TAPIRAMUTÁ – BA: PT terá candidato próprio


 

As articulações do Partido dos Trabalhadores (PT) continuam por todo o interior da Bahia. Com a intenção de chegar a 100 prefeituras nesta eleição de 2012, o partido terá candidato próprio também no município de Tapiramutá, na região da Chapada Diamantina. O escolhido para concorrer ao cargo do executivo municipal é o doutor Jair de Souza, que será anunciando oficialmente nos próximos dias, mas já articula alianças na região. Ele esteve com o deputado estadual Marcelino Galo (PT) junto com a vereadora petista dra. Jadilva Fontes de Souza e do presidente do diretório do PT, Domingos Santos para tratar de demandas do município referentes ao longo período de estiagem.

 

O grupo petista levou os pleitos ao vice-governador e secretário de Infraestrutura, Otto Alencar, na quarta-feira (28). Otto, por sua vez, recebeu as demandas e se surpreendeu com a candidatura de dr. Jair. “Conheço bem a região e sei das dificuldades que a população enfrenta ao longo desses anos. E fiquei surpreso de saber que Jair será o candidato do PT em Tapiramutá”, brinca Alencar.

 

Demandas apresentadas

O longo período de estiagem em regiões da Bahia tem causado estragos em Tapiramutá. Em reunião na Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) e na Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), as lideranças políticas da região junto com o deputado Marcelino Galo explicaram a situação dos agricultores familiares e apontaram ações que ajudariam a amenizar os efeitos da seca, principalmente na zona rural. Melhoria em estradas vicinais para acesso à zona rural, construção de pequenas barragens, ligações dos programas Luz para Todos e Água para Todos, além de implantação de cisternas e poços artesianos formaram o conjunto de demandas encaminhadas pelas lideranças locais aos órgãos do governo estadual.

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O significado da queda de Kadafi

Escrito por Nivaldo Cordeiro | 26 Agosto 2011
Internacional – Europa

A social-democracia agoniza em desespero pelas ruas das grandes cidades da Europa. Podemos aqui até parafrasear a célebre frase de Lênin: o estágio superior da social-democracia é o imperialismo. É essa a lição mais completa que podemos retirar desse fato histórico.

É o fim para o regime de Muammar Kadafi na Líbia. É preciso meditar sobre esse acontecimento. Kadafi fez o bem à Líbia, apesar de seu comportamento grotesco, seu mau gosto consumista e dos seus arroubos de terrorista. Deu ao seu país quarenta e dois anos de paz em uma região em que a paz é um bem raro. E também prosperidade. A Líbia, sob seu comando, era uma das economias melhor administradas da África. Sua presença pacificadora garantiu a prosperidade fornecida pelo farto petróleo.

Quem derrubou Kadafi? Certamente não foram os rebeldes, minoritários de tribos minoritárias, eles que, inicialmente, eram mal armados e mal treinados. Kadafi foi derrubado pela vontade da França, que obteve o nihil obstat de Barack Obama e o apoio da OTAN. A França fez uma guerra de conquista. No começo, as forças da OTAN limitaram-se a neutralizar a Força Aérea Líbia, que lhe dava absoluta vantagem sobre os rebeldes, e a sua marinha de guerra. Há notícias de que tropas de elite da OTAN também entraram em ação. Em suma, estamos diante de um golpe de Estado perpetrado por potências estrangeiras, usando como gendarme o arremedo de revolucionários maltrapilhos. O primeiro navio com o petróleo da área conquista teve como destino a França, fato que simboliza o real motivo da guerra: pilhar o petróleo líbio.

Estamos diante de um ato novo de imperialismo, o renascer dos velhos tempos, anteriores à Segunda Guerra Mundial, em que as potências européias invadiam países militarmente mais fracos para tomar à força suas riquezas. É isso que estamos vendo acontecer com a Líbia. E por que a Líbia? Porque ela combina três fatores: riqueza abundante, fraqueza militar e um governante antipático ao Ocidente. Foi o mesmo que tirar pirulito de criança. Claro, a Líbia sempre esteve na esfera de influência francesa, que viu sua hegemonia minguada com o voluntarismo de Kadafi, de se aproximar da China e dar uma banana aos seus antigos “amigos” espoliadores.

Gerou-se um paradigma, que poderá ser repetido no futuro. Essa guerra foi completamente diferente da guerra no Iraque e no Afeganistão. Há motivos militares relevantes para que estas últimas tenham ocorrido. Na Líbia, pelo contrário, foi uma guerra de conquista, mais especificamente, um ato de pirataria puro e simples. A França garantiu para si fonte abundante e barata (preços politicamente administrados) de petróleo, nos termos que ela tinha com o Iraque de Saddam Hussein. Penso que a motivação francesa está calçada na forte crise econômica que atravessa a Europa. O preço do petróleo tem subido muito e o inverno se aproxima. Resolvido um gargalo econômico com o uso puro e simples da força bruta.

E se a crise se agravar na Europa, algo que me parece o cenário mais provável? A experiência na Líbia, fácil e rendosa, pode ser tentada novamente em outra parte. Claro, uma presa tão fácil não há mais, mas os benefícios podem valer os riscos. A social-democracia agoniza em desespero pelas ruas das grandes cidades da Europa. Podemos aqui até parafrasear a célebre frase de Lênin: o estágio superior da social-democracia é o imperialismo. É essa a lição mais completa que podemos retirar desse fato histórico.

Quanto mais a crise econômica se agravar, mais haverá a tentação da ação direta contra países com matérias primas fartas e baratas e fraqueza militar. Melhor ainda se tiver internamente um movimento de rebelião organizado, a ser usado como aríete.

A queda de Kadafi só comprova que os velhos demônios do imperialismo, de triste memória, estão novamente à solta. Um mau sinal. Tempos de grandes perigos.

Encontro Estadual de Mulheres do PT será no dia 31 de março

Podem participar todas as mulheres filiadas do PT com mais de um ano de filiação e que estejam em dia com a contribuição partidária do ano de 2011.

A Secretaria de Mulheres do PT de São Paulo realiza, no próximo sábado (31) o seu Encontro Estadual. A atividade será das 9 às 18 horas, na UNINOVE Vergueiro.

Podem participar todas as mulheres filiadas do PT com mais de um ano de filiação e que estejam em dia com a contribuição partidária do ano de 2011. É necessário um documento com foto.

Haverá espaço para as crianças. O credenciamento será até as 12 horas do sábado.

Se o seu município ou sua macrorregião, que ficam distantes a mais de 100 km da capital, estão mobilizados para o encontro e você precisar de ajuda para o transporte do conjunto das filiadas, ligue para o PT Estadual e fale com uma integrante da comissão Organizadora do Encontro (Vera Machado, Sandra Mariano ou a companheira que estiver de plantão).

Objetivos do Encontro:

– Realizar o debate a cerca as bandeiras da luta das mulheres na perspectiva feminista e apontar as prioridades de ação da Secretaria Municipal e Estadual de Mulheres do PT para o próximo período;
– Fortalecer a organização das mulheres filiadas ao partido dos trabalhadores;
– Contribuir com a intervenção partidária das mulheres;
– Contribuir com a formulação de políticas públicas para que o modelo petista de governar tenha como marca as políticas de construção da igualdade entre mulheres e homens;
– Contribuir com a construção de uma agenda política que articule e oriente a ação das filiadas do PT, das gestoras públicas e das parlamentares;
– Indicar as diretrizes gerais para os PG de 2012 e;
– Eleger as delegadas ao encontro nacional de mulheres do PT

Serviço

Dia: 31 de março, sábado
Horário: 9 às 18 horas
Local: UNINOVE, Rua Vergueiro, 235/239 – São Paulo

Mais informações na secretaria Estadual de Mulheres do PT pelo telefone (11) 2103 1313

Por Portal Linha Direta

Leia também:

Instalação da CPI do Hospital Sorocabana é prioridade para o PT

 
Embora a instalação da CPI do Hospital Sorocabana enfrente a falta de apoio
suficiente dos vereadores, o PT persistirá na tentativa de instalação da
Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara Municipal de São Paulo. Dentre
as questões que necessitam ser retratadas está o esclarecimento da
destinação dos recursos públicos e privados aportados no hospital, que se
encontra fechado há um ano e cinco meses após crise financeira e as
inúmeras denúncias .
 
“A Bancada do PT não assinará outra CPI que não a do Hospital Sorocabana,
pois existem vários fatores que mostram a necessidade da sua instalação”,
afirma o vereador Chico Macena, líder da Bancada do PT na Câmara. Dos 55
vereadores apenas 18 votaram a favor, para instalação é necessário o apoio
de 28 parlamentares.
 
“Um dos eixos que também deverá compor a CPI trata da situação do passivo
trabalhista do Sorocabana e dos ferroviários aposentados, que construíram a
unidade por meio de descontos na folha de pagamento e trabalho voluntário
durante décadas e hoje não têm garantia desses direitos”, afirma Carlos
Neder.
 
Breve histórico
No final do ano passado, o imóvel foi retomado pelo governo estadual, que
havia cedido o terreno à categoria ferroviária na década de 1950. Em
janeiro último, a administração Alckmin transferiu o hospital à prefeitura
e o prefeito Gilberto Kassab afirmou que a unidade voltará a funcionar ao
longo do ano sob administração de uma Organização Social. Essa opção de
modelo de gestão é contestada pelo movimento popular de saúde e pelo PT.
 
Mais informações:
Diane Costa (011) 7563-2518
Assessoria de Comunicação da Liderança da Bancada do PT
 
Alberto Ramos
Assessoria de Imprensa do Vereador Carlos Neder
 (011) 3396-4444 e 9423-4489
 
Ver. Chico Macena
Líder da Bancada do PT/SP
Câmara Municipal de São Paulo

Noroeste Paulista – Votuporanga. NOTA DE FALECIMENTO

NOTA DE FALECIMENTO

 

Faleceu a companheira Rosalia Pereira da executiva do PT – Partido dos trabalhadores de Votuporanga.

O corpo foi velado no velório municipal, seu sepultamento se deu ás 17:00 horas desta quarta-feira 28/03/2012.

José Roberto Garcia- Beto

Ssecretário Geral do DM

Partido dos Trabalhadores – PT

Votuporanga – SP

Contato:(17) 9132-5060

Convite de Inauguração do 1º Centro de Referência de Juventude da Prefeitura de Guarulhos

França: a surpreendente maré vermelha

Na disputa presidencial, Jean-Luc Mélenchon, candidato da Frente de Esquerda, faz mega-comício e assume o terceiro posto nas pesquisas

Por Marilza de Melo Foucher
Publicado por Outras Palavras
Ao entrar na reta final, a menos de um mês do primeiro turno (em 22 de abril), a disputa pela presidência da França foi marcada por uma novidade importante. A Frente de Esquerda, que reúne um amplo arco de organizações progressistas, realizou, em 18 de março, o maior dos comícios da campanha, até o momento. Reuniu entre 70 mil e 120 mil na emblemática Praça da Bastilha. O ato marcou o ascenso de seu candidato, Jean-Luc Mélenchon, que já aparece, em algumas das sondagens (veja o ótimo site comparativo do Le Monde), como o terceiro colocado, com 13% das intenções de voto. A subida é ainda mais saborosa por coincidir com a queda de Marine Le Pen, a candidata da extrema-direita.
O grande comício conseguiu mobilizar muito mais que os militantes da Frente de Esquerda. Muitos dos presentes diziam terem comparecido ao local simbólico da revolução francesa porque esperam que Mélenchon crie uma dinâmica capaz de levar o candidato do Partido Socialista (PS), François Hollande, mais para a esquerda. De todo modo, sabem que Mélenchon – a grande revelação deste pleito, apesar do desprezo da mídia e analistas políticos – apoiará o socialista no segundo turno.
Há uma probabilidade que o candidato da Frente de Esquerda cresça, em função dos futuros debates, que agora apresentarão os candidatos em condições igualitárias. Mélenchon, que subiu com um discurso direto e combativo, certamente saberá aproveitar-se da fresta de sol que se abriu no final da tarde do domingo chuvoso de Paris — quando defendeu a revolução da cidadania, associando-a a uma nova tomada da Bastilha.
Além de reunir, no comício de lançamento, quatro vezes mais público que o candidato do PS, o representante da Frente de Esquerda conseguiu rara unanimidade midiática. Agora, todos os jornais reconheceram o sucesso do ato em prol de uma 6°. Republica. Seu discurso foi curto – 20 minutos – mas suficiente para inflamar a multidão. Bom tribuno, Jean-Luc Mélechon fez uma fala histórica, relembrando a constituinte de 1789, a insurreição de 1793, a comuna de Paris (18 de março 1871). Pela primeira vez, na França, um candidato usa um espaço publico para organizar um encontro eleitoral.
Jean-Luc Mélenchon é um antigo trotskista da ala “lambertista”. Mais tarde, tornou-se seguidor do ex-presidente (pelo PS) François Mitterrand. É excelente orador, brilhante polemista, o único candidato a molestar os jornalistas parisienses – principalmente os ligados a Sarkozy. É capaz de desconstruir os argumentos do adversário em poucos minutos e de sair das armadilhas preparadas por certos homens da mídia. Tem uma bagagem intelectual superior à de seus adversários. O jeito brigão e irônico não tira o brilho de suas intervenções. Os franceses adoram um bom debate de ideias e gostam de contraditórios. Há um saudosismo ligado à imagem deixada por Miterrand e pelo velho comunista Georges Marchais. Mesmo os opositores de direita reconhecem e relembram sempre os dois grandes animais políticos.
O candidato do Front de Gauche é também um grande articulador. Conseguiu reunir velhos inimigos — comunistas e trotskistas – numa mesma coalizão política para enfrentar Nicolas Sarkozy. Além disso, trouxe para o Front alguns companheiros do PS. Vale aqui um destaque: O Partido Comunista Francês (PCF) encontrava-se extremamente fragilizado politicamente. Na ultima eleição presidencial, sua candidata, Marie George Buffet, não conseguiu chegar a 2% dos votos. Nas eleições legislativas, o partido foi incapaz de formar um grupo político no parlamento, por não ter alcançado 5% dos votos, necessários para ultrapassar a “cláusula de barreira”. Perdeu parte de seus principais quadros políticos – que articularam um movimento reformador em 1989, deixaram a agremiação e criaram, em 2010 a FASE – Federação por uma Alternativa Social e Ecológica. Além disso, endividou-se. O fato de integrarem-se agora à Frente de Esquerda, pode significar, para os comunistas, uma ressurreição política.
A questão que se coloca é: quem serão os novos eleitores de Jean-Luc Mélenchon? De quem ele vai tirar votos? Dos eleitores mais à esquerda do PS? Dos dois partidos trotskistas que não conseguem mais motivar seus eleitores? De operários, de ex-militantes do PC que passaram a votar em Marine Le Pen? Dos anarquistas que sempre boicotaram as urnas? Muitos estavam presentes na passeata da Bastilha.
Nos últimos vinte anos, existe uma tendência de aumento da abstenção nas eleições francesas, provavelmente ligada a uma crise da representação política. Em geral, os eleitores da esquerda são os que mais boicotam as urnas. Quem se favorece desta abstenção é normalmente a direita. Este ano, um dado merece atenção: o número de eleitores inscritos para votar caiu 6%! Muitos usam a abstenção como forma de protesto.
No entanto, os eleitores de esquerda não esquecem o “trauma do dia 21 de abril”, que, em 2002, levou o candidato socialista a ser eliminado pela extrema direita no primeiro turno. Este fato, despertou certa mobilização dos eleitores de esquerda, e o medo de uma repetição do mesmo cenário está sempre presente, o que leva muitos a pregarem o voto útil.
Para a esquerda francesa, a situação é mais complexa. Ela sempre foi diversa, rica no enfrentamento das ideias. Entretanto, raramente consegue traçar uma estratégia de governo que respeite sua própria pluralidade. Por exemplo, o EELV-Europe, Ecologie, Les Verts, construiu com o PS um “contrato de mandatos” programático para 2012. Todavia, o acordo terminou gerando polêmicas e os verdes acabaram entrando na lógica perversa de distribuição de cadeiras no parlamento, tendo em vista que o PS é majoritário em todo território nacional. Ou seja, a briga pelo poder terminou sendo mais forte que as proposições alternativas que definem um novo projeto de desenvolvimento e sociedade.
A França tem um sistema eleitoral um tanto ambíguo. Mesmo não sendo bipartidário, dada a existência de vários partidos, somente as duas grandes formações políticas monopolizam o debate eleitoral e se alternam no poder. Na esquerda, o PS; na direita o Partido de União por um Movimento Popular- UMP.
A correlação de forças necessária para fortalecer a democracia e a cidadania política é refém de um sistema eleitoral que termina rejeitando o pluralismo político. PS e UMP já vêm dominando o debate político desde outubro, data em que foram decididas as primárias do PS pelo voto direto aberto (com eleição de François Hollande). Já no partido de direita, o candidato legitimado sem votação interna foi Nicolas Sarkozy.
Entretanto, a campanha eleitoral só agora (19 de março) foi oficializada pelo Conselho Constitucional, que aprovou a lista dos candidatos à eleição presidencial. Serão ao todo dez candidatos. Durante os trinta dias anteriores ao primeiro turno, todos deverão ter, por lei, o mesmo tratamento. O espaço midiático até então controlado pelos dois grandes partidos (PS e UMP) deverá ser equilibrado com os pequenos. Os programas políticos e de generalidades, nas rádios e TVs, são obrigados a contar o tempo de intervenção de cada concorrente. O Conselho Superior Audiovisual é que define as regras para garantir a pluralidade da expressão política, definindo o tempo das intervenções, as análises e reportagens políticas. A imprensa escrita não está submetida a este tipo de regulamentação. Os candidatos são livres para criar acessos à comunicação virtual. Todavia, na véspera das eleições todos os sites montados por eles são fechados.
Apesar destes dispositivos, a bipolaridade é uma realidade. A própria imprensa contribui com esta anomalia democrática: o debate sempre gira em torno dos dois principais candidatos. O discurso sugere que apenas eles têm vocação para governar, o que lhes assegura a maior parte dos votos. O apoio aos candidatos de extrema esquerda é, por exemplo, taxado de mero voto de protesto
Estranha concepção da democracia representativa, tendo em vista que os partidos políticos são, no sistema atual, os vetores da democracia. É neles, hoje, que se elaboram as proposições concretas que devem constituir os programas alternativos de governos. São, igualmente, os meios pelos quais os indivíduos podem pesar sobre os serviços públicos, sobre os rumos da vida política de um país. Neste sentido a defesa do pluralismo é a essência do revigoramento da democracia.
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