Pesquisa Vox Populi: Avaliação do governo petista é muito superior à do governo social democrata

Os entrevistados foram solicitados a avaliar diversas áreas de atuação do governo Dilma Rousseff. Depois, a comparar o desempenho de cada uma nos governos dela e de Lula com o que apresentavam quando Fernando Henrique Cardoso era presidente. As avaliações de todas as políticas nos governos petistas são superiores. Em nenhuma se poderia dizer que, para a população, as coisas estavam melhores no período tucano.

VOX POPULI 2013

A herança de FHC

A avaliação de seus mandatos captada em pesquisas explica o motivo de Alckmin e Serra não terem defendido o seu legado. O que fará Aécio Neves?

por Marcos Coimbra
Divulgação / PSDB
FHC e Aécio

FHC e Aécio durante a convenção do PSDB

Enquanto não surgir coisa mais avançada, as pesquisas de opinião continuarão a ser a melhor maneira de interpretar o pensamento da população a respeito das questões coletivas. Sem elas, ficamos com o que acha cada indivíduo ou dizem os grupos mais organizados e loquazes. Os sentimentos e atitudes da maioria permanecem ignorados. É como se não existissem.

Mas as pesquisas estão aí. E permitem uma compreensão dos juízos e as expectativas dos que não se expressam, não mandam cartas ou postam comentários na internet. Há outras formas de fazê-lo, mas nenhuma mais confiável.

Realizá-las não é extravagância ou privilégio. Não custam tanto e um partido político poderoso, como, por exemplo, o PSDB, pode encomendar as suas. Nem um jornal ficará pobre se tiver de contratar alguma.

Por que então as oposições brasileiras as usam tão parcimoniosamente? Por que, se é simples conhecê-la, os partidos e a mídia oposicionista desconsideram a opinião pública?  Tome-se uma velha ideia: as três derrotas sucessivas dos tucanos para o PT teriam sido causadas pela insuficiente defesa da “herança de Fernando Henrique”. Sabe-se lá por que, é uma hipótese que volta e meia reaparece, como se fosse uma espécie de verdade profunda e houvesse evidências a sustentá-la.

Nas últimas semanas, ela retornou ao primeiríssimo plano. Em seu discurso inaugural como presidente nacional do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves disse que seu partido se equivocou ao não valorizar o “legado” das duas administrações de FHC. Em suas palavras: “Erramos por não ter defendido, juntos, todo o partido, com vigor e convicção, a grande obra realizada pelo PSDB”.

Salvo uma ou outra manifestação de cautela, a mídia conservadora aplaudiu o pronunciamento. Os “grandes jornais” gostaram de Aécio ter assumido uma tese com a qual sempre concordaram. Faltava-lhes um paladino e o mineiro ofereceu-se para o posto.
E os cidadãos comuns, o que pensam desse “legado”?

Em pesquisa recente de âmbito nacional, o Vox Populi tratou do assunto. Em vez de subscrever (ou atacar) a tese, apenas identificou o que a população pensa a respeito.

Os entrevistados foram solicitados a avaliar 15 áreas de atuação do governo Dilma Rousseff. Depois, a comparar o desempenho de cada uma nos governos dela e de Lula com o que apresentavam quando Fernando Henrique Cardoso era presidente. As avaliações de todas as políticas nos governos petistas são superiores. Em nenhuma se poderia dizer que, para a população, as coisas estavam melhores no período tucano.

Consideremos algumas: na geração de empregos, 7% dos entrevistados disseram que FHC atuou melhor, enquanto 75% responderam que Lula e Dilma o superaram. Na habitação, 3% para FHC e 75% para Lula e Dilma. Nos programas para erradicar a pobreza, 4% ficaram com FHC e 73% com os petistas. Na educação, o tucano foi defendido por 5% e os petistas por 63%. Na política econômica, em geral, FHC foi avaliado como melhor por 8%, enquanto Lula e Dilma, por 71% dos entrevistados.
No controle da inflação, FHC teve seu melhor resultado: para 10%, ele saiu-se melhor que os sucessores, mas 65% preferiram a atuação de Lula e Dilma no controle de preços.

Na saúde e na segurança, os petistas tiveram as menores taxas de aprovação, mas mantiveram-se bem à frente do tucano: na primeira, Lula e Dilma foram considerados melhores por 46% dos entrevistados. Na segurança, por 45%. FHC, por sua vez, por 7% e 6%.

No combate à corrupção, FHC teria atuado melhor que seus sucessores para 8%, enquanto 48% dos entrevistados afirmaram ter Lula e Dilma sido superiores.

Os políticos e as empresas jornalísticas são livres para crer no que quiserem. Enéas Carneiro era a favor da bomba atômica. Levy Fidelix é obcecado pela ideia de espalhar aerotrens pelo Brasil. Os partidos de extrema-esquerda lutam pelo comunismo. Há quem queira recriar a velha Arena da ditadura.

Ancorar uma campanha presidencial na “defesa do legado de FHC” é um suicídio político. Nem Serra nem Alckmin quiseram praticá-lo. A derrota de ambos nada tem a ver com o fato de não terem feito tal defesa. O problema nunca foi estar distantes demais dos anos FHC, mas de menos.

Resta ver como se comportará, na prática, Aécio Neves. E o que dirão seus apoiadores, quando perceberam que também ele procurará fazer o possível para se afastar do tal “legado”.

A Força da Imagem do PT

Ao contrário do que se costuma pensar, o sistema partidário brasileiro tem um enraizamento social expressivo. Ao considerar nossas instituições políticas, pode-se até dizer que ele é muito significativo.

Em um país com democracia intermitente, baixo acesso à educação e onde a participação eleitoral é obrigatória, a proporção de cidadãos que se identificam com algum partido chega a ser surpreendente.

Se há, portanto, uma coisa que chama a atenção no Brasil não é a ausência, mas a presença de vínculos partidários no eleitorado.

Conforme mostram as pesquisas, metade dos eleitores tem algum vínculo.

Seria possível imaginar que essa taxa é consequência de termos um amplo e variado multipartidarismo, com 29 legendas registradas. Com um cardápio tão vasto, qualquer um poderia encontrar ao menos um partido com o qual concordar. Mas não é o que acontece. Pois, se o sistema partidário é disperso, as identificações são concentradas. Na verdade, fortemente concentradas.

O Vox Populi fez recentemente uma pesquisa de âmbito nacional sobre o tema. Deu o esperado: 48% dos entrevistados disseram simpatizar com algum partido. Mas 80% desses se restringiram a apenas três: PT (com 28% das respostas), PMDB (com 6%) e PSDB (com 5%). Olhado desse modo, o sistema é, portanto, bem menos heterogêneo, pois os restantes 26 partidos dividem os 20% que sobram. Temos a rigor apenas três partidos de expressão. Entre os três, um padrão semelhante. Sozinho, o PT representa quase 60% das identidades partidárias, o que faz com que todos os demais, incluindo os grandes, se apequenem perante ele.

Em resumo, 50% dos eleitores brasileiros não têm partido; 30% são petistas e 20% simpatizam com algum outro – e a metade desses é peemedebista ou tucana. Do primeiro para o segundo, a relação é de quase cinco vezes.

A proeminência do PT é ainda mais acentuada quando se pede ao entrevistado que diga se “simpatiza”, “antipatiza” ou se não tem um ou outro sentimento em relação ao partido. Entre “muita” e “alguma simpatia”, temos 51%. Outros 37% se dizem indiferentes. Ficam 11%, que antipatizam “alguma” coisa ou “muito” com ele.

Essa simpatia está presente mesmo entre os que se identificam com os demais partidos. É simpática ao PT a metade dos que se sentem próximos ao PMDB, um terço dos que gostam do PSDB e metade dos que simpatizam com os outros.

Se o partido é visto com bons olhos por proporções tão amplas, não espanta que seja avaliado positivamente pela maioria em diversos quesitos: 74% do total de entrevistados o consideram um partido “moderno” (ante 14% que o acham “ultrapassado”); 70% entendem que “tem compromisso com os pobres”(ante 14% que dizem que não); 66% afirmam que “busca atender ao interesse da maioria da população” (ante 15% que não acreditam nisso). Até em uma dimensão particularmente complicada seu desempenho é positivo: 56% dos entrevistados acham que “cumpre o que promete” (enquanto 23% dizem que não). Níveis de confiança como esses não são comuns em nosso sistema político.

Ao comparar os resultados dessa pesquisa com outras, percebe-se que a imagem do PT apresenta uma leve tendência de melhora nos últimos anos. No mínimo, de estabilidade. Entre 2008 e 2012, por exemplo, a proporção dos que dizem que o partido tem atuação “positiva na política brasileira” foi de 57% a 66%.

A avaliação de sua contribuição para o crescimento do País também se mantém elevada: em 2008, 63% dos entrevistados estavam de acordo com a frase “O PT ajuda o Brasil a crescer”, proporção que foi a 72% neste ano.

O sucesso de Lula e o bom começo de Dilma Rousseff são uma parte importante da explicação para esses números. Mas não seria correto interpretá-los como fruto exclusivo da atuação de ambos.

Nas suas três décadas de existência, o PT desenvolveu algo que inexistia em nossa cultura política e se diferenciou dos demais partidos da atualidade: formou laços sólidos com uma ampla parcela do eleitorado. O petismo tornou-se um fenômeno de massa.

Há, é certo, quem não goste dele – os 11% que antipatizam, entre os quais os 5% que desgostam muito. Mas não mudam o quadro.

Ao se considerar tudo que aconteceu ao partido e ao se levar em conta o tratamento sistematicamente negativo que recebe da chamada “grande imprensa”- demonstrado em pesquisas acadêmicas realizadas por instituições respeitadas – é um saldo muito bom.

É com essa imagem e a forte aprovação de suas principais lideranças que o PT se prepara para enfrentar os difíceis dias em que o coro da indústria de comunicação usará o julgamento do mensalão para desgastá-lo.

Conseguirá?

Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

Vox Populi: 71% dos brasileiros aprovam governo Dilma

Pesquisa encomendada pelo PT ao Instituto Vox Populi apontou que 71% dos brasileiros fazem avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff. O levantamento, feito junto a 2.200 entrevistados, foi divulgado nesta quinta-feira (4).

Para 4%, o desempenho da presidente é ótimo, enquanto 40% apontaram como bom, e 37% como regular positivo. A pesquisa foi feita em todo o país na 1ª quinzena de junho.

Os dados foram divulgados pela assessoria do PT, mas ainda não foram detalhados os 29% de avaliação negativa. Os resultados do levantamento nacional foram discutidos na manhã desta quinta-feira (4) durante reunião da executiva nacional do PT, no Rio de Janeiro.

Segundo a assessoria, 48% dos entrevistados consideraram o PT o maior partido do Brasil. Já 81% apontaram a legenda como “forte” ou “muito forte”.

Em outra questão, 66% disseram que o PT atua de forma positiva e 15% afirmaram que o partido tem “os políticos mais honestos”. Neste último quesito, segundo a assessoria do PT, outros partidos tiveram em torno de 7% de citações.

Da Redação, com informações da Agência Estado

Vox Populi: Haddad estreia com 3%

Enviado por luisnassif

Do Estadão

Desconhecido, Haddad estreia em pesquisa com 3%

Sondagem feita pelo Vox Populi mostra que o candidato preferido de Lula tem melhor desempenho na zona oeste, região de alta renda e escolaridade

Julia Duailibi / SÃO PAULO – O Estado de S.Paulo

Pesquisa Vox Populi sobre a corrida eleitoral para a Prefeitura de São Paulo em 2012 coloca o ministro da Educação, Fernando Haddad, com 3% de intenção de voto, no cenário mais favorável ao petista, no qual o candidato do PSDB é o senador Aloysio Nunes Ferreira – o tucano aparece com 6%.

Incentivado pelo ex-presidente Lula para aumentar a inserção petista junto à classe média paulistana, Haddad tem o melhor desempenho na zona oeste, onde 7% disseram que votariam nele. A região é a formada por bairros com alta renda e escolaridade.

Encomendada pela Força Sindical, a pesquisa entrevistou 1.000 pessoas e foi realizada entre 9 e 13 de julho. A margem de erro é de 3,1 pontos porcentuais.

No cenário em que o nome do PSDB é o do ex-governador José Serra, Haddad tem 2% das intenções de voto. Serra lidera com 26%. Em terceiro, está o deputado Celso Russomanno (14%), do PP, seguido do vereador Netinho de Paula (8%), do PC do B. Depois estão o presidente da Força, o deputado Paulinho (7%), do PDT, e Soninha Francine (5%), do PPS. Neste cenário, Haddad está empatado com o deputado Gabriel Chalita (PMDB) e na frente do secretário municipal de Meio Ambiente, Eduardo Jorge (PV), e do vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD), ambos com 1% – os dois são opções do prefeito Gilberto Kassab para a sua sucessão.

Liderança. Embora apresente a maior rejeição entre todos os nomes colocados (18%), a senadora Marta Suplicy (PT) lidera os cinco cenários em que é citada como candidata. Com Serra no páreo, tem 29% das intenções de voto contra 24% do tucano. Na pesquisa espontânea, em que o nome do candidato não é apresentado, Marta lidera com 9%, na frente de Kassab (6%). Serra vem em terceiro com 3% das menções – o mesmo porcentual do deputado Paulo Maluf (PP).

Depois de Marta, o nome petista com o melhor desempenho é o do ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), que tem 10% das intenções de voto em dois cenários. No primeiro, Serra lidera com 26%. No que o candidato tucano é o deputado Ricardo Tripoli, Russomanno fica na frente com 17%.

Sem Serra na disputa, o tucano com o melhor desempenho é Aloysio. Tripoli fica com 1%, e o secretário José Anibal (Energia) tem 2%. O secretário Bruno Covas (Meio Ambiente), que conta com a simpatia do governador Geraldo Alckmin, não aparece na pesquisa, assim como Andrea Matarazzo (Cultura), opção do grupo de Serra, que tem dito não ter interesse em se candidatar.

Para o presidente municipal do PSDB, Julio Semeghini, os nomes do partido que aparecem com pouca intenção de voto “ainda não são vinculados pelo eleitor como candidatos”.

81% dos brasileiros estão otimistas com o Governo Dilma, diz Vox Populi

 

  

Pesquisa divulgada na quinta (2) mostra que a grande maioria da população chega ao final de 2010 com o sentimento de que o Brasil caminha na direção correta, com perspectiva de maior projeção internacional.

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (2) pelo instituto Vox Populi aponta que 81% dos brasileiros estão otimistas com o governo de Dilma Rousseff e que o país caminha na direção certa. Para a maioria dos entrevistados, a presidenta eleita terá condições de manter as conquistas do atual governo, contará com um quadro econômico favorável e será capaz de dar ao país uma projeção internacional maior que a obtida nos últimos oito anos.

Liderança e capacidade de comando é o atributo creditado à Dilma mais citado pelos entrevistados (67%), seguido por preparo para administrar o Brasil (65%), preocupação com os pobres (65%) e sinceridade (59%). 81% das pessoas dizem que o Brasil caminha na direção certa, contra apenas 8% que dizem o contrário.

Para 65% dos entrevistados, a presidenta poderá se beneficiar de um cenário econômico mais favorável, já que sua expectativa é de melhoria nesta área durante os próximos quatro anos. Outros 24% acreditam que a economia deve permanecer como está e 6% afirmam prever uma piora no cenário. Entre os entrevistados que disseram ter votado em José Serra (PSDB) nas últimas eleições, 22% acreditam que o governo Dilma será pior que o de Lula – a média da pesquisa, entre os “pessimistas”, é de somente 10%.

A maioria dos entrevistados acredita também que o Brasil vai continuar aumentando sua importância no cenário internacional. Essa é a avaliação de 61% das pessoas, enquanto apenas 28% não acreditam nessa evolução.

Prioridades

O levantamento – encomendado pelo portal iG – mostra que quatro em cada dez brasileiros indicam a saúde como a área que deve ser tratada como prioridade no futuro Governo Dilma. Esta deve ser a preocupação número 1 da presidenta eleita pra 42% dos entrevistados.

A segunda prioridade, de acordo com os eleitores, deve ser a criação de empregos – citada por 24%. Educação (11%), combate à corrupção (9%), segurança pública/criminalidade (8%), controle da inflação (2%), habitação (1%) e proteção ao meio ambiente (1%) completam a ordem.

Numa outra abordagem, em que o entrevistado pôde citar três temas de forma espontânea, a saúde permanece no topo, com 84% das indicações. Nesse caso, a educação se torna o segundo tema mais importante (57%), à frente da criação de empregos (55%).

Entre as propostas apresentadas por Dilma durante a campanha, o eleitor avalia que ela, a partir de agora, deve priorizar: a saúde (31%), a redução de impostos (22%), a educação (21%), o combate à corrupção (9%) e a segurança pública (8%).

Não à privatização

A pesquisa apontou também que a maioria da população brasileira é contra a privatização de empresas estatais, tema que marcou o segundo turno da campanha eleitoral. Segundo o Vox Populi, 61% dos eleitores se opõe à ideia, contra 24% que a defendem. Para a maioria da população, o governo deve tomar conta de setores como aeroportos (67%), portos (71%), rodoviárias (70%) e metrô (70%).

A pesquisa ouviu 2.200 pessoas em 161 municípios e foi realizada entre os dias19 e 23 de novembro. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais

Vox Populi: 80% dos brasileiros acham que o país está no caminho certo.

Brasília Confidencial

Oitenta e um por cento dos brasileiros acham que o país caminha hoje na direção certa. Somente oito por cento dizem o inverso. No Nordeste, o índice de aprovação é ainda mais expressivo: 88%.

É o que mostra pesquisa Vox Populi divulgada na quinta-feira, 2 de novembro. Para a maior parte dos 2.200 entrevistados em 161 municípios entre os dias 19 e 23 de novembro, a presidenta eleita Dilma Rousseff terá condições de manter as conquistas do atual governo.

Além disso, ela disporá ainda de um quadro econômico favorável e será capaz de dar ao Brasil uma projeção internacional maior do que a dos últimos oito ano. Mas os entrevistados associam essa expectativa à influência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na próxima gestão. Cinquenta e sete por cento entendem que o atual mandatário terá forte influência sobre a administração que assumirá no dia 1º. de janeiro de 2011. Para outros 38%, Lula apenas apoiará Dilma caso ela necessite.

Otimismo do Nordeste
Porém, para a maioria, mesmo sem liderança de Lula, o Brasil vai continuar aumentando sua importância no cenário internacional. É o que afirmam 61% das pessoas, ao passo que 28% não acreditam nessa evolução. Neste item, novamente é o Nordeste que concentra a maior parte dos eleitores otimistas (67%).

A presença do PMDB no governo federal como aliado do PT é percebida positivamente para 43% dos entrevistados. Outros 25% acham que ela é “regular”, enquanto apenas nove por cento avaliam a parceria como negativa.

Capacidade de comando
Ao analisarem a figura de Dilma, os entrevistados atribuíram à futura presidente algumas qualidades, entre elas: liderança e capacidade de comando (mencionada por 67% dos participantes), preparo para administrar o país (65%), preocupação com os pobres (65%), melhores propostas (67%) e sinceridade (59%).

Agnelo (PT) com 64% amplia vantagem no Distrito Federal

do Brasília Confidencial

    O candidato do PT, Agnelo Queiroz, abriu 23 pontos percentuais de vantagem sobre a sua adversária, Weslian Roriz (PSC), na disputa pelo governo do Distrito Federal.

    A constatação é do instituto Datafolha. Agnelo tem 54% das intenções de voto, enquanto Weslian tem 31%. Considerados os índices equivalentes aos votos válidos, Agnelo tem 64%.

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