Pesquisa Vox Populi: Avaliação do governo petista é muito superior à do governo social democrata

Os entrevistados foram solicitados a avaliar diversas áreas de atuação do governo Dilma Rousseff. Depois, a comparar o desempenho de cada uma nos governos dela e de Lula com o que apresentavam quando Fernando Henrique Cardoso era presidente. As avaliações de todas as políticas nos governos petistas são superiores. Em nenhuma se poderia dizer que, para a população, as coisas estavam melhores no período tucano.

VOX POPULI 2013

A herança de FHC

A avaliação de seus mandatos captada em pesquisas explica o motivo de Alckmin e Serra não terem defendido o seu legado. O que fará Aécio Neves?

por Marcos Coimbra
Divulgação / PSDB
FHC e Aécio

FHC e Aécio durante a convenção do PSDB

Enquanto não surgir coisa mais avançada, as pesquisas de opinião continuarão a ser a melhor maneira de interpretar o pensamento da população a respeito das questões coletivas. Sem elas, ficamos com o que acha cada indivíduo ou dizem os grupos mais organizados e loquazes. Os sentimentos e atitudes da maioria permanecem ignorados. É como se não existissem.

Mas as pesquisas estão aí. E permitem uma compreensão dos juízos e as expectativas dos que não se expressam, não mandam cartas ou postam comentários na internet. Há outras formas de fazê-lo, mas nenhuma mais confiável.

Realizá-las não é extravagância ou privilégio. Não custam tanto e um partido político poderoso, como, por exemplo, o PSDB, pode encomendar as suas. Nem um jornal ficará pobre se tiver de contratar alguma.

Por que então as oposições brasileiras as usam tão parcimoniosamente? Por que, se é simples conhecê-la, os partidos e a mídia oposicionista desconsideram a opinião pública?  Tome-se uma velha ideia: as três derrotas sucessivas dos tucanos para o PT teriam sido causadas pela insuficiente defesa da “herança de Fernando Henrique”. Sabe-se lá por que, é uma hipótese que volta e meia reaparece, como se fosse uma espécie de verdade profunda e houvesse evidências a sustentá-la.

Nas últimas semanas, ela retornou ao primeiríssimo plano. Em seu discurso inaugural como presidente nacional do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves disse que seu partido se equivocou ao não valorizar o “legado” das duas administrações de FHC. Em suas palavras: “Erramos por não ter defendido, juntos, todo o partido, com vigor e convicção, a grande obra realizada pelo PSDB”.

Salvo uma ou outra manifestação de cautela, a mídia conservadora aplaudiu o pronunciamento. Os “grandes jornais” gostaram de Aécio ter assumido uma tese com a qual sempre concordaram. Faltava-lhes um paladino e o mineiro ofereceu-se para o posto.
E os cidadãos comuns, o que pensam desse “legado”?

Em pesquisa recente de âmbito nacional, o Vox Populi tratou do assunto. Em vez de subscrever (ou atacar) a tese, apenas identificou o que a população pensa a respeito.

Os entrevistados foram solicitados a avaliar 15 áreas de atuação do governo Dilma Rousseff. Depois, a comparar o desempenho de cada uma nos governos dela e de Lula com o que apresentavam quando Fernando Henrique Cardoso era presidente. As avaliações de todas as políticas nos governos petistas são superiores. Em nenhuma se poderia dizer que, para a população, as coisas estavam melhores no período tucano.

Consideremos algumas: na geração de empregos, 7% dos entrevistados disseram que FHC atuou melhor, enquanto 75% responderam que Lula e Dilma o superaram. Na habitação, 3% para FHC e 75% para Lula e Dilma. Nos programas para erradicar a pobreza, 4% ficaram com FHC e 73% com os petistas. Na educação, o tucano foi defendido por 5% e os petistas por 63%. Na política econômica, em geral, FHC foi avaliado como melhor por 8%, enquanto Lula e Dilma, por 71% dos entrevistados.
No controle da inflação, FHC teve seu melhor resultado: para 10%, ele saiu-se melhor que os sucessores, mas 65% preferiram a atuação de Lula e Dilma no controle de preços.

Na saúde e na segurança, os petistas tiveram as menores taxas de aprovação, mas mantiveram-se bem à frente do tucano: na primeira, Lula e Dilma foram considerados melhores por 46% dos entrevistados. Na segurança, por 45%. FHC, por sua vez, por 7% e 6%.

No combate à corrupção, FHC teria atuado melhor que seus sucessores para 8%, enquanto 48% dos entrevistados afirmaram ter Lula e Dilma sido superiores.

Os políticos e as empresas jornalísticas são livres para crer no que quiserem. Enéas Carneiro era a favor da bomba atômica. Levy Fidelix é obcecado pela ideia de espalhar aerotrens pelo Brasil. Os partidos de extrema-esquerda lutam pelo comunismo. Há quem queira recriar a velha Arena da ditadura.

Ancorar uma campanha presidencial na “defesa do legado de FHC” é um suicídio político. Nem Serra nem Alckmin quiseram praticá-lo. A derrota de ambos nada tem a ver com o fato de não terem feito tal defesa. O problema nunca foi estar distantes demais dos anos FHC, mas de menos.

Resta ver como se comportará, na prática, Aécio Neves. E o que dirão seus apoiadores, quando perceberam que também ele procurará fazer o possível para se afastar do tal “legado”.

A Força da Imagem do PT

Ao contrário do que se costuma pensar, o sistema partidário brasileiro tem um enraizamento social expressivo. Ao considerar nossas instituições políticas, pode-se até dizer que ele é muito significativo.

Em um país com democracia intermitente, baixo acesso à educação e onde a participação eleitoral é obrigatória, a proporção de cidadãos que se identificam com algum partido chega a ser surpreendente.

Se há, portanto, uma coisa que chama a atenção no Brasil não é a ausência, mas a presença de vínculos partidários no eleitorado.

Conforme mostram as pesquisas, metade dos eleitores tem algum vínculo.

Seria possível imaginar que essa taxa é consequência de termos um amplo e variado multipartidarismo, com 29 legendas registradas. Com um cardápio tão vasto, qualquer um poderia encontrar ao menos um partido com o qual concordar. Mas não é o que acontece. Pois, se o sistema partidário é disperso, as identificações são concentradas. Na verdade, fortemente concentradas.

O Vox Populi fez recentemente uma pesquisa de âmbito nacional sobre o tema. Deu o esperado: 48% dos entrevistados disseram simpatizar com algum partido. Mas 80% desses se restringiram a apenas três: PT (com 28% das respostas), PMDB (com 6%) e PSDB (com 5%). Olhado desse modo, o sistema é, portanto, bem menos heterogêneo, pois os restantes 26 partidos dividem os 20% que sobram. Temos a rigor apenas três partidos de expressão. Entre os três, um padrão semelhante. Sozinho, o PT representa quase 60% das identidades partidárias, o que faz com que todos os demais, incluindo os grandes, se apequenem perante ele.

Em resumo, 50% dos eleitores brasileiros não têm partido; 30% são petistas e 20% simpatizam com algum outro – e a metade desses é peemedebista ou tucana. Do primeiro para o segundo, a relação é de quase cinco vezes.

A proeminência do PT é ainda mais acentuada quando se pede ao entrevistado que diga se “simpatiza”, “antipatiza” ou se não tem um ou outro sentimento em relação ao partido. Entre “muita” e “alguma simpatia”, temos 51%. Outros 37% se dizem indiferentes. Ficam 11%, que antipatizam “alguma” coisa ou “muito” com ele.

Essa simpatia está presente mesmo entre os que se identificam com os demais partidos. É simpática ao PT a metade dos que se sentem próximos ao PMDB, um terço dos que gostam do PSDB e metade dos que simpatizam com os outros.

Se o partido é visto com bons olhos por proporções tão amplas, não espanta que seja avaliado positivamente pela maioria em diversos quesitos: 74% do total de entrevistados o consideram um partido “moderno” (ante 14% que o acham “ultrapassado”); 70% entendem que “tem compromisso com os pobres”(ante 14% que dizem que não); 66% afirmam que “busca atender ao interesse da maioria da população” (ante 15% que não acreditam nisso). Até em uma dimensão particularmente complicada seu desempenho é positivo: 56% dos entrevistados acham que “cumpre o que promete” (enquanto 23% dizem que não). Níveis de confiança como esses não são comuns em nosso sistema político.

Ao comparar os resultados dessa pesquisa com outras, percebe-se que a imagem do PT apresenta uma leve tendência de melhora nos últimos anos. No mínimo, de estabilidade. Entre 2008 e 2012, por exemplo, a proporção dos que dizem que o partido tem atuação “positiva na política brasileira” foi de 57% a 66%.

A avaliação de sua contribuição para o crescimento do País também se mantém elevada: em 2008, 63% dos entrevistados estavam de acordo com a frase “O PT ajuda o Brasil a crescer”, proporção que foi a 72% neste ano.

O sucesso de Lula e o bom começo de Dilma Rousseff são uma parte importante da explicação para esses números. Mas não seria correto interpretá-los como fruto exclusivo da atuação de ambos.

Nas suas três décadas de existência, o PT desenvolveu algo que inexistia em nossa cultura política e se diferenciou dos demais partidos da atualidade: formou laços sólidos com uma ampla parcela do eleitorado. O petismo tornou-se um fenômeno de massa.

Há, é certo, quem não goste dele – os 11% que antipatizam, entre os quais os 5% que desgostam muito. Mas não mudam o quadro.

Ao se considerar tudo que aconteceu ao partido e ao se levar em conta o tratamento sistematicamente negativo que recebe da chamada “grande imprensa”- demonstrado em pesquisas acadêmicas realizadas por instituições respeitadas – é um saldo muito bom.

É com essa imagem e a forte aprovação de suas principais lideranças que o PT se prepara para enfrentar os difíceis dias em que o coro da indústria de comunicação usará o julgamento do mensalão para desgastá-lo.

Conseguirá?

Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

Vox Populi: 71% dos brasileiros aprovam governo Dilma

Pesquisa encomendada pelo PT ao Instituto Vox Populi apontou que 71% dos brasileiros fazem avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff. O levantamento, feito junto a 2.200 entrevistados, foi divulgado nesta quinta-feira (4).

Para 4%, o desempenho da presidente é ótimo, enquanto 40% apontaram como bom, e 37% como regular positivo. A pesquisa foi feita em todo o país na 1ª quinzena de junho.

Os dados foram divulgados pela assessoria do PT, mas ainda não foram detalhados os 29% de avaliação negativa. Os resultados do levantamento nacional foram discutidos na manhã desta quinta-feira (4) durante reunião da executiva nacional do PT, no Rio de Janeiro.

Segundo a assessoria, 48% dos entrevistados consideraram o PT o maior partido do Brasil. Já 81% apontaram a legenda como “forte” ou “muito forte”.

Em outra questão, 66% disseram que o PT atua de forma positiva e 15% afirmaram que o partido tem “os políticos mais honestos”. Neste último quesito, segundo a assessoria do PT, outros partidos tiveram em torno de 7% de citações.

Da Redação, com informações da Agência Estado

Vox Populi: Haddad estreia com 3%

Enviado por luisnassif

Do Estadão

Desconhecido, Haddad estreia em pesquisa com 3%

Sondagem feita pelo Vox Populi mostra que o candidato preferido de Lula tem melhor desempenho na zona oeste, região de alta renda e escolaridade

Julia Duailibi / SÃO PAULO – O Estado de S.Paulo

Pesquisa Vox Populi sobre a corrida eleitoral para a Prefeitura de São Paulo em 2012 coloca o ministro da Educação, Fernando Haddad, com 3% de intenção de voto, no cenário mais favorável ao petista, no qual o candidato do PSDB é o senador Aloysio Nunes Ferreira – o tucano aparece com 6%.

Incentivado pelo ex-presidente Lula para aumentar a inserção petista junto à classe média paulistana, Haddad tem o melhor desempenho na zona oeste, onde 7% disseram que votariam nele. A região é a formada por bairros com alta renda e escolaridade.

Encomendada pela Força Sindical, a pesquisa entrevistou 1.000 pessoas e foi realizada entre 9 e 13 de julho. A margem de erro é de 3,1 pontos porcentuais.

No cenário em que o nome do PSDB é o do ex-governador José Serra, Haddad tem 2% das intenções de voto. Serra lidera com 26%. Em terceiro, está o deputado Celso Russomanno (14%), do PP, seguido do vereador Netinho de Paula (8%), do PC do B. Depois estão o presidente da Força, o deputado Paulinho (7%), do PDT, e Soninha Francine (5%), do PPS. Neste cenário, Haddad está empatado com o deputado Gabriel Chalita (PMDB) e na frente do secretário municipal de Meio Ambiente, Eduardo Jorge (PV), e do vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD), ambos com 1% – os dois são opções do prefeito Gilberto Kassab para a sua sucessão.

Liderança. Embora apresente a maior rejeição entre todos os nomes colocados (18%), a senadora Marta Suplicy (PT) lidera os cinco cenários em que é citada como candidata. Com Serra no páreo, tem 29% das intenções de voto contra 24% do tucano. Na pesquisa espontânea, em que o nome do candidato não é apresentado, Marta lidera com 9%, na frente de Kassab (6%). Serra vem em terceiro com 3% das menções – o mesmo porcentual do deputado Paulo Maluf (PP).

Depois de Marta, o nome petista com o melhor desempenho é o do ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), que tem 10% das intenções de voto em dois cenários. No primeiro, Serra lidera com 26%. No que o candidato tucano é o deputado Ricardo Tripoli, Russomanno fica na frente com 17%.

Sem Serra na disputa, o tucano com o melhor desempenho é Aloysio. Tripoli fica com 1%, e o secretário José Anibal (Energia) tem 2%. O secretário Bruno Covas (Meio Ambiente), que conta com a simpatia do governador Geraldo Alckmin, não aparece na pesquisa, assim como Andrea Matarazzo (Cultura), opção do grupo de Serra, que tem dito não ter interesse em se candidatar.

Para o presidente municipal do PSDB, Julio Semeghini, os nomes do partido que aparecem com pouca intenção de voto “ainda não são vinculados pelo eleitor como candidatos”.

81% dos brasileiros estão otimistas com o Governo Dilma, diz Vox Populi

 

  

Pesquisa divulgada na quinta (2) mostra que a grande maioria da população chega ao final de 2010 com o sentimento de que o Brasil caminha na direção correta, com perspectiva de maior projeção internacional.

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (2) pelo instituto Vox Populi aponta que 81% dos brasileiros estão otimistas com o governo de Dilma Rousseff e que o país caminha na direção certa. Para a maioria dos entrevistados, a presidenta eleita terá condições de manter as conquistas do atual governo, contará com um quadro econômico favorável e será capaz de dar ao país uma projeção internacional maior que a obtida nos últimos oito anos.

Liderança e capacidade de comando é o atributo creditado à Dilma mais citado pelos entrevistados (67%), seguido por preparo para administrar o Brasil (65%), preocupação com os pobres (65%) e sinceridade (59%). 81% das pessoas dizem que o Brasil caminha na direção certa, contra apenas 8% que dizem o contrário.

Para 65% dos entrevistados, a presidenta poderá se beneficiar de um cenário econômico mais favorável, já que sua expectativa é de melhoria nesta área durante os próximos quatro anos. Outros 24% acreditam que a economia deve permanecer como está e 6% afirmam prever uma piora no cenário. Entre os entrevistados que disseram ter votado em José Serra (PSDB) nas últimas eleições, 22% acreditam que o governo Dilma será pior que o de Lula – a média da pesquisa, entre os “pessimistas”, é de somente 10%.

A maioria dos entrevistados acredita também que o Brasil vai continuar aumentando sua importância no cenário internacional. Essa é a avaliação de 61% das pessoas, enquanto apenas 28% não acreditam nessa evolução.

Prioridades

O levantamento – encomendado pelo portal iG – mostra que quatro em cada dez brasileiros indicam a saúde como a área que deve ser tratada como prioridade no futuro Governo Dilma. Esta deve ser a preocupação número 1 da presidenta eleita pra 42% dos entrevistados.

A segunda prioridade, de acordo com os eleitores, deve ser a criação de empregos – citada por 24%. Educação (11%), combate à corrupção (9%), segurança pública/criminalidade (8%), controle da inflação (2%), habitação (1%) e proteção ao meio ambiente (1%) completam a ordem.

Numa outra abordagem, em que o entrevistado pôde citar três temas de forma espontânea, a saúde permanece no topo, com 84% das indicações. Nesse caso, a educação se torna o segundo tema mais importante (57%), à frente da criação de empregos (55%).

Entre as propostas apresentadas por Dilma durante a campanha, o eleitor avalia que ela, a partir de agora, deve priorizar: a saúde (31%), a redução de impostos (22%), a educação (21%), o combate à corrupção (9%) e a segurança pública (8%).

Não à privatização

A pesquisa apontou também que a maioria da população brasileira é contra a privatização de empresas estatais, tema que marcou o segundo turno da campanha eleitoral. Segundo o Vox Populi, 61% dos eleitores se opõe à ideia, contra 24% que a defendem. Para a maioria da população, o governo deve tomar conta de setores como aeroportos (67%), portos (71%), rodoviárias (70%) e metrô (70%).

A pesquisa ouviu 2.200 pessoas em 161 municípios e foi realizada entre os dias19 e 23 de novembro. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais

Vox Populi: 80% dos brasileiros acham que o país está no caminho certo.

Brasília Confidencial

Oitenta e um por cento dos brasileiros acham que o país caminha hoje na direção certa. Somente oito por cento dizem o inverso. No Nordeste, o índice de aprovação é ainda mais expressivo: 88%.

É o que mostra pesquisa Vox Populi divulgada na quinta-feira, 2 de novembro. Para a maior parte dos 2.200 entrevistados em 161 municípios entre os dias 19 e 23 de novembro, a presidenta eleita Dilma Rousseff terá condições de manter as conquistas do atual governo.

Além disso, ela disporá ainda de um quadro econômico favorável e será capaz de dar ao Brasil uma projeção internacional maior do que a dos últimos oito ano. Mas os entrevistados associam essa expectativa à influência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na próxima gestão. Cinquenta e sete por cento entendem que o atual mandatário terá forte influência sobre a administração que assumirá no dia 1º. de janeiro de 2011. Para outros 38%, Lula apenas apoiará Dilma caso ela necessite.

Otimismo do Nordeste
Porém, para a maioria, mesmo sem liderança de Lula, o Brasil vai continuar aumentando sua importância no cenário internacional. É o que afirmam 61% das pessoas, ao passo que 28% não acreditam nessa evolução. Neste item, novamente é o Nordeste que concentra a maior parte dos eleitores otimistas (67%).

A presença do PMDB no governo federal como aliado do PT é percebida positivamente para 43% dos entrevistados. Outros 25% acham que ela é “regular”, enquanto apenas nove por cento avaliam a parceria como negativa.

Capacidade de comando
Ao analisarem a figura de Dilma, os entrevistados atribuíram à futura presidente algumas qualidades, entre elas: liderança e capacidade de comando (mencionada por 67% dos participantes), preparo para administrar o país (65%), preocupação com os pobres (65%), melhores propostas (67%) e sinceridade (59%).

Agnelo (PT) com 64% amplia vantagem no Distrito Federal

do Brasília Confidencial

    O candidato do PT, Agnelo Queiroz, abriu 23 pontos percentuais de vantagem sobre a sua adversária, Weslian Roriz (PSC), na disputa pelo governo do Distrito Federal.

    A constatação é do instituto Datafolha. Agnelo tem 54% das intenções de voto, enquanto Weslian tem 31%. Considerados os índices equivalentes aos votos válidos, Agnelo tem 64%.

Datafolha 22/10 – Dilma tem 56% dos votos válidos contra 44% de José Serra

Eleições2010 –  22/10/2010


No total das intenções de voto, petista tem 50% e tucano 40%

Pesquisa Datafolha sobre o segundo turno da sucessão presidencial realizada em 21 de outubro mostra a candidata do PT Dilma Rousseff na liderança com 56% dos votos válidos. José Serra, do PSDB, fica com 44%. Foram entrevistados 4037 eleitores em todas as unidades da Federação e a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais.

Em comparação com a pesquisa anterior, feita há uma semana, Dilma oscilou positivamente dois pontos percentuais nos votos válidos – tinha 54%. Conseqüentemente José Serra perdeu dois pontos – alcançava 46% em 14 de outubro. É importante lembrar que o cálculo dos votos válidos exclui brancos, nulos e indecisos, distribuindo-os proporcionalmente segundo o percentual obtido por cada candidato.

No total das intenções de voto, a petista alcança 50% contra 40% do tucano. Dizem que votarão em branco ou anularão o voto 4% dos entrevistados, enquanto 6% mostram-se indecisos. Em relação à pesquisa anterior, Dilma cresceu três pontos percentuais e Serra oscilou um ponto. Há uma semana, ela tinha 47% e ele 41%.

Segmentando-se os resultados, nota-se crescimento da ex-ministra principalmente entre os que moram no Norte, Centro-Oeste (quatro pontos) e Nordeste do país (cinco pontos). A petista também cresceu entre os mais jovens (seis pontos), entre os homens (quatro pontos), entre os que possuem renda de até 2 salários mínimos (quatro pontos) e entre os que têm nível fundamental de escolaridade (dois pontos).

Entre os que votaram em Marina Silva (PV) no primeiro turno da eleição, Dilma cresceu oito pontos percentuais e Serra caiu cinco. Há uma semana, nesse mesmo estrato, o tucano tinha 51% e agora tem 46%. A petista aparecia com 23% e agora tem 31%.

Quanto ao número que deverão digitar na urna eletrônica para confirmar o voto para presidente no segundo turno, 84% dos eleitores respondem corretamente os algarismos. Entre os que pretendem votar em Dilma, essa taxa é de 87% e entre os que preferem Serra, ela é de 84%.

Sobre o grau de decisão do voto, 88% dos eleitores brasileiros se dizem totalmente decididos contra 10% que ainda cogitam a possibilidade de mudar de opinião. Entre os eleitores da petista, essa taxa é de 90% e entre os do tucano é de 89%. Comparando-se esses dados com os da pesquisa anterior, não são verificadas mudanças significativas.

Em relação à rejeição, tomando-se como base aqueles que hoje não votam em Dilma, 69% afirmam que não votariam de jeito nenhum na petista. Ainda nesse segmento, 22% até cogitam a possibilidade de fazê-lo e 2% admitem que, se necessário, o fariam com certeza.

Essas taxas são parecidas para José Serra. Entre os que não votam no tucano, 67% o rejeitam, 24% até poderiam elegê-lo e 2% o fariam com certeza.

Faltando menos de dez dias para o segundo turno, cresce a audiência do horário eleitoral

A fatia do eleitorado que viu algum dos programas de Dilma ou Serra no horário eleitoral gratuito na TV cresceu na última semana. No primeiro levantamento do Datafolha que mediu a audiência da propaganda eletrônica dos presidenciáveis, na semana passada, 52% dos eleitores afirmaram ter assistido, pelo menos uma vez, ao horário eleitoral no segundo turno. No levantamento atual, esse índice aumentou para 63%. Na região Sul, essa alta foi mais intensa: de 57% para 71%. No Norte/Centro Oeste, foi de 52% para 66%. As propostas feitas pela TV por Dilma e Serra têm tido menos exposição no Nordeste, onde 61% dizem ter assistido a algum programa, ante 52% na semana anterior, e no Sudeste, onde a audiência passou de 51% para 62%.

Os homens (65%) viram mais o horário eleitoral do que as mulheres (62%). Teve acesso abaixo da média aos programas televisivos o grupo de eleitores que estudou até o ensino fundamental (57%) e os que têm renda familiar mensal de até dois salários mínimos (59%).

Entre os eleitores que dizem ter visto o horário eleitoral, 97% afirmam ter assistido a pelo menos uma das peças de Dilma, índice que é de 95% para o tucano. O programa da petista foi avaliado como ótimo ou bom por 54% de seus telespectadores. Outros 27% consideraram-no regular, e 14%, péssimo. Entre os telespectadores de Serra, 48% dizem que seu programa é bom ou ótimo, enquanto 29% o avaliaram como regular, e 15%, como ruim ou péssimo.

No Nordeste, onde lidera as intenções de voto, o horário eleitoral de Dilma foi considerado ótimo ou bom por 66% dos eleitores que o assistiram, enquanto 44% dizem o mesmo sobre o programa do tucano. Já no Sul, onde quem está à frente é Serra, a propaganda na TV do tucano é vista como ótima ou boa para 53%, nível de avaliação que ficou em 44% entre os eleitores que viram o programa da petista na região.

Os eleitores mais disputados deste segundo turno – aqueles que votaram em Marina Silva (PV) no último dia 3 – têm avaliação melhor do horário eleitoral de Serra do que da adversária petista. Entre os que votaram em Marina no primeiro turno e assistiram ao programa de Dilma, 43% consideraram-no ótimo ou bom, enquanto 34% disseram ser regular e, 18%, ruim ou péssimo. No grupo de eleitores que votou na candidata do PV e viu o horário eleitoral de Serra, 51% o avaliaram como ótimo ou bom. Outros 31% dizem que o programa televisivo é regular, e 12%, péssimo.

O debate Folha/RedeTV, realizado no domingo passado, foi assistido, inteiro ou em parte, por 25% dos eleitores. Na região Nordeste, o encontro entre Dilma e Serra foi visto por 28%, patamar semelhante ao Sul (27%) e Norte/Centro Oeste (26%) e mais alto do que no Sudeste (23%). A audiência masculina (29%) do debate foi maior do que a feminina (22%).

Questionados sobre quem venceu o debate, levando em conta o que viram ou ouviram falar sobre o encontro, 24% apontam o nome de Serra e 23% indicam Dilma, o que caracteriza um empate técnico. A fatia dos que não sabem responder à pergunta é de 47%. Considerando somente quem assistiu ao debate, inteiro ou em parte, 44% dizem que o tucano se saiu melhor, enquanto 38% dizem o mesmo sobre Dilma. O resultado é ainda mais favorável ao tucano entre aqueles que viram todo o debate: 47% dizem que ele se saiu melhor , ante 37% que indicam a petista como vencedora.

Entre os eleitores que votaram em Marina Silva no primeiro turno, 25% disseram que Serra venceu o debate, enquanto 16% apontaram a candidata do PT como a vencedora.

São Paulo, 21 de outubro de 2010

BAIXE AQUI A PESQUISA COMPLETA : intvoto_pres_22102010

Vox Populi mostra diferença de quatro pontos: Marconi tem 49% e Iris 45%

Pesquisa Vox Populi, contratada pela TV Goiânia/Band e divulgada nesta quarta-feira (20) confirma a tendência de acirramento na disputa pelo governo do Estado de Goiás no 2º turno, também apontada pela Grupom/Rádio730 e pelo Instituto Ibope. O candidato ao governo pela coligação Goiás quer Mais, Marconi Perillo (PSDB) mantém a frente, com 49%, no entanto, a vantagem para Iris Rezende (PMDB) agora é de quatro pontos percentuais, sendo que o peemedebista aparece com 45% no cenário estimulado.  

Segundo o levantamento, 3% dos eleitores votaria branco ou nulo e 3% não souberam ou não opinaram. A margem de erro do levantamento é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos, sendo que o Vox Populi ouviu 1.200 pessoas em todo o Estado entre os dias 16 e 18 de outubro.

No cenário espontâneo, em que os eleitores manifestam o voto sem auxílio de cartela com nomes, os números são parecidos. Marconi aparece com 48% e Iris com 44%.

A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 36.305 e no tribunal Regional Eleitoral com o nº 51.901 no dia 15 de outubro

Fonte: http://www.portal730.com.br

Vox Populi aponta liderança de Dilma em Goiás

A candidata a presidência pelo PT, Dilma Roussef segue na frente no Estado de Goiás, segundo aponta a pesquisa Vox Populi, divulgada nesta quarta-feira (20). A petista aparece com 48% das intenções de voto, no cenário estimulado, enquanto José Serra (PSDB) tem 45%. No entanto, considerando a margem de erro, que é de 2,8 pontos percentuais, há um cenário de empate técnico entre os dois candidatos. 

Vox Populi ouviu 1.200 pessoas em todo o Estado entre os dias 16 e 18 de outubro. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 36.305 e no Tribunal Regional Eleitoral com o nº 51.901 no dia 15 de outubro.

Vox Populi: Dilma cresce e vence no segundo turno

 

 

Pesquisa Vox Populi/iG divulgada nesta terça-feira mostra que a vantagem da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, em relação ao tucano José Serra  aumentou para 12 pontos percentuais. Segundo o Vox Populi, Dilma tem 51% contra 39% de Serra. Na última pesquisa, realizada nos dias 10 e 11 de outubro, a vantagem era de 8 pontos (Dilma tinha 48% e Serra 40%). Os votos brancos e nulos permaneceram em 6% e os indecisos passaram de 6% para 4%.

Se forem considerados apenas os votos válidos (sem os brancos, nulos e indecisos) a vantagem subiu de 8 para 14 pontos. Dilma tinha 54% e passou para 57%. Serra caiu de 46% para 43%. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.

A candidata do PT tem o melhor desempenho na região Nordeste, onde ganha por 65% a 28%. Já Serra leva a melhor no Sul, onde tem 50% contra 41% da petista. No Sudeste, que concentra a maior parte dos eleitores, Dilma tem 47% contra 40% do tucano.

O Vox Populi ouviu 3 mil eleitores entre os dias 15 e 17 de outubro. Os resultados, portanto, não consideram o impacto do debate realizado pela Rede TV no último domingo, nem a entrevista concedida por Dilma ao Jornal Nacional ontem à noite. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral com o número 36.193/10. 

Recortes

Depois de toda a polêmica envolvendo temas religiosos como o aborto, Serra atingiu 44% entre os entrevistados que se declararam evangélicos. Dilma tem 42%. Entre os que se declararam ateus, Dilma vence por 49% a 36%.

Entre os católicos praticantes Dilma tem 54% contra 37% do tucano. No segmento dos católicos não praticantes a petista consegue seu melhor desempenho, 55% contra 37% de Serra.

A petista ganha em todas faixas etárias. Já no recorte que leva em conta a escolaridade dos pesquisados, Serra vence entre os que tem nível superior por 47% a 40% da petista. No eleitorado com até a 4ª série do ensino fundamental Dilma tem 55% contra 38% do tucano.

Serra também vai melhor entre o eleitorado com mais renda. Entre os que declararam ganhar mais de cinco salários mínimos, ele tem 44% contra 42% da petista. Dilma tem seu melhor desempenho entre os mais pobres, que ganham até um salário mínimo, 61% a 31%.

Embora seja mulher, Dilma tem índices melhores entre os homens. Conforme o levantamento ela tem 54% contra 38% de Serra no eleitorado masculino e 48% contra 40% do tucano no eleitorado feminino.

No recorte que leva em consideração a cor da pele, Dilma atinge 59% entre os entrevistados que se declararam negros contra 29% de Serra. Entre os brancos, a petista tem 45% contra 44% do tucano.

Segundo o Vox Populi, 89% dos entrevistados disseram estar decididos enquanto 9% admitiram que ainda podem mudar de ideia. Entre os eleitores de Dilma a consolidação do voto é maior, 93%. No eleitorado de Serra, 89% disseram que estão decididos.

Fonte: portal iG.

Vox Populi mostra empate triplo ao Senado no Ceará

Pesquisa Vox Populi divulgada na noite de ontem pelo portal iG mostra empate triplo na corrida pelo Senado no Ceará. De acordo com a sondagem, Tasso Jereissati (PSDB) tem 46% das intenções de voto, contra 44% de Eunício Oliveira (PMDB) e 43% de José Pimentel (PT). Há empate por causa das possíveis variações decorrentes da margem de erro, de 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na comparação à pesquisa realizada em 10 de setembro, Tasso perdeu cinco pontos percentuais, enquanto os dois adversários cresceram seis pontos cada. Para o Senado, 29% dos eleitores disseram ainda estar indecisos.

Na reta final das campanhas políticas o povo cearense faz uma reviravolta nas eleições para o senado. È isso ai! vamos nos unir e derrotar os corónèis que ainda imperam no nosso estado.

Dia 03/10 vote 13 PIMENTEL. ( PT ) pra derrubar o coronel.

Ibope, Sensus e Vox Populi: Dilma tem 55%

Três dos quatro maiores institutos do país – Ibope, Vox Populi e Sensus – divulgaram ontem resultados de pesquisas de intenção de voto que apontam vantagem de 10 pontos percentuais da candidata do PT, Dilma Rousseff, sobre todos os seus adversários, considerados os índices equivalentes aos votos válidos. Dilma tem 55%, segundo os institutos. Os índices de José Serra (PSDB) variam entre 27% e 30% dos votos válidos, enquanto os de Marina oscilam entre 13% e 14%.

    Incluindo os índices sobre o total de votos, o Ibope apontou 50% para Dilma, 27% para Serra e 13% para Marina. Na pesquisa Sensus, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte, Dilma obteve 47,5%, contra 25,6% de José Serra e 11,6% de Marina. E, na pesquisa diária para a Rede Bandeirantes e o portal iG, o Vox Populi apontou 49% para Dilma, 26% para Serra e 12% para Marina.

    Convertidos em números os índices de intenção de voto conquistados pelos principais candidatos, os institutos mostram Dilma com o mínimo de 64,5 milhões e o máximo de 67,9 milhões. Serra teria entre 34,7 milhões e 36,6 milhões. Marina somaria entre 15,7 milhões e 19 milhões.

Índices equivalentes aos votos válidos

             CNI/Ibope     CNT/Sensus   Vox Populi

Dilma        55%                54,7%            55%

Serra         30%                29,5%            29%

Marina      14%               13,3%             13%

Vox Populi indica vitória de Dilma com 55% em primeiro turno

Arte: Vox Populi
 

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No penúltimo tracking Vox Populi/Band/iG, divulgado sexta-feira, 29, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT), aparece com 48% das intenções de voto, um a menos do que no dia anterior. O tucano José Serra oscilou um ponto para cima e aparece agora com 27% das preferências, enquanto Marina Silva (PV) continua, pelo quarto levantamento consecutivo, com 12%. Como os demais candidatos não chegam a 1%, Dilma permanece com 55% dos votos válidos e seria eleita já no próximo domingo.
Para ganhar no primeiro turno, a candidata precisa de 50% dos votos válidos (quando não são considerados os brancos e nulos) mais um. A diferença, hoje, de Dilma para a soma dos demais candidatos é de nove pontos – a distância, porém, já chegou a 23 pontos, no tracking do último dia 12. Hoje, 4% dos eleitores afirmam que pretendem anular ou votar em branco. Outros 9% seguem indecisos ou não revelam o candidato de sua preferência.
O levantamento divulgado nesta sexta-feira, ainda não capta os efeitos do debate com os presidenciáveis no dia anterior, transmitido pela TV Globo – já que a pesquisa foi feita no mesmo dia do encontro com os candidatos. O tracking Vox/Band/iG conta com 2.000 entrevistas, sendo que um quarto dessa amostra é renovada diariamente. A pesquisa é registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 27.428/10.
De acordo com o tracking, Dilma Rousseff permanece à frente dos adversários em todas as regiões do País. Destaque para o Nordeste, onde ela tem 64% das preferências, seguida de Serra (18%) e Marina (8%). O pior cenário para a ex-ministra da Casa Civil é no Sudeste. Ainda assim, a petista aparece na frente. Na região, ela tem 41% das intenções de voto. Serra, que governava o Estado de São Paulo até abril, tem 28% das preferências na região, seguido pela candidata do PV, que tem 14%

Tracking Vox/Band/iG: Dilma mantém 55% dos votos válidos cenário da disputa permanece estável na medição diária realizada pelo instituto

A três dias da ida às urnas, cenário da disputa permanece estável na medição diária realizada pelo instituto

Rodrigo Rodrigues, iG São Paulo

Faltando apenas três dias para as eleições, o cenário da disputa presidencial permanece estável, dando à candidata do PT, Dilma Rousseff, 55% dos votos válidos no tracking Vox Populi/Band/iG. A conta, que exclui os votos nulos e em branco, mantém a perspectiva de uma vitória da petista ainda no primeiro 1°turno, segundo o Vox Populi. Se a eleição fosse hoje, o tucano José Serra teria 29% dos votos válidos e a candidata do PV, Marina Silva, 13%.

Para vencer no primeiro turno, a candidata do PT precisa obter 50% dos votos válidos mais um.

Quando é analisado o total de intenções de voto, Dilma continua com 49%, mesmo patamar registrado nos últimos cinco dias. O candidato do PSDB, José Serra, aparece na segunda colocação, mantendo 26% da preferência do eleitorado, mesmo índice registrado na medição de ontem.

Marina também continuou com 12% das intenções de voto na medição de hoje, mesmo patamar do dia anterior. Os outros candidatos, juntos, alcançaram 1% dos entrevistados pelo instituto. Ainda segundo o Vox Populi, 4% dos entrevistados pretendem votar em branco no próximo domingo e 8% se declaram indecisos.

Cenário regional

No atual cenário, Dilma mantém dez pontos de vantagem em relação à soma de todos os adversários. O melhor cenário para a candidata petista é o Nordeste, onde ela tem 64% das preferências – contra 18% de Serra e 7% de Marina.

No Sudeste, onde Dilma chegou a ter 48% das intenções de voto há dez dias, o índice chega agora a 42%. Ela oscilou um ponto percentual positivo em relação a ontem, tirando um ponto da candidata do PV, Marina Silva, que oscilou de 16% para 15%.

O maior avanço de Dilma na comparação com a medição de ontem foi no Sul, onde ela passou de 46% para 49%, oscilando além da margem de erro. Nessa mesma região Serra passou de 36% para 32% e Marina se manteve com 6%.

O tracking Vox/Band/iG conta com 2.000 entrevistas, sendo que um quarto dessa amostra é renovada diariamente. A pesquisa é registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 27.428/10.

Vox Populi/Band/iG: Dilma mantém 55% dos votos válidos

Candidato tucano, Serra alcança, pela primeira vez, 26% das intenções de votos (incluindo brancos e nulos) e Dilma segue com 49%

Matheus Pichonelli, iG São Paulo

A candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, mantém a dianteira sobre os adversários na corrida para a sucessão e seria eleita, no próximo domingo, com 55% dos votos válidos, aponta o mais recente tracking Vox Populi/Band/iG.

Na medição do instituto, publicada nesta quarta-feira, ela aparece, pelo quarto dia consecutivo, com 49% das intenções de voto quando é considerada a totalidade dos votos, incluindo brancos e nulos. O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, alcançou, pela primeira vez desde o início da medição, 26% das preferências – há 20 dias, ele tinha 21%, seu pior índice na pesquisa. Marina Silva (PV) segue com 12%, enquanto os outros candidatos, como Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) têm, juntos, 1%.

Com este cenário, Dilma mantém dez pontos de vantagem em relação à soma de todos os adversários. Para vencer no primeiro turno, a candidata precisa obter 50% dos votos mais um.

O tracking aponta também que 9% dos eleitores não sabem ou não responderam em quem pretendem votar no próximo domingo. Votos brancos e nulos somam 3%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

O melhor cenário para a candidata petista é o Nordeste, onde ela tem 64% das preferências – contra 18% de Serra e 7% de Marina. No Sudeste, onde Dilma chegava a ter 48% das intenções de voto há dez dias, o índice chega agora a 41%. É o pior desempenho da petista entre todas as regiões. Ela aparece à frente dos adversários, no entanto, em todas as áreas pesquisadas.

Serra tem o melhor cenário no Sul, onde alcança 36% dos votos. No Sudeste, Norte e Centro Oeste a candidata do PV chega a 16% das preferências, sua melhor pontuação entre as regiões.
Na pesquisa espontânea, quando o nome dos candidatos não é apresentado ao eleitor, Dilma tem 42% (um a menos do que na véspera), contra 23% de Serra e 10% de Marina (ambos têm um ponto a mais do que no dia anterior).

O tracking Vox/Band/iG conta com 2.000 entrevistas, sendo que um quarto dessa amostra é renovada diariamente. A pesquisa é registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 27.428/10.

Tracking Vox/Band/iG: Dilma (49%) fica estável com mesmo índice pelo terceiro dia consecutivo; Serra oscilou para 25% e Marina cai para 12%

Petista aparece com mesmo índice pelo terceiro dia consecutivo; Serra oscilou para 25% e Marina para 12%

iG São Paulo | 28/09/2010 17:21

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, aparece, pelo terceiro dia consecutivo, com 49% das intenções de voto no tracking Vox Populi/Band/iG publicado nesta terça-feira. José Serra (PSDB), segundo colocado, oscilou um ponto para cima e agora tem 25%. Já a presidenciável do PV, Marina Silva, que um dia antes contava com 13%, agora soma 12% – o que interrompe uma sequência de três dias cons ecutivos de crescimento. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Apoiada pela alta popularidade do presidente Lula na região, Dilma tem o melhor desempenho entre eleitores do Nordeste: 65%. Na região, no entanto, a ex-ministra da Casa Civil já contou com até 73% das preferências. Na mesma região, Serra teria hoje 15% dos votos, de acordo com a projeção, e Marina, 7%.

Dilma ainda lidera em todas as regiões, mas encontra seu pior cenário no Sudeste, onde ela conta com 42% das intenções de voto – contra 27% de Serra e 16% de Marina. Já o candidato tucano tem mais votos no Sul (34%), contra 45% de Dilma no local.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, a petista aparece à frente, com 43% das citações (um ponto a mais que na pesquisa anterior); Serra tem 22% e Marina, 9%.  O tracking Vox/Band/iG conta com 2.000 entrevistas, sendo que um quarto dessa amostra é renovada diariamente

Vox Populi: Mercadante sobe e SP pode ter 2º turno

AE – Agência Estado

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, cresceu 11 pontos porcentuais e abriu a possibilidade de que a disputa ao Palácio dos Bandeirantes possa ser levada ao segundo turno. Pesquisa Vox Populi divulgada hoje, encomendada pelo portal iG e pela TV Bandeirantes, mostra o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, com 40% das intenções de voto, enquanto o petista registrou 28%.

Na pesquisa anterior, veiculada em 16 de agosto, o candidato do PSDB tinha 49% e Mercadante, 17%. A diferença, portanto, caiu de 32 para 12 pontos porcentuais. Pela sondagem divulgada hoje, Celso Russomanno, do PP, tem 9%, seguido por Paulo Skaf (PSB), com 3%. Fabio Feldmann, do PV, teve 2%. Os votos desses candidatos, somados aos de Mercadante, chegam a 42% das intenções de voto, superando a marca de 40% de Alckmin.

Os demais candidatos ao governo de São Paulo não pontuaram. O total de votos brancos e nulos ficou em 7%, e o dos que não sabem ou não responderam em quem vão votar, 13%. A TV Bandeirantes não divulgou o resultado de um eventual segundo turno.

A mostra foi realizada com 1.500 eleitores entre os dias 18 e 21 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo número 31.704/10.



Pesquisa Vox Populi: Dilma mantém vantagem superior a 36 milhões sobre Serra

 Brasília Confidencial

dilma vox populi 23 set    A presidenciável do PT, Dilma Rousseff, continua 27 pontos percentuais à frente de José Serra, o candidato das oposições ao Governo Lula, informou ontem o instituto Vox Populi. Essa vantagem da petista, equivalente a mais de 36 milhões, já fora apontada pelo Vox Populi na pesquisa anterior. Agora, ouvidos 3.000 eleitores entre os dias 18 e 21, o instituto afirma que Dilma manteve 51% das intenções de voto, Serra continuou com 24% e apenas Marina Silva (PV) alcançou índice diferente do anterior ao crescer de 8% para 10%. 

    Dilma lidera a disputa junto a eleitores de todas as faixas etárias, sociais e regionais. No Nordeste, onde tem seu melhor desempenho, a vantagem da petista é de 51 pontos sobre Serra e de 60 pontos sobre Marina. A menor distância entre Dilma e os rivais é identificada no Sul, onde ela obteve 42% das intenções de voto, contra 37% de Serra.

    A candidata do PT, diz o Vox Populi, é a favorita dos eleitores entre 16 e 24 anos (tem 56% das intenções de voto), que vivem em municípios pequenos (59%), que estudaram entre a quinta e a oitava série (58%) e que ganham até um salário mínimo.

    O tucano José Serra tem seu melhor desempenho entre eleitores de 40 a 49 anos (26%), com ensino superior (29%) e que ganham mais de cinco salários mínimos (28%). A melhor performance de Marina Silva ocorre entre eleitores com ensino superior. A candidata do PV tem as intenções de voto de 22% desse público.

As pesquisas da reta final

Datafolha (21 e 22/09)

Dilma 49% (66,5 milhões)

Serra 28% (38 milhões)

Marina 13% (17,6 milhões)

Vox Populi (18 a 21/09)

Dilma 51% (69,2 milhões)

Serra 24% (32,5 milhões)

Marina 10% (13,5 milhões

Ceará – Vox Populi aponta Cid Gomes com 54% e Alcântara com 16%

Da Redação, com Band News TV
brasil@eband.com.br
Pesquisa Vox Populi divulgada nessa quarta-feira mostra que o governador do Ceará, Cid Gomes, do PSB, seria reeleito no primeiro turno, se a eleição fosse hoje. Ele tem 54% das intenções de voto, contra 16% do ex-governador Lúcio Alcântara, do PR.

O tucano Marcos Cals tem 10% e Marcelo Silva, do PV, 1%. Os demais candidatos não atingiram 1%. Votos em branco e nulos são 4% e indecisos, 14%. A pesquisa ouviu 800 pessoas entre 10 e 12 de setembro. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento está registrado no TRE-CE (Tribunal Regional Eleitoral do Ceará) com o número 53.974/2010.

Redator: Samanta Dias

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