliança com partidos fisiológicos e estabelece uma diferença entre ganhar uma eleição e chegar ao poder. “O primeiro destaque [desses 10 anos], primeiro e essencial, é sua opção preferencial pelos pobres que se completa na defesa da soberania nacional, através do fortalecimento de nossa economia, de um lado, e, de outro, através de uma política externa independente. Certamente todos gostaríamos de que mais tivesse sido feito, e cada um de nós tem um reparo e uma sugestão. Mas a política não é movida apenas pela vontade, regida que é pela realidade objetiva. Penso que fizemos o possível em face da correlação de forças. Ganhamos, apenas, as eleições”, aponta Amaral, que foi ministro da Ciência e Tecnologia do governo Lula entre 2003 e 2004.

Ivan Valente, deputado federal e presidente nacional do Psol, ressalta a continuidade conservadora do governo na política econômica, ainda que aponte diferenças importantes em relação às gestões anteriores do PSDB. “A política seguida tem a hegemonia do capital financeiro, com cerca de 47% da arrecadação direcionada ao pagamento de juros e amortizações da divida. Isso inviabiliza propostas estruturantes no campo social. O governo assumiu a lógica privatizante do patrimônio público. Começou com os leilões do petróleo, alguns bancos estaduais, e agora com a privatização dos portos e aeroportos. Ao mesmo tempo, o governo tentou fazer algum diálogo com setores excluídos, com políticas compensatórias, mas que ainda não são estruturantes para os direitos dos trabalhadores”, avalia.

O presidente do Psol também aponta para algumas mudanças na política internacional, mas ainda as considera insuficientes. “Poderíamos ter uma política mais agressiva, como alguns países latino-americanos têm. Mas, de qualquer forma, ao combater a formação da Alca, foi uma postura de afirmação nacional. A entrada da Venezuela no Mercosul também é um fator positivo, mas a democracia brasileira ainda está engatinhando, pois quando chega na hora de votar uma limitação dos monopólios dos meios de comunicação, como na Argentina, o governo é frágil e não faz enfrentamentos”, analisa.

Inflexões

Ao longo dos 10 anos, analistas apontam algumas nuances na forma de conduzir política e economicamente o país. O marco comumente tido como mais importante nesse período foi o ano de 2005, quando estourou a crise do mensalão. Os principais quadros políticos do PT que cercavam Lula envolveram-se em denúncias e deixaram o governo, concentrando as decisões estratégicas cada vez mais nas mãos do ex-presidente.

“Vejo duas inflexões essenciais no governo Lula. A primeira, em 2005, quando, ameaçado e abandonado por muitas correntes políticas, opta pelo contato direto com as massas e as reconquista. Outro momento é seu segundo governo delineado pelas circunstâncias das eleições em segundo turno. Os fatos levaram o governo mais à esquerda. O governo, sem dela se afastar, começava a desconfiar que a ‘conciliação de classes’ era (como é) uma balela”, salienta Roberto Amaral.

Para Valter Pomar, houve um ataque do conservadorismo em 2005 e o governo respondeu trocando o seu comando. “Em 2005, a burguesia exagerou no ataque e provocou um contra-ataque das bases populares do PT e do governo. No meio deste contra-ataque, caiu a cúpula do primeiro governo Lula, abrindo espaço para uma outra orientação, personificada em Mantega e Dilma. Esta outra orientação significou uma inflexão desenvolvimentista, que se traduziu na linha adotada no segundo turno de 2006 e no PAC”, diz.

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Marina era a grande aposta de Serra

Mensagens do consulado do Rio de Janeiro vazadas pelo Wikileaks revelam que Serra apostava em Marina Silva, do PV, como seu grande trunfo para vencer Dilma Rousseff nas eleições de outubro de 2010. O cônsul americano informa ter mantido produtivo bate-papo com o colunista da Veja, Diogo Mainardi, que lhe contou acerca de uma conversa dele com o então governador de São Paulo, José Serra.
Diz o cônsul, logo no sumário de nota vazada, de fevereiro de 2010: “Observadores políticos e representantes partidários argumentam que há possibilidade do provável candidato do PSDB, José Serra, pedir à candidata do Partido Verde, Marina Silva, para ser a sua vice. Enquanto parece improvável que Marina Silva aceite tal papel, a maioria acredita que ela iria, no mínimo, apoiar José Serra no pleito.”
As mensagens da embaixada americana revelam que os representantes diplomáticos dos Estados Unidos monitoravam muito atentamente o desenrolar dos acontecimentos políticos e partidários no Brasil, e seus interlocutores são representantes do tucanato e colunistas da Veja e do Globo.
A nota em questão relata um almoço do cônsul com o “proeminente colunista político da Veja, Diogo Mainardi [que] contou-lhe que sua recente coluna em que propunha aliança entre Serra e Marina nas eleições havia sido fruto de uma conversa entre Mainardi e Serra, na qual o tucano havia dito que ‘Marina era seu vice dos sonhos’. Serra expressou, na conversa com Mainardi, os mesmos argumentos que este usou em seu artigo, que a biografia de Marina Silva e suas credenciais esquerdistas ajudariam a reduzir o impacto do carisma de Lula sobre os mais pobres e deixar Dilma em desvantagem junto ao eleitorado de esquerda, ao mesmo tempo em que minimizaria a associação de Serra ao governo de Fernando Henrique, que Lula/Dilma esperavam usar na campanha.”
Passada as eleições, vemos que, de fato, Marina ajudou Serra, embora não da maneira completa que ele esperava, mas simplesmente dividindo o eleitorado de Dilma Rousseff. Animal político astuto que é, o tucano sabia que a verde era talvez a única maneira de roubar votos do eleitorado lulista/dilmista. Quantas articulações e promessas e ofertas não devem ter sido feitas para tentar seduzir Marina?

Mainardi e Serra, relata o cônsul, acreditavam que Marina fosse apoiar o PSDB.

O colunista não achava que Marina aceitasse o papel de vice, mas que daria apoio ao tucano no segundo turno. Mainardi, que como sempre não acertou uma, diz ainda que, uma hipótese mais realista era Aécio Neves aceitar a vaga de vice de José Serra.

Outro interlocutor do cônsul é o colunista do Globo, Merval Pereira, com quem ele manteve uma conversa no dia 21 de janeiro. Merval diz ao cônsul que conversou com Aécio Neves e que o mineiro afirmou estar “disposto a tudo” para ajudar Serra, inclusive ser vice. Eh cônsul bem articulado, héin? Eh turminha unida! Merval Pereira, Mainardi, Serra, Aécio e diplomatas norte-americanos, lutando juntos por um Brasil mais justo!
Merval Pereira, agora um Imortal da filosofia, disse ao cônsul que “não só acreditava que Aécio Neves toparia ser vice de Serra, como Marina Silva também o apoiaria na disputa”. Ô maravilha de cenário!
Os americanos, no entanto, não são tão bobos quanto Merval. Os diplomatas consultaram outras fontes, não tão otimistas (pro lado do Serra) quanto os colunistas da grande mídia. Falaram com Rodrigo Maia, por exemplo, que naturalmente não achava nada maravilhoso uma chapa puro-sangue do PSDB, nem apreciava tanto uma aliança triunfal com Marina Silva. O próprio cônsul faz observações semelhantes.
O cônsul conversa ainda com os tucanos Otávio Leite (RJ), Antonio Carlos Mendes (SP), Clovis Carvalho, e Marcelo Itagiba. Troca também umas ideias com o senador Agripino Maia. Ao cabo, vê-se que o serviço diplomático americano obtém um conjunto de informações bastante razoável, embora se restrinja a dialogar com as forças de oposição.

Confira a íntegra do documento.

Leia também, sobre o mesmo tema:
– Wikileaks campanha 2010: Serra promete fidelidade canina aos EUA (na mariafro).
– Wikileaks campanha 2010: Bolsa família é direito sacrossanto (no futepoca).

Fonte:http://www.gonzum.com/

Balanço eleitoral e agenda para 2011 pautam última reunião do Diretório do PT-SP

Diretório apresenta roteiro para subsidiar as discussões nos Diretórios Municipais e Macrorregiões. O documento poderá receber emendas até dia 10 de fevereiro de 2011 e poderá ser aprovado na primeira reunião do Diretório, no mesmo mês. Na última reunião ordinária do ano, realizada na manhã deste sábado, dia 27, o Diretório do PT do estado de São Paulo discutiu o balanço das eleições 2010 e as primeiras propostas de uma agenda para o partido em 2011.

Os dirigentes fizeram o debate com um texto roteiro em mãos, que será distribuído aos diretórios para subsidiar a discussão. O texto foi esboçado pelo presidente do PT-SP e deputado estadual eleito, Edinho Silva, que recebeu contribuições da Executiva. O roteiro procura fazer uma síntese do balanço eleitoral e começa a sinalizar para os desafios futuros do partido no estado.

“Esse texto será amplamente discutido pelos dirigentes e filiados e receberá emendas até o dia 14 de fevereiro de 2011”, explicou o presidente, referindo-se à data da reunião da Comissão Executiva Estadual. O roteiro para subsidiar a discussão será distribuído para todas as macros e Diretórios Municipais na próxima semana.

Segundo Edinho, com as emendas, o texto de balanço das eleições será submetido à aprovação durante à primeira reunião do Diretório em 2011, que deverá ocorrer em 19 de fevereiro e que terá o modelo de um Seminário com a participação dos dirigentes, bancadas federal e estadual, prefeitos, coordenadores das macros e outras lideranças. Na ocasião também será discutido um calendário de atividades do partido para o ano.

Na avaliação do dirigente, em 2011, o partido deve retomar o modelo das Caravanas, que foram realizadas em 2009, organizando e mobilizando todo o estado. “Queremos percorrer cada região debatendo a formulação do programa de governo, tática eleitoral, política de alianças para eleições municipais 2012”.

Várias lideranças marcaram presença na reunião, como os deputados Paulo Teixeira, Janete Pietá, Carlos Zaratini, Simão Pedro e o líder da Bancada petista na Assembleia, Antônio Mentor, assim como o secretário de Organização do PT-SP, João Antônio e o presidente do Diretório Municipal da Capital, vereador Antônio Donato.

Leia a íntegra do roteiro de debates:

ELEIÇÕES 2010: AVANÇOS E DESAFIOS

*** Colaboração de Edinho Silva para a reunião da Executiva Estadual
*** Texto apresentado na última reunião da Executiva, dia 08/11/2010, como roteiro para o debate

Após a vitória nacional do nosso projeto com a eleição de Dilma, a primeira mulher a ocupar a Presidência da República, sucedendo o Presidente Lula, um operário, que se tornou o maior Presidente da nossa história e um dos maiores líderes políticos do planeta; após o nosso resultado eleitoral em São Paulo: por 70 mil votos não fomos para o segundo turno e alcançando a melhor marca da nossa história com a candidatura de Mercadante; após garantirmos a nossa cadeira no Senado com a vitória da companheira Marta; após garantirmos o crescimento da nossa Bancada Federal e nos tornamos a maior Bancada da Assembléia Legislativa (Alesp); agora é o momento de olharmos para os nossos acertos, mas também é hora de encararmos os nossos desafios.

É importante lembrar que o PT paulista saiu para as eleições de 2010 em uma situação bastante desfavorável. Lançamos a candidatura de Mercadante em meados do ano, perdendo um tempo precioso para a construção da tática eleitoral. O aspecto positivo é que o PT no estado vinha mobilizando as bases, Macrorregiões e Diretórios, bem como os movimentos sociais, desde 2009, com a organização das Caravanas. Percorremos o interior e toda a região metropolitana, encerrando as atividades na Capital numa mobilização com mais de 10 mil militantes e com a presença de Dilma.

Durante as Caravanas conseguimos debater a conjuntura política que se desenhava para as eleições de 2010 e iniciamos o debate do Programa de Governo para o estado em cada uma das regiões, diagnosticando junto às nossas lideranças as principais demandas das cidades paulistas. Consequentemente, o PT-SP chegou em 2010 com um bom acúmulo de propostas para enfrentar o debate eleitoral.

Mesmo com a construção de nossa tática eleitoral feita de forma tardia, as nossas candidaturas, Aloizio Mercadante ao Governo de São Paulo e Marta Suplicy ao Senado, construíram de forma exitosa o palanque da Dilma no estado. Conseguimos formar uma coligação que foi capaz de aglutinar 11 partidos, os principais movimentos populares e todas as centrais sindicais.

A candidatura de Netinho, do PCdoB, ao Senado Federal cumpriu papel importante na construção da nossa tática eleitoral, abrindo espaço para dialogarmos com setores importantes da sociedade paulista, principalmente a juventude dos setores populares. A sua candidatura reforçou a nossa bandeira de construção da igualdade racial.

Com a candidatura de Mercadante ao Governo, Marta e Netinho ao Senado e os nossos candidatos proporcionais, conseguimos levar para as regiões do estado o debate de projetos. Apresentamos a nossa proposta de um projeto alternativo aos 16 anos de PSDB no estado: o projeto representado nacionalmente pelo Governo Lula/ Dilma que alia desenvolvimento econômico com justiça social. Debatemos nossas propostas para melhorias da educação, da saúde, da segurança pública e, da alteração da política de pedagiamento, que se tornou um limitador para o desenvolvimento regional. Conseguimos debater os problemas de trânsito e transporte e os graves problemas de infraestrutura enfrentados pelas regiões metropolitanas.

Conseguimos polarizar o debate de projetos e, no final, deixamos de ir para o segundo turno com a candidatura de Mercadante por algo em torno de 70 mil votos. Isso mostra que o caminho estava correto. Metade da população paulista votou pela mudança. Votou por um projeto alternativo aos 16 anos de PSDB.

Conseguimos, mesmo com todas as adversidades, fazer com que o Mercadante tivesse um resultado bastante positivo, o maior já registrado no 1º turno no estado de São Paulo, 35,08%. Em 1994, com José Dirceu, registramos 14,9%; em 1998, com Marta Suplicy, 22,5%; em 2002 com José Genoíno, 32,4%; em 2006 com o próprio Aloizio Mercadante, 31,7%.

Na disputa nacional, no primeiro turno, ficamos apenas três pontos percentuais de diferença entre Dilma e a candidatura de Serra à Presidência. Por muito pouco Dilma não ganhou de Serra no “ninho dos tucanos” e no estado onde ele foi governador.

Aumentamos de 14 para 16 a Bancada de Deputados Federais do PT, fazendo um total de 24 parlamentares da coligação.

Elegemos Marta Senadora e saímos das eleições com a maior Bancada de Deputados da Assembléia Legislativa com 24 parlamentares eleitos, ante os 20 que fizemos em 2006. A coligação, no total, tem 27 deputados na Assembléia.

Dos cinco milhões de votos de legenda que o PT teve no Brasil inteiro, São Paulo ofereceu dois milhões, o que mostra que acertamos também na política de valorização da marca PT, quando priorizamos o voto na legenda. O PT-SP sai maior do que entrou nas eleições de 2010.

No segundo turno, a oposição acreditava que São Paulo faria a diferença desequilibrando o pleito nacional, gerando a nossa derrota. Isso não ocorreu. De forma correta, em sintonia com a coordenação nacional da campanha, fortalecemos as nossas agendas nas regiões em que havíamos saído vitoriosos, potencializando as nossas bases eleitorais.

Vale ressaltar também as iniciativas adotadas pela nossa bancada estadual que em mais de uma vez, colocou o PSDB e o Serra na defensiva. Especialmente no episódio ”Paulo Preto”, quando parte da grande mídia foi obrigada a noticiar os fatos, antes escondidos.”

A polarização de projetos, inevitável no segundo turno, fomentou a politização da campanha em São Paulo. Os setores da sociedade beneficiados diretamente pelos avanços proporcionados pelo Governo, e os segmentos progressistas dos setores médios paulistas, mobilizaram-se e defenderam o projeto Lula/Dilma de desenvolvimento com inclusão social, de fortalecimento das empresas públicas, de combate às desigualdades históricas, de autonomia do Brasil perante as grandes potências internacionais e o nosso papel na nova geografia mundial.

No outro pólo da disputa eleitoral, estava o projeto representado por Serra/FHC de desmonte do aparato do Estado, de precarização das políticas públicas, de aprofundamento da exclusão social.
Ao final, registrou-se uma diferença de oito pontos percentuais em São Paulo entre Serra e Dilma. Portanto, aquela avalanche de votos que eles achavam que teriam sobre nós em São Paulo não se concretizou.

Entretanto, o balanço positivo não pode esconder as nossas dificuldades e deficiências no estado mais importante do Brasil. É importante fazermos uma avaliação detalhada dos resultados das urnas. Temos que entender principalmente a complexidade das disputas políticas em São Paulo, a formação socioeconômica do estado e as dificuldades que enfrentamos para dialogar com os setores médios da sociedade paulista.

A RESISTÊNCIA DOS SETORES MÉDIOS PAULISTAS AO NOSSO PROJETO

O melhor método para entender o resultado eleitoral de 2010 é iniciar pelos resultados nacionais. O PT teve muita dificuldade de diálogo no Brasil como um todo com os setores médios da sociedade.

No início das eleições, em boa parte do primeiro turno, os setores médios estavam abertos ao diálogo conosco. Em São Paulo a candidatura da Dilma chegou a abrir uma margem significativa de votos sobre Serra. Chegamos a superar a casa dos 10% de vantagem sobre o candidato no estado.

Os setores médios dialogavam conosco, mas tendo as crises políticas de 2005 e 2006 “debaixo dos braços”. Quando surgiu o caso Erenice, todas as crises enfrentadas pelo nosso partido “foram ressuscitadas” e a oposição criou o grande fato da conjuntura política eleitoral, gerando o segundo turno da eleição nacional. Em São Paulo, o mesmo fato freou o crescimento da candidatura de Mercadante, impedindo a construção do segundo turno da eleição para governador.

Muito mais do que a falsa polêmica sobre o aborto, o fato que interferiu de forma definitiva na conjuntura política eleitoral foi o “caso Erenice” e a recuperação das crises vivenciadas pelo PT em 2005 e 2006.

Não podemos com essa constatação negar que a forma como o tema do aborto foi utilizado pelos nossos opositores, manipulando a religiosidade da população, não tenha estimulado a rejeição ao nosso projeto junto aos setores médios mais conservadores, bem como aos setores populares mais fragilizados, tanto culturalmente, como economicamente.

Cabe aqui um destaque para reflexão futura mais aprofundada. O que se viu no submundo da política nessas eleições não tem precedente na história política brasileira. Os panfletos anônimos, a internet como instrumento da disseminação da mentira, tudo isso merece uma profunda análise e uma revisão na legislação eleitoral.

O sistema eleitoral brasileiro correu sérios riscos. Se fosse vitorioso o método da disputa eleitoral alicerçado no anonimato, na desconstrução de imagens, da propagação de mentiras, as eleições futuras seriam construídas no “vale tudo”, na falta de ética, colocando em risco toda a regulamentação eleitoral e as instituições organizadoras dos pleitos.

Mas, voltando à análise em questão, o PT tem que entender a resistência significativa que se instaurou junto aos setores médios da sociedade brasileira. Ela é real e ficou bastante evidenciada mais uma vez nessas eleições de 2010. Em São Paulo, esse fator teve mais peso que em outras regiões do Brasil, devido à existência de setores médios históricos de maior extensão.

É importante que se pondere que não se trata de uma resistência oriunda dos setores médios ascendentes durante o Governo Lula. Essa se abre para o diálogo conosco. Estamos falando daqueles setores médios históricos, existente antes dos avanços sociais proporcionados pelo Governo Lula, que se origina em outros momentos do nosso desenvolvimento econômico e social e que construiu referências em outras forças políticas. Em São Paulo, uma parte desses setores médios já se referenciou no Ademarismo, no Malufismo, depois no Quercismo. Com o declínio desses projetos políticos, durante o Governo Covas e com a ascensão do Governo FHC, o PSDB fez um giro para a centro- direita e conquistou uma parte significativa desses setores médios do estado de São Paulo, criando um campo político hegemônico muito forte, que representa a maior base social do seu projeto.

Em São Paulo, uma parte desses setores médios já teve simpatia por nós. Se levarmos em consideração as eleições anteriores, por exemplo, em 2002, tínhamos mais facilidade de diálogo com os setores médios mais politizados e mais dificuldades com os setores populares.

Com o Governo Lula, nos fortalecemos muito nos setores populares, que sentiram diretamente os benefícios do Governo. E com as crises de 2005/2006 perdemos significativamente a nossa inserção nos setores médios. Essa leitura das nossas dificuldades é fundamental para que possamos construir os passos futuros.

A NECESSIDADE DE UM GOVERNO DE COALIZÃO

O governo da Dilma tem que ser sustentado por uma coalizão partidária que nos dê sustentação para enfrentarmos a futura agenda para o Brasil: uma agenda que passa pela reforma política (que tem que ser prioridade para o PT); a reforma tributária; uma reforma no modelo de gestão do SUS; a reforma do modelo de segurança pública; a regulamentação da exploração do pré-sal e seus benefícios sociais, entre outras iniciativas importantes para o povo brasileiro.

Para que não haja dúvidas, quando falamos em reforma no sistema SUS, estamos falando de fortalecimento da universalização do atendimento e da completa democratização do sistema. É necessário que se altere a remuneração do Sistema valorizando os municípios que investem no atendimento básico, ou seja, remunerar o fortalecimento dos programas e as metas de redução das enfermidades. Precisamos fortalecer o sistema, mas mudando, entre outras sistemáticas, a concepção de se estabelecer o teto de remuneração da gestão tripartite.

Uma agenda com essa importância para o Brasil tem que ser construída e encaminhada pela coalizão que vai dar sustentação ao nosso Governo. Mas também é fundamental que façamos um esforço de diálogo com a oposição, tentando construir pontos de consenso na agenda de futuro para o país.

Em São Paulo, temos que emitir os mesmos sinais para a sociedade. Somos oposição, temos um projeto para o Estado, mas queremos construir uma agenda para a sociedade paulista e dialogar com as forças políticas para implantá-la.

O PT de São Paulo tem que construir uma agenda política que dialogue com os setores médios, com propostas para a segurança pública, criação de emprego de qualidade, desenvolvimento tecnológico, desenvolvimento sustentável, cultura e lazer, trânsito e transporte nas regiões metropolitanas. Meio ambiente e juventude têm que ser bandeiras prioritárias para o nosso Partido, têm que fazer parte da nossa formulação programática.

O nosso desafio futuro está em manter a nossa base social, dialogarmos com os setores populares, mas também criar espaço na nossa ação política para construção dessa agenda que dialogue com os setores médios. Fazer com que essa agenda política se traduza em ações, em políticas públicas nas nossas prefeituras, na Assembléia Legislativa, nas câmaras municipais. O PT-SP tem que envolver os movimentos populares e o movimento sindical na construção dessa agenda.

UMA AGENDA PARA 2011

Em São Paulo somos oposição, representamos um outro projeto político. Mas temos que deixar claro para a sociedade que vamos construir a nossa ação baseada em uma agenda política e, em uma proposta de políticas públicas para o Estado: reforma da educação, saúde, segurança pública, transporte e trânsito, mudança na política de pedagiamento, valorização do desenvolvimento regional, entre outras, apresentadas pela candidatura de Mercadante no processo eleitoral.

Devemos dialogar com a sociedade paulista a relação do governo com os movimentos sociais não somente denunciando a perseguição a professores e servidores públicos, mas mostrando como os processos permanente de negociação com as representações de servidores públicos e os fóruns mais amplos como o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social contribuíram para envolvimento da sociedade nas alterações que ocorreram no país.

Temos que dar mensagens claras para a sociedade paulista de que a nossa ação contemplará também uma temática importante para os setores médios: empregos de qualidade, desenvolvimento tecnológico, propostas para o trânsito nas regiões metropolitanas, segurança pública, propostas de cultura e lazer para a juventude, a busca da sustentabilidade, entre outros.

O governo do presidente Lula é o que mais tem legitimidade para construir uma agenda de sustentabilidade para o Brasil, pois foi o governo que mais combateu o desmatamento, que mais se preocupou com as questões ambientais, que levou a Copenhague uma agenda, pautando o mundo. O governo da Dilma terá legitimidade para isso. Cabe ao PT construir uma agenda que insira como prioridade o modelo de desenvolvimento que busque a sustentabilidade.

É prioridade quebrarmos o bloqueio que os setores médios têm em relação ao nosso projeto. Precisamos ampliar a nossa base social e, portanto, construir as condições para as nossas vitórias.
Em São Paulo, somos um partido de oposição, temos que valorizar nossas bandeiras, nossa plataforma programática, mas temos que assumir um papel de oposição mais propositiva no estado que dialogue prioritariamente com a sociedade paulista.

É importante ressaltar o trabalho feito pela nossa Bancada na Alesp. Temos uma atuação fundamental dos nossos deputados na disputa de projeto, com uma fiscalização competente e a elaboração de proposituras que reforçam as nossas bandeiras. Infelizmente, todo esse trabalho sério realizado pela Bancada paulista do PT tem pouco enfoque na mídia paulista e, muitas vezes, não chega ao conhecimento da sociedade.

PRÓXIMO PERÍODO

É fundamental que iniciemos o ano de 2011 mobilizando o nosso Partido. Vamos propor para a próxima reunião do Diretório Estadual a construção de uma agenda de mobilização de todo o estado, em que a Direção vá para as Macrorregiões para debater a construção dessa agenda de diálogo com a sociedade paulista. Que no final desse processo possamos ter a formulação das diretrizes de um programa de governo para as eleições de 2012 com propostas “traduzidas” para a realidade de cada município.

Temos que colocar como meta para o final de 2011 a construção das diretrizes do programa de governo, incorporando essa agenda de diálogo com os setores médios, reforçando as nossas propostas de transformação social no Brasil. Mas também é fundamental terminar o próximo ano com a nossa tática eleitoral construída, principalmente nas cidades com mais de 100 mil eleitores.
Ao enfocar as cidades com mais de 100 mil eleitores, não significa que vamos secundarizar as cidades menores. Temos que disputar em condições de vitória todos os municípios paulistas. Significa, sim, a construção de uma meta a ser alcançada.

É prioridade mantermos no estado um campo político que dê sustentação para a nossa ação política. Temos que criar um fórum permanente de diálogo com os partidos políticos que estiveram conosco na última eleição e cabe- nos um esforço para ampliação das nossas alianças. Temos que buscar, respeitando a realidade de cada município, estabelecer como política de alianças para 2012 a consolidação desse campo político.

A construção das condições de vitória em 2014 começa nas nossas ações de 2011. O acúmulo político para 2014 passa pela ampliação da nossa base social, pela nossa capacidade de construir alianças políticas e sociais, pelo nosso estreitamento com os movimentos populares e sindical, mas, fundamentalmente, passa por conseguirmos traduzir a nossa agenda em propostas concretas para a sociedade paulista, principalmente para os setores médios. Podemos sair das eleições de 2012 com uma implantação ainda maior do nosso projeto no estado e, assim, termos dado o passo fundamental para a real disputa de hegemonia em 2014.

Edinho Silva
Presidente do PT/SP, deputado estadual eleito

Cartilha do PT faz balanço das eleições 2010. Os números e avalições do PT em todo Brasil.

5 governadores, 88 deputados federais, 149 deputados estaduais e 14 senadores foram eleitos pelo PT em 2010.

Escrito em 22 de novembro de 2010, às 16:48

Esses números mostram a consolidação da força de um partido que, nascido a partir daqueles que eram até então esquecidos pelo poder público, hoje tem a plena capacidade de ajudar os mais pobres como nenhum outro, tal como vem fazendo nos últimos oito anos.

Para mostrar mais sobre os resultados concretos dessa atuação, a cartilha “O Brasil vai seguir mudando com Dilma” traz um balanço completo do desempenho do Partido dos Trabalhadores em todo o país nestas eleições. São 65 páginas repletas de imagens e gráficos que mostram por que nosso esforço sempre vale a pena diante do reconhecimento do povo brasileiro.

Vale a pena consultar a cartilha. Clique aqui para fazer o download. CADERNOeleicoes_2T_2010-11-19 

Fonte: www.pauloteixeira13.com.br

Saiba como foi a eleição de Dilma em cada região de SP

 

Com 45,9% dos votos paulistas, Dilma vence em 205 dos 645 municípios do estado. Destaque para as macrorregiões ABC e Osasco e para Diadema, São Bernardo do Campo, Francisco Morato e a pequena Itapura, na extrema divisa entre SP e MS

Por Leandro Rodrigues
Terça-feira, 9 de novembro de 2010

Com 45,9% dos votos do eleitorado paulista, a presidente eleita no último dia 31, Dilma Rousseff, foi vitoriosa em 205 dos 645 municípios do estado. Destaque para as macrorregiões ABC e Osasco, nas quais a petista foi eleita com 54% e 57,3% dos votos, respectivamente. Na macro Presidente Prudente, apesar da vitória de José Serra (PSDB) com 55,9%, Dilma vence em 18 das 31 cidades, 58,1% da região.

Dos 22,8 milhões de eleitores de São Paulo que compareceram às urnas no segundo turno das eleições, 12,3 milhões (54,1%) votaram em Serra e 10,5 milhões (45,9%) em Dilma. A diferença exata soma 1.846.036 votos a mais para Serra.

A cidade em que Dilma obteve maior vantagem sobre o tucano foi Itapura (macro Araçatuba), localizada no extremo da divisa com o estado do Mato Grosso do Sul. O pequeno município que é governado pelo DEM – partido aliado ao PSDB – deu vitória à petista com 74,6%, contra 25,4% de Serra.

Já em Saltinho (macro Campinas), a 180 km da capital, foi registrada a maior adesão à candidatura tucana. A cidade governada pelo PTB, que também integra a base adversária, deu 76,12% dos votos para Serra e 23,9% para Dilma.

Avaliando apenas os municípios em que a população ultrapassa os 100 mil habitantes e excluindo a capital, o melhor resultado de Dilma Rousseff foi em Diadema (macro ABC), importante centro industrial do estado, governado pelo PT. Lá, 66,5% dos eleitores quiseram Dilma para presidente e 33,5% votaram em Serra.

Em São Carlos (macro Ribeirão Preto), com prefeitura também está sob a gestão petista, o eleitorado preferiu Serra. Localizada a 231 km da capital e conhecida como pólo universitário e tecnológico, a cidade deu vitória de 65,8% para o tucano, contra 39% de votos em Dilma.

Nas macros

No ABC, além de Diadema, a presidente eleita venceu em Mauá (PT), Rio Grande da Serra (PSDB) e São Bernardo do Campo (PT). Neste último, Dilma registra vitória com a quantidade mais expressiva de votos: 241.547. Se considerar toda a região, Dilma ganhou com 54% contra 46% de Serra.

A macro Osasco foi a que Dilma obteve o melhor resultado: 57,3% a 42,7%. Dos 19 municípios que compõe a região, a petista saiu vitoriosa em 15, sendo que em Francisco Morato, Itapevi, Franco da Rocha e Carapicuíba ficou com mais 60% de votos em cada. Desses, apenas Franco da Rocha não é governado pelo PT, sendo a prefeitura atualmente gestada pelo PSDB.

Na região sudoeste do estado está localizada a macro Mogiana, onde José Serra registrou seu melhor desempenho. Entre os 21 municípios, dois deram vitória para Dilma, com resultados bem apertados. Estiva Gerbi, governada pelo DEM, elegeu a petista com 50,07%, oito votos à frente de Serra; Itobi (PSDB) deu vitória com 51,88%, 170 votos de vantagem sobre tucano. Das cidades que integram a região, apenas Porto Ferreira é governada pelo PT. As demais estão sob gestão de partidos aliados ao governo estadual do PSDB ou de oposição ao governo federal do PT.

Pau a pau

Mas foi em Pradópolis, a 36 km de Ribeirão Preto, em que a população se demonstrou mais dividida entre os então candidatos à sucessão de Lula. A cidade reúne quase 13 mil habitantes e destaca-se como uma das principais produtoras de cana-de-açúcar e derivados. Seu eleitorado, formado por 50,8% de homens e 49,2% de mulheres, deu à Dilma vantagem de apenas 6 votos na vitória: 50,03% a 49,96%.

Clique aqui e confira dados detalhados sobre o desempenho da eleição de Dilma no estado de São Paulo

Fonte: http://www.pt-sp.org.br

Eleições 2010 Santa Albertina: resultados do 1º e 2º turnos.

SANTA ALBERTINA  2010 – PRESIDENTE DA REPÚBLICA
      1º TURNO 2º TURNO
Seq. Núm. Candidato Votação % Votação %
1 45 JOSÉ SERRA 1.580 46,87% 1.897 56,19%
2 13 DILMA 1.417 42,04% 1.479 43,81%
3 43 MARINA SILVA 306 9,08%    
4 16 ZÉ MARIA 50 1,48%    
5 50 PLÍNIO 18 0,53%    
6 27 EYMAEL 0 0,00%    
7 21 IVAN PINHEIRO 0 0,00%    
8 28 LEVY FIDELIX 0 0,00%    
9 29 RUI COSTA PIMENTA 0 0,00%    
             
SANTA ALBERTINA 2010 – SENADORES    
Seq. Núm. Candidato Votação    
*0001 451 ALOYSIO NUNES 1.770 35,96%    
*0002 133 MARTA SUPLICY 1.125 22,86%    
3 650 NETINHO 897 18,22%    
4 141 ROMEU TUMA 850 17,27%    
5 430 RICARDO YOUNG 177 3,60%    
6 177 MOACYR FRANCO 45 0,91%    
7 111 DR. REDÓ 18 0,37%    
8 360 CIRO 12 0,24%    
9 500 MARCELO HENRIQUE 12 0,24%    
10 400 SERPA 9 0,18%    
11 160 ANA LUIZA 6 0,12%    
12 290 AFONSO TEIXEIRA 1 0,02%    
13 212 ERNESTO PICHLER 0 0,00%    
14 211 MAZZEO 0 0,00%    
15 161 DIRCEU TRAVESSO 0 0,00%    
15 290 AFONSO TEIXEIRA 0 0,00%    
             
SANTA ALBERTINA 2010 – DEPUTADOS FEDERAIS    
Seq. Núm. Candidato Votação    
*0001 4555 JULIO SEMEGHINI 894 28,16%    
*0002 1332 JOSÉ MENTOR 424 13,35%    
*0003 1523 EDINHO ARAUJO 173 5,45%    
*0004 2525 RODRIGO GARCIA 148 4,66%    
*0005 1322 ARLINDO CHINAGLIA 100 3,15%    
*0006 1369 DEVANIR RIBEIRO 76 2,39%    
*0007 1211 JOÃO DADO 66 2,08%    
*0008 4074 JEFFERSON CAMPOS 53 1,67%    
*0009 2222 TIRIRICA 46 1,45%    
*0010 4545 EDSON APARECIDO 39 1,23%    
*0011 2233 PR PAULO FREIRE 29 0,91%    
*0012 4300 GUILHERME MUSSI 29 0,91%    
*0013 4030 GABRIEL CHALITA 28 0,88%    
*0014 4567 VAZ DE LIMA 24 0,76%    
*0015 6565 ALDO REBELO 10 0,31%    
*0016 2345 ARNALDO JARDIM 9 0,28%    
*0017 1312 VACCAREZZA 7 0,22%    
*0018 1010 ANTONIO BULHÕES 6 0,19%    
*0019 4515 EMANUEL FERNANDES 5 0,16%    
*0020 4040 MÁRCIO FRANÇA 5 0,16%    
*0021 1452 ARNALDO FARIA DE SÁ 4 0,13%    
*0022 1155 MISSIONÁRIO JOSÉ OLIMPIO 4 0,13%    
*0023 6588 DELEGADO PROTÓGENES 4 0,13%    
*0024 5050 IVAN VALENTE 3 0,09%    
*0025 4311 DR. SINVAL MALHEIROS 3 0,09%    
*0026 1250 SALVADOR ZIMBALDI 3 0,09%    
*0027 1325 JOÃO PAULO CUNHA 3 0,09%    
*0028 4500 CARLOS SAMPAIO 3 0,09%    
*0029 2010 MARCO FELICIANO 3 0,09%    
*0030 4585 BRUNA FURLAN 3 0,09%    
*0031 1434 NELSON MARQUEZELLI 2 0,06%    
*0032 1321 FILIPPI 2 0,06%    
*0033 1331 RICARDO BERZOINI 2 0,06%    
*0034 1353 JILMAR TATTO 2 0,06%    
*0035 4517 MARA GABRILLI 2 0,06%    
*0036 4021 LUIZA ERUNDINA 1 0,03%    
*0037 4586 JOSÉ ANIBAL 1 0,03%    
*0038 4070 ABELARDO CAMARINHA 1 0,03%    
*0039 2500 JORGE TADEU 1 0,03%    
*0040 1212 PAULINHO DA FORÇA 1 0,03%    
*0041 1345 VANDERLEI SIRAQUE 1 0,03%    
*0042 2590 GUILHERME CAMPOS 1 0,03%    
*0043 1133 ALINE CORREA 1 0,03%    
*0044 2012 MARCELO AGUIAR 1 0,03%    
*0045 2545 JUNJI ABE 0 0,00%    
*0046 2323 ROBERTO FREIRE 0 0,00%    
*0047 4343 PENNA 0 0,00%    
*0048 4577 THAME 0 0,00%    
*0049 1387 JANETE PIETÁ 0 0,00%    
*0050 4525 DIB 0 0,00%    
*0051 2299 VALDEMAR COSTA NETO 0 0,00%    
*0052 4565 TRIPOLI 0 0,00%    
*0053 1318 NEWTON LIMA NETO 0 0,00%    
*0054 2325 DIMAS RAMALHO 0 0,00%    
*0055 1390 VICENTINHO 0 0,00%    
*0056 4096 OTA 0 0,00%    
*0057 4315 ROBERTO SANTIAGO 0 0,00%    
*0058 1370 ZARATTINI 0 0,00%    
*0059 1301 VICENTE CANDIDO 0 0,00%    
*0060 1398 PAULO TEIXEIRA 0 0,00%    
*0061 2255 MILTON MONTI 0 0,00%    
*0062 1316 CARLINHOS ALMEIDA 0 0,00%    
*0063 4554 DUARTE NOGUEIRA 0 0,00%    
*0064 4000 JONAS DONIZETTE 0 0,00%    
*0065 4344 ROBERTO DE LUCENA 0 0,00%    
*0066 4363 RICARDO IZAR 0 0,00%    
*0067 1023 OTONIEL LIMA 0 0,00%    
*0068 2577 ELI CORREA FILHO 0 0,00%    
*0069 4547 LUIZ FERNANDO MACHADO 0 0,00%    
*0070 2513 ALEXANDRE LEITE 0 0,00%    
71 1199 VADÃO 191 6,02%    
72 4321 ZICA 182 5,73%    
73 4551 VANDERLEI MACRIS 80 2,52%    
74 4326 HELIVANE BOTELHO DA SILVEIRA 32 1,01%    
75 1127 LAURINDO BARNARDES 29 0,91%    
76 2020 REGIS DE OLIVEIRA 21 0,66%    
77 2599 WALTER IHOSHI 12 0,38%    
78 1530 SERGIO KOBRA 11 0,35%    
79 4540 SILVIO TORRES 10 0,31%    
80 4530 ALBERTO MOURAO 9 0,28%    
81 4020 CAPITÃO AUGUSTO 9 0,28%    
82 4523 CARLOS ROBERTO 7 0,22%    
83 4007 MARCELINHO CARIOCA 7 0,22%    
84 1400 CLAURY 6 0,19%    
85 1401 ALEXANDRE COSTA 6 0,19%    
86 4411 WILSON FOCÁSSIO 5 0,16%    
87 1313 GENOINO 5 0,16%    
88 1319 TEREZINHA RONDELLI 5 0,16%    
89 5041 PEDRO ROBERTO 4 0,13%    
90 1302 PROFESSOR JAIR BALESTRA 4 0,13%    
91 1236 MANOEL ANTUNES 3 0,09%    
92 2588 DR ELEUSES PAIVA 3 0,09%    
93 4511 RAUL CHRISTIANO 3 0,09%    
94 6513 CÉLIO TURINO 3 0,09%    
95 4588 NELSON BUGALHO 3 0,09%    
96 1119 CAPITÃO GOMES 2 0,06%    
97 1333 PROF. CARLÃO RAMIRO 2 0,06%    
98 4556 RAFAEL ABUD 2 0,06%    
99 4099 MIGUEL SAMPAIO 2 0,06%    
100 4055 DRA. ELAINE 2 0,06%    
101 1202 KIM 2 0,06%    
102 4541 TIRSO MEIRELLES 2 0,06%    
103 4354 J FARIA 2 0,06%    
104 2530 LUCIANO ARTIOLI 2 0,06%    
105 1231 GILBERTO BENZI 2 0,06%    
106 1414 ROBSON TUMA 2 0,06%    
107 4340 ALE YOUSSEF 2 0,06%    
108 4580 ARNALDO MADEIRA 1 0,03%    
109 4455 PROFESSOR MUNHOZ 1 0,03%    
110 4563 GIVALDO VIEIRA 1 0,03%    
111 4312 DANIEL MARINS 1 0,03%    
112 4012 ELISEU GABRIEL 1 0,03%    
113 4391 MARCELO SOARES 1 0,03%    
114 4546 RICARDO MONTORO 1 0,03%    
115 1222 PEDRO BAPTISTINI 1 0,03%    
116 4301 GILBERTO ABREU 1 0,03%    
117 1522 SINIVAL 1 0,03%    
118 3638 PAES DE LIRA 1 0,03%    
119 1190 CAPITÃO CRIVELARI 1 0,03%    
120 2555 MANDIC 1 0,03%    
121 4333 JOVINO CÂNDIDO 1 0,03%    
122 1599 DR. SAMIR NASSBINE 1 0,03%    
123 1351 DRA. SONIA DARCH 1 0,03%    
124 4394 EDUARDO PALHARES 1 0,03%    
125 1152 MAURICIO “TCHÊ DA TORRE” 1 0,03%    
126 1330 PIVATTO 1 0,03%    
127 1239 PILOTO 1 0,03%    
128 2332 ARI FRIEDENBACH 1 0,03%    
129 4514 MANOEL MARCOS (MANÉ) 1 0,03%    
130 1500 PAULO LIMA 1 0,03%    
131 1350 LUIZ CARLOS GOMES 1 0,03%    
132 4566 FERNANDO FUAD CHUCRE 1 0,03%    
133 5019 TERESA COSTA 1 0,03%    
134 1218 MARTAN 1 0,03%    
135 1542 LEONEL NA HORA 1 0,03%    
136 2520 KIKO DO KLB 1 0,03%    
137 4518 JOÃO PAULO FERRARESSO 1 0,03%    
138 4336 EVANDRO GUSSI 1 0,03%    
             
ELEIÇÕES 2010 SANTA ALBERTINA – SP GOVERNADOR    
Seq. Núm. Candidato Votação %    
*0001 45 GERALDO ALCKMIN 1.880 58,40%    
2 13 ALOIZIO MERCADANTE 1.234 38,33%    
3 11 CELSO RUSSOMANNO 42 1,30%    
4 43 FABIO FELDMANN 40 1,24%    
5 40 SKAF 20 0,62%    
6 29 ANAI CAPRONI 3 0,09%    
7 16 MANCHA 0 0,00%    
8 21 IGOR GRABOIS 0 0,00%    
9 50 PAULO BUFALO 0 0,00%    
             
ELEIÇÕES 2010 SANTA ALBERTINA SP – DEP ESTADUAL    
Seq. Núm. Candidato Votação    
*0001 15300 ITAMAR BORGES 746 23,30%    
*0002 45400 ANALICE FERNANDES 639 19,96%    
*0003 45232 CARLÃO PIGNATARI 317 9,90%    
*0004 13199 ANTONIO MENTOR 157 4,90%    
*0005 45451 CAUÊ MACRIS 88 2,75%    
*0006 13121 ANA PERUGINI 81 2,53%    
*0007 13123 ZICO 67 2,09%    
*0008 45633 PAULO ALEXANDRE BARBOSA 64 2,00%    
*0009 25118 EDMIR CHEDID 29 0,91%    
*0010 14140 CAMPOS MACHADO 24 0,75%    
*0011 13622 JOÃO PAULO RILLO 23 0,72%    
*0012 43134 RITA PASSOS 14 0,44%    
*0013 45545 BARROS MUNHOZ 13 0,41%    
*0014 25558 GIL ARANTES 13 0,41%    
*0015 45700 FERNANDO CAPEZ 12 0,37%    
*0016 12181 MAJOR OLIMPIO 10 0,31%    
*0017 10321 SEBASTIÃO SANTOS 7 0,22%    
*0018 23456 GONDIM 4 0,12%    
*0019 45555 CELSO GIGLIO 3 0,09%    
*0020 12345 RAFAEL SILVA 3 0,09%    
*0021 43135 PADRE AFONSO 3 0,09%    
*0022 11111 CURIATI 2 0,06%    
*0023 23123 DAVI ZAIA 2 0,06%    
*0024 43363 REINALDO ALGUZ 2 0,06%    
*0025 13113 EDINHO SILVA 2 0,06%    
*0026 15000 BALEIA ROSSI 2 0,06%    
*0027 45145 BRUNO COVAS 2 0,06%    
*0028 45123 WELSON GASPARINI 1 0,03%    
*0029 45100 PEDRO TOBIAS 1 0,03%    
*0030 15622 JOOJI HATO 1 0,03%    
*0031 43001 GIRIBONI 1 0,03%    
*0032 45111 GERALDO VINHOLI 1 0,03%    
*0033 45200 CÉLIA LEÃO 1 0,03%    
*0034 50789 CARLOS GIANNAZI 1 0,03%    
*0035 23423 ALEX MANENTE 1 0,03%    
*0036 14235 CORONEL EDSON FERRARINI 0 0,00%    
*0037 43333 DR. ULYSSES 0 0,00%    
*0038 45160 ARY FOSSEN 0 0,00%    
*0039 25199 ESTEVAM GALVAO 0 0,00%    
*0040 13640 JOSÉ CANDIDO 0 0,00%    
*0041 45156 ROBERTO ENGLER 0 0,00%    
*0042 13156 RUI FALCÃO 0 0,00%    
*0043 25122 ALDO DEMARCHI 0 0,00%    
*0044 45477 ROBERTO MASSAFERA 0 0,00%    
*0045 65035 LECI BRANDÃO 0 0,00%    
*0046 13004 TELMA DE SOUZA 0 0,00%    
*0047 13131 MARCOS MARTINS 0 0,00%    
*0048 40023 BOLÇONE 0 0,00%    
*0049 13222 ADRIANO DIOGO 0 0,00%    
*0050 45114 MARIA LÚCIA AMARY 0 0,00%    
*0051 14160 ROQUE BARBIERE – ROQUINHO 0 0,00%    
*0052 13611 ISAC REIS 0 0,00%    
*0053 45125 MAURO BRAGATO 0 0,00%    
*0054 13290 HAMILTON PEREIRA 0 0,00%    
*0055 13147 GERALDO CRUZ 0 0,00%    
*0056 13632 ANA DO CARMO 0 0,00%    
*0057 25011 GILSON DE SOUZA 0 0,00%    
*0058 45157 CELINO 0 0,00%    
*0059 43033 CHICO SARDELLI 0 0,00%    
*0060 43007 FELICIANO 0 0,00%    
*0061 12133 JOSE BITTENCOURT 0 0,00%    
*0062 14222 HEROILMA SOARES TAVARES 0 0,00%    
*0063 23623 ROBERTO MORAIS 0 0,00%    
*0064 65123 PEDRO BIGARDI 0 0,00%    
*0065 20200 ADILSON ROSSI 0 0,00%    
*0066 13644 JOÃO ANTONIO 0 0,00%    
*0067 13114 ENIO TATTO 0 0,00%    
*0068 13130 MARCO AURÉLIO DE SOUZA 0 0,00%    
*0069 10123 GILMACI SANTOS 0 0,00%    
*0070 43433 REGINA GONÇALVES 0 0,00%    
*0071 25255 MILTON VIEIRA 0 0,00%    
*0072 45780 MARCOS ZERBINI 0 0,00%    
*0073 45245 SAMUEL MOREIRA 0 0,00%    
*0074 40123 ED THOMAS 0 0,00%    
*0075 45610 HELIO NISHIMOTO 0 0,00%    
*0076 13134 SIMÃO PEDRO 0 0,00%    
*0077 43477 PASTOR DILMO DOS SANTOS 0 0,00%    
*0078 13112 GERSON BITTENCOURT 0 0,00%    
*0079 13690 CARLOS GRANA 0 0,00%    
*0080 15113 CARUSO 0 0,00%    
*0081 13913 DONISETE BRAGA 0 0,00%    
*0082 45321 CARLOS BEZERRA JR. 0 0,00%    
*0083 12123 ROGERIO NOGUEIRA 0 0,00%    
*0084 22999 ANDRE DO PRADO 0 0,00%    
*0085 13310 LUIZ CLAUDIO MARCOLINO 0 0,00%    
*0086 20112 PR. CARLOS CEZAR 0 0,00%    
*0087 13800 LUIZ MOURA 0 0,00%    
*0088 45680 ORLANDO MORANDO 0 0,00%    
*0089 25005 ANDRE SOARES 0 0,00%    
*0090 20688 MARCOS NEVES 0 0,00%    
*0091 13570 ALENCAR 0 0,00%    
*0092 25250 MILTON LEITE FILHO 0 0,00%    
*0093 40789 VINICIUS CAMARINHA 0 0,00%    
*0094 20633 RODRIGO MORAES 0 0,00%    
95 40404 DR. JULIANO PRANDI 108 3,37%    
96 40999 DR. PAULO MARIANI 71 2,22%    
97 13456 BETH SAHAO 54 1,69%    
98 14747 WALDIR AGNELLO 53 1,66%    
99 45198 JOSE BORANGA 46 1,44%    
100 43222 BRAZ ALBERTINI 33 1,03%    
101 20220 RENATO PUPO 17 0,53%    
102 45300 CASSIO NAVARRO 14 0,44%    
103 43045 RICARDO CASTILHO 9 0,28%    
104 23333 VITOR SAPIENZA 8 0,25%    
105 65065 MAURIN DA SORVETERIA 7 0,22%    
106 45455 CONCCI MARCO 6 0,19%    
107 20007 CELSO NASCIMENTO 4 0,12%    
108 25125 FERNANDO LUCAS 4 0,12%    
109 13656 FERNANDO ESCODEIRO 4 0,12%    
110 12062 DR RENAN 3 0,09%    
111 25000 DARIO SAADI 3 0,09%    
112 20512 CANDIDO 3 0,09%    
113 45155 CLOVIS CHAVES 2 0,06%    
114 65670 TAVARES 2 0,06%    
115 45235 DILADOR BORGES 2 0,06%    
116 50193 LEO 2 0,06%    
117 12612 CONSTANCIA FELIX 2 0,06%    
118 11999 PAULERA 2 0,06%    
119 23001 JOSE CARLOS SOARES 2 0,06%    
120 15500 MARIA DO CARMO GUILHERME 2 0,06%    
121 11300 FARIA JR 2 0,06%    
122 43232 ROBERTO SOBRAL 2 0,06%    
123 45010 UBIRAJARA GUIMARÃES 2 0,06%    
124 13313 RENATO DO GEB 2 0,06%    
125 23540 PROFESSOR ZE MARIA 1 0,03%    
126 40040 MARIÂNGELA DUARTE 1 0,03%    
127 13300 EUVANILDE 1 0,03%    
128 11051 VALDIR PINHEIRO 1 0,03%    
129 11233 JOÃO ARAUJO 1 0,03%    
130 22222 ZE PEDRO 1 0,03%    
131 45222 ADOLFO QUINTAS 1 0,03%    
132 12000 AURELIO 1 0,03%    
133 13699 JOEL FONSECA 1 0,03%    
134 13650 GALLO 1 0,03%    
135 40440 VITOR SANTOS 1 0,03%    
136 11234 DR. IRINEU 1 0,03%    
137 65055 SARAH MUNHOZ 1 0,03%    
138 12310 CARLOS HERNANDES 1 0,03%    
139 45999 SONIA IERVOLINO 1 0,03%    
140 45456 JOÃO SANZOVO 1 0,03%    
141 15600 ANGELA RAMALHO 1 0,03%    
142 11888 RUSSOMANNO 1 0,03%    
143 20012 APOSTOLO EURIPEDES 1 0,03%    
144 13122 TONINHO DO PT 1 0,03%    
145 40245 EDINHO SANTANA 1 0,03%    
146 40013 DR. VLAMIR 1 0,03%    
147 11313 MARIA CLEMENTINA 1 0,03%    
148 23233 DR. TÚLIO 1 0,03%    
149 20600 SAID MOURAD 1 0,03%    
150 13133 ELI TEODORO 1 0,03%    
151 45615 KATIA SOLIS 1 0,03%    
152 14433 SIVALDO FAISCA 1 0,03%    
153 65400 PRISCILA VAUTIER 1 0,03%    
154 45040 LUCIO PAZ 1 0,03%    
155 43000 GENTIL 1 0,03%    
156 40402 FRANKLIN CANGUSSU 1 0,03%    
157 13000 ANDERSON SILVA 1 0,03%    
158 45450 THIAGO LOBO 1 0,03%    

Eleições 2010 Dolcinópolis -SP: resultado do 1º e 2º turnos.

DOLCINÓPOLIS  2010 – PRESIDENTE DA REPÚBLICA
      1º TURNO 2º TURNO
Seq. Núm. Candidato Votação % Votação %
1 13 DILMA 972 57,82% 1.061 63,38%
2 45 JOSÉ SERRA 552 32,84% 613 36,62%
3 43 MARINA SILVA 150 8,92%    
4 50 PLÍNIO 6 0,36%    
5 28 LEVY FIDELIX 1 0,06%    
6 27 EYMAEL 0 0,00%    
7 21 IVAN PINHEIRO 0 0,00%    
8 29 RUI COSTA PIMENTA 0 0,00%    
9 16 ZÉ MARIA 0 0,00%    
             
DOLCINÓPOLIS 2010 – SENADORES    
Seq. Núm. Candidato Votação    
1 451 ALOYSIO NUNES 834 31,46%    
2 133 MARTA SUPLICY 667 25,16%    
3 650 NETINHO 615 23,20%    
4 141 ROMEU TUMA 390 14,71%    
5 430 RICARDO YOUNG 75 2,83%    
6 360 CIRO 38 1,43%    
7 177 MOACYR FRANCO 10 0,38%    
8 160 ANA LUIZA 7 0,26%    
9 111 DR. REDÓ 6 0,23%    
10 500 MARCELO HENRIQUE 6 0,23%    
11 400 SERPA 2 0,08%    
12 290 AFONSO TEIXEIRA 1 0,04%    
13 212 ERNESTO PICHLER 0 0,00%    
14 211 MAZZEO 0 0,00%    
15 161 DIRCEU TRAVESSO 0 0,00%    
             
DOLCINÓPOLIS  2010 – DEPUTADOS FEDERAIS    
Seq. Núm. Candidato Votação    
*0001 4555 JULIO SEMEGHINI 333 20,43%    
*0002 4363 RICARDO IZAR 199 12,21%    
*0003 2525 RODRIGO GARCIA 199 12,21%    
*0004 1325 JOÃO PAULO CUNHA 80 4,91%    
*0005 4586 JOSÉ ANIBAL 63 3,87%    
*0006 4567 VAZ DE LIMA 34 2,09%    
*0007 2222 TIRIRICA 33 2,02%    
*0008 4030 GABRIEL CHALITA 21 1,29%    
*0009 1353 JILMAR TATTO 20 1,23%    
*0010 1523 EDINHO ARAUJO 19 1,17%    
*0011 2233 PR PAULO FREIRE 15 0,92%    
*0012 4300 GUILHERME MUSSI 14 0,86%    
*0013 1332 JOSÉ MENTOR 13 0,80%    
*0014 4311 DR. SINVAL MALHEIROS 13 0,80%    
*0015 2010 MARCO FELICIANO 13 0,80%    
*0016 1322 ARLINDO CHINAGLIA 10 0,61%    
*0017 4545 EDSON APARECIDO 10 0,61%    
*0018 1211 JOÃO DADO 9 0,55%    
*0019 1369 DEVANIR RIBEIRO 7 0,43%    
*0020 1434 NELSON MARQUEZELLI 6 0,37%    
*0021 1155 MISSIONÁRIO JOSÉ OLIMPIO 4 0,25%    
*0022 1331 RICARDO BERZOINI 4 0,25%    
*0023 4515 EMANUEL FERNANDES 3 0,18%    
*0024 1345 VANDERLEI SIRAQUE 3 0,18%    
*0025 1010 ANTONIO BULHÕES 3 0,18%    
*0026 1312 VACCAREZZA 2 0,12%    
*0027 4500 CARLOS SAMPAIO 2 0,12%    
*0028 1452 ARNALDO FARIA DE SÁ 1 0,06%    
*0029 4577 THAME 1 0,06%    
*0030 2325 DIMAS RAMALHO 1 0,06%    
*0031 2500 JORGE TADEU 1 0,06%    
*0032 1321 FILIPPI 1 0,06%    
*0033 4315 ROBERTO SANTIAGO 1 0,06%    
*0034 2255 MILTON MONTI 1 0,06%    
*0035 4021 LUIZA ERUNDINA 0 0,00%    
*0036 2545 JUNJI ABE 0 0,00%    
*0037 2323 ROBERTO FREIRE 0 0,00%    
*0038 4343 PENNA 0 0,00%    
*0039 5050 IVAN VALENTE 0 0,00%    
*0040 1387 JANETE PIETÁ 0 0,00%    
*0041 4525 DIB 0 0,00%    
*0042 2299 VALDEMAR COSTA NETO 0 0,00%    
*0043 4070 ABELARDO CAMARINHA 0 0,00%    
*0044 4565 TRIPOLI 0 0,00%    
*0045 1318 NEWTON LIMA NETO 0 0,00%    
*0046 2345 ARNALDO JARDIM 0 0,00%    
*0047 1250 SALVADOR ZIMBALDI 0 0,00%    
*0048 6565 ALDO REBELO 0 0,00%    
*0049 1212 PAULINHO DA FORÇA 0 0,00%    
*0050 1390 VICENTINHO 0 0,00%    
*0051 4096 OTA 0 0,00%    
*0052 6588 DELEGADO PROTÓGENES 0 0,00%    
*0053 1370 ZARATTINI 0 0,00%    
*0054 1301 VICENTE CANDIDO 0 0,00%    
*0055 1398 PAULO TEIXEIRA 0 0,00%    
*0056 2590 GUILHERME CAMPOS 0 0,00%    
*0057 4040 MÁRCIO FRANÇA 0 0,00%    
*0058 1316 CARLINHOS ALMEIDA 0 0,00%    
*0059 4554 DUARTE NOGUEIRA 0 0,00%    
*0060 4074 JEFFERSON CAMPOS 0 0,00%    
*0061 4000 JONAS DONIZETTE 0 0,00%    
*0062 4344 ROBERTO DE LUCENA 0 0,00%    
*0063 4517 MARA GABRILLI 0 0,00%    
*0064 1023 OTONIEL LIMA 0 0,00%    
*0065 1133 ALINE CORREA 0 0,00%    
*0066 2012 MARCELO AGUIAR 0 0,00%    
*0067 2577 ELI CORREA FILHO 0 0,00%    
*0068 4547 LUIZ FERNANDO MACHADO 0 0,00%    
*0069 4585 BRUNA FURLAN 0 0,00%    
*0070 2513 ALEXANDRE LEITE 0 0,00%    
71 1199 VADÃO 203 12,45%    
72 2588 DR ELEUSES PAIVA 42 2,58%    
73 2020 REGIS DE OLIVEIRA 31 1,90%    
74 4540 SILVIO TORRES 14 0,86%    
75 4530 ALBERTO MOURAO 10 0,61%    
76 1236 MANOEL ANTUNES 8 0,49%    
77 1313 GENOINO 5 0,31%    
78 1302 PROFESSOR JAIR BALESTRA 5 0,31%    
79 4563 GIVALDO VIEIRA 3 0,18%    
80 3638 PAES DE LIRA 3 0,18%    
81 4020 CAPITÃO AUGUSTO 3 0,18%    
82 1132 PEDRINHO BARACAT 2 0,12%    
83 1515 EDUARDO COELHO 2 0,12%    
84 1127 LAURINDO BARNARDES 2 0,12%    
85 4080 DR. UBIALI 2 0,12%    
86 2333 JOSE ONERIO 2 0,12%    
87 4377 VILSON ALVES 2 0,12%    
88 2599 WALTER IHOSHI 2 0,12%    
89 7012 DR MARCAO DA MANCHA 2 0,12%    
90 1530 SERGIO KOBRA 2 0,12%    
91 1166 SILVIA MARIA 2 0,12%    
92 1119 CAPITÃO GOMES 1 0,06%    
93 4362 DR. GETÚLIO SERPA 1 0,06%    
94 4533 RENATO AMARY 1 0,06%    
95 2018 TENENTE ORLANDO 1 0,06%    
96 1333 PROF. CARLÃO RAMIRO 1 0,06%    
97 4513 FELICIDADE 1 0,06%    
98 4307 VICENTE DA UPA 1 0,06%    
99 4099 MIGUEL SAMPAIO 1 0,06%    
100 2555 MANDIC 1 0,06%    
101 2522 CRESPO 1 0,06%    
102 4523 CARLOS ROBERTO 1 0,06%    
103 3617 BATISTA 1 0,06%    
104 1235 NELSINHO DA BAHIA 1 0,06%    
105 4569 TIÃO 1 0,06%    
106 1919 MAGUILA 1 0,06%    
107 4511 RAUL CHRISTIANO 1 0,06%    
108 1411 SANTANA 1 0,06%    
109 1136 PAULO BASSOLI 1 0,06%    
110 1141 CATARINA RIGINIK 1 0,06%    
111 1311 LARGUESA 1 0,06%    
112 1540 INDIA 1 0,06%    
113 3133 PROF HERMES 1 0,06%    
114 1414 ROBSON TUMA 1 0,06%    
115 4007 MARCELINHO CARIOCA 1 0,06%    
116 1416 JORGE MARINGOLO 1 0,06%    
117 1213 ELISEU DANIEL 1 0,06%    
118 1100 DURVAL MORELLI 1 0,06%    
             
ELEIÇÕES 2010 DOLCINÓPOLIS – SP GOVERNADOR    
Seq. Núm. Candidato Votação %    
*0001 45 GERALDO ALCKMIN 844 51,56%    
2 13 ALOIZIO MERCADANTE 738 45,08%    
3 11 CELSO RUSSOMANNO 26 1,59%    
4 43 FABIO FELDMANN 22 1,34%    
5 40 SKAF 7 0,43%    
6 16 MANCHA 0 0,00%    
7 21 IGOR GRABOIS 0 0,00%    
8 29 ANAI CAPRONI 0 0,00%    
9 50 PAULO BUFALO 0 0,00%    
             
ELEIÇÕES 2010 DOLCINÓPOLIS SP – DEPUTADO ESTADUAL    
Seq. Núm. Candidato Votação    
*0001 45400 ANALICE FERNANDES 654 39,88%    
*0002 15300 ITAMAR BORGES 104 6,34%    
*0003 45633 PAULO ALEXANDRE BARBOSA 89 5,43%    
*0004 25122 ALDO DEMARCHI 66 4,02%    
*0005 45232 CARLÃO PIGNATARI 64 3,90%    
*0006 25118 EDMIR CHEDID 27 1,65%    
*0007 13123 ZICO 26 1,59%    
*0008 23123 DAVI ZAIA 23 1,40%    
*0009 13640 JOSÉ CANDIDO 16 0,98%    
*0010 45545 BARROS MUNHOZ 13 0,79%    
*0011 13199 ANTONIO MENTOR 12 0,73%    
*0012 43134 RITA PASSOS 11 0,67%    
*0013 13622 JOÃO PAULO RILLO 8 0,49%    
*0014 20633 RODRIGO MORAES 6 0,37%    
*0015 45451 CAUÊ MACRIS 5 0,30%    
*0016 43433 REGINA GONÇALVES 4 0,24%    
*0017 12181 MAJOR OLIMPIO 4 0,24%    
*0018 10321 SEBASTIÃO SANTOS 4 0,24%    
*0019 11111 CURIATI 2 0,12%    
*0020 14140 CAMPOS MACHADO 2 0,12%    
*0021 13131 MARCOS MARTINS 2 0,12%    
*0022 14160 ROQUE BARBIERE – ROQUINHO 2 0,12%    
*0023 43033 CHICO SARDELLI 2 0,12%    
*0024 45610 HELIO NISHIMOTO 2 0,12%    
*0025 13121 ANA PERUGINI 2 0,12%    
*0026 13113 EDINHO SILVA 2 0,12%    
*0027 12345 RAFAEL SILVA 1 0,06%    
*0028 23456 GONDIM 1 0,06%    
*0029 40023 BOLÇONE 1 0,06%    
*0030 45111 GERALDO VINHOLI 1 0,06%    
*0031 12133 JOSE BITTENCOURT 1 0,06%    
*0032 25255 MILTON VIEIRA 1 0,06%    
*0033 45680 ORLANDO MORANDO 1 0,06%    
*0034 25005 ANDRE SOARES 1 0,06%    
*0035 14235 CORONEL EDSON FERRARINI 0 0,00%    
*0036 43333 DR. ULYSSES 0 0,00%    
*0037 45123 WELSON GASPARINI 0 0,00%    
*0038 45160 ARY FOSSEN 0 0,00%    
*0039 45555 CELSO GIGLIO 0 0,00%    
*0040 25199 ESTEVAM GALVAO 0 0,00%    
*0041 45156 ROBERTO ENGLER 0 0,00%    
*0042 13156 RUI FALCÃO 0 0,00%    
*0043 45477 ROBERTO MASSAFERA 0 0,00%    
*0044 65035 LECI BRANDÃO 0 0,00%    
*0045 13004 TELMA DE SOUZA 0 0,00%    
*0046 45100 PEDRO TOBIAS 0 0,00%    
*0047 15622 JOOJI HATO 0 0,00%    
*0048 13222 ADRIANO DIOGO 0 0,00%    
*0049 45114 MARIA LÚCIA AMARY 0 0,00%    
*0050 25558 GIL ARANTES 0 0,00%    
*0051 13611 ISAC REIS 0 0,00%    
*0052 43001 GIRIBONI 0 0,00%    
*0053 45125 MAURO BRAGATO 0 0,00%    
*0054 13290 HAMILTON PEREIRA 0 0,00%    
*0055 13147 GERALDO CRUZ 0 0,00%    
*0056 45200 CÉLIA LEÃO 0 0,00%    
*0057 13632 ANA DO CARMO 0 0,00%    
*0058 25011 GILSON DE SOUZA 0 0,00%    
*0059 45157 CELINO 0 0,00%    
*0060 43007 FELICIANO 0 0,00%    
*0061 14222 HEROILMA SOARES TAVARES 0 0,00%    
*0062 23623 ROBERTO MORAIS 0 0,00%    
*0063 65123 PEDRO BIGARDI 0 0,00%    
*0064 20200 ADILSON ROSSI 0 0,00%    
*0065 43135 PADRE AFONSO 0 0,00%    
*0066 13644 JOÃO ANTONIO 0 0,00%    
*0067 13114 ENIO TATTO 0 0,00%    
*0068 13130 MARCO AURÉLIO DE SOUZA 0 0,00%    
*0069 10123 GILMACI SANTOS 0 0,00%    
*0070 50789 CARLOS GIANNAZI 0 0,00%    
*0071 43363 REINALDO ALGUZ 0 0,00%    
*0072 45780 MARCOS ZERBINI 0 0,00%    
*0073 45245 SAMUEL MOREIRA 0 0,00%    
*0074 40123 ED THOMAS 0 0,00%    
*0075 45700 FERNANDO CAPEZ 0 0,00%    
*0076 13134 SIMÃO PEDRO 0 0,00%    
*0077 43477 PASTOR DILMO DOS SANTOS 0 0,00%    
*0078 13112 GERSON BITTENCOURT 0 0,00%    
*0079 13690 CARLOS GRANA 0 0,00%    
*0080 15113 CARUSO 0 0,00%    
*0081 13913 DONISETE BRAGA 0 0,00%    
*0082 45321 CARLOS BEZERRA JR. 0 0,00%    
*0083 12123 ROGERIO NOGUEIRA 0 0,00%    
*0084 22999 ANDRE DO PRADO 0 0,00%    
*0085 13310 LUIZ CLAUDIO MARCOLINO 0 0,00%    
*0086 20112 PR. CARLOS CEZAR 0 0,00%    
*0087 13800 LUIZ MOURA 0 0,00%    
*0088 15000 BALEIA ROSSI 0 0,00%    
*0089 20688 MARCOS NEVES 0 0,00%    
*0090 13570 ALENCAR 0 0,00%    
*0091 25250 MILTON LEITE FILHO 0 0,00%    
*0092 23423 ALEX MANENTE 0 0,00%    
*0093 40789 VINICIUS CAMARINHA 0 0,00%    
*0094 45145 BRUNO COVAS 0 0,00%    
95 13400 ROBERTO FELICIO 49 2,99%    
96 40999 DR. PAULO MARIANI 33 2,01%    
97 45155 CLOVIS CHAVES 27 1,65%    
98 13456 BETH SAHAO 22 1,34%    
99 45010 UBIRAJARA GUIMARÃES 22 1,34%    
100 20512 CANDIDO 13 0,79%    
101 45300 CASSIO NAVARRO 13 0,79%    
102 40404 DR. JULIANO PRANDI 12 0,73%    
103 20220 RENATO PUPO 11 0,67%    
104 25125 FERNANDO LUCAS 8 0,49%    
105 43045 RICARDO CASTILHO 5 0,30%    
106 40211 SARGENTO OHNO 5 0,30%    
107 12812 PAULO BARBOSA 4 0,24%    
108 14014 LÉO ÁQUILLA 4 0,24%    
109 40223 HILKIAS 3 0,18%    
110 45198 JOSE BORANGA 3 0,18%    
111 45235 DILADOR BORGES 3 0,18%    
112 12612 CONSTANCIA FELIX 3 0,18%    
113 45500 VICTOR KOBAYASHI 3 0,18%    
114 13789 TITO 2 0,12%    
115 45000 HELIO RUBENS 2 0,12%    
116 13122 TONINHO DO PT 2 0,12%    
117 23233 DR. TÚLIO 2 0,12%    
118 15012 THIAGO FERRARI 2 0,12%    
119 23540 PROFESSOR ZE MARIA 1 0,06%    
120 23110 ADEMIR DA GUIA 1 0,06%    
121 45666 GILSON BARRETO 1 0,06%    
122 45950 DORI FONTES 1 0,06%    
123 13300 EUVANILDE 1 0,06%    
124 11051 VALDIR PINHEIRO 1 0,06%    
125 20222 JOÃO BINATO 1 0,06%    
126 22222 ZE PEDRO 1 0,06%    
127 45454 EDISON CANDIDO 1 0,06%    
128 13132 DR. LUIZINHO 1 0,06%    
129 11010 RICARDO PELISSER 1 0,06%    
130 11888 RUSSOMANNO 1 0,06%    
131 11369 VALDIR MARIN 1 0,06%    
132 45800 DIOBEL DA DIDOL’S 1 0,06%    
133 45457 VALÉRIA 1 0,06%    
134 43266 FERNANDO MARREY FERREIRA 1 0,06%    
135 11300 FARIA JR 1 0,06%    
136 40025 DR. GENNARI 1 0,06%    
137 45455 CONCCI MARCO 1 0,06%    
138 43400 FLAVIO OLIVEIRA 1 0,06%    
139 45466 EDLEIA MATOS 1 0,06%    
140 70699 PAULO CORRÊA JR 1 0,06%    
141 22300 PATRICIA LIMA 1 0,06%    
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