CANÁRIO É EXPULSO DO PT PELO DIRETÓRIO CAMPINEIRO

No início da década passada, tambem por traição ao PT, já haviamos pedido e expulsão dele, que organizou o apoio ao Helio de Oliveira Santos contra a candidatura do PT. Foi o apoio que Tiãozinho e seus aliados deram a ele que impediu a expulsão. Ele não mudou, continua o mesmo, salvo por ter se tornado uma cobra mais criada, alimenttada pelas mesmas figuras…

por

1-jonas_canarioO Partido dos Trabalhadores de Campinas expulsou o atual Secretário de Trabalho e Renda do Governo Jonas, Jairson Canário, da legenda por 24 votos a 21, na noite desta terça-feira (19).

Ele foi o vereador mais votado do PT nas eleições 2012. A Comissão de Ética se reuniu para definir a situação de 13 integrantes do partido, após aceitarem cargos na gestão do prefeito Jonas Donizette (PSB).

O PT foi adversário político do PSB nas eleições do ano passado, quando Donizette disputou o segundo turno com o petista Marcio Pochman. Com o fim do pleito, o diretório votou e aprovou a diretriz de uma postura de oposição ao governo pessebista e proibiu seus integrantes de aceitarem cargos comissionados no governo.

Segundo o presidente do diretório municipal, Ari Vicente Fernandes, 24 membros desobedeceram a diretriz de oposição ao governo do pessebista e do ex-prefeito Pedro Serafim (PDT) e aceitaram cargos comissionados. Do total, 11 processos serão avaliados pela cúpula estadual da legenda. “Em novembro havíamos deliberado que faríamos oposição. Ele [Canário] aceitou o cargo do governo Jonas, desrespeitando a decisão do partido”, justifica Fernandes.

Ainda segundo o presidente da legenda, os processos dos outros 12 militantes, que vão ser analisados pelo diretório municipal, ficarão para o sábado (23) . Do total, 11 processos serão avaliados pela cúpula estadual da legenda.

Na hora da decisão, o ex-deputado estadual Sebastião Arcanjo ficou muito abatido.

Canário disse que a decisão de expulsá-lo foi um equívoco do diretório municipal. O secretário afirmou que vai recorrer ao PT estadual.

Com informações do G1 Campinas e Blog da Rose

PT CAMPINAS REAFIRMA DE FORMA UNÂNIME OPOSIÇÃO AO GOVERNO JONAS DONIZETTE E EXPULSA VEREADOR CANÁRIO

Em reunião do Diretório Municipal do PT Campinas ontem à noite, o prefeito Jonas Donizette sofreu forte derrota em suas tentativas de cooptar o PT Campinas para o apoio à sua administração.
Apesar de filiado ao PSB, é notório o caráter tucano da ação política e do governo municipal de Jonas Donizette.
Dividido quanto ao que fazer com os militantes que participam do governo, no entanto, as duas partes em que se dividiu o Diretório na noite de ontem neste tema reafirmaram a posição, igualmente unânime, adotada em novembro do ano passado: honrar os votos que a população de nossa cidade deu a Márcio Pochmann fazendo uma oposição programática, qualificada e cidadã a um governo com o qual temos grandes divergências.
Por 24 votos a 21, o Diretório decidiu expulsar do PT o companheiro Jairson Canário, vereador licenciado para assumir uma Secretaria do Administração Municipal. No próximo sábado, o Diretório continua a votar outros processos de mesma natureza.
A articulação política do Prefeito, coordenada pelo Secretário Vandão, promoveu no último sábado o empastelamento da primeira reunião do DM convocada para este fim. A violência física, as nomeações e exonerações no Diário Oficial e a pressão exercida pelos titulares de cargos em comissão no governo municipal não foram suficientes, no entanto, para que prevalecesse a coerência partidária e os interesses democráticos do povo de Campinas, que nos confiou nas urnas a tarefa vigilante da oposição.

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Neste domingo, o Brasil se chama São Paulo


Em São Paulo e em Campinas, o eleitor foi apresentado a dois candidatos do PT que deram rosto a algo que faz sentido nas suas vidas. Assim não fosse, essas candidaturas não se sustentariam. Uma prova da fragilidade das imagens descarnadas é o desastre espetacular chamado Russomano, um pedagógico exemplo de que rosto e espetáculo não constituem nem ameaçam o poder. É porque o que eles representam faz sentido e está presente nas vidas dos eleitores que as suas candidaturas não apenas cresceram, como floresceram e apontam para uma inesperada e bem vinda renovação do PT, e justamente no estado de São Paulo, o reduto da hoje crepuscular oposição.

Katarina Peixoto

Prestem atenção, nem que por misericórdia, nestas afirmações: Lula é o grande derrotado das eleições de 2012; o grande vencedor é Eduardo Campos, ele foi até assunto na The Economist; o PT acabou: o julgamento do mensalão pôs um fim à hegemonia que saqueou o estado brasileiro e mergulhou a sociedade num pesadelo de corrupção; você vai querer me dizer que o PT é inocente? Ora veja, para condenar alguém, numa acusação de quadrilha, não se precisa de prova direta e, vale dizer, boato e fofoca têm a mesma eficácia de prova direta. Quantos anos de cadeia para esses corruptos? 40, 15, muito pouco. Vejam, Dilma não pode ser confundida com Lula: o seu governo é medíocre e a sua possibilidade de acumular votos ou apoio não pode depender de um partido que está praticamente derrotado e será destruído, com o julgamento do mensalão. Agora, Aécio entrou de vez na campanha municipal deste ano; Aécio, não um poste qualquer, uma pessoa que nada tem a ver com o jogo, um neófito, esse Márcio Pochmann, por exemplo.

Nenhuma dessas coisas foi inventada por mim. Todas foram ditas, com mais ou menos literalidade, pelos colunistas políticos que se dedicam, segundo falam, a noticiar e comentar os principais “fatos” políticos. A relação semântica entre o que é dito acima e a realidade político-eleitoral que se encerra amanhã, no Brasil, é de pane total. Uma perspectiva ingênua, crente no sonho de Montesquieu da tripartição dos poderes do estado, poderia argumentar que a independência do judiciário em relação ao andar das coisas no executivo e no legislativo do país explicaria a aparente falta de relação entre esse julgamento e o atual processo eleitoral. Mas se tem uma coisa que ninguém que pretenda respeitar o esclarecimento pode reivindicar, a título de qualquer tentativa de defesa, a estas alturas, é a ingenuidade.

A inocência é o pior dos defeitos que se pode cultivar na luta pelo esclarecimento. Se tem algo de irredutível na experiência de dois mandatos e meio do PT na presidência da república é isso. A Política, como se sabe, habita e contamina o reino que se situa entre a inocência perdida e a delinquência negada. Não é requerido e é mesmo indevido que se espere que monopólios ou veículos de comunicação que emprestam carros a sessões de tortura digam a verdade ou tenham respeito pela realidade. Monopólio e tortura são propriedades da delinquência. Tampouco é requerido e menos ainda devido que se abrace a delinquência em nome de uma amadurecida não-inocência inventada em contraposição a uma igualmente inventada propriedade angelical que teria estado presente em algum momento do passado do PT ou da esquerda. Quer dizer, não é a Rede Globo e a Folha de São Paulo que devem ser exigidos e denunciados como delinquentes, enquanto se louva o obscurantismo inventado para combater uma inocência jamais havida. É com isso em mente que faz sentido dizer que é o governo federal, na terceira gestão de um projeto político, o grande vencedor com a sigla partidária do PT, nestas eleições.

E é em São Paulo e em Campinas que essa tese ganha força. É em duas candidaturas oriundas não do PT como partido político, mas das experiências Lula e Dilma, que se torna irredutível o tamanho da vitória que se avizinha. Demorou, mas o Brasil chegou em São Paulo e, neste domingo, as duas maiores cidades do estado de São Paulo e uma das maiores cidades do mundo se aproximam de uma eleição nacional. Amanhã, o nome do Brasil é São Paulo. E não é justo nem verdadeiro dizer que Lula é o grande vencedor destas duas irredutíveis vitórias políticas, a serem eleitoralmente confirmadas, neste domingo.

Fernando Haddad e Márcio Pochmann podem se tornar prefeitos não porque Lula os escolheu e os pôs lá, como fossem bonecos ou “postes”. Esses dois doutores, oriundos da universidade pública brasileira, são de uma geração política que se tornou dirigente nos governos petistas de Marta (caso de Pochmann) e de Lula.

Haddad se tornou conhecido porque foi um bom ministro da Educação. Pochmann, porque transformou o IPEA e porque, em momento algum, parou de pensar o tamanho dos problemas do país que acompanham ou interpelam os seus avanços. Haddad é o gestor responsável pela mudança na universidade brasileira e na relação desta com a cidadania. Será preciso décadas ainda para que o impacto das cotas, da ampliação dos campi e do número de vagas nas universidades públicas e do PROUNI seja analisado com o tamanho e a força civilizatória devidos. Por ora, o que há são dados preliminares e uma mudança de paisagem e de produtividade no ensino e pesquisa universitária brasileira, que poderiam estar melhor, com servidores e professores mais bem remunerados, mas que, de fato, saiu da treva em que o tucanato os tinha afundado.

Pochmann se tornou conhecido por sua atividade intelectual e como pesquisador, sobretudo a partir da presidência bem sucedida no IPEA. E isso, por si só, torna a sua candidatura extraordinária; é como se a República de Platão fosse, de uma maneira a um só tempo promissora e historicizada, instanciada numa candidatura que abraça o líder popular e a atual presidenta e defende como programa de governo “uma cidade do conhecimento”.

Sim, é preciso uma certa misericórdia para escutar ou ler ou assistir à turma que comunica e desinforma a respeito desses fatos. O que a candidatura de Haddad e a de Pochmann representam não é o PT, apenas, não é a esquerda, enquanto tal; eles representam uma experiência de governo: as suas campanhas são campanhas que se estruturam com programas referidos e reivindicados num governo, numa experiência governamental. Lula e Dilma são cabos eleitorais porque eles, os candidatos, trabalharam junto, num governo, isso mesmo, num governo.

Nada nesse processo é trivial e menos ainda comum. Nunca aconteceu algo assim, dessa dimensão, em tão longevo período de estabilidade democrática, dentro das regras do jogo, portanto.

Em São Paulo e em Campinas, o eleitor foi apresentado a dois candidatos do PT que deram rosto a algo que faz sentido nas suas vidas. Assim não fosse, essas candidaturas não se sustentariam. Uma prova da fragilidade das imagens descarnadas é o desastre espetacular chamado Russomano, um pedagógico exemplo de que rosto e espetáculo não constituem nem ameaçam o poder. É porque o que eles representam faz sentido e está presente nas vidas dos eleitores que as suas candidaturas não apenas cresceram, como floresceram e apontam, hoje, para uma inesperada e bem vinda renovação do PT, e justamente no estado de São Paulo, o reduto da hoje crepuscular oposição.

Lula e Dilma reúnem 10 mil militantes no Centro de Campinas para comício

Presidente da república afirmou que país precisa de políticos sem ‘vício’.
De Campinas, a comitiva petista seguiu evento de apoio a Haddad em SP.

Lana Torres Do G1 Campinas e Região

A presidente da República, Dilma Rousseff, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursaram para aproximadamente 10 mil pessoas na tarde deste sábado (20), em Campinas, durante comício no Centro da cidade. O evento foi o segundo compromisso eleitoral da presidente neste segundo turno e teve protesto entre o público e alfinetadas nos oponentes durante os discursos.

Durante a fala de 17 minutos, Dilma pediu voto para o economista iniciante nas urnas, Marcio Pochmann, e afirmou que o país precisa de líderes sem “vícios e tiques da política tradicional”. A presidente entrou no clima de festa do encontro, dançou, cantou e fez gesto de coração para os militantes.

Dilma Rousseff e Lula durante comício do PT em Campinas  (Foto: Lana Torres / G1)Presidente faz gesto de coração para militantes antes de discursar (Foto: Lana Torres / G1)

Campinas foi a única cidade brasileira de interior a receber a visita da presidente, que esteve em Salvador na sexta-feira, estará na capital paulista na tarde desta sábado e também em Manaus. Além de Dilma e Lula, estiveram presentes no comício os ministros Aloizio Mercadante, Alexandre Padilha, Tereza Campello e Isabella Teixeira, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, o senador Eduardo Suplicy, além de deputados federais e estaduais, e lideranças petistas da região.

Manifestante protesta pela defesa do meio-ambiente durante visita de Dilma a Campinas (Foto: Lana Torres / G1)Manifestante protesta pela defesa do meio-ambiente
durante comício (Foto: Lana Torres / G1)

O ex-presidente Lula, durante sua fala que antecedeu à da presidência, fez críticas aos tucanos e comparou a candidatura de Dilma à de Pochmann. “Todos diziam que a Dilma era um poste. ‘A Dilma não sabe governar, ela é um poste’. ‘O Marcio é um poste’. Eu quero dizer que, é de poste em poste, que o Brasil vai ficar iluminado”.

O Corpo de Bombeiros estimou o público de 10 mil pessoas, mas afirmou não ter atendido nenhuma  ocorrências de gravidade. Segundo a corporação que dava apoio ao evento, houve registros de pessoas com mal-estar por conta do calor e uma ocorrência de um idoso que subiu em uma árvore e prometeu só sair quando entregassem a Lula  uma carta escrita por ele.

O candidato petista enfrenta no segundo turno o deputado federal Jonas Donizette (PSB), que é da base aliada de Dilma no governo e tem o apoio do governo estadual. O pessebista recebe na tarde deste sábado a deputada Luiza Erundina para uma caminhada para pedir votos.

Nota final PSOL Campinas – triste! Ate o candidato a prefeito discordou do muro deles

Nota final do Psol municipal sobre segundo turno em Campinas

Frente às questões já indicadas anteriormente pelo PSOL sobre o segundo turno e dos resultados das conversas entre as direções do PT e do PSOL, o diretório municipal do Partido Socialismo e Liberdade debateu as propostas de voto crítico em Márcio Pochmann e de voto nulo. No final houve empate entre ambas propostas. Diante disso o diretório municipal deliberou pela liberação da militância do partido para que tome decisão entre estas duas propostas.

Diretório Municipal do PSOL Campinas 18 de outubro de 2012

Aos Eleitores do Psol

Eu, Arlei Medeiros, me dirijo aos eleitores do PSOL , primeiro para agradecer os votos de confiança nas eleições 2012. E aproveito para responder sobre o meu posicionamento quanto ao segundo turno.

Na nota oficial do PSOL Campinas, divulgada no dia 10 de outubro decidimos não manifestar apoio algum ao candidato Jonas Donizete por representar um projeto antagônico ao PSOL. Reafirmamos nossas diferenças com o PT, de Marcio Pochmann, mas consideramos que poderíamos dialogar com algumas propostas apresentadas pelo programa de Márcio, entre elas: a não instalação do pedágio urbano, aumentar significativamente o investimento na saúde (com a defesa do SUS 100% público e estatal, a municipalização do Hospital Ouro Verde e implementação da jornada de 30 horas, valorização do serviço público, com abertura de concursos em contraposição às terceirizações e privatizações; defesa da educação pública, com creche em período
integral para todos e cumprimento da Lei 11.738/2008 (referente à jornada dos profissionais da educação) e implantação dos preceitos do PL 597/2007, assim como promover as monitoras em educadoras; respeito ao direito de greve do funcionalismo, com compromisso de não repressão; enfrentar a situação do lixo e fazer auditoria da dívida e a redução dos cargos comissionados e de confiança.

Diante de um retorno da Campanha de Márcio Pochmann que assumiu o compromisso de executar e valorizar os pontos acima como meta de governo, eu Arlei Medeiros, declaro voto crítico ao Marcio Pochmann. Campinas não merece mais sofrer com o desmonte do serviço público, com a privatização e sucateamento.

Ressalto que conforme decisão de diretório nenhum militante do PSOL fará parte do próximo governo e não reivindica nenhum cargo na futura administração. Também reafirmamos que atuaremos na Câmara como oposição de esquerda, mantendo a defesa do programa que apresentamos à população durante as eleições e manteremos uma postura autônoma e independente em relação ao Executivo, a exemplo da atuação de nossa bancada parlamentar no Congresso Nacional e caso os compromissos acima não sejam aplicados estaremos nas ruas junto ao povo de Campinas cerrando fileiras por um cidade Justa e sustentável.

Arlei Medeiros.

Presidente PSOL- Campinas

Marina Silva sela apoio a Marcio Pochmann em Campinas

A ex-senadora Marina Silva, atualmente sem partido, gravou declaração de apoio ao candidato do PT à prefeitura de Campinas, Márcio Pochmann, e visitará a cidade na próxima semana para assinar uma carta de compromis­so.

Pochmann conversou com Marina, que topou gravar depoimento e participar da campanha, após ele se comprometer a tratar das questões ambientais e de sustentabilidade como prioridade. No depoimento que gravou na quarta- feira, em São Paulo, Marina decla­ra ter convicção de que Pochmann é o candidato que mais tem condi­ções de se comprometer com um novo modelo de desenvolvimento, em que as questões ambientais não sejam tratadas de maneira tópica. Terceira colocada nas elei­ções de 2010, com 19,6 milhões de votos, o apoio de Marina é estra­tégico. A aproximação entre ela e Pochmann foi feita pelo ex-deputa­do federal Luciano Zica (PT), um dos coordenadores da campanha em 2010.

Pesquisa mostra empate em Campinas

 

Jonas tem 42,8% das intenções

A nove dias do segundo turno, Jonas Donizette (PSB) e Marcio Pochmann (PT), candidatos a prefeito de Campinas, estão empatados tecnicamente na preferência do eleitorado. Segundo a pesquisa UP (Unidade de Pesquisas)/TodoDia, Jonas recebeu 42,8% das intenções de voto, enquanto Marcio teve 40,3%.

A diferença, de 2,5 pontos percentuais, está dentro da margem de erro, que é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi realizado entre anteontem e ontem e ouviu 804 eleitores,

Entre os eleitores entrevistados, 6,1% afirmaram que irão anular seu voto no dia 28 de outubro e outros 10,8% não sabem em quem vão votar. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número 01875/2012.

No primeiro turno, Jonas foi o primeiro colocado com 245.217 votos (47,6% dos votos válidos), enquanto Marcio conseguiu levar o pleito para o segundo turno ao obter 147.130 votos (28,5%).

Para o analista e diretor do instituto UP, Sidney Kuntz, a eleição em Campinas está totalmente aberta. Os candidatos estão em empate técnico dentro da margem de erro. Ainda não dá para se crava nada a dez dias do segundo turno , afirmou.

Segundo Kuntz, o resultado no dia 28 vai depender da performance dos candidatos nos debates que serão realizados até os últimos dias antes do pleito.

Os debates assumem papel de grande importância pois, diferente do primeiro turno, são dois candidatos cara a cara. Aquele candidato que apresentar as propostas mais convincentes e exequíveis, que demonstrar credibilidade, confiança e não titubear ao ser questionado pelo adversário, deve levar vantagem .

Para o analista, tanto o fato de Jonas estar alinhado ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) quanto ao fato de Marcio ter os apoios do ex-presidente Lula e da presidente Dilma, que devem estar em Campinas amanhã, trazem credibilidade às campanhas.

De acordo com Kuntz, o segundo turno é uma outra eleição. Acontece de tudo. Se espera que quem votou no Jonas continue com ele, mas ao mesmo tempo, aquele que votou no Marcio e achava que ele não tinha chances, começa a acreditar mais .

O especialista afirmou ainda que o mensalão não influencia no voto em uma eleição municipal. O eleitor imagina e está muito mais interessado no que é bom para ele no município .

PROJEÇÃO

A pesquisa UP/TodoDia divulgada na véspera do primeiro turno já sinalizava uma possível disputa em segundo turno entre Jonas e Marcio. No levantamento realizado entre os dias 1º e 3 de outubro, o candidato do PSB apareceu com 41,2% das intenções de voto, enquanto o petista foi indicado por 20,2% dos eleitores ouvidos.

O candidato do PT foi o que apresentou maior evolução ao longo da campanha eleitoral em Campinas. Na primeira pesquisa realizada em agosto, Marcio aparecia em terceiro lugar, com 4,4% das intenções de voto, atrás do prefeito Pedro Serafim (PDT), que registrou 13,6% das intenções.

PMDB anuncia apoio a Márcio Pochmann em Campinas

PSOL também sinalizou que pode apoiar a candidatura petista

Da Redação

O PMDB anunciou na manhã desta terça-feira, 16, o apoio ao candidato petista à Prefeitura de Campinas, Márcio Pochmann.

(Foto: marciopochmann13/Flickr)

O anúncio foi feito no comitê de campanha de Pochmann e teve a presença de Dario Saadi, presidente do PMDB em Campinas e ex-vice da chapa de Pedro Serafim (PDT), atual prefeito da cidade, no primeiro turno.

Durante a reunião, uma carta de apoio foi lida pela vice de Pochmann, Adriana Flosi (PSD). Houve pronunciamento do presidente do diretório estadual do PT, deputado Edinho Silva, e lideranças locais do PMDB. Saadi afirmou que o apoio ao candidato petista é reflexo da política nacional de alianças do seu partido.

Além do PMDB, Pochmann já conta com o apoio do PP. O PSOL também já sinalizou apoio ao petista, já que considera a eleição de Jonas Donizette (PSD) pior para Campinas.

Por outro lado, Donizette já conseguiu o apoio do PV, PTB e PSL no segundo turno.

Com informações do Portal G1.

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