Nova tendência socialista nasce para disputar comando do PT

A nova tendência interna da esquerda do PT, gestada desde a véspera do último congresso do partido, nasce formalmente para a burocracia petista nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, quando militantes de 20 estados farão seu congresso de fundação na Escola Florestan Fernandes, em São Paulo.

 

Por Ernesto Marques*

A nova corrente é formada por militantes da Tendência Marxista (TM), signatários do texto intitulado “Inaugurar um Novo Período no PT”, grupos regionais e diversas lideranças dos movimentos sociais. O local do congresso não foi escolhido por acaso: é a escola nacional de formação do MST. É uma das formas encontradas pelo grupo para dizer a que veio: fazer o enfrentamento ao sistema capitalista junto com os diversos segmentos da população brasileira e disputar os rumos do PT para fazer o partido retomar a sua vocação de ligação estreita com os movimentos sociais.

No texto de lançamento do congresso fica bem nítida a linha ideológica desta nova tendência, que pretende atrair para seus quadros, militantes das mais diversas frentes – jovens, LGBT’s, negros e negras, mulheres, sem terras, sindicalistas, sem teto.

Para o secretário de Cultura do governo do Ceará, Francisco Pinheiro, essa junção forma uma tendência com forte embasamento teórico e amplas relações com movimentos populares.

Já o deputado federal Valmir Assunção (BA), militante do MST, acredita que a nova tendência socialista do PT dá novo ânimo ao partido para enfrentar os desafios que a esquerda brasileira tem pela frente. “Fazer o nosso congresso de fundação na escola nacional de formação Florestan Fernandes do MST é um símbolo do que pretendemos construir: uma corrente, socialista, de massas, com amplos vínculos com os movimentos populares”, explica Valmir.

O crescimento econômico do Brasil e o reflexo nas condições de trabalho de brasileiras e brasileiros é um dos temas que a nova tendência pretende levar a discussão. O membro da Executiva da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Shakespeare Martins de Jesus, frisa que “não se pode falar em desenvolvimento, se esse isso não estiver diretamente ligado a melhoria da qualidade de vida e das condições de trabalho dos brasileiros e brasileiras.

Esse papel do PT como organizador de setores populares, como instrumento de pressão de trabalhadores e trabalhadoras sobre nossos governos, de combate as opressões, de organização juvenil é destacado pela integrante do Diretório Nacional do Partido Renata Rossi: “somente uma organização com capacidade de dialogar com amplos setores populares terá força para imprimir uma grande disputa de projeto no partido e na sociedade”.

Larissa Campos, da direção Nacional de Juventude, destaca que a aprovação da paridade em todas as instâncias e delegações do PT no último congresso foi uma vitória fundamental das mulheres do partido. “Apresentamos e fomos firmes na defesa dessa resolução, a aprovação dela muda radicalmente a forma como o Brasil enxerga o PT e como o próprio PT se reconhece enquanto organização de esquerda”.

O congresso acontecerá nos dias 2, 3 e 4 de dezembro na escola nacional de formação do MST em Guararema no estado de São Paulo. O ato de abertura, às 19h30, será na sede nacional do PT em SP.

* Ernesto Marques é militante e assessor do Congresso

Crise Europeia – As trombetas e os tambores.

Por Alberto Dines em 20/11/2011 na edição 668

Sobre artigo publicado originalmente no Diário de S.Paulo, 20/11/2011

 

A História não se movimenta apenas ao som de trombetas, os sacolejos tornam-se perceptíveis quando já são irreversíveis e irreparáveis. Estamos metidos num deles, com proporções formidáveis, sem sinos, sirenes ou berrantes anunciando o apocalipse.

O problema é este: somos os sujeitos de uma trama que desconhecemos. Ou que não nos é mostrada integralmente. A mídia onipresente ainda não se encontrou, nem sabe que história deve contar.

As duas guerras mundiais no século 20 destruíram a Europa e, para impedir que terceira catástrofe arrasasse novamente o Velho Mundo, quatro estadistas visionários se entregaram à tarefa de criar um novíssimo pacto supranacional.

Na primeira etapa teve o modesto nome de Comunidade do Carvão e do Aço, depois se ampliou para a Comunidade Econômica Europeia e, finalmente, desabrochou na União Europeia, extraordinária e inédita federação de 27 Estados-membros, 17 deles com moeda única. Sessenta anos depois, a magnífica construção ameaça desabar, virar pó.

Interesse conflitantes

A crise fiscal na zona do euro destroçou Portugal, Irlanda, Grécia, Espanha, já alcançou a poderosa economia italiana, ameaça a francesa, mas não está circunscrita aos erários. Se o Banco Central Europeu não intervier decisivamente atuando como um banco central efetivo, teremos grandes bancos comerciais europeus, inclusive alemães, sendo arrastados pelo turbilhão.

A situação é dramática, intensa, porém transcorre na esfera inacessível, impalpável, sinuosa dos fenômenos econômicos e ocultada pelo sobe-e-desce das bolsas. Não há inimigos à vista, o vilão é um sistema – chamemo-lo de capitalismo para simplificar – que há séculos empurra a humanidade para o progresso e que, de repente, desembestou.

O mais paradoxal é que a fortaleza europeia começou a ser construída em 1951 com a finalidade precípua de acabar com a secular disputa pelo carvão e o aço – pivôs de tantos conflitos bélicos – hoje enquadradas como commodities. O francês Jean Monnet, o luxemburguês Robert Schumann, o belga Paul-Henri Spaak e o italiano Alcide de Gaspari, socialdemocratas e democratas-cristãos de antiga cepa, acreditavam que as guerras eram acionadas por interesses econômicos conflitantes que, uma vez acomodados e/ou socializados, serviriam ao bem comum.

O europeísmo que deu certo não foi o projeto pacifista-humanista sonhado por intelectuais do porte de Romain Rolland, mas o geopolítico, apoiado quase que exclusivamente num poderoso instrumental econômico. Mesmo a confederação além-euro – a dos 27 Estados-membros – é fortemente amparada em estruturas econômicas ou no máximo socioeconômicas.

Manchetes e obituários

O projeto europeu foi um dos mais bem sucedidos da Guerra Fria: contra uma Europa feliz, pacificada e próspera esboroou-se a Cortina de Ferro e o socialismo real.

Porém, a Europa política é uma quimera: não chega a ser fantasia, é um elaborado rito, combinação do Leviatã do Estado moderno com o parlamentarismo da maioria esmagadora dos seus associados (excetuada a França). Um portentoso ente burocrático intencionalmente inoperante de modo a preservar soberanias imaturas ou exacerbadas.

O déficit político europeu compromete tanto as estruturas como os triunfos econômicos porque nos momentos cruciais – como agora – evidencia-se que o sistema emergencial não foi completado porque questões políticas cruciais permaneceram intocadas. Caso do Banco Central Europeu (BCE), a única instituição apta a intervir decisivamente nos mercados financeiros com recursos ilimitados. Para isso, teria que ser concebida e legitimada como o Federal Reserve americano, autorizada a imprimir dinheiro e garantir a fluidez do mercado. Por questões políticas, o BCE manteve-se como guardião do euro contra o dragão da inflação. O inimigo agora é outro – a insolvência.

Suprema ironia: a mais grave crise já enfrentada pelo euro tem origem na débâcle do mercado financeiro americano. A bolha imobiliária acionada pela exuberância irresponsável de George W. Bush – e insuficientemente lancetada por Barack Obama – contagiou a fortaleza europeia. E tem virulência para chegar ao Japão e irradiar-se até a inexpugnável China.

A História não se movimenta ao som de trombetas. Nem ouve o rufar dos tambores em velórios. Aqueles que deveriam fazer manchetes e obituários estão de folga – assistindo às telenovelas.

Avaaz, golpe ou verdade?

Do Portal Luís Nassif
AVAAZ: GOLPE OU NÃO??

Publicado por Dê

Algum tempo que procuro informações sobre a AVAAZ. No quem somos, não diz quem são claramente……mas, procurando na internet(bendita seja) descobri muitas coisas….um dos melhores artigos posto aqui para esclarecimento dos interessados.

abraços.

Do Blog Defensor da Natureza

Petições da Avaaz rendem milhões de dólares. As campanhas são sérias ou é golpe na internet?
60043667958978″ class=”post-body entry-content”>AVAAZ é uma ONG de uma única pessoa que já faturou mais de 11 MILHÕES DE DÓLARES em doações feitas por internautas.

Pedidos de doações são disfarçados em textos apelativos de petições que exploram qualquer assunto em destaque na mídia. O dinheiro das doações vai para uma conta no exterior.

As mensagens são enviadas de um computador dos Estados Unidos. Ou seja, a ordem para brasileiros clicarem em alguma coisa vem de fora do País.

IP dos e-mails da Avaaz 69.60.9.158
Resultado da consulta: IP Address: 69.60.9.1 Country: United States

Esta ONG norte-americana surgiu há pouco tempo na internet pedindo doações em suas campanhas (petições) e já está MILIONÁRIA. Pertence a uma única pessoa conforme informações da declaração de imposto de renda apresentada ao fisco do governo dos Estados Unidos (Department of the Treasure – Internal Revenue Service)

Pesquisando na internet verifica-se que o dono da Avaaz tem várias ONGs virtuais e todas usam a mesma tática da Avaaz de pedir dinheiro pela internet enviado petições sobre assuntos com forte repercussão na imprensa. Percebe-se que Avaaz é apenas um nome diferente para as ONGs virtuais MoveOn.org e Res Publica.

Uma de suas ONGs virtuais, Faithful América (FA), criada em 2004, explora o sentimento religioso das pessoas para pedir dinheiro em petições. O nome “Faithful América” pode ser traduzido como América da Fé. Em 2008 mudou de nome para Faith in Public Life (Fé na Vida Pública).

Pelas informações no site da FA, percebe-se claramente que trata-se de uma versão religiosa da Avaaz.org ou da MoveOn.org: a FA é uma comunidade online de milhares de cidadãos motivados pela fé para agir nas questões prementes moral do nosso tempo e mobiliza seus membros, solicitando sua participação nas petições de internet, campanhas de envio de cartas, manifestações, eventos e grupos de pressão.

A Avaaz apareceu no Brasil usando algum artifício para disparar em massa mensagens com as petições e pedido de doações para milhares de contas de e-mails do Brasil. Depois, alguns internautas brasileiros fizeram o resto do serviço para a Avaaz prospectar doadores aqui, reenviando as petições para seus contatos, que por sua vez repassaram para outros e assim por diante.

Em uma de suas primeiras mensagens a Avaaz dizia que tinha o poder até de “persuadir” o Presidente Lula. Imagine se isso fosse verdade. Uma ONG estrangeira, comandada por uma única pessoa, sem registro no Brasil (as doações de brasileiros vão para uma conta no exterior, via cartão de crédito internacional), dispara mensagens em massa de outro país capazes de influenciar até nosso Presidente.

Nos Estados Unidos é obrigatório as ONGs tornarem públicas suas declarações de imposto de renda. No ano passado a AVAAZ Foundation publicou em seu site as declarações de imposto de renda, do período de 01 junho de 2006 até 31 de dezembro de 2009, apresentadas ao fisco do governo dos EUA (Department of the Treasure – Internal Revenue Service), que estão disponíveis nestes links

Declaração Imposto de Renda 01jun2006 a 31mai2007 – anual

Declaração Imposto de Renda 01jun2007 a 31mai2008 – anual

Declaração Imposto de Renda 01jun2008 a 31dez2008 – semestral

Declaração Imposto de Renda 01jan2009 a 31dez2009 – anual

ARRECADAÇÃO de doadores

De acordo com estas declarações de imposto de renda apresentadas ao governo dos EUA a AVAAZ Foundation arrecadou em doações as seguintes quantias

01jun2006 a 31mai2007 – 1,093 MILHÕES DE DÓLARES
01jun2007 a 31mai2008 – 4,398 MILHÕES DE DÓLARES
01jun2008 a 31dez2008 – 1,275 MILHÕES DE DÓLARES
01jan2009 a 31dez2009 – 4,767 MILHÕES DE DÓLARES

TOTAL DO PERÍODO (jun/2006 – dez/2009): 11,534 MILHÕES DE DÓLARES.

DESPESAS – salário do diretor-executivo: R$ 40 mil por mês

O que o dono da avaaz.org faz com os milhões de dólares que arrecada? A atividade de disparar mensagens em massa na internet tem um custo muito baixo.

Observem na declaração de imposto de renda que o diretor-executivo recebeu US $ 126 mil no semestre 01jun2008 a 31dez2008, que dá 21 mil dólares mensais, ou seja, aproximadamente R$ 40.000,00 por mês de salário (o dobro do valor declarado no exercício anterior). A Avaaz declarou que tem apenas 6 funcionários e 20 voluntários.

Declararam também ao fisco do governo norte-americano que no segundo semestre de 2008 pagaram 129 mil dólares para um consultor e que gastaram 2008 a quantia de 2,673 MILHÕES DE DÓLARES com a campanha das mudanças climáticas (não há detalhes como esta quantia foi gasta).

CREDIBILIDADE da AVAAZ – AS PETIÇÕES FUNCIONAM?

A comodidade de alguém exercer a cidadania por você tem um preço. Já se constatou vários equívocos nas petições, como falhas de interpretação de matérias jornalísticas (do congresso nacional, exemplo), comemoração de vitórias que foram terríveis derrotas. Basta ler atentamente os textos que já se percebe algo estranho. O que é motivo para muitas desconfianças.

Petição sobre a Lei da Grilagem da Amazônia

Veja o equívoco da Avaaz na informação em seu site sobre o resultado da votação Medida Provisória (MP) da legalização da grilagem de terras na Amazônia. Ao contrário do que a Avaaz informa, a MP da grilagem virou lei e foi considerada uma das maiores derrotas da história do ambientalismo brasileiro.

Do site da Avaaz
A floresta Amazônica – No ápice de um momento de decisão em junho de 2009, membros da Avaaz no Brasil fizeram mais de 14.000 ligações e enviaram mais de 30.000 mensagens online ao presidente Lula em dois dias. No último momento, a pressão pública reverteu a lei que daria boa parte da floresta Amazônica para a exploração de agronegócios (Junho 2009). Uma grande vitória para o Brasil, e para o planeta, já que a Amazônia consome enormes quantidades de gases estufa que vem aquecendo o planeta.

Como todos sabemos, a MP da grilagem virou lei, isto é, foi aprovada e sancionada. Veja o que imprensa publicou na época

Senado aprova MP da Grilagem

Vira lei medida provisória apelidada de MP da grilagem

Lei que regulariza terras irá beneficiar grileiros, afirma Marina S…

Petição sobre a Lei da Ficha Limpa.

Em seu site a Avaaz comete exageros em sua propaganda internacional. Reinvidica ter sido responsável pela lei da ficha limpa no Brasil. Diz na propaganda que foram suas petições na internet que fizeram surgir um movimento popular no Brasil para propor a lei da ficha limpa.

Do Site da Avaaz
Brazil (730,000 members) we took a civil society movement online and drove an anti-corruption law through congress that is putting large numbers of corrupt politicians out of a job – widely hailed as a political revolution.

Conforme a imprensa tem noticiado, foi o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que fez a proposta e a campanha para coletar mais de 1,6 milhão de assinaturas.

Por ingenuidade, o MCCE publicou em seu site um link para a site da Avaaz hospedado nos Estados Unidos da petição oportunista que explorou a repercussão na imprensa do projeto de lei da ficha limpa para pedir dinheiro aos brasileiros. Pelo jeito, o MCCE não deve se importar muito com a ficha de seus parceiros. Casa de ferreiro, espeto de pau. Já as ONGs brasileiras que tanto lutam combatendo a corrupção, os crimes ambientais, os licenciamentos ambientais ilegais etc. não merecem destaque na página do MCCE.

Na verdade, a Avaaz disparou a petição da ficha limpa pela primeira vez somente na véspera da votação na câmara (detectou o assunto porque estava bombando na mídia). Quando a lei tinha sido aprovada na Câmara havia 20 dias e já estava havia 3 dias no senado (e voltou a ser destaque na mídia), a Avaaz mandou outra mensagem estranha com o seguinte teor: Vencemos! A lei da ficha limpa foi aprovada, agora deverá ir para o Senado. Nas próximas semanas vamos precisar de vocês novamente para pressionar o Senado. Ou seja, mandou esta mensagem esquisita do resultado da votação na Câmara 20 dias depois do fato ter ocorrido e quando faltava apenas 1 dia para o prazo dos senadores aprovarem (para valer nas eleições de 2010).

É incrível as pessoas acreditarem na seriedade destas petições. Exercer a cidadania, provocar as mudanças no Mundo, exige muito mais esforço do que ficar na frente do computador clicando e repassando e-mails com pedido de doações. Exercer a cidadania não é ajudar a iludir as pessoas espalhando pela internet estas mensagens.

Se arrecadaram milhões de dólares por que não contratam jornalistas especializados? Por que não contratam um sistema de auditoria para atestar a autenticidade destas petições?

No exterior, há também muitas críticas, dúvidas e desconfianças sobre a eficácia das campanhas. Uma pessoa, por exemplo, acusa a Avaaz de ter fornecido seu e-mail para anunciantes (veja abaixo); quando se conferiu a autenticidade de uma petição no Canadá, descobriu-se IPs falsos. O dono da Avaaz alega que alguém entrou no sistema e inseriu aqueles milhares de IPs falsos e entrou na justiça exigindo investigação. Comenta-se na imprensa que devido ao sucesso de arrecadação de MILHÕES DE DÓLARES em doações é provável que muitos golpistas já tenham clonado a Avaaz pelo mundo inteiro e lançam as petições com pedido de doações desviados para uma conta particular.

COMENTÁRIOS – Forum da Austrália e blog da Irlanda

AUSTRÁLIA – Forum, acessado em 05/02/2011
Tradução
18 de dezembro 2010
Titulo da postagem: Avaaz é uma farsa

Recentemente aderi a uma petição da Avaaz, enviada por um amigo.

Hoje recebi um e-mail pedindo dinheiro. Eles dizem que têm 6,5 milhão de membros e que aumenta em 60.000 por semana.

Uma doação muito pequena de $ 3 ou $ 5 por semana a partir de 10.000 Avaazers cobriria todos os custos para manter uma pequena equipe, ajudando a salvar vidas em situações de emergência humanitária, a proteção do meio ambiente e dos animais, combater a corrupção e o crime organizado, trazer a paz e reduzir a pobreza ..

Objetivos ambiciosos: Eu me pergunto o que aconteceria se os 6,5 milhões doassem US $ 3 a US $ 5 por semana.

Que efeito isso teria? Eu entendo que eles mantenham em sigilo as identidades das pessoas que assinam suas petições. Isto quer dizer que é um desperdício de tempo e eles poderiam simplesmente inventar um número qualquer de adesões? Os governos realmente dão importância para números de petição que não se pode ser verificado?

Eu estou querendo saber se isso pode ser um golpe visando atingir os sentimentos das pessoas de querer fazer algo pela humanidade mas na verdade acabam deixando alguém rico.

Texto original
Avaaz is it a scam

Recently I joined a Avaaz petition as a result of having it forwarded to me by a friend.
Today I received an email asking for money. They say they have 6.5 million members and are growing by 60,000 per week.

A very small donation of $3 or $5 per week from 10,000 Avaazers would cover all the core costs of our small team, helping to save lives in humanitarian emergencies, protect the environment and wildlife, fight corruption and organized crime, push for peace and reduce poverty.

Lofty aims. I wonder what could happen if the 6.5 million donate $3 to $5 per week.
What effect have they actually had. I understand they keep confidential the identities of people that sign their petitions. Does this mean it is a waste of time and they could just make up the numbers? Do governments really take notice of petition numbers that they cannot have verified.

I am wondering if this may be a scam targeting peoples feelings of wanting to have an effect in the world but in the end making someone rich.

IRLANDA – Blog, acessado em 05/02/2011

Posted on 2007/06/14 by dahamsta (dahamsta is Adam Beecher, an Internet consultant based in Cork City, Ireland)

Tradução
Titulo da postagem: NÃO ASSINE AS PETIÇÕES DA AVAAZ

Não se dá valor ao seu endereço de e-mail, esta é a verdade. Eu assinei um bom número de petições estimulado pela minha irmã, mas recentemente eu comecei a receber spam no e-mail exclusivo que criei para se inscrever no site da Avaaz. Eu relatei isso para a Avaaz e recebi a garantia de que eles não vendem ou compartilharam a sua lista, mas que já receberam denúncias semelhantes e estão investigando. Perguntei-lhes sobre os resultados da investigação, mas eles não responderam nada. Obviamente, a segurança foi violada.

Texto original
Don’t sign avaaz.org petitions

Not if you value your email address, that is. I’ve signed quite a few of them on prompting from Sista, but recently I’ve started received spam on the unique email address I set up to subscribe. I reported it to Avaaz and received an assurance that they don’t sell or share their list, but that they’ve received reports and are investigating. I asked them to follow up, they didn’t. Obviously their security has been breached.

http://ra-bugio.blogspot.com/2011/02/peticoes-da-avaaz-rendem-milho…

Que lição! Petrobras socorreu a incapaz Chevron…

A fonte não poderia ser mais insuspeita: é O Globo quem diz que foi a Petrobras, que opera o campo de Roncador, vizinho ao de Frade, que encontrou óleo no mar, avisou a Chevron e ainda emprestou os dois robôs submarinos necessários para identificar a origem e começar a combater o vazamento de petróleo.

Emprestou porque o equipamento da Chevron, diz o jornal, “tinha capacidade limitada de operação e não conseguia fazer uma leitura precisa das coordenadas do local de onde vinha o petróleo”. E os robôs submarinos da Petrobras tinham e conseguiam.

A Chevron não é uma empresa inexperiente e sem equipamentos ou tecnologia. So que não se acanha de trabalhar aqui com equipamento limitado ou obsoleto, porque se sabe poderosa. Ao ponto de passar uma semana distribuindo press-releases e fotos mentirosas do vazamento e não ser questionada pela imprensa, como ocorreu.

Agora, os jornais falam em falta de transparência e os ambientalistas protestam. Muito bem, é o correto. Como foi incorreto seu silêncio.

Que episódio tristemente exemplar do comportamento colonizado de nossa elite “pensante”. Aceitou passivamente o “la garantía soy yo” da petroleira americana. Não foi atrás de um dado, de informações, de elementos. Era a Chevron, uma das “sete irmãs” do petróleo quem dizia, para quê?

Quis o destino que devamos também a um americano – um simples geógrafo, John Amos, do site Skytruth – a chance que tivemos de furar este bloqueio de servilismo. Foi ele, com a interpretação de fotos – públicas, por sinal – de satélites, conseguiu demarcar o tamanho imenso da mancha de óleo. E a blogosfera – aliás, aos “blogueiros sujos” como nos chamam os “limpinhos” da grande mídia – difundiu a verdade com que não contavam.

Na cabeça servil dos colonizados não entra o entendimento de que, para o Brasil, a Petrobras não é apenas uma empresa para furar poços e tirar petróleo como as demais. Não conseguem entender que é ela, e mais ninguém, quem tem a tecnologia, os equipamentos e o conhecimento para que essa perigossíssima atividade – e mais ainda no mar – possa ser feita em segurança e tenha uma fiscalização correta.

O resto, sobretudo a ANP, não tem tamanho, capacidade e, sobretudo, tamanho e conhecimento para se relacionar, de forma altiva e corajosa, com essas gigantes que estão por aqui. E que não podem ficar, se os seus métodos de trabalho forem os que estão sendo revelados na Chevron.

Publicado originalmente por Brizola Neto em Tijolaço

BELO MONTE, QUEM MANDA NO BRASIL?

Nação de Primeira Divisão: Ponte goleia o ABC e está de volta à Série A

 

Placar de 4 a 1 mais a vitória do ASA contra o Bragantino garantiram a Ponte na 1º

A Ponte Preta garantiu a vaga na Série A do ano que vem ao derrotar o ABC, no Majestoso, pelo placar de 3 a 1. Os gols da Ponte foram marcados por Ricardo Jesus [2], Caio e Renatinho, os visitantes marcaram com Cascata. O acesso ficou garantindo com a vitória do ASA por 1 a 0 em cima do Bragantino.

O próximo compromisso da equipe alvinegra será sábado (26) contra o Náutico, às 17h, no estádio dos Aflitos, em Recife-PE. Este será o último jogo da Macaca neste campeonato. Os pernambucanos ocupam a 2º colocação, com 63 pontos, e também já garantiram o acesso para a Séria A.

O Jogo:

Diante de mais de 11 mil torcedores e jogando com o uniforme branco, foi a Ponte Preta quem atacou primeiro. Logo aos 3 minutos João Paulo Silva arriscou o chute de longe e o goleiro Wellington pulou para fazer uma grande defesa. Três minutos depois, Ricardo Jesus recebeu na entrada da área, girou, carregou e a zaga do ABC chegou em cima para travar o lance. Os visitantes só chegaram ao ataque aos 8, Lins entrou na área pela direita e chutou por cima do gol. Aos 15 minutos Jérson arriscou de fora e Júlio César fez a defesa.

Um minuto depois, Caio recebeu dentro da área, saiu da marcação e chutou cruzado para fora. Aos 20 minutos João Paulo Silva recebeu na área e rolou para Ricardinho bater de pé esquerdo e mandar a bola pela linha de fundo. Dois minutos depois, Guilherme foi quem arriscou de fora e acertou a rede pelo lado de fora. Aos 25, João Paulo Silva cobrou falta da direita e o goleiro do ABC fez a defesa. Aos 28 minutos Lins chegou em velocidade pela direita e Leandro Silva fez a falta dentro da área. Na cobrança do pênalti, Cascata chutou forte no meio do gol para abrir o placar. 1 a 0 para o ABC.

Aos 33, Renato Cajá cobrou falta da direita por cima do gol. Três minutos depois, Guilherme cruzou da direita e Ricardo Jesus desviou de cabeça para fora. Aos 44 minutos Renato Cajá cruzou da direita e Guilherme cabeceou, o zagueiro Irineu fez falta no lateral da Ponte e o árbitro marcou pênalti. Ricardo Jesus foi para a cobrança, bateu no canto direito do goleiro e empatou o jogo no Majestoso. 1 a 1 no placar, o 17º gol dele no campeonato. Sem mais lances de perigo o primeiro tempo foi encerrado após 3 minutos de acréscimos.

A Ponte Preta voltou para o segundo com uma substituição, Renatinho entrou no lugar de Ricardinho. Antes mesmo do primeiro minuto de jogo, Uendel chutou da entrada da área, mas a bola subiu muito e saiu. Aos 5 minutos Caio recebeu a bola, girou, entrou na área e chutou rasteiro para a defesa de Wellington. Aos 9, Renatinho fez bela jogada pela esquerda e cruzou rasteiro para a área, Caio se antecipou à zaga e chutou para o fundo do gol. 2 a 1 no Majestoso.

Aos 11 minutos Renatinho arriscou da entrada da área, o goleiro Wellington pulou bem para fazer uma grande defesa. Aos 19, o lateral do ABC Renatinho Carioca recebeu o segundo amarelo e foi expulso da jogo. Aos 23 minutos Caio entrou na área e foi derrubado, pênalti para a Ponte. Ricardo Jesus cobrou e mais uma vez deixou a bola no fundo do gol. 3 a 1 para a Macaca.

Aos 29, Tiago Garça arriscou de longe e a bola subiu muito. Um minuto depois, foi a vez de Caio arriscar de fora e Wellington agarrou. Aos 36 minutos a segunda mudança na Ponte, Caio saiu para a entrada de Tiago Luís. Aos 41, Gérson entrou no lugar de Renato Cajá. Aos 47 minutos após cruzamento da esquerda Renatinho chutou para marcar mais um e sacramentar a vitória e o acesso da Ponte Preta. 4 a 1 no Majestoso. Após o lance o jogo foi encerrado.

Ficha Técnica:

Ponte Preta: Júlio César; Guilherme, Leandro Silva, Ferron e Uendel; Josimar, João Paulo Silva, Caio (Tiago Luís) e Renato Cajá (Gérson); Ricardinho (Renatinho) e Ricardo Jesus. Técnico: Gilson Kleina.

ABC: Wellington; Nego (Samuel), Tiago Garça, Irineu e Renatinho Carioca; Bileu, Ricardo Oliveira, Jérson (Makelele) e Cascata (Rômulo); Lins e Leandrão. Técnico: Leandro Campos.

Data: 19/11/2011, sábado – 17h00.
Local: estádio Majestoso, em Campinas–SP.
Árbitro: Antônio F. de Carvalho Schneider.
Assistentes: Ediney Guerreiro Mascarenhas e Luiz A. Muniz de Oliveira.
Cartões Amarelos: Leandro Silva e Guilherme (Ponte Preta); Renatinho Carioca [2], Ricardo Oliveira, Irineu, Cascata, Tiago Garça e Nego (ABC).
Cartões Vermelhos: Renatinho Carioca (ABC).
Gols: Ricardo Jesus [2], Caio e Renatinho (Ponte Preta); Cascata (ABC).

IMPORTANTE – seminário do PT nacional sobre comunicação, sexta (25)

PT realiza seminário nacional sobre novo marco regulatório para as Comunicações
Fernando Morais, Franklin Martins, Venício Lima e Sérgio Amadeu são alguns dos expositores
O evento ocorrerá no dia 25 de novembro, próxima sexta-feira, em São Paulo. Confira a programação.

Por um Novo Marco Regulatório para as Comunicações: O PT convida ao debate

Programação

Local: Hotel Braston, salão Topázio, Piso C
Rua Martins Fontes, 330, Centro de São Paulo
Dia 25 de novembro de 2011

9h: mesa de abertura

Rui Falcão, Paulo Bernardo, André Vargas, Marco Maia, Paulo Teixeira, Humberto Costa, Edinho
Silva e Antonio Donato.

10h30: Estado, Democracia e Liberdade de Expressão

Fernando Morais – Jornalista e escritor, autor de Os Últimos Soldados da
Guerra Fria (Cia. das Letras), dentre outros.

Venício Lima – Jornalista e sociólogo, professor aposentado da Universidade
de Brasília. É autor de Liberdade de Expressão x Liberdade de Imprensa –
Direito à Comunicação e Democracia (Ed. Publisher)

Rosane Bertotti – Secretária nacional de Comunicação da CUT

Laurindo Lalo Leal Filho – Sociólogo e jornalista, professor da USP. É autor
de Atrás das câmeras – Relações entre cultura, Estado e televisão (Ed.
Summus), dentre outros.

13h às 14h30: intervalo

14h30 – 17h: Por que o Brasil precisa de um Marco Regulatório das
Comunicações?

Franklin Martins – Jornalista político. Foi ministro da Comunicação Social
(2007-2010)

Dennis Oliveira – Professor da ECA- USP, coordena o Centro de Estudos
Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação.

Celso Schroeder – Coordenação Executiva do Fórum Nacional pela
Democratização da Comunicação (FNDC). Presidente da Federação Nacional dos
Jornalistas (Fenaj) e da Federação de Periodistas da América Latina e Caribe
(Fepalc)

Sergio Amadeu – Sociólogo e Doutor em Ciência Política pela USP, é
presidente do ITI – Instituto Nacional da Tecnologia da Informação. Autor de
Exclusão Digital: a miséria na era da informação.

17h às 17h30: Panorama Internacional da Regulação

Renato Rovai – Jornalista, editor da Revista Fórum, mídialivrista e
blogueiro. É presidente da Associação Brasileira de Empresas e
Empreendedores da Comunicação (Altercom).

João Brant – Mestre em Regulação e Políticas de Comunicação, membro da
Coordenação-Executiva do Intervozes

17h30 às 19h: Plenária das Entidades

Espaço para que todas as entidades convidadas possam se pronunciar sobre o
que esperam do PT e de seus governos. Não tem caráter deliberativo nem de
assembléia.

PRESIDÊNCIA NACIONAL
São Paulo: Rua Silveira Martins, 132 – 2. Andar – Centro – CEP: 01019-000
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