Presidente da Câmara ‘estranha’ liminar do STF que suspendeu votação em Plenário

Por Redação – de Brasília

 

 

O presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), considerou “estranha” a liminar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu, na noite passada, a tramitação do projeto de lei que pretende dificultar a criação de novos partidos. Aprovada pela Câmara, a proposta está em análise no Senado.

– Estranhamos muito porque foi uma decisão soberana desta Casa, de forma democrática, transparente. Cumpriu todos os preceitos regimentais e, portanto, achamos estranha e não concordamos com ela. Vamos ver de que maneira a gente pode verificar com o Supremo para que o mérito (da liminar) seja levado rápido (ao plenário da Corte) para que haja uma decisão correta em relação aos Poderes e às decisões desta casa – argumentou Henrique Alves.

Na terça-feira, a Câmara concluiu a votação do projeto de lei que acaba com a possibilidade de deputados migrarem para outro partido na mesma legislatura e levarem com eles parte do fundo partidário e do tempo de propaganda política no rádio e na televisão, referentes ao desempenho eleitoral.

Na prática, o projeto dificulta a criação de partidos, como a Rede Sustentabilidade, da ex-ministra Marina Silva. Opositores da proposta argumentam que a matéria serve para evitar a candidatura de Marina à Presidência no ano que vem.

Marina comemora

Em sua página, em uma rede social, Marina comemorou a edição da liminar:

“Derrota do casuísmo. Ganhou a democracia: caiu urgência no Senado e STF concedeu liminar ao pedido do PSB. O Senador Pedro Simon (PMDB-RS) foi a voz eloquente e vigorosa dos que se insurgiram contra o casuísmo, e foram a favor da democracia. Os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Eduardo Suplicy (PT-SP) mantiveram a fidelidade aos princípios democráticos. O Senador Petecão (PSD-AC) não usou de dois pesos e duas medidas”, afirmou.

– É um respeito ao princípio da constitucionalidade e da impessoalidade, pelos quais o Supremo tem o dever de zelar. Obviamente havia princípios constitucionais sendo feridos, porque era um projeto encomendado com dois pesos e duas medidas. O STF tomou a decisão correta para evitar esse casuísmo. É muito bom para a democracia, para aqueles que acham que podem fazer leis sob encomenda – afirmou Marina, a jornalistas.

O autor do mandato de segurança recebido pelo Supremo, o líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF) também comemorou muito a decisão que susta a tramitação do projeto.

– O STF entendeu que havia um risco pela velocidade injustificada para uma mudança rápida e profunda no processo político eleitoral e que poderia haver um grave atentado à Constituição – disse.

Recado ao Planalto

Para o senador Eunício Oliveira (CE), líder do PMDB – que liderou ao lado do PT a defesa do projeto contra os novos partidos, não resta, agora, outra decisão que não seja esperar a votação sobre o mérito do projeto pelo Supremo. Mas adiantou que não irá recorrer contra a liminar.

– Decisão do Supremo é decisão do Supremo. Agora é esperar. Assim como estamos esperando pela decisão dos royalties e o povo do Nordeste passando sede e fome. Eu sou daqueles que acreditam que tem que existir harmonia entre os Poderes, com cada um no seu quadrado – afirmou.

Gim Argelo viu o pedido de urgência derrubado em Plenário

Gim Argelo viu o pedido de urgência derrubado em Plenário

Autor do pedido de urgência derrubado na sessão tumultuada, o líder do Bloco União e Força, Gim Argelo (DF) disse que nesta quinta-feira é dia de parar e repensar as novas estratégias. Sobre a derrubada do requerimento de urgência, afirmou:

– Ninguém é inocente aqui. Tinha 76 senadores na Casa. Você acha que alguém deixou isso cair por acaso? Foi um recado para o Planalto – disse Gim, minimizando a derrota no plenário.

O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), que acompanhou a votação, em Plenário, saiu sem dizer se a favor ou contra o assunto.

– Sou integrante da Executiva do PSB e meu partido nunca se reuniu para discutir isso. Nunca parei para pensar nesta questão. Mas vejo um festival de incoerência e oportunismo. Acho que quem defendeu isso para o PSD deveria continuar defendendo. E quem foi contra o PSD, deveria continuar sendo. Mas o que se vê, é o oposto. Há incoerência para todos os lado – concluiu.

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….Livro reacende debate sobre privatizações…. (via @marcelo semer)

 

Em paradoxo mal explicado, empresas foram vendidas para capital estrangeiro, mas pagas com dinheiro nacional

Durante o processo das privatizações, o Brasil entrou em transe.

A imprensa eufórica abandonou sua tradicional postura crítica para remar a favor.

Não é de se estranhar que a opinião pública tenha vibrado a cada batida do martelo na Bolsa de Valores, como se a entrega de empresas estatais ao setor privado pudesse representar alguma inebriante conquista do país.

O clima positivo foi incensado por reportagens que atribuíam ao gigantismo do Estado o atraso da economia e o débito social.

Em nome desse passaporte para a modernidade, o país se desfez não apenas de empresas pesadas e custosas, mas de potências lucrativas. Não apenas de empresas periféricas cujo controle pudesse representar uma forma extravagante de atividade econômica, mas de gigantes dos setores estratégicos de energia e comunicações.

Em um paradoxo até hoje mal explicado, estas empresas foram vendidas para o capital estrangeiro, mas pagas com dinheiro nacional. Fundos de pensões das estatais e o banco nacional de desenvolvimento social avalizaram os bilhetes premiados que permitiram as privatizações.

Ao final deste processo, algumas áreas se modernizaram (como a telefonia celular), outras nem tanto (como a energia), mas ninguém pôde exibir orgulhosamente os frutos de tamanhas vendas. O patrimônio estatal aparentemente reduziu-se a pó.

Por prudência, receio ou conveniência, o governo petista que sucedeu FHC jamais questionou o processo.

Hoje, o distanciamento histórico nos permite avaliar acertos e erros das privatizações. Até para averiguar a viabilidade de sua continuação -atualmente centrada na infraestrutura (estradas e aeroportos) e expandida a serviço de setores essenciais, como a saúde.

Nesse horizonte crítico, o livro “A Privataria Tucana” (Geração Editorial), que bateu recordes de venda no final de 2011, agregou um novo condimento ao debate: a denúncia de que propinas pagas na formação dos consórcios e as vantagens que estes teriam auferido desembarcaram em contas de pessoas próximas a José Serra, então ministro do Planejamento.

O autor, Amaury Ribeiro Jr., centra sua pesquisa na criação de offshores em paraísos fiscais que teriam ocultado ganhos ilícitos do processo e o posterior investimento destas empresas de fachada no Brasil para internar o dinheiro. O jornalista foi atrás das constituições das empresas e, em vários casos, seguiu o rastro do dinheiro, apontando quando saiu e para onde voltou.

Seus personagens principais circulam, sobretudo, ao redor de José Serra: a filha, o genro, o primo e alguns amigos que também tomaram parte no processo, especialmente o ex-diretor do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio de Oliveira, que depois foi tesoureiro de sua campanha. Para quem tem pouca familiaridade com economia, e não entende bem o complexo movimento do ir e vir do dinheiro, como mecanismo para ocultar origem e destino, a reportagem tem pontos esclarecedores.

A utilização de paraísos fiscais para evitar controles e tributações não é fato novo. Mas incomoda constatar o quanto de dinheiro sai de nossas fronteiras para empresas que se resumem a caixas postais em ilhas do Caribe e como retornam como valiosos investimentos internacionais. Isto pode valer tanto para o dinheiro da corrupção (como sustenta o MP, em relação a Paulo Maluf) quanto para o do tráfico. Pode ser produto de fraude ao INSS ou de sonegação de empresas aparentemente respeitáveis.

Não se pode dizer, entretanto, que o livro-reportagem condene José Serra. Não há qualquer referência à empresa ou negócio de que ele tenha participado diretamente.

Mas tampouco é prudente afirmar, sem qualquer análise da veracidade e relevância sobre os documentos juntados, que tudo não passa de “peça de ficção”, como apressadamente sentenciou o jornalista de O Globo, Merval Pereira.

Ainda que não seja um porto de chegada, pode se transformar em ponto de partida – pautas, no jargão jornalístico.

Mas eis que veio justamente da imprensa a maior polêmica no entorno político que cercou o lançamento do livro. Sucesso imediato de vendas e tema dos mais compartilhados pela web, o livro quase não foi notícia na grande mídia.

Em alguns dos principais meios de comunicação, foi simplesmente ignorado; em outros, a menção só veio como forma de defesa do processo ou de seus envolvidos. O conhecido espírito crítico, a famosa ânsia de investigar fios desencapados, as coincidências que tradicionalmente sensibilizam os jornalistas, tudo isso ficou adormecido. E paradoxalmente, no ano que a grande imprensa tanto se jactou de ser fábrica de derrubar ministros a partir de denúncias veiculadas em suas telas e páginas.

A defesa ideológica da causa ou a eventual preferência política não devem influir nas pautas, sob pena de contrariar justamente o interesse público que representam. Afinal, como lembrou Wladimir Safatle, nas páginas da Folha de S. Paulo, “o primeiro atributo dos julgamentos morais é a universalidade”.

As 13 lições do caso Palocci

Bastante interessante o texto do Emir, aparentemente simples, suporta boas reflexões para o dia a dia …

Blog do Emir Sader (via @baltasarrosa)

1. Bombas de tempo podem tardar a explodir, mas terminam explodindo.

2. Devem ser examinados exaustivamente os antecedentes de todos os que vão ocupar cargos públicos.

3. Uma vez estourada uma crise como essa, melhor desativá-la rapidamente. Deixar sangrar provoca danos muito maiores.

4. O zelo pela questão da ética publica, além de ser um fim em si mesmo, afeta diretamente os setores mais dinâmicos de apoio ao governo: militância de esquerda, movimentos sociais, juventude, artistas, intelectuais, formadores de opinião publica em geral. Deve-se cuidá-los como a menina dos olhos.

5. Quando mudar, tratar sempre de inovar na escolha de quadros. A política brasileira precisa disso.

6. Acompanhar as mudanças com discurso que explica o significado delas.

7. A consciência das intenções de quem faz acusações pode ser clara, sem que elas deixem de ser verdadeiras.

8. A recuperação do prestígio da prática política requer um cuidado estrito com a ética pública.

9. Não precipitar declarações incondicionais de apoio a pessoas que recebem acusações, antes do apuro rigoroso delas.

10. Os partidos devem ter suas próprias posições, mais além do apoio firme ao governo. Devem expressar os sentimentos e as posições da militância do partido, dos movimentos sociais e do campo popular.

11. Apoio do PMDB é sempre abraço de urso.

12. A mídia privada continua com grande poder de definir a agenda nacional e derrubar ministros.

13. Fazer política, exercer o poder não é atividade técnica, nem de repartição de cargos, mas uma combinação de persuasão e força, isto é, construção de hegemonia.

Emir Sader, sociólogo e cientista, mestre em filosofia política e doutor em ciência política pela USP – Universidade de São Paulo.

A FATURA DA PRIVATIZAÇÃO: ESTRAGOS NO TUCANATO, LIÇÕES PARA O PT

A FATURA DA PRIVATIZAÇÃO: ESTRAGOS NO TUCANATO, LIÇÕES PARA O PT

O tucanato paulista privatizou a principal empresa fornecedora de energia elétrica do Estado há 23 anos (hoje AES Eletropaulo). Uma cláusula do contrato previa que os novos donos teriam dez anos para realizar investimentos e agregar  mais 15% (400 MW) à capacidade de fornecimento. O prazo venceu em 2007. O governador era José Serra. Ungido pela mídia  por  supostos atributos de ‘grande gestor’, como o nome mais qualificado para suceder  o Presidente Lula -opinião diversa da maioria do eleitorado como se viu–  Serra não cobrou, não fiscalizou, não tomou nenhuma providência diante da ruptura de contrato num serviço essencial. As interrupções  de energia tem sido cada vez mais freqüentes em SP nos últimos anos. Cada vez mais lenta tem se mostrado a normalização do serviço.

Reportagem da Folha deste sábado -que naturalmente omite o nome do candidato da derrota conservadora em 2010–  informa que após a última pane, na 3º feira, a retomado do fornecimento demorou  60 horas em alguns locais. O sucessor  de Serra e seu desafeto, Geraldo Alckmin, garante  que agora vai ‘investigar’ as razões do colapso em marcha.

No momento em que o governo federal oficializa a concessão de importantes aeroportos nacionais à iniciativa privada  –em nome da eficiência e porque o Estado não dispõe de R$ 5 bi a R$ 6 bi para investir no setor, embora tenha reservado R$ 57 bi aos rentistas da dívida pública no 1º quadrimestre  -o colapso elétrico em SP encerra lições oportunas. E, convenhamos, ecumênicas.

Deputados não têm previsão para votação do novo Código Florestal

Marina desmente denúncias sobre marido

O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), declarou que o projeto de lei que altera o Código Florestal só será posto em votação na Câmara dos Deputados quando houver consenso em relação à todos os pontos da proposta.

Na madrugada de quinta-feira (12), os parlamentares governistas aprovaram o adiamento da votação, depois de identificar mudanças que haviam sido feitas sem aprovação da base governista. “O governo só concordará em votar o Código se o texto estiver equilibrado entre a defesa do meio ambiente e a produção agrícola. Não comprometeremos a defesa do meio ambiente”, enfatizou o petista.

Vacarezza alerta que, apesar do Código Florestal não ser votado na próxima semana – conforme previsto ontem – é bom que aqueles que desejam alterações se apressem, pois o decreto que suspende a cobrança de multas para os proprietários de imóveis rurais sem registro em cartório das áreas de reserva legal expira em 11 de junho. A partir desta data, os proprietários serão considerados infratores e estarão sujeitos a multas diárias, entre R$ 50 e R$ 500 por hectare ou fração. “Os interessados devem compreender isso e rapidamente fechar um acordo para que seja possível votar”, advertiu.

O secretário de Relações Instituicionais, Luiz Sérgio, considera que o novo prazo para modificações garantirá a preservação da lei nos próximos anos. “O novo Código Florestal não pode ter vencedor e vencido, ele precisa ser uma ampla pactuação entre todos os setores da sociedade. Não podemos ter um Código que amanhã seja apoiado e contestado por alguns grupos, porque isso destruiria a sua credibilidade”.

O secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, avalia que “será preciso equilíbrio” e “diminuir a paixão” para a aprovação da lei. O governo espera agora que três das oito medidas provisórias (MPs) que perdem a validade até o dia 1º de junho sejam votadas. Entretanto, o líder do PSDB, deputado Duarte Nogueira(SP), emitiu nota na qual disse não abrir mão da votação do Código Florestal na próxima semana.

“Há um acordo em torno disso. O governo não pode simplesmente querer inverter a ordem das matérias porque sua base está desalinhada”, criticou. O Psol também divulgou nota, mas focou as críticas no relatório.

Já a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PV) centrou as críticas no deputado Aldo Rebelo por meio do Twitter. Segundo ela, o relator teria inserido uma série de “pegadinhas” na redação do Código.

Em resposta, Aldo revelou que, quando era líder do governo, impediu o depoimento do marido de Marina Silva – Fábio Vaz de Lima – em uma audiência e que ele era suspeito de comercializar madeira ilegal. Na internet, a militância do PCdoB lembrou ainda que Vaz de Lima é réu no “caso Usimar”, que está na Justiça Federal há dois anos e meio, e julgará os culpados do desvio de R$ 44,2 milhões da Sudam para uma indústria de autopeças que nunca foi construída em São Luís (MA).

A senadora classificou as denúncias como “uma cortina de fumaça” para ocultar os problemas do Código, alegou que as denúncias já “foram investigadas pela imprensa” e “nada de errado foi encontrado”.

Fonte: Brasília Confidencial

Marina era a grande aposta de Serra

Mensagens do consulado do Rio de Janeiro vazadas pelo Wikileaks revelam que Serra apostava em Marina Silva, do PV, como seu grande trunfo para vencer Dilma Rousseff nas eleições de outubro de 2010. O cônsul americano informa ter mantido produtivo bate-papo com o colunista da Veja, Diogo Mainardi, que lhe contou acerca de uma conversa dele com o então governador de São Paulo, José Serra.
Diz o cônsul, logo no sumário de nota vazada, de fevereiro de 2010: “Observadores políticos e representantes partidários argumentam que há possibilidade do provável candidato do PSDB, José Serra, pedir à candidata do Partido Verde, Marina Silva, para ser a sua vice. Enquanto parece improvável que Marina Silva aceite tal papel, a maioria acredita que ela iria, no mínimo, apoiar José Serra no pleito.”
As mensagens da embaixada americana revelam que os representantes diplomáticos dos Estados Unidos monitoravam muito atentamente o desenrolar dos acontecimentos políticos e partidários no Brasil, e seus interlocutores são representantes do tucanato e colunistas da Veja e do Globo.
A nota em questão relata um almoço do cônsul com o “proeminente colunista político da Veja, Diogo Mainardi [que] contou-lhe que sua recente coluna em que propunha aliança entre Serra e Marina nas eleições havia sido fruto de uma conversa entre Mainardi e Serra, na qual o tucano havia dito que ‘Marina era seu vice dos sonhos’. Serra expressou, na conversa com Mainardi, os mesmos argumentos que este usou em seu artigo, que a biografia de Marina Silva e suas credenciais esquerdistas ajudariam a reduzir o impacto do carisma de Lula sobre os mais pobres e deixar Dilma em desvantagem junto ao eleitorado de esquerda, ao mesmo tempo em que minimizaria a associação de Serra ao governo de Fernando Henrique, que Lula/Dilma esperavam usar na campanha.”
Passada as eleições, vemos que, de fato, Marina ajudou Serra, embora não da maneira completa que ele esperava, mas simplesmente dividindo o eleitorado de Dilma Rousseff. Animal político astuto que é, o tucano sabia que a verde era talvez a única maneira de roubar votos do eleitorado lulista/dilmista. Quantas articulações e promessas e ofertas não devem ter sido feitas para tentar seduzir Marina?

Mainardi e Serra, relata o cônsul, acreditavam que Marina fosse apoiar o PSDB.

O colunista não achava que Marina aceitasse o papel de vice, mas que daria apoio ao tucano no segundo turno. Mainardi, que como sempre não acertou uma, diz ainda que, uma hipótese mais realista era Aécio Neves aceitar a vaga de vice de José Serra.

Outro interlocutor do cônsul é o colunista do Globo, Merval Pereira, com quem ele manteve uma conversa no dia 21 de janeiro. Merval diz ao cônsul que conversou com Aécio Neves e que o mineiro afirmou estar “disposto a tudo” para ajudar Serra, inclusive ser vice. Eh cônsul bem articulado, héin? Eh turminha unida! Merval Pereira, Mainardi, Serra, Aécio e diplomatas norte-americanos, lutando juntos por um Brasil mais justo!
Merval Pereira, agora um Imortal da filosofia, disse ao cônsul que “não só acreditava que Aécio Neves toparia ser vice de Serra, como Marina Silva também o apoiaria na disputa”. Ô maravilha de cenário!
Os americanos, no entanto, não são tão bobos quanto Merval. Os diplomatas consultaram outras fontes, não tão otimistas (pro lado do Serra) quanto os colunistas da grande mídia. Falaram com Rodrigo Maia, por exemplo, que naturalmente não achava nada maravilhoso uma chapa puro-sangue do PSDB, nem apreciava tanto uma aliança triunfal com Marina Silva. O próprio cônsul faz observações semelhantes.
O cônsul conversa ainda com os tucanos Otávio Leite (RJ), Antonio Carlos Mendes (SP), Clovis Carvalho, e Marcelo Itagiba. Troca também umas ideias com o senador Agripino Maia. Ao cabo, vê-se que o serviço diplomático americano obtém um conjunto de informações bastante razoável, embora se restrinja a dialogar com as forças de oposição.

Confira a íntegra do documento.

Leia também, sobre o mesmo tema:
– Wikileaks campanha 2010: Serra promete fidelidade canina aos EUA (na mariafro).
– Wikileaks campanha 2010: Bolsa família é direito sacrossanto (no futepoca).

Fonte:http://www.gonzum.com/

Eleições 2010 Santa Albertina: resultados do 1º e 2º turnos.

SANTA ALBERTINA  2010 – PRESIDENTE DA REPÚBLICA
      1º TURNO 2º TURNO
Seq. Núm. Candidato Votação % Votação %
1 45 JOSÉ SERRA 1.580 46,87% 1.897 56,19%
2 13 DILMA 1.417 42,04% 1.479 43,81%
3 43 MARINA SILVA 306 9,08%    
4 16 ZÉ MARIA 50 1,48%    
5 50 PLÍNIO 18 0,53%    
6 27 EYMAEL 0 0,00%    
7 21 IVAN PINHEIRO 0 0,00%    
8 28 LEVY FIDELIX 0 0,00%    
9 29 RUI COSTA PIMENTA 0 0,00%    
             
SANTA ALBERTINA 2010 – SENADORES    
Seq. Núm. Candidato Votação    
*0001 451 ALOYSIO NUNES 1.770 35,96%    
*0002 133 MARTA SUPLICY 1.125 22,86%    
3 650 NETINHO 897 18,22%    
4 141 ROMEU TUMA 850 17,27%    
5 430 RICARDO YOUNG 177 3,60%    
6 177 MOACYR FRANCO 45 0,91%    
7 111 DR. REDÓ 18 0,37%    
8 360 CIRO 12 0,24%    
9 500 MARCELO HENRIQUE 12 0,24%    
10 400 SERPA 9 0,18%    
11 160 ANA LUIZA 6 0,12%    
12 290 AFONSO TEIXEIRA 1 0,02%    
13 212 ERNESTO PICHLER 0 0,00%    
14 211 MAZZEO 0 0,00%    
15 161 DIRCEU TRAVESSO 0 0,00%    
15 290 AFONSO TEIXEIRA 0 0,00%    
             
SANTA ALBERTINA 2010 – DEPUTADOS FEDERAIS    
Seq. Núm. Candidato Votação    
*0001 4555 JULIO SEMEGHINI 894 28,16%    
*0002 1332 JOSÉ MENTOR 424 13,35%    
*0003 1523 EDINHO ARAUJO 173 5,45%    
*0004 2525 RODRIGO GARCIA 148 4,66%    
*0005 1322 ARLINDO CHINAGLIA 100 3,15%    
*0006 1369 DEVANIR RIBEIRO 76 2,39%    
*0007 1211 JOÃO DADO 66 2,08%    
*0008 4074 JEFFERSON CAMPOS 53 1,67%    
*0009 2222 TIRIRICA 46 1,45%    
*0010 4545 EDSON APARECIDO 39 1,23%    
*0011 2233 PR PAULO FREIRE 29 0,91%    
*0012 4300 GUILHERME MUSSI 29 0,91%    
*0013 4030 GABRIEL CHALITA 28 0,88%    
*0014 4567 VAZ DE LIMA 24 0,76%    
*0015 6565 ALDO REBELO 10 0,31%    
*0016 2345 ARNALDO JARDIM 9 0,28%    
*0017 1312 VACCAREZZA 7 0,22%    
*0018 1010 ANTONIO BULHÕES 6 0,19%    
*0019 4515 EMANUEL FERNANDES 5 0,16%    
*0020 4040 MÁRCIO FRANÇA 5 0,16%    
*0021 1452 ARNALDO FARIA DE SÁ 4 0,13%    
*0022 1155 MISSIONÁRIO JOSÉ OLIMPIO 4 0,13%    
*0023 6588 DELEGADO PROTÓGENES 4 0,13%    
*0024 5050 IVAN VALENTE 3 0,09%    
*0025 4311 DR. SINVAL MALHEIROS 3 0,09%    
*0026 1250 SALVADOR ZIMBALDI 3 0,09%    
*0027 1325 JOÃO PAULO CUNHA 3 0,09%    
*0028 4500 CARLOS SAMPAIO 3 0,09%    
*0029 2010 MARCO FELICIANO 3 0,09%    
*0030 4585 BRUNA FURLAN 3 0,09%    
*0031 1434 NELSON MARQUEZELLI 2 0,06%    
*0032 1321 FILIPPI 2 0,06%    
*0033 1331 RICARDO BERZOINI 2 0,06%    
*0034 1353 JILMAR TATTO 2 0,06%    
*0035 4517 MARA GABRILLI 2 0,06%    
*0036 4021 LUIZA ERUNDINA 1 0,03%    
*0037 4586 JOSÉ ANIBAL 1 0,03%    
*0038 4070 ABELARDO CAMARINHA 1 0,03%    
*0039 2500 JORGE TADEU 1 0,03%    
*0040 1212 PAULINHO DA FORÇA 1 0,03%    
*0041 1345 VANDERLEI SIRAQUE 1 0,03%    
*0042 2590 GUILHERME CAMPOS 1 0,03%    
*0043 1133 ALINE CORREA 1 0,03%    
*0044 2012 MARCELO AGUIAR 1 0,03%    
*0045 2545 JUNJI ABE 0 0,00%    
*0046 2323 ROBERTO FREIRE 0 0,00%    
*0047 4343 PENNA 0 0,00%    
*0048 4577 THAME 0 0,00%    
*0049 1387 JANETE PIETÁ 0 0,00%    
*0050 4525 DIB 0 0,00%    
*0051 2299 VALDEMAR COSTA NETO 0 0,00%    
*0052 4565 TRIPOLI 0 0,00%    
*0053 1318 NEWTON LIMA NETO 0 0,00%    
*0054 2325 DIMAS RAMALHO 0 0,00%    
*0055 1390 VICENTINHO 0 0,00%    
*0056 4096 OTA 0 0,00%    
*0057 4315 ROBERTO SANTIAGO 0 0,00%    
*0058 1370 ZARATTINI 0 0,00%    
*0059 1301 VICENTE CANDIDO 0 0,00%    
*0060 1398 PAULO TEIXEIRA 0 0,00%    
*0061 2255 MILTON MONTI 0 0,00%    
*0062 1316 CARLINHOS ALMEIDA 0 0,00%    
*0063 4554 DUARTE NOGUEIRA 0 0,00%    
*0064 4000 JONAS DONIZETTE 0 0,00%    
*0065 4344 ROBERTO DE LUCENA 0 0,00%    
*0066 4363 RICARDO IZAR 0 0,00%    
*0067 1023 OTONIEL LIMA 0 0,00%    
*0068 2577 ELI CORREA FILHO 0 0,00%    
*0069 4547 LUIZ FERNANDO MACHADO 0 0,00%    
*0070 2513 ALEXANDRE LEITE 0 0,00%    
71 1199 VADÃO 191 6,02%    
72 4321 ZICA 182 5,73%    
73 4551 VANDERLEI MACRIS 80 2,52%    
74 4326 HELIVANE BOTELHO DA SILVEIRA 32 1,01%    
75 1127 LAURINDO BARNARDES 29 0,91%    
76 2020 REGIS DE OLIVEIRA 21 0,66%    
77 2599 WALTER IHOSHI 12 0,38%    
78 1530 SERGIO KOBRA 11 0,35%    
79 4540 SILVIO TORRES 10 0,31%    
80 4530 ALBERTO MOURAO 9 0,28%    
81 4020 CAPITÃO AUGUSTO 9 0,28%    
82 4523 CARLOS ROBERTO 7 0,22%    
83 4007 MARCELINHO CARIOCA 7 0,22%    
84 1400 CLAURY 6 0,19%    
85 1401 ALEXANDRE COSTA 6 0,19%    
86 4411 WILSON FOCÁSSIO 5 0,16%    
87 1313 GENOINO 5 0,16%    
88 1319 TEREZINHA RONDELLI 5 0,16%    
89 5041 PEDRO ROBERTO 4 0,13%    
90 1302 PROFESSOR JAIR BALESTRA 4 0,13%    
91 1236 MANOEL ANTUNES 3 0,09%    
92 2588 DR ELEUSES PAIVA 3 0,09%    
93 4511 RAUL CHRISTIANO 3 0,09%    
94 6513 CÉLIO TURINO 3 0,09%    
95 4588 NELSON BUGALHO 3 0,09%    
96 1119 CAPITÃO GOMES 2 0,06%    
97 1333 PROF. CARLÃO RAMIRO 2 0,06%    
98 4556 RAFAEL ABUD 2 0,06%    
99 4099 MIGUEL SAMPAIO 2 0,06%    
100 4055 DRA. ELAINE 2 0,06%    
101 1202 KIM 2 0,06%    
102 4541 TIRSO MEIRELLES 2 0,06%    
103 4354 J FARIA 2 0,06%    
104 2530 LUCIANO ARTIOLI 2 0,06%    
105 1231 GILBERTO BENZI 2 0,06%    
106 1414 ROBSON TUMA 2 0,06%    
107 4340 ALE YOUSSEF 2 0,06%    
108 4580 ARNALDO MADEIRA 1 0,03%    
109 4455 PROFESSOR MUNHOZ 1 0,03%    
110 4563 GIVALDO VIEIRA 1 0,03%    
111 4312 DANIEL MARINS 1 0,03%    
112 4012 ELISEU GABRIEL 1 0,03%    
113 4391 MARCELO SOARES 1 0,03%    
114 4546 RICARDO MONTORO 1 0,03%    
115 1222 PEDRO BAPTISTINI 1 0,03%    
116 4301 GILBERTO ABREU 1 0,03%    
117 1522 SINIVAL 1 0,03%    
118 3638 PAES DE LIRA 1 0,03%    
119 1190 CAPITÃO CRIVELARI 1 0,03%    
120 2555 MANDIC 1 0,03%    
121 4333 JOVINO CÂNDIDO 1 0,03%    
122 1599 DR. SAMIR NASSBINE 1 0,03%    
123 1351 DRA. SONIA DARCH 1 0,03%    
124 4394 EDUARDO PALHARES 1 0,03%    
125 1152 MAURICIO “TCHÊ DA TORRE” 1 0,03%    
126 1330 PIVATTO 1 0,03%    
127 1239 PILOTO 1 0,03%    
128 2332 ARI FRIEDENBACH 1 0,03%    
129 4514 MANOEL MARCOS (MANÉ) 1 0,03%    
130 1500 PAULO LIMA 1 0,03%    
131 1350 LUIZ CARLOS GOMES 1 0,03%    
132 4566 FERNANDO FUAD CHUCRE 1 0,03%    
133 5019 TERESA COSTA 1 0,03%    
134 1218 MARTAN 1 0,03%    
135 1542 LEONEL NA HORA 1 0,03%    
136 2520 KIKO DO KLB 1 0,03%    
137 4518 JOÃO PAULO FERRARESSO 1 0,03%    
138 4336 EVANDRO GUSSI 1 0,03%    
             
ELEIÇÕES 2010 SANTA ALBERTINA – SP GOVERNADOR    
Seq. Núm. Candidato Votação %    
*0001 45 GERALDO ALCKMIN 1.880 58,40%    
2 13 ALOIZIO MERCADANTE 1.234 38,33%    
3 11 CELSO RUSSOMANNO 42 1,30%    
4 43 FABIO FELDMANN 40 1,24%    
5 40 SKAF 20 0,62%    
6 29 ANAI CAPRONI 3 0,09%    
7 16 MANCHA 0 0,00%    
8 21 IGOR GRABOIS 0 0,00%    
9 50 PAULO BUFALO 0 0,00%    
             
ELEIÇÕES 2010 SANTA ALBERTINA SP – DEP ESTADUAL    
Seq. Núm. Candidato Votação    
*0001 15300 ITAMAR BORGES 746 23,30%    
*0002 45400 ANALICE FERNANDES 639 19,96%    
*0003 45232 CARLÃO PIGNATARI 317 9,90%    
*0004 13199 ANTONIO MENTOR 157 4,90%    
*0005 45451 CAUÊ MACRIS 88 2,75%    
*0006 13121 ANA PERUGINI 81 2,53%    
*0007 13123 ZICO 67 2,09%    
*0008 45633 PAULO ALEXANDRE BARBOSA 64 2,00%    
*0009 25118 EDMIR CHEDID 29 0,91%    
*0010 14140 CAMPOS MACHADO 24 0,75%    
*0011 13622 JOÃO PAULO RILLO 23 0,72%    
*0012 43134 RITA PASSOS 14 0,44%    
*0013 45545 BARROS MUNHOZ 13 0,41%    
*0014 25558 GIL ARANTES 13 0,41%    
*0015 45700 FERNANDO CAPEZ 12 0,37%    
*0016 12181 MAJOR OLIMPIO 10 0,31%    
*0017 10321 SEBASTIÃO SANTOS 7 0,22%    
*0018 23456 GONDIM 4 0,12%    
*0019 45555 CELSO GIGLIO 3 0,09%    
*0020 12345 RAFAEL SILVA 3 0,09%    
*0021 43135 PADRE AFONSO 3 0,09%    
*0022 11111 CURIATI 2 0,06%    
*0023 23123 DAVI ZAIA 2 0,06%    
*0024 43363 REINALDO ALGUZ 2 0,06%    
*0025 13113 EDINHO SILVA 2 0,06%    
*0026 15000 BALEIA ROSSI 2 0,06%    
*0027 45145 BRUNO COVAS 2 0,06%    
*0028 45123 WELSON GASPARINI 1 0,03%    
*0029 45100 PEDRO TOBIAS 1 0,03%    
*0030 15622 JOOJI HATO 1 0,03%    
*0031 43001 GIRIBONI 1 0,03%    
*0032 45111 GERALDO VINHOLI 1 0,03%    
*0033 45200 CÉLIA LEÃO 1 0,03%    
*0034 50789 CARLOS GIANNAZI 1 0,03%    
*0035 23423 ALEX MANENTE 1 0,03%    
*0036 14235 CORONEL EDSON FERRARINI 0 0,00%    
*0037 43333 DR. ULYSSES 0 0,00%    
*0038 45160 ARY FOSSEN 0 0,00%    
*0039 25199 ESTEVAM GALVAO 0 0,00%    
*0040 13640 JOSÉ CANDIDO 0 0,00%    
*0041 45156 ROBERTO ENGLER 0 0,00%    
*0042 13156 RUI FALCÃO 0 0,00%    
*0043 25122 ALDO DEMARCHI 0 0,00%    
*0044 45477 ROBERTO MASSAFERA 0 0,00%    
*0045 65035 LECI BRANDÃO 0 0,00%    
*0046 13004 TELMA DE SOUZA 0 0,00%    
*0047 13131 MARCOS MARTINS 0 0,00%    
*0048 40023 BOLÇONE 0 0,00%    
*0049 13222 ADRIANO DIOGO 0 0,00%    
*0050 45114 MARIA LÚCIA AMARY 0 0,00%    
*0051 14160 ROQUE BARBIERE – ROQUINHO 0 0,00%    
*0052 13611 ISAC REIS 0 0,00%    
*0053 45125 MAURO BRAGATO 0 0,00%    
*0054 13290 HAMILTON PEREIRA 0 0,00%    
*0055 13147 GERALDO CRUZ 0 0,00%    
*0056 13632 ANA DO CARMO 0 0,00%    
*0057 25011 GILSON DE SOUZA 0 0,00%    
*0058 45157 CELINO 0 0,00%    
*0059 43033 CHICO SARDELLI 0 0,00%    
*0060 43007 FELICIANO 0 0,00%    
*0061 12133 JOSE BITTENCOURT 0 0,00%    
*0062 14222 HEROILMA SOARES TAVARES 0 0,00%    
*0063 23623 ROBERTO MORAIS 0 0,00%    
*0064 65123 PEDRO BIGARDI 0 0,00%    
*0065 20200 ADILSON ROSSI 0 0,00%    
*0066 13644 JOÃO ANTONIO 0 0,00%    
*0067 13114 ENIO TATTO 0 0,00%    
*0068 13130 MARCO AURÉLIO DE SOUZA 0 0,00%    
*0069 10123 GILMACI SANTOS 0 0,00%    
*0070 43433 REGINA GONÇALVES 0 0,00%    
*0071 25255 MILTON VIEIRA 0 0,00%    
*0072 45780 MARCOS ZERBINI 0 0,00%    
*0073 45245 SAMUEL MOREIRA 0 0,00%    
*0074 40123 ED THOMAS 0 0,00%    
*0075 45610 HELIO NISHIMOTO 0 0,00%    
*0076 13134 SIMÃO PEDRO 0 0,00%    
*0077 43477 PASTOR DILMO DOS SANTOS 0 0,00%    
*0078 13112 GERSON BITTENCOURT 0 0,00%    
*0079 13690 CARLOS GRANA 0 0,00%    
*0080 15113 CARUSO 0 0,00%    
*0081 13913 DONISETE BRAGA 0 0,00%    
*0082 45321 CARLOS BEZERRA JR. 0 0,00%    
*0083 12123 ROGERIO NOGUEIRA 0 0,00%    
*0084 22999 ANDRE DO PRADO 0 0,00%    
*0085 13310 LUIZ CLAUDIO MARCOLINO 0 0,00%    
*0086 20112 PR. CARLOS CEZAR 0 0,00%    
*0087 13800 LUIZ MOURA 0 0,00%    
*0088 45680 ORLANDO MORANDO 0 0,00%    
*0089 25005 ANDRE SOARES 0 0,00%    
*0090 20688 MARCOS NEVES 0 0,00%    
*0091 13570 ALENCAR 0 0,00%    
*0092 25250 MILTON LEITE FILHO 0 0,00%    
*0093 40789 VINICIUS CAMARINHA 0 0,00%    
*0094 20633 RODRIGO MORAES 0 0,00%    
95 40404 DR. JULIANO PRANDI 108 3,37%    
96 40999 DR. PAULO MARIANI 71 2,22%    
97 13456 BETH SAHAO 54 1,69%    
98 14747 WALDIR AGNELLO 53 1,66%    
99 45198 JOSE BORANGA 46 1,44%    
100 43222 BRAZ ALBERTINI 33 1,03%    
101 20220 RENATO PUPO 17 0,53%    
102 45300 CASSIO NAVARRO 14 0,44%    
103 43045 RICARDO CASTILHO 9 0,28%    
104 23333 VITOR SAPIENZA 8 0,25%    
105 65065 MAURIN DA SORVETERIA 7 0,22%    
106 45455 CONCCI MARCO 6 0,19%    
107 20007 CELSO NASCIMENTO 4 0,12%    
108 25125 FERNANDO LUCAS 4 0,12%    
109 13656 FERNANDO ESCODEIRO 4 0,12%    
110 12062 DR RENAN 3 0,09%    
111 25000 DARIO SAADI 3 0,09%    
112 20512 CANDIDO 3 0,09%    
113 45155 CLOVIS CHAVES 2 0,06%    
114 65670 TAVARES 2 0,06%    
115 45235 DILADOR BORGES 2 0,06%    
116 50193 LEO 2 0,06%    
117 12612 CONSTANCIA FELIX 2 0,06%    
118 11999 PAULERA 2 0,06%    
119 23001 JOSE CARLOS SOARES 2 0,06%    
120 15500 MARIA DO CARMO GUILHERME 2 0,06%    
121 11300 FARIA JR 2 0,06%    
122 43232 ROBERTO SOBRAL 2 0,06%    
123 45010 UBIRAJARA GUIMARÃES 2 0,06%    
124 13313 RENATO DO GEB 2 0,06%    
125 23540 PROFESSOR ZE MARIA 1 0,03%    
126 40040 MARIÂNGELA DUARTE 1 0,03%    
127 13300 EUVANILDE 1 0,03%    
128 11051 VALDIR PINHEIRO 1 0,03%    
129 11233 JOÃO ARAUJO 1 0,03%    
130 22222 ZE PEDRO 1 0,03%    
131 45222 ADOLFO QUINTAS 1 0,03%    
132 12000 AURELIO 1 0,03%    
133 13699 JOEL FONSECA 1 0,03%    
134 13650 GALLO 1 0,03%    
135 40440 VITOR SANTOS 1 0,03%    
136 11234 DR. IRINEU 1 0,03%    
137 65055 SARAH MUNHOZ 1 0,03%    
138 12310 CARLOS HERNANDES 1 0,03%    
139 45999 SONIA IERVOLINO 1 0,03%    
140 45456 JOÃO SANZOVO 1 0,03%    
141 15600 ANGELA RAMALHO 1 0,03%    
142 11888 RUSSOMANNO 1 0,03%    
143 20012 APOSTOLO EURIPEDES 1 0,03%    
144 13122 TONINHO DO PT 1 0,03%    
145 40245 EDINHO SANTANA 1 0,03%    
146 40013 DR. VLAMIR 1 0,03%    
147 11313 MARIA CLEMENTINA 1 0,03%    
148 23233 DR. TÚLIO 1 0,03%    
149 20600 SAID MOURAD 1 0,03%    
150 13133 ELI TEODORO 1 0,03%    
151 45615 KATIA SOLIS 1 0,03%    
152 14433 SIVALDO FAISCA 1 0,03%    
153 65400 PRISCILA VAUTIER 1 0,03%    
154 45040 LUCIO PAZ 1 0,03%    
155 43000 GENTIL 1 0,03%    
156 40402 FRANKLIN CANGUSSU 1 0,03%    
157 13000 ANDERSON SILVA 1 0,03%    
158 45450 THIAGO LOBO 1 0,03%    
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