PMDB pede nova eleição para senador no Pará (via @ultimainstancia)

 

O PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) apresentou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um Recurso Contra a Expedição de Diploma dos senadores que representam o estado do Pará, Flexa Ribeiro (PSDB) e Marinor Brito (PSOL). Eles ficaram em segundo lugar na disputa, mas foram diplomados para o cargo depois que os senadores eleitos Jader Barbalho e Paulo Rocha foram considerados inelegíveis e não conseguiram obter o registro de candidatura.

Para o PMDB, houve um equívoco no ato da diplomação, uma vez que a legislação eleitoral (artigo 224 do Código Eleitoral) é clara ao afirmar que quando mais de 50% dos votos válidos são anulados o correto é realizar uma nova eleição para os cargos.

Informa que a soma dos votos dos dois candidatos inicialmente eleitos para o cargo atingiu um percentual de 56,83%, correspondendo a 3.533.138 votos.

“Sendo nítida a necessidade de se observar o exato cumprimento da regra eleitoral, torna-se temerária a manutenção da diplomação de candidatos ao Senado Federal que não obtiveram votação suficientemente capaz de legitimá-los a ocupação do mencionado cargo”, destacou o partido.

Além disso, o PMDB argumenta que os dois candidatos com registro indeferido, Jader e Rocha, ainda estão com recurso pendente de apreciação definitiva pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Com essas considerações, pede a suspensão da diplomação dos senadores Flexa Ribeiro e Marinor Brito. No mérito, querem a cassação dos diplomas tanto dos senadores como de seus respectivos suplentes, determinando, assim, a realização imediata de novas eleições para senador no Pará. O relator do recurso é o ministro Marcelo Ribeiro.

Cartilha do PT faz balanço das eleições 2010. Os números e avalições do PT em todo Brasil.

5 governadores, 88 deputados federais, 149 deputados estaduais e 14 senadores foram eleitos pelo PT em 2010.

Escrito em 22 de novembro de 2010, às 16:48

Esses números mostram a consolidação da força de um partido que, nascido a partir daqueles que eram até então esquecidos pelo poder público, hoje tem a plena capacidade de ajudar os mais pobres como nenhum outro, tal como vem fazendo nos últimos oito anos.

Para mostrar mais sobre os resultados concretos dessa atuação, a cartilha “O Brasil vai seguir mudando com Dilma” traz um balanço completo do desempenho do Partido dos Trabalhadores em todo o país nestas eleições. São 65 páginas repletas de imagens e gráficos que mostram por que nosso esforço sempre vale a pena diante do reconhecimento do povo brasileiro.

Vale a pena consultar a cartilha. Clique aqui para fazer o download. CADERNOeleicoes_2T_2010-11-19 

Fonte: www.pauloteixeira13.com.br

PMDB pede anulação da eleição para o Senado no Pará

Candidato do partido, Jader Barbalho foi o mais votado na disputa.
Partido alega que, com mais de 50% dos votos nulos, novo pleito é obrigatório

jader
O deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA),
mais votado ao Senado pelo Pará, apesar ter tido o registro
de candidatura negado pela Justiça Eleitoral
(Foto: Jornal da Globo / TV Globo)

O PMDB do Pará protocolou nesta terça-feira (16) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado uma representação que pede a anulação da eleição para o Senado no Pará.

De acordo com o advogado do PMDB paraense, Sábato Rossetti, a anulação foi pedida porque os votos em dois candidatos – Jader Barbalho (PMDB), o mais bem votado, e Paulo Rocha (PT), o terceiro – superaram 50% do total dos válidos, mas foram considerados nulos, porque ambos foram barrados pela ficha limpa.

O advogado argumenta que o artigo 224 do Código Eleitoral prevê nova eleição quando mais da metade dos votos de eleição majoritária são nulos e que a resolução 23.218 do TSE  estabelece que o TRE “não deve proclamar eleito o candidato que obteve a maioria da votação válida, quando houver votos dados a candidatos com registros indeferidos, mas com recursos ainda pendentes, cuja nulidade for superior a 50% da votação válida, o que poderá ensejar nova eleição”.

A assessoria de imprensa do TRE confirmou que o protocolo da representação foi feito perto de meio-dia, mas não disse por quais motivos o partido pediu a anulação da disputa. A representação ainda será autuada e distribuída a um desembargador. Não há previsão de data para ser analisada.

Jader recebeu 1,799 milhão de votos, e Rocha teve 1,733 milhão na votação de 3 de outubro

“O objetivo da representação é para que o tribunal cumpra a resolução do TSE que manda realizar novas eleições, quando a votação majoritária tiver o número de votos nulos superior a 50%”, diz Sábato Rossetti.

O TRE do estado homologou o resultado final da eleição no último dia 11 de novembro. Definiu como 17 de dezembro a data para diplomação dos eleitos.

Questionado se entrou com pedido de anulação para favorecer o atual deputado federal Jader Barbalho, cuja inelegibilidade termina em fevereiro de 2011, o advogado Sábato Rossetti, respondeu: “Essa é uma questão que ainda não estou tratando. Estou tratando de buscar a renovação da eleição porque a resolução do TSE diz que assim deve ser. No primeiro momento, não quero tratar desse assunto. A própria bíblia diz: ‘Para cada dia, o seu mal’.”

Conforme a lei, para os casos de renúncia, o prazo de inelegibilidade é de oito anos, a contar do término do mandato ao qual o político renunciou. Dessa forma, a partir de 31 de janeiro de 2011, Jader poderia receber o registro de candidato.

O objetivo da representação é para que o tribunal cumpra a resolução do TSE que manda realizar novas eleições, quando a votação majoritária tiver o número de votos nulos superior a 50%”
Sábato Rossetti, advogado do PMDB do Pará

No entanto, segundo o próprio advogado de Jader, Eduardo Alckmin, há precedentes na Justiça Eleitoral que impediriam de concorrer novamente o candidato responsável pela anulação do primeiro pleito. Nesse caso, o TRE e o TSE teriam de debater se Jader seria o motivo da realização de novas eleições.

Supremo
A defesa do deputado afirmou ainda que, antes dessas definições, pretende reverter a decisão do STF contra o registro de candidatura de Jader.

“Torço para que se resolva no Supremo, porque aquela foi uma decisão artificial. Ele ainda tem esperança no novo ministro. Se não tivesse esse ônus da Lei da Ficha Limpa, Jader teria mais votos e, em homenagem a esses votos, ele vai esgotar todas as possibilidades antes de pensar em novas eleições”, disse Alckmin.

Alckmin se refere à nomeação do substituto do ministro Eros Grau, que se aposentou em agosto passado. Como a votação sobre o recurso de Jader terminou empatado em 5 a 5, o STF manteve a decisão do TRE, que negou o registro de candidatura de Jader. No entanto, um embargo oferecido pela defesa do candidato pode fazer com que o novo ministro analise o caso, desempatando o julgamento.

Entenda o caso
Jader recebeu 1,799 milhão de votos, e Rocha teve 1,733 milhão na votação de 3 de outubro. Como no dia da votação ainda não havia decisão final sobre a aplicação da Lei Ficha Limpa, o TSE decidiu que os candidatos “sub judice” poderiam concorrer, mas os votos ficariam suspensos até uma decisão final.

Caso não fossem autorizados a concorrer, os votos nesses candidatos seriam considerados nulos.

Jader teve a candidatura barrada porque renunciou ao mandato de senador, em 2001, para evitar um processo de cassação em meio às investigações do caso que apurava desvios no Banpará e a denúncias de envolvimento no desvio de dinheiro da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), o que ele sempre negou. Mesmo assim, depois disso, já foi eleito como deputado federal.

Já Paulo Rocha renunciou ao mandato de deputado federal em outubro de 2005 após o escândalo do mensalão.

Fonte : portal G1

Eleições 2010 Governador – Resultado Final em cada Estado e Região, 1º e 2º Turnos

REGIÃO NORTE
ELEIÇÕES 2010 ACRE – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito 170.202 50,51%    
  165.705 49,18%    
           
ELEIÇÕES 2010 AMAPÁ – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 95.328 28,68%
170.277
53,77%
  93.695 28,19%    
2º Turno 96.165 28,93%
146.383
46,23%
           
ELEIÇÕES 2010 AMAZONAS – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito 943.955 63,87%    
  382.935 25,91%    
  138.281 9,36%    
           
ELEIÇÕES 2010 PARÁ – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 1.720.631 48,92%
1.860.799
55,74%
  380.331 10,81%    
2º Turno 1.267.981 36,05%
1.477.609
44,26%
           
ELEIÇÕES 2010 RONDONIA – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 291.765 43,99%
422.707
58,68%
  120.462 18,16%    
2º Turno 246.350 37,14%
297.674
41,32%
           
ELEIÇÕES 2010 RORAIMA – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 99.124 45,03%
107.466
50,41%
  14.063 6,39%    
2º Turno 104.804 47,62%
105.707
49,59%
           
ELEIÇÕES 2010 TOCANTINS – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Siqueira Campos (PSDB) 349.592 50,52%    
  Carlos Gaguim (PMDB) 342.429 49,48%    
           
REGIÃO NORDESTE
ELEIÇÕES 2010 ALAGOAS – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 534.962 39,58%
712.789
52,74%
  389.337 28,81%    
2º Turno 394.155 29,16%
638.762
47,26%
           
ELEIÇÕES 2010 BAHIA – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Wagner (PT) 4.101.270 63,83%    
  Paulo Souto (DEM) 1.033.600 16,09%    
  Geddel Vieira Lima (PMDB) 1.000.038 15,56%    
  Bassuma (PV) 253.523 3,95%    
           
ELEIÇÕES 2010 CEARÁ – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Cid Gomes (PSB) 2.436.940 61,27%    
  Marcos Cals (PSDB) 775.852 19,51%    
  Lucio Alcantara (PR) 654.035 16,44%    
           
ELEIÇÕES 2010 MARANHÃO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleita Roseana (PMDB) 1.459.792 50,08%    
  Flávio Dino (PC do B) 859.402 29,49%    
  Jackson Lago (PDT) 569.412 19,54%    
           
ELEIÇÕES 2010 PARAIBA – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 942.121 49,74%
1.079.164
53,70%
  12.471 0,66%    
2º Turno 933.754 49,30%
930.331
46,30%
           
ELEIÇÕES 2010 PERNAMBUCO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Eduardo Campos (PSB) 3.450.874 82,84%    
  Jarbas (PMDB) 585.724 14,06%    
           
ELEIÇÕES 2010 PIAUÍ – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 725.563 46,37%
921.313
58,93%
  337.028 21,54%    
2º Turno 470.660 30,08%
642.165
41,07%
           
ELEIÇÕES 2010 RIO GRANDE DO NORTE – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleita Rosalba Ciarlini (DEM) 813.813 52,46%    
  Ibere (PSB) 562.256 36,25%    
  Carlos Eduardo (PDT) 160.828 10,37%    
           
ELEIÇÕES 2010 SERGIPE – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Deda (PT) 537.223 52,08%    
  João Alves (DEM) 466.219 45,19%    
           
REGIÃO CENTRO OESTE
ELEIÇÕES 2010 DISTRITO FEDERAL – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 676.394 48,41%
875.612
66,10%
  199.095 14,25%    
2º Turno 440.128 31,50%
449.110
33,90%
           
ELEIÇÕES 2010 GOIAS – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 1.400.227 46,33%
1.551.132
52,99%
  502.462 16,62%    
2º Turno 1.099.552 36,38%
1.376.188
47,01%
           
ELEIÇÕES 2010 MATO GROSSO – GOVERNADOR    
  Nome (partido) votos %    
Eleito Silval Barbosa (PMDB) 759.805 51,21%    
  Mauro Mendes (PSB) 472.475 31,85%    
  Wilson Santos (PSDB) 245.527 16,55%    
           
ELEIÇÕES 2010 M GROSSO DO SUL 1º TURNO – GOVERNADOR    
  Nome (partido) votos %    
Reeleito Andre Puccinelli (PMDB) 704.407 56%    
  Zeca do Pt (PT) 534.601 42,50%    
           
REGIÃO SUDESTE
ELEIÇÕES 2010 ESPIRITO SANTO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Renato Casagrande (PSB) 1.502.070 82,30%    
  Luiz Paulo (PSDB) 282.910 15,50%    
           
ELEIÇÕES 2010 MINAS GERAIS – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Antonio Anastasia (PSDB) 6.275.520 62,72%    
  Helio Costa (PMDB) 3.419.622 34,18%    
  Zé Fernando Aparecido (PV) 234.125 2,34%    
 
 
       
ELEIÇÕES 2010 RIO DE JANEIRO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Sergio Cabral (PMDB) 5.217.972 66,08%    
  Gabeira (PV) 1.632.671 20,68%    
  Fernando Peregrino (PR) 853.220 10,81%    
           
ELEIÇÕES 2010 SÃO PAULO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Geraldo Alckmin (PSDB) 11.519.314 50,63%    
  Aloizio Mercadante (PT) 8.016.866 35,23%    
  Celso Russomanno (PP) 1.233.897 5,42%    
  Skaf (PSB) 1.038.430 4,56%    
  Fabio Feldmann (PV) 940.379 4,13%    
           
REGIÃO SUL
ELEIÇÕES 2010 PARANÁ – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Beto Richa (PSDB) 3.039.774 52,44%    
  Osmar Dias (PDT) 2.645.341 45,63%    
           
ELEIÇÕES 2010 RIO GRANDE DO SUL – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Tarso Genro (PT) 3.416.460 54,35%    
  Fogaça (PMDB) 1.554.836 24,74%    
  Yeda Crusius (PSDB) 1.156.386 18,40%    
           
ELEIÇÕES 2010 SANTA CATARINA – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Raimundo Colombo (DEM) 1.815.304 52,72%    
  Angela Amin (PP) 857.698 24,91%    
  Ideli Salvatti (PT) 754.223 21,90%    

Simão Jatene lidera com 55% no Pará, aponta Ibope

Da Redação

brasil@eband.com.br

O candidato do PSDB ao governo do Pará, Simão Jatene, tem 55% das intenções de voto, contra 37% da governadora e candidata à reeleição, Ana Júlia Carepa (PT), aponta pesquisa Ibope divulgada neste sábado.

O percentual dos que declararam votar em branco ou nulo é de 5%, e os indecisos somam 3%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos.

Na pesquisa anterior do instituto, divulgada em 16 de outubro, o tucano tinha 54%, contra 36% da petista.

No levantamento mais recente, considerando apenas os votos válidos – excluindo brancos, nulos e indecisos – Jatene soma 59%, e Ana Júlia, 41%.

O instituto ouviu 812 eleitores entre 28 a 29 de outubro. A pesquisa, encomendada pela TV Liberal, está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 37874/2010.

Redator: Rodolfo Albiero

Eleições 2010 Pará – Resultado do primeiro turno

ELEIÇÕES 2010 PARÁ – PRESIDENTE DA REPÚBLICA
clas nome (partido) votos %
2º Turno Dilma (PT) 1.699.799 47,93%
2º Turno José Serra (PSDB) 1.336.887 37,70%
  Marina Silva (PV) 474.841 13,39%
       
ELEIÇÕES 2010 PARÁ – SENADORES
clas nome (partido) votos %
1 Flexa Ribeiro (PSDB) 1.817.644 67,73%
2 Marinor Brito (PSOL) 727.583 27,11%
3 João Augusto (PSOL) 79.621 2,97%
4 Paulo Braga (PSTU) 33.126 1,23%
5 Abel Ribeiro (PSTU) 25.723 0,96%
  Paulo Rocha (PT) 0 0%
  Jader Barbalho (PMDB) 0 0%
       
sub judice Paulo Rocha (PT) 1.733.376  
sub judice Jader Barbalho (PMDB) 1.799.762  
       
ELEIÇÕES 2010 PARÁ – DEP. FEDERAIS
  Nome Candidato (partido) votos %
1 Wlad (PMDB) 236.514 6,91%
2 Elcione (PMDB) 209.635 6,12%
3 Arnaldo Jordy (PPS) 201.171 5,88%
4 Priante (PMDB) 172.068 5,03%
5 Beto Faro (PT) 169.504 4,95%
6 Zenaldo Coutinho (PSDB) 154.265 4,51%
7 Zequinha Marinho (PSC) 147.615 4,31%
8 Lucio Vale (PR) 142.116 4,15%
9 Nilson Pinto (PSDB) 140.893 4,12%
10 Miriquinho Batista (PT) 126.055 3,68%
11 Puty (PT) 120.881 3,53%
12 Lira Maia (DEM) 119.548 3,49%
13 Ze Geraldo (PT) 119.544 3,49%
14 Josue Bengtson (PTB) 112.212 3,28%
15 Giovanni Queiroz (PDT) 93.461 2,73%
16 Asdrubal (PMDB) 87.681 2,56%
17 Wandenkolk (PSDB) 68.547 2%
       
ELEIÇÕES 2010 PARÁ 1º TURNO- GOVERNADOR
  Nome (partido) votos %
2º Turno Simao Jatene (PSDB) 1.720.631 48,92%
2º Turno Ana Julia (PT) 1.267.981 36,05%
  Juvenil (PMDB) 380.331 10,81%
  Fernando Carneiro (PSOL) 107.102 3,04%
  Cleber Rabelo (PSTU) 41.514 1,18%
       
  ELEIÇÕES 2010 PARÁ – DEP. ESTADUAIS
  Nome Candidato (partido) votos %
1 Edmilson Rodrigues (PSOL) 85.412 2,51%
2 Márcio Miranda (DEM) 67.530 1,99%
3 Pioneiro (PSDB) 54.047 1,59%
4 Simone Morgado (PMDB) 50.946 1,50%
5 Chico da Pesca (PT) 49.702 1,46%
6 Sidney Rosa (PSDB) 48.931 1,44%
7 Bordalo (PT) 45.075 1,33%
8 Alexandre Von (PSDB) 44.837 1,32%
9 Cilene Couto (PSDB) 43.924 1,29%
10 Martinho Carmona (PMDB) 43.457 1,28%
11 Júnior Ferrari (PTB) 43.279 1,27%
12 41.835 1,23%
13 41.193 1,21%
14 40.090 1,18%
15 39.856 1,17%
16 37.463 1,10%
17 35.336 1,04%
18 33.736 0,99%
19 32.893 0,97%
20 32.458 0,96%
21 32.435 0,95%
22 32.402 0,95%
23 30.359 0,89%
24 29.863 0,88%
25 29.036 0,85%
26 28.977 0,85%
27 28.544 0,84%
28 28.537 0,84%
29 28.120 0,83%
30 26.269 0,77%
31 25.414 0,75%
32 24.292 0,72%
33 23.541 0,69%
34 23.389 0,69%
35 23.250 0,68%
36 23.128 0,68%
37 22.906 0,67%
38 22.762 0,67%
39 22.127 0,65%
40 22.118 0,65%
41 15.615 0,46%

Datafolha Paraná: Beto Richa (44%) caiu 3%, Osmar Dias (38%) sobe 4% e diferença é de 6%. No Senado Requião e Gleise lideram.

Diferença entre Beto Richa e Osmar Dias cai para seis pontos

 

Beto Richa tem 53% dos votos válidos

Faltando um mês para as eleições, pesquisa realizada pelo Datafolha mostra que o prefeito Beto Richa (PSDB) segue líder na disputa para o governo do estado com 44% das intenções de voto, o tucano oscilou negativamente três pontos (tinha 47%) em relação ao levantamento anterior realizado no final de agosto. Osmar Dias (PDT) oscilou quatro pontos e chega a 38% (tinha 34%). A vantagem de Beto Richa sobre Osmar Dias diminuiu, de 13 pontos percentuais no final de agosto para seis pontos agora.

Foram ouvidos 1229 eleitores, com 16 anos ou mais de idade, entre os dias 8 e 9 de setembro de 2010, em 46 municípios do Estado do Paraná, a margem de erro para a amostra é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

No cálculo dos votos válidos, em que os indecisos, brancos e nulos são distribuídos proporcionalmente segundo o índice obtido por cada candidato, Beto Richa alcançaria 53%, considerando a margem de erro, que é de três pontos, não é possível afirmar que o prefeito estaria eleito já no primeiro turno.

Os candidatos Paulo Salamuni (PV), Amadeu Felipe (PCB), Robinson de Paula (PRTB), Avanilson (PSTU) e Luiz Felipe Bergmann (PSOL) foram citados, mas não atingiram 1%, cada. A taxa de indecisos é de 15% e a dos que pretendem votar em branco ou anular o voto é de 2%.

Na capital e região metropolitana Beto Richa obtém 54% contra 33% de Osmar Dias (PDT), na pesquisa passada esses percentuais eram 62% e 25%, respectivamente, Beto perdeu oito pontos e Osmar ganhou oito pontos nesse segmento. No interior os candidatos seguem empatados com 40%, cada, no levantamento anterior essas taxas eram de 41% para Beto e 37% para Osmar. Na capital, o prefeito Beto Richa, voltou a oscilar negativamente, no começo de agosto o candidato tinha 68%, passou para 65% e agora tem 62%. Osmar oscilou cinco pontos na capital passou de 20% para 25% das intenções de voto.

Beto Richa (PSDB) tem melhor desempenho entre os que têm entre 25 e 34 anos (51%) e entre os mais ricos (62%, no entanto o candidato perdeu seis pontos, tinha 68%). As principais variações negativas são observadas entre os mais jovens (tinha 56% e agora tem 46%). Entre os entre 45 e 59 anos (tinha 49% e agora tem 41%), entre os mais escolarizados o peessedebista passou de 55% para 48% e entre os que declaram renda de mais de cinco até dez salários mínimos o candidato perdeu 16 pontos (passou de 62% para 46%).

Osmar Dias oscilou cinco pontos entre os mais jovens (de 33% para 38%), entre os que têm entre 45 e 59 anos ganhou oito pontos e chega a 40%. Entre os que possuem nível médio de escolaridade, Osmar ganhou sete pontos (de 34% para 41%) e entre os mais escolarizados ganhou 12 pontos e passou de 29% para 41% nesse segmento. Os que declararam renda familiar de mais de cinco até dez salários mínimos o pedetista ganhou 13 pontos (tinha 28% e agora tem 41%) e entre os mais ricos ganhou 19 pontos (de 15% para 34%).

Entre os que votam em José Serra (PSDB) para presidente, 58% votam no candidato do PSDB, 30% votam em Osmar Dias (PDT), as taxas oscilaram dentro da margem de erro. Entre os eleitores de Dilma Rousseff (PT), 51% votam em Osmar Dias (eram 45%) e 38% em Beto Richa (eram 42%).

A intenção de voto espontânea em Beto Richa oscilou de 31%, na pesquisa passada, para 32% hoje. Osmar Dias ganhou sete pontos e passou de 18% para 25%. No interior, Beto oscilou dois pontos, passando de 26% para 28%, Osmar subiu sete pontos e chegou a 26% das menções espontâneas (tinha 19%). Na capital Beto oscilou positivamente quatro pontos chegando a 51% (tinha 47%) em relação ao levantamento passado, Osmar ganhou seis pontos e passou de 13% para 19%. A taxa dos eleitores que não sabem dizer espontaneamente em quem vão votar em outubro caiu de 46% para 39%.

Os candidatos Osmar Dias (PDT) e Beto Richa aparecem com rejeição de 15%, cada, Osmar Dias mantém a mesma taxa, enquanto Beto oscilou quatro pontos (tinha 11%). Em seguida, aparecem: Paulo Salamuni (PV) com 14%, Avanilson (PSTU), Robinson de Paula (PRTB) e Amadeu Felipe (PCB) com 13%, cada, e Luiz Felipe Bergmann (PSOL) e com 12%. As taxas de rejeição oscilaram dentro da margem de erro. Afirmam que não rejeitam nenhum 26% dos eleitores, dizem que não votariam em nenhum apenas 1% e 25% não souberam responder.

Osmar é rejeitado principalmente entre os moradores da capital (22%), pelos mais jovens (19%), pelos mais escolarizados (20%) e pelos mais ricos (21%). Beto Richa tem as maiores taxas de rejeição entre os que têm entre 35 e 44 anos, os que têm renda acima de cinco até dez salários mínimos e pelos que têm renda superior a dez salários mínimos (18% em cada segmento) e por 23% dos mais escolarizados.

Considerando um eventual segundo turno entre Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT), o candidato do PSDB teria 48% dos votos contra 42% de Osmar Dias, no levantamento anterior essas taxas eram de 51% e 37%, respectivamente. No interior, Beto teria 44% contra 45% de Osmar (eram 46% e 41%, respectivamente). Na capital e região metropolitana o prefeito de Curitiba tinha 67% contra 24% de Osmar Dias na pesquisa anterior, agora esses índices são 58% contra 35%, respectivamente. Votariam em branco ou anulariam o voto 2% e 7% não souberam responder.

Requião (PMDB) segue na liderança por uma das vagas para o senado
Gleise passa de 37% para 41%

O ex-governador, Roberto Requião (PMDB), segue na liderança na disputa para o senado com 47% das intenções, com oscilação negativa de um ponto em relação à pesquisa anterior, quando obteve 48% de intenções de voto. Gleise (PT) segue em segundo com 41%, a petista oscilou positivamente quatro pontos (tinha 37%). Na sequência aparecem Gustavo Fruet (PSDB) que cresceu seis pontos com 22% e Ricardo Barros (PP) com 16%, no levantamento realizado no final de agosto os candidatos apareciam empatados com 16%, cada.

Mais atrás estão os candidatos: Rubens Hering (PV), Gilberto (PCB), Sargento Jensen (PRTB) e Professor Piva (PSOL) com 2%, cada, , Irineu Fritz (PT do B), Valmor (PSOL) e Sargento Qe Pedroso (PRTB), com 1%, cada. Timossi (PSTU) foi citado mas não atingiu 1%. Votariam em branco ou anulariam o voto para uma das vagas 6%, votariam em branco ou anulariam o voto para as duas vagas 3%. Não sabem em quem votar para uma das vagas 35%, e 20% não sabem em quem votar para as duas vagas.

Foram ouvidos 1229 eleitores, com 16 anos ou mais de idade, entre os dias 8 e 9 de setembro de 2010, em 46 municípios do Estado do Paraná, a margem de erro para a amostra é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Na capital e região metropolitana, Gleise (PT) e Requião mantêm os mesmos índices observados no levantamento anterior (46% e 43%, respectivamente). Gustavo Fruet que tinha 26%, ganhou 11 pontos nesse segmento e chega a 37%.

No interior do estado Requião lidera com 49% das intenções de voto, oscilou negativamente três pontos, tinha 51% na pesquisa passada. Gleise volta a crescer no interior do estado, no final de agosto a petista havia crescido sete pontos, chegando a 34%, agora ganha mais seis pontos e atinge 40%. Ricardo Barros aparece com 18% e Gustavo Fruet com 15% no interior do estado.

Analisando os resultados por segmento observa-se que Requião destaca-se entre os que têm entre 25 e 34 anos e entre os que têm entre 35 e 44 anos (51%, cada), Gleise concentra mais intenções entre os eleitores com nível médio de escolaridade (51%). Entre os mais escolarizados, Gustavo Fruet obtém 41% das menções e 40% entre os mais ricos.

Roberto Requião atinge 62% das intenções de voto entre os que têm intenção de votar em seu colega de coligação, Osmar Dias, para o governo estadual. Entre os que pretendem votar em Beto Richa, 41% votam no peemedebista. Entre os eleitores de Dilma Rousseff (PT) 59% votam em Requião, entre os eleitores de José Serra (PSDB) 42% (eram 47% no levantamento anterior) afirmam votar no ex-governador.

Gleise Hoffmann (PT) atinge 55% de menções entre os que votam em Osmar Dias (no levantamento passado essa taxa era de 48%), parceiro de chapa da candidata, para o governo. Entre os eleitores que dizem votar em Beto, 39% votam na petista. Entre os eleitores de Dilma, 53% votam em Gleise e dos que votam em Serra, 33% votam na candidata.

São Paulo, 10 de setembro de 2010

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