Conexão Brasília – “São Lula” e a eleição em Curitiba


Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Lula, ex-presidente

Reza a lenda que, após assumir o Palácio do Planalto em 2003, Lula foi questionado sobre o que estaria fazendo da vida se não fosse presidente. “Campanha, é claro!”, teria respondido. Folclore ou não, o episódio é uma mostra perfeita da gana eleitoral do petista.

Em pleno tratamento para se curar de um câncer na garganta, ainda não se sabe se ele vai ter condições de participar ativamente das eleições municipais deste ano. Apesar disso, muita gente espera pela forcinha de “São Lula”, que ajudou a dizimar a oposição pelo Brasil afora em 2010. Ainda mais porque a presidente Dilma Rousseff dá toda pinta de que não vai se meter em confusões regionais.

Na semana passada surgiram as primeiras movimentações de partidos aliados ao governo para tratar da atuação do ex-presidente. Há o temor de que, por causa da doença, o apoio de Lula seja ainda mais poderoso do que em pleitos anteriores. Faz sentido.

O balaio de gatos que sustenta a gestão Dilma em Brasília não se reproduz com facilidade. PT e PMDB, por exemplo, vão se digladiar em várias cidades importantes, como São Paulo e Salvador. Em 2008, Lula ficou em cima do muro nos municípios em que a base rachou, mas agora não está forçado à neutralidade.

E em Curitiba, como é que fica? Por enquanto, tudo indica que a cidade terá três candidaturas alinhadas ao governo federal: Gustavo Fruet (PDT), Rafael Greca (PMDB) e Ratinho Júnior (PSC). Só Fruet, porém, deve receber o apoio formal do PT.

Há um complicador na campanha do pedetista, que era tucano até o ano passado. A princípio, não dá para colar a imagem dele à de Lula após oito anos de oposição na Câmara dos Deputados e uma passagem marcante nas investigações do mensalão, em 2005. Ou será que dá?

Lula é uma marca que transcende o PT. É um erro achar que ele ainda manda no Planalto, mas que a palavra dele tem força ninguém duvida. Basta ver as recentes agendas de Dilma em São Paulo para consultá-los sobre a reforma ministerial.

Aos fatos. Até 2010, fora a barba, ele não tinha nada a ver com o senador Osmar Dias (PDT). Foi começar o horário eleitoral para que os dois parecessem compadres há décadas.

Osmar perdeu para Beto Richa (PSDB) no primeiro turno, é verdade, mas esteve perto da virada graças às intervenções do ex-presidente. Não pode cair na conta dele a atrapalhada parceria entre Osmar e Roberto Requião (PMDB) ou o bloqueio à divulgação das últimas pesquisas eleitorais.

Vale ressaltar que a força de Lula não vem apenas dos palanques. Ainda parte dele a estratégia nacional dos petistas. Foi o ex-presidente, por exemplo, quem viabilizou a candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad, a prefeito de São Paulo, tirando do caminho Marta Suplicy.

Também partiu de Lula a ordem para que o partido mantenha o pragmatismo e busque alianças onde não conseguir candidatos próprios com viabilidade. Enquanto o PSDB faz de tudo para manter suas oligarquias estaduais, o vale tudo petista é nacional.

Não seria de se estranhar, voltando ao caso curitibano, que ele próprio tenha idealizado (ou pelo menos avalizado) a parceria com Fruet. Se Lula vai entrar de cabeça na campanha – e se isso vai dar certo – é outra história. O fato é que na política quase todo mundo acredita em milagre.

Inclusive no da conciliação.

Publicado originalmente no Conexão Brasília

Cartilha do PT faz balanço das eleições 2010. Os números e avalições do PT em todo Brasil.

5 governadores, 88 deputados federais, 149 deputados estaduais e 14 senadores foram eleitos pelo PT em 2010.

Escrito em 22 de novembro de 2010, às 16:48

Esses números mostram a consolidação da força de um partido que, nascido a partir daqueles que eram até então esquecidos pelo poder público, hoje tem a plena capacidade de ajudar os mais pobres como nenhum outro, tal como vem fazendo nos últimos oito anos.

Para mostrar mais sobre os resultados concretos dessa atuação, a cartilha “O Brasil vai seguir mudando com Dilma” traz um balanço completo do desempenho do Partido dos Trabalhadores em todo o país nestas eleições. São 65 páginas repletas de imagens e gráficos que mostram por que nosso esforço sempre vale a pena diante do reconhecimento do povo brasileiro.

Vale a pena consultar a cartilha. Clique aqui para fazer o download. CADERNOeleicoes_2T_2010-11-19 

Fonte: www.pauloteixeira13.com.br

Eleições 2010 Governador – Resultado Final em cada Estado e Região, 1º e 2º Turnos

REGIÃO NORTE
ELEIÇÕES 2010 ACRE – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito 170.202 50,51%    
  165.705 49,18%    
           
ELEIÇÕES 2010 AMAPÁ – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 95.328 28,68%
170.277
53,77%
  93.695 28,19%    
2º Turno 96.165 28,93%
146.383
46,23%
           
ELEIÇÕES 2010 AMAZONAS – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito 943.955 63,87%    
  382.935 25,91%    
  138.281 9,36%    
           
ELEIÇÕES 2010 PARÁ – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 1.720.631 48,92%
1.860.799
55,74%
  380.331 10,81%    
2º Turno 1.267.981 36,05%
1.477.609
44,26%
           
ELEIÇÕES 2010 RONDONIA – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 291.765 43,99%
422.707
58,68%
  120.462 18,16%    
2º Turno 246.350 37,14%
297.674
41,32%
           
ELEIÇÕES 2010 RORAIMA – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 99.124 45,03%
107.466
50,41%
  14.063 6,39%    
2º Turno 104.804 47,62%
105.707
49,59%
           
ELEIÇÕES 2010 TOCANTINS – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Siqueira Campos (PSDB) 349.592 50,52%    
  Carlos Gaguim (PMDB) 342.429 49,48%    
           
REGIÃO NORDESTE
ELEIÇÕES 2010 ALAGOAS – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 534.962 39,58%
712.789
52,74%
  389.337 28,81%    
2º Turno 394.155 29,16%
638.762
47,26%
           
ELEIÇÕES 2010 BAHIA – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Wagner (PT) 4.101.270 63,83%    
  Paulo Souto (DEM) 1.033.600 16,09%    
  Geddel Vieira Lima (PMDB) 1.000.038 15,56%    
  Bassuma (PV) 253.523 3,95%    
           
ELEIÇÕES 2010 CEARÁ – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Cid Gomes (PSB) 2.436.940 61,27%    
  Marcos Cals (PSDB) 775.852 19,51%    
  Lucio Alcantara (PR) 654.035 16,44%    
           
ELEIÇÕES 2010 MARANHÃO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleita Roseana (PMDB) 1.459.792 50,08%    
  Flávio Dino (PC do B) 859.402 29,49%    
  Jackson Lago (PDT) 569.412 19,54%    
           
ELEIÇÕES 2010 PARAIBA – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 942.121 49,74%
1.079.164
53,70%
  12.471 0,66%    
2º Turno 933.754 49,30%
930.331
46,30%
           
ELEIÇÕES 2010 PERNAMBUCO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Eduardo Campos (PSB) 3.450.874 82,84%    
  Jarbas (PMDB) 585.724 14,06%    
           
ELEIÇÕES 2010 PIAUÍ – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 725.563 46,37%
921.313
58,93%
  337.028 21,54%    
2º Turno 470.660 30,08%
642.165
41,07%
           
ELEIÇÕES 2010 RIO GRANDE DO NORTE – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleita Rosalba Ciarlini (DEM) 813.813 52,46%    
  Ibere (PSB) 562.256 36,25%    
  Carlos Eduardo (PDT) 160.828 10,37%    
           
ELEIÇÕES 2010 SERGIPE – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Deda (PT) 537.223 52,08%    
  João Alves (DEM) 466.219 45,19%    
           
REGIÃO CENTRO OESTE
ELEIÇÕES 2010 DISTRITO FEDERAL – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 676.394 48,41%
875.612
66,10%
  199.095 14,25%    
2º Turno 440.128 31,50%
449.110
33,90%
           
ELEIÇÕES 2010 GOIAS – GOVERNADOR
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleito 1.400.227 46,33%
1.551.132
52,99%
  502.462 16,62%    
2º Turno 1.099.552 36,38%
1.376.188
47,01%
           
ELEIÇÕES 2010 MATO GROSSO – GOVERNADOR    
  Nome (partido) votos %    
Eleito Silval Barbosa (PMDB) 759.805 51,21%    
  Mauro Mendes (PSB) 472.475 31,85%    
  Wilson Santos (PSDB) 245.527 16,55%    
           
ELEIÇÕES 2010 M GROSSO DO SUL 1º TURNO – GOVERNADOR    
  Nome (partido) votos %    
Reeleito Andre Puccinelli (PMDB) 704.407 56%    
  Zeca do Pt (PT) 534.601 42,50%    
           
REGIÃO SUDESTE
ELEIÇÕES 2010 ESPIRITO SANTO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Renato Casagrande (PSB) 1.502.070 82,30%    
  Luiz Paulo (PSDB) 282.910 15,50%    
           
ELEIÇÕES 2010 MINAS GERAIS – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Antonio Anastasia (PSDB) 6.275.520 62,72%    
  Helio Costa (PMDB) 3.419.622 34,18%    
  Zé Fernando Aparecido (PV) 234.125 2,34%    
 
 
       
ELEIÇÕES 2010 RIO DE JANEIRO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Reeleito Sergio Cabral (PMDB) 5.217.972 66,08%    
  Gabeira (PV) 1.632.671 20,68%    
  Fernando Peregrino (PR) 853.220 10,81%    
           
ELEIÇÕES 2010 SÃO PAULO – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Geraldo Alckmin (PSDB) 11.519.314 50,63%    
  Aloizio Mercadante (PT) 8.016.866 35,23%    
  Celso Russomanno (PP) 1.233.897 5,42%    
  Skaf (PSB) 1.038.430 4,56%    
  Fabio Feldmann (PV) 940.379 4,13%    
           
REGIÃO SUL
ELEIÇÕES 2010 PARANÁ – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Beto Richa (PSDB) 3.039.774 52,44%    
  Osmar Dias (PDT) 2.645.341 45,63%    
           
ELEIÇÕES 2010 RIO GRANDE DO SUL – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Tarso Genro (PT) 3.416.460 54,35%    
  Fogaça (PMDB) 1.554.836 24,74%    
  Yeda Crusius (PSDB) 1.156.386 18,40%    
           
ELEIÇÕES 2010 SANTA CATARINA – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito Raimundo Colombo (DEM) 1.815.304 52,72%    
  Angela Amin (PP) 857.698 24,91%    
  Ideli Salvatti (PT) 754.223 21,90%    

Eleições 2010 Paraná, resultado geral, os eleitos

ELEIÇÕES 2010 PARANÁ – PRESIDENTE DA REPÚBLICA
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleita 2.311.239 38,94% 2.593.086 44,56%
2º Turno 2.607.664 43,94%
3.226.216
55,44%
  944.402 15,91%    
           
ELEIÇÕES 2010 PARANÁ – SENADORES    
clas nome (partido) votos %    
Eleita 3.196.468 29,50%    
Eleito 2.691.557 24,84%    
  2.502.805 23,10%    
  2.190.539 20,22%    
           
ELEIÇÕES 2010 PARANÁ – DEPUTADOS FEDERAIS    
clas nome (partido) votos %    
1 358.924 6,32%    
2 154.910 2,73%    
3 151.769 2,67%    
4 149.693 2,64%    
5 147.910 2,60%    
6 130.522 2,30%    
7 126.092 2,22%    
8 123.178 2,17%    
9 121.700 2,14%    
10 121.285 2,14%    
11 119.892 2,11%    
12 116.165 2,05%    
13 114.648 2,02%    
14 109.895 1,93%    
15 109.565 1,93%    
16 108.886 1,92%    
17 107.820 1,90%    
18 102.345 1,80%    
19 102.232 1,80%    
20 101.579 1,79%    
21 95.840 1,69%    
22 95.147 1,68%    
23 94.745 1,67%    
24 93.509 1,65%    
25 87.586 1,54%    
26 79.704 1,40%    
27 63.289 1,11%    
28 61.309 1,08%    
29 47.674 0,84%    
30 38.649 0,68%    
           
ELEIÇÕES 2010 PARANÁ – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito 3.039.774 52,44%    
  2.645.341 45,63%    
           
ELEIÇÕES 2010 PARANÁ – DEPUTADOS ESTADUAIS    
clas nome (partido) votos %    
1 134.233 2,34%    
2 103.740 1,81%    
3 87.080 1,52%    
4 83.034 1,45%    
5 79.760 1,39%    
6 74.063 1,29%    
7 70.217 1,22%    
8 68.037 1,19%    
9 67.309 1,17%    
10 64.179 1,12%    
11 62.275 1,09%    
12 61.820 1,08%    
13 60.606 1,06%    
14 57.874 1,01%    
15 57.084 1%    
16 56.516 0,99%    
17 55.763 0,97%    
18 54.799 0,96%    
19 54.277 0,95%    
20 53.457 0,93%    
21 52.589 0,92%    
22 52.524 0,92%    
23 51.147 0,89%    
24 50.271 0,88%    
25 50.074 0,87%    
26 48.862 0,85%    
27 48.806 0,85%    
28 48.369 0,84%    
29 48.247 0,84%    
30 48.081 0,84%    
31 47.089 0,82%    
32 46.702 0,81%    
33 45.708 0,80%    
34 45.481 0,79%    
35 45.331 0,79%    
36 44.597 0,78%    
37 44.574 0,78%    
38 43.510 0,76%    
39 43.417 0,76%    
40 43.035 0,75%    
41 42.062 0,73%    
42 41.891 0,73%    
43 41.083 0,72%    
44 40.004 0,70%    
45 39.643 0,69%    
46 37.991 0,66%    
47 37.786 0,66%    
48 37.304 0,65%    
49 37.291 0,65%    
50 34.713 0,61%    
51 30.244 0,53%    
52 29.442 0,51%    
53 27.263 0,48%    
54 18.899 0,33%    

Beto Richa barra nova pesquisa Datafolha no Paraná

DE CURITIBA

O candidato do PSDB ao governo do Paraná, Beto Richa, conseguiu ontem à tarde medida liminar na Justiça Eleitoral que resultou na impugnação de uma nova pesquisa Datafolha.

A decisão foi do juiz Nicolau Konkel Júnior, do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná). O instituto vai recorrer da decisão.

O levantamento, contratado pela RPC TV (afiliada da Rede Globo), estava previsto para ser divulgado amanhã, dia 30. As entrevistas de campo foram feitas feitas ontem e continuariam hoje.

É a segunda vez desde a semana passada que Richa barra a divulgação do Datafolha sob a alegação de irregularidades no processo de levantamento da pesquisa.

Na primeira impugnação, o advogado da coligação do tucano -que tem 13 partidos, além do PSDB-, alegou que o registro da pesquisa deixou de informar critérios da amostragem, como sexo, idade, grau de instrução e nível econômico das pessoas que foram entrevistadas. A tese foi acolhida pelo TRE.

Segundo o Datafolha, esse argumento é infundado. A alegação de que não há informação no registro sobre ponderação em relação ao grau de instrução e nível econômico dos entrevistados mostra desconhecimento técnico, pois a ponderação só é necessária em caso de eventuais desvios da amostra.

O candidato tucano ao governo do Paraná também já havia conseguido barrar levantamento previsto para ser divulgado na semana passada dos institutos Vox Populi e Ibope.

São os mesmos institutos de pesquisa cujo resultado, quando Richa liderava as pesquisas, tinham os números divulgados ao público no horário eleitoral do tucano na TV e no rádio.

A última pesquisa Datafolha divulgada, realizada nos dias 13 e 14 de setembro, mostrou que Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT) estavam empatados tecnicamente em primeiro lugar, com 45% e 40%, respectivamente.

Essa pesquisa foi registrado sob o número 30.034/ 2010 no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A vantagem ainda era de Richa, mas a diferença entre os candidatos havia diminuído dois pontos percentuais desde o levantamento anterior, realizado nos dias 8 e 9, quando Richa tinha 44%, e Dias, 38%.

Nas duas pesquisas, a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Dois terços dos eleitores não escolheram deputado federal, diz Datafolha

Instituto mostra Tiririca como 2º deputado mais votado da história, mas líder de 2010

Dois terços dos eleitores não escolheram deputado federal, diz Datafolha

Em campanha no bairro de Perus, na zona norte da capital, o líder de intenção de votos, Tiririca abraça eleitora (Foto: Divulgação)

São Paulo – Francisco Everardo Oliveira Silva pode superar a votação de Luiz Inácio Lula da Silva em 1986 e alcançar o segundo maior apoio da história do país. Como Tiririca (PR), o ator teria 3% das intenções de voto para deputado federal se a eleição fosse hoje, segundo pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada neste domingo.

O levantamento mostra ainda que 66% dos entrevistados não escolheram candidato a duas semanas da eleição. O alto índice de indecisos permite reviravoltas e relativiza os números apresentados.

Se confirmado o percentual, Tiririca alcançaria 900 mil sufrágios, ficando atrás dos 1,5 milhão de Enéas Carneiro em 2002. O criador do Partido da Reedificação da Ordem Nacional (Prona), morto em 2007, angariou a maior quantidade de apoiadores da história.

O campeão de votos de 2006, Paulo Maluf (PP), aparece com 1% na pesquisa, ao lado de Márcio França (PSB). O ex-governador e ex-prefeito de São Paulo teria a adesão de 300 mil pessoas, menos da metade dos 739 mil do pleito anterior.

No Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país, o ex-governador Anthony Garotinho (PR) e o apresentador Wagner Montes (PDT) lideram com 2%. Ambos chegaram a ser cotados para a disputa do Executivo estadual.

O ex-jogador Romário (PSB) aparece com 1% dos 11,5 milhões de votos fluminenses. É o mesmo percentual de Jair Bolsonaro (DEM), candidato à reeleição e um dos expoentes da extrema direita no país.

Outro membro bem cotado dos Democratas é Antonio Carlos Magalhães Neto, com 2% dos eleitores baianos. ACM Neto é seguido de Negromonte (PP) e José Rocha (PR).

No Rio Grande do Sul, o Datafolha vê Manuela D’Ávila (PCdoB) como mais votada, com 2% dos 8 milhões de eleitores. Ela repetiria a dose de 2006, mas agora, com 160 mil votos. O ex-goleiro do Grêmio, Danrlei, é o segundo colocado com 1%.

Os petistas Reginaldo Lopes e Gilmar Machado estão empatados com Jaiminho Martins (PR) na liderança entre os candidatos mineiros. O segundo maior colégio eleitoral tem outros três postulantes do PT entre os preferidos.

Alvo

Tiririca foi alvo, no horário eleitoral gratuito, de um candidato ao governo de São Paulo e dois concorrentes ao Legislativo federal. Paulo Skaf (PSB) criticou o palhaço por fazer brincadeira da política. Adilson Maguila Rodrigues (PTN) e Said Mourad (PSC) também criticaram o favorito.

Candidato em uma coligação que, além do PR, tem PT, PCdoB, PRB e PTdoB, ele foi criticado indiretamente até por Aloízio Mercadante (PT). O segundo colocado nas pesquisas ao Palácio dos Bandeirantes pediu seriedade no voto durante um dos debates na TV.

Apesar das críticas e de apresentar um slogan de campanha sem qualquer proposta (“pior que tá, não fica”), o site traz questões pontuais. Na seção com bandeiras de campanha, há ações ligadas ao incentivo ao circo e à cultura em áreas periféricas, ampliação do Bolsa Família, combate ao preconceito contra nordestinos e proteção aos trabalhadores da construção civil.

Fonte: Rede Brasil Atual

Pesquisa Datafolha: Vantagem de Dilma supera 31 milhões de votos

do Brasília Confidencial

DILMA3    A presidenciável do PT, Dilma Rousseff, alcançou vantagem de 23 pontos percentuais sobre o candidato das oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB), de acordo com a mais recente pesquisa realizada pelo instituto Datafolha para a Rede Globo e o jornal Folha de São Paulo. Entrevistados 11.660 eleitores em 414 municípios, na quarta e na quinta-feira, Dilma obteve 50% das intenções de voto – mesmo índice da pesquisa anterior – enquanto Serra oscilou de 28% para 27%. Marina Silva oscilou de 10% para 11%. 

    Convertidos os índices em números, Dilma teria 67,9 milhões; Serra ficaria em 36,6 milhões e Marina teria aproximadamente 15 milhões. Os 23 pontos de vantagem de Dilma sobre Serra equivalem a mais de 31,2 milhões.

    Calculados os votos válidos, segundo o Datafolha, Dilma teria 56% e conquistaria a Presidência da República já no primeiro turno. Para a hipótese de 2º turno, a simulação do Datafolha apontou 56% para a candidata do PT e 35% para o presidenciável do PSDB.

DISPUTAS ESTADUAIS

    Ontem, tanto o Datafolha quanto o Ibope divulgaram resultados de novas pesquisas sobre as eleições para governador.

 

PARANÁ

    A vantagem de Beto Richa (PSDB) sobre Osmar Dias (PDT), segundo o Datafolha, caiu de 13 para 6 pontos. Richa caiu de 47% no fim de agosto para 44%, nesta semana, enquanto Dias subiu de 34% para 38%. Perdeu força a hipótese de eleição do tucano no primeiro turno.

PERNAMBUCO

    Também de acordo com o Datafolha, o governador Eduardo Campos (PSB) tem 63% das intenções de voto. Jarbas Vasconcelos (PMDB) obteve 21%.

DISTRITO FEDERAL

    O candidato do PT, Agnelo Queiroz, abriu vantagem de 11 pontos sobre o ex-governador Joaquim Roriz (PSC), ameaçado pela Lei da Ficha Limpa. O Datafolha apontou 44% para Agnelo e 33% para Roriz.

RIO GRANDE DO SUL

    O ex-ministro Tarso Genro, candidato do PT, obteve 42% das intenções de voto. Ele tem vantagem de 16 pontos sobre José Fogaça (PMDB) e de 29 pontos sobre a governadora Yeda Crusius (PSDB), de acordo com o Datafolha.

BAHIA

    Pesquisa do Ibope reafirma a liderança do governador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT), com 49% das intenções de voto. O ex-governador Paulo Souto (DEM) aparece com 15% e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) com 12%.

SÃO PAULO

    A diferença entre Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT) caiu de 31 para 24 pontos percentuais, segundo o Ibope. Alckmin caiu de 51% para 46% das intenções de voto. Mercadante oscilou de 20% para 22%. 

 

RIO DE JANEIRO

    Pesquisa Ibope mostra que Sergio Cabral (PMDB) tem 57%. Fernando Gabeira (PV) tem 14%.

SANTA CATARINA

    Raimundo Colombo (DEM) assumiu a dianteira com 34% das intenções de voto, de acordo com o Ibope. Angela Amin (PP) aparece com 27%, e Ideli Salvatti, do PT, com 15%.

GOIÁS

    Marconi Perillo (PSDB) aparece com 42% na pesquisa Ibope. Íris Rezende (PMDB) tem 33%

PIAUÍ

    Wilson Martins (PSB) lidera a disputa com 34%, contra 27% de Sílvio Mendes (PSDB) e 23% de João Vicente (PTB).

Ibope mostra Raimundo Colombo à frente de Angela Amin em SC

10 de setembro de 2010 19h20

Fabrício Escandiuzzi
Direto de Florianópolis

O candidato Raimudo Colombo (DEM) ultrapassou Angela Amin (PP) na corrida pelo governo de Santa Catarina, de acordo com pesquisa do Ibope divulgada na noite desta sexta-feira pela RBS TV, afiliada à Rede Globo.

Pelos números divulgados na pesquisa, Colombo obteve 34% das intenções de voto, contra 27% de Amin. Ideli Salvatti, do PT, aparece na terceira colocação com 15% da preferência do eleitorado e o candidato do PV, Rogério Novaes, tem 1%. Os demais não foram citados. 15% se declararam indecisos e outros 7% afirmaram votar em branco ou nulo.

Em comparação à última pesquisa Ibope, divulgada no último dia 27 de agosto, Colombo apresentou crescimento de sete pontos percentuais. Amin, que havia liderado todas as pesquisas divulgadas até aqui, apresentou queda de 4% na preferência dos eleitores catarinenses. Já a petista Ideli caiu um ponto percentual em relação ao último levantamento.

O Ibope fez simulações de segundo entre os três primeiros colocados. Raimundo Colombo apresenta vantagem em todos os cenários em que participa: contra Amin, ele venceria por 43% a 35% e em disputa contra Salvatti, por 50 a 24%. Na simulação entre as candidatas do PT e PP, Angela levaria vantagem por 42 a 29%.

A pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina sob o número 54967/2010. Foram entrevistadas 1.008 pessoas enre os dias 7 e 9 de setembro.

Fonte: Portal Terra

Paraná: Para o Senado IBOPE aponta Gleisi (PT) e Requião (PMDB) técnicamente empatados na casa dos 50%

Gleisi cresce 5 pontos e se aproxima de Requião, segundo Ibope/RPC

A petista aparece com 47% das intenções de voto e o ex-governador com 50%. Gustavo Fruet (PSDB) tem 21% e Ricardo Barros (PP) 15%

09/09/2010 | 19:51 | Gladson Angeli
Gleisi Hoffmann (PT) foi quem mais cresceu entre os candidatos que disputam o Senado pelo Paraná, segundo a terceira pesquisa Ibope/RPC divulgada nesta sexta-feira (9). A petista tem 47% da intenções de voto – 5 pontos a mais que na pesquisa anterior. Com o crescimento, a petista se apromixou do ex-governador Roberto Requião (PMDB), que lidera a disputa.

Na primeira pesquisa* , divulgada em 5 de agosto, Gleisi tinha 32% da intenções de voto. Na segunda**, subiu para 42% e agora aparece com 47%. Requião tinha 48% , foi a 50% e manteve os 50%. O deputado federal Gustavo Fruet (PSDB) ocupa a terceira posição. Ele começou a disputa com 11%, passou a 20% e agora tem 21%. O também deputado federal Ricardo Barros (PP) tinha 15%, caiu para 14% e voltou aos 15%.

Gilberto Araújo (PCB) tinha 2%, caiu para 1% e voltou a 2%. Rubens Hering (PV) tinha 1% nas duas primeiras pesquisas e agora aparece com 2%. Valmor Venturini e Professor Piva, ambos do PSol, começaram a disputa com 2%, cairam para 1% e se mantiveram com o mesmo porcentual. Irineu Fritz (PT do B) recebeu 1% nas anteriores e agora não pontuou. Sargento Pedroso (PRTB) não pontuou na primeira pesquisa, ficou 1% na segunda, e voltou a não pontuar. Sargento Jensen (PRTB) e Cláudio Roberto Timossi (PSTU) não pontuaram nas três pesquisas.

O total de eleitores indecisos caiu de 43% para 32% e agora está em 27%. Votos brancos e nulos somavam 11%, passaram a 8% e subiram para 9%.

Este ano serão eleitos dois senadores, mas 26% dos entrevistados citaram apenas um candidato. Na primeira pesquisa este número chegava a 31% e na segunda era 28%. Como os eleitores podem citar dois nomes a soma das porcentagens chega a 200%.

O Ibope realizou 1.512 entrevistas em todo Paraná entre 6 e 8 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) com o número 21.413/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo 29.067/2010.

Metodologias

* Entre os dias 02 e 04 de agosto de 2010 foram realizadas 1.008 entrevistas, com margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. Registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná sob registro nº 17416/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo nº 21696/2010.

** Entre os dias 23 e 25 de agosto de 2010 foram realizadas 1.008 entrevistas, com margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. Registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná sob registro nº 19644/ 2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo nº 25671/2010.

PARANÁ – Diferença entre Beto e Osmar cai de 16 para 9 pontos, mostra Ibope/RPC

 

O tucano aparece com 47% das intenções de voto e o pedetista 38%. Na pesquisa anterior, a diferença entre os dois principais candidatos ao governo do Paraná era de 16 pontos

Gladson Angeli

A diferença entre os dois principais candidatos que disputam o governo do Paraná caiu para 9 pontos, segundo a terceira pesquisa Ibope/RPC, divulgada nesta quinta-feira (9). Beto Richa (PSDB) aparece com 47% das intenções de voto, enquanto Osmar Dias (PDT) tem 38%. Na pesquisa anterior, a diferença entre o tucano e o pedetista era de 16 pontos. 

Levando em consideração apenas os votos válidos, excluindo brancos e nulos, Beto Richa aparece com 55% e Osmar Dias com 44%. Com esse resultado, o tucano venceria ainda no primeiro turno das eleições. A Justiça Eleitoral usa os votos válidos para contabilizar o resultado da eleição. 

Evolução  

Na primeira pesquisa Ibope/RPC*, divulgada em 5 de agosto, Beto Richa tinha 46% das intenções. No segundo levantamento**, subiu para 50% e agora caiu para 47%. Já Osmar Dias tinha 33% no primeiro levantamento, sibiu para 34% e agora para 38%. 

Os demais candidatos não atingiram 1% em nenhuma das três pesquisas. Eleitores indecisos eram 16%, passaram a 11% e agora são 10%. O total de votos brancos e nulos se manteve em 4% em todos os levantamento. 

O Ibope realizou 1.512 entrevistas em todo Paraná entre 6 e 8 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) com o número 21.413/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo 29.067/2010. 

Metodologias 

* Entre os dias 02 e 04 de agosto de 2010 foram realizadas 1.008 entrevistas, com margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná sob registro nº 17416/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo nº 21696/2010. 

** Entre os dias 23 e 25 de agosto de 2010 foram realizadas 1.008 entrevistas, com margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná sob registro nº 19644/ 2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo nº 25671/2010. 

Pesquisas apontam metade dos estados com definição em 1º turno

Por: Fábio Oscar, especial para a Rede Brasil Atual

Publicado em 03/09/2010, 17:43

Última atualização às 17:43

Pesquisas apontam metade dos estados com definição em 1º turno São 15 estados com indicativo de definição em primeiro turno, faltando um mês para a votação (Foto: Nelson Jr./Asics/TSE)

São Paulo – Se as eleições fossem hoje, o Brasil teria 15 novos governadores eleitos ainda no primeiro turno. Seis confrontos estão indefinidos e outros sete possivelmente vão para decisão no segundo turno. Um mês antes da votação de 3 de outubro, a tendência indicada pelas pesquisas de intenção de voto é de confronto quase resolvido nos maiores colégios eleitorais e reforço para as fileiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O levantamento do site UOL considerou as pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas até 2 de setembro. Os números indicam provável fim no primeiro turno nas disputas com apenas dois candidatos acima de 10% nas intenções de voto. A exceção é o Pará, onde a indecisão se deve aos percentuais de quatro candidatos menores, apesar de nenhum deles chegar aos 10%, de acordo com o Ibope.

Na região Sudeste, a maior batalha eleitoral do primeiro turno está em Minas Gerais, onde o governador Antonio Anastasia (PSDB), sucessor de Aécio Neves, emparelhou com o ex-ministro Hélio Costa. Sem outros adversários fortes na disputa, um dos dois deve terminar o primeiro turno como vencedor. Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) têm investido tempo no segundo maior colégio eleitoral do país.

Os demais mostram definição sem nova votação. São Paulo é o onde há menor vantagem na região. Geraldo Alckmin (PSDB) é o grande favorito, mas vem perdendo vantagem em relação a Aloízio Mercadante (PT), em função das investidas de Dilma e de Luiz Inácio Lula da Silva. No Rio de Janeiro, Sergio Cabral (PMDB) deve se reeleger. No Espírito Santo, a provável vitória é de Renato Casagrande (PSB).

No Sul, apenas o Paraná deve decidir o pleito já em 3 de outubro. Beto Richa (PSDB) leva ampla vantagem sobre Osmar Dias (PDT) e a soma dos seus adversários até agora não é o bastante para viabilizar a disputa em 31 de outubro. O Rio Grande do Sul se encaminha para um segundo turno entre Tarso Genro (PT) e José Fogaça (PMDB). Santa Catarina promete um enfrentamento entre Ângela Amin (PP) e Raimundo Colombo (DEM).

No Nordeste, quatro disputas se encaminham para decisão no primeiro turno. Todas com aliados de Lula e Dilma: Sergipe (Marcelo Deda/PT), Pernambuco (Eduardo Campos/PSB), Paraíba (José Maranhão/PMDB) e Ceará (Cid Gomes/PSB). Em Alagoas, Fernando Collor (PTB), Ronaldo Lessa e o governador Teotônio Vilela (PSDB) disputam para saber quem chegará ao segundo turno. No Piauí, os rivais são Silvio Mendes (PSDB), Wilson Martins (PSB) e João Vicente Claudino (PTB).

Há também três disputas com claros favoritos, segundo Datafolha e Ibope, mas que podem terminar apenas no segundo turno, por conta de candidatos menores. Na Bahia, Jaques Wagner (PT) é o favorito contra Paulo Souto (DEM); no Maranhão, Roseana Sarney (PMDB) leva vantagem contra Jackson Lago (PDT); e, no Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM) é uma rara oposicionista à frente de um aliado de Lula, Iberê Ferreira de Souza (PSB).

Apenas o Mato Grosso deve ter segundo turno no Centro-Oeste. Silval Barbosa (PMDB), aliado do ex-governador Blairo Maggi (PR), é presença provável. Wilson Santos (PSDB) e Mauro Mendes (PSB) disputam a outra vaga. No Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB) tem reeleição provável no confronto com Zeca do PT.

No Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) abre distância sobre Joaquim Roriz (PSC) e, por falta de outros rivais, pode definir já no primeiro turno. Para a oposição, o foco é a campanha em Goiás, onde Marconi Perillo (PSDB) definiria a disputa com Iris Rezende (PMDB) já no primeiro turno se as eleições fossem hoje.

Na região Norte, o PT concentra esforços para não perder o governo do Pará para a oposição. A possibilidade de isso acontecer é grande, segundo as pesquisas. Simão Jatene (PSDB) está à frente da governadora Ana Júlia Carepa (PT), e apenas a manutenção e crescimento de candidaturas com menos de 6% das intenções de voto o impediriam de vencer já na primeira votação.

Há provável vencedor de primeiro turno no Acre: Tião Viana (PT). Em outras disputas que devem terminar em 3 de outubro por falta de mais oponentes de peso, o Amazonas deve escolher entre o governador Omar Aziz (PMN) e o ex-ministro Alfredo Nascimento (PR); Tocantins escolherá entre a reeleição do governador Carlos Gaguim (PMDB) e Siqueira Campos (PSDB).

Em Rondônia, João Cahulla (PPS), Expedito Júnior (PSDB) e Confúcio Moura (PMDB) estão tecnicamente empatados. Em Roraima, o governador José de Anchieta Júnior (PSDB) e Neudo Campos (PP) também estão parelhos.

No Amapá, a tendência é de um segundo turno entre Lucas Barreto (PTB), Jorge Amanajás (PSDB) e Pedro Paulo (PP). Mais atrás, Camilo Capiberibe (PSB) pode ajudar a embolar a disputa nas próximas semanas.

Em Curitiba, Datafraude erra, erra e erra; vantagem de Dilma pode ser maior ainda (via osamigosdopresidentelula)

 

A revista Carta Capital desta semana disseca o Datafraude, também conhecido como Datafolha, para mostrar aos leitores como o instituto de pesquisa erra feio nas sondagens que fez durante estas eleições.
A matéria assinada pela repórter Cynara Menezes, revela que o Datafraude erra e na maior cara de pau corrige a distorção para que não cai definitivamente no limbo do descrédito.
Além do método das entrevistas do Datafraude ser questionável também o é a proporcionalidade e o peso dado ao eleitorado pesquisado.
Um caso objetivo para análise é o resultado da última pesquisa realizada no Paraná, onde foram realizadas 1200 entrevistas, cujo resultado local é somado às demais praças pesquisadas para a tabulação final que deu 20 pontos de vantagem para Dilma Rousseff (PT) sobre José Serra (PSDB).
O problema é que o Datafraude sobrevalorizou Curitiba, a capital dos paranaenses na sondagem.
O instituto ligado ao jornal Folha de S. Paulo fez 400 entrevistas em Curitiba das 1200 no total da sondagem.
A capital do Paraná possui 17% do eleitorado do estado, mas ganhou no levantamento peso de 1/3 dos 7,5 milhões eleitores.
Esses números do Datafraude, com certeza, distorcem o resultado das pesquisas tanto na disputa pelo governo do estado do Paraná quanto na corrida pela Presidência da República.
Isto significa que Dilma pode estar bem à frente de Serra e o senador Osmar Dias (PDT), que disputa o governo do Paraná, pode estar melhor do que se imagina no cômputo geral dos levantamentos.
Pelo Datafraude, Curitiba ainda é um dos últimos bastiões dos tucanos.
Entretanto, a ‘onda vermelha’ capitaneada pelo presidente Lula e Dilma poderá abater a candidatura de Beto Richa (PSDB) nos próximos dias.
Daí decorre a necessidade de o tucano paranaense censurar blogs e jornais no estado. Quer levar no bico as eleições de lá e, de quebra, os institutos de pesquisa dão uma forcinha para que o vexame de Serra não seja maior ainda.
É claro que, à medida que o encontro com as urnas vai chegando, concomitantemente, também os Datafraude da vida também vão se ajustando com a realidade política e eleitoral do país e dos estados.

Requião, 50%, e Gleisi, 42%, lideram para o Senado no PR, diz Ibope

Gustavo Fruet (PSDB) tem 20%, e Ricardo Barros (PP), 14%.
Do G1, em Brasília

INTENÇÃO DE VOTO PARA SENADOR  
Resposta estimulada e única %
Requião (PMDB 50
Gleisi (PT) 42
Gustavo Fruet (PSDB) 20
Ricardo Barros (PP) 14
Gilberto (PCB) 1
Irineu Fritz (PCdoB) 1
Professor Piva (PSOL) 1
Sargento Pedroso (PRTB) 1
Rubens Hering (PV) 1
Sargento Jensen (PRTB) 0
Timossi (PSTU) 0
Brancos e nulos 8
Não sabe/não respondeu 32
0 – Não atingiu 1% das intenções  

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (26) mostra o candidato Requião (PMDB) como o primeiro colocado nas intenções de voto para o Senado no Paraná, com 50% das intenções de voto. Gleisi (PT) aparece em segundo, com 42%, seguida de Gustavo Fruet (PSDB), com 20%, e Ricardo Barros (PP), com 14%.

Gilberto (PCB), Irineu Fritz (PCdoB), Professor Piva (PSOL), Sargento Pedroso (PRTB) e Rubens Hering (PV), tiveram 1% das intenções de voto cada, de acordo com o levantamento. Sargento Jensen (PRTB) e Timossi (PSTU) não atingiram 1% das intenções.

Brancos e nulos somaram 8% e não souberam ou não responderam 32% dos entrevistados. A margem de erro da pesquisa é de 3% para mais ou para menos.

A soma dos resultados para o Senado é maior que 100% porque nestas eleições o eleitor pode escolher dois candidatos.

O Ibope ouviu 1.008 mil eleitores entre segunda (23) e terça-feira (24). A pesquisa está registrada no TRE com o número 19644/2010 e no TSE com o número 25671/2010.

No Paraná, Beto Richa tem 50%, e Osmar Dias, 34%, aponta Ibope

Dos demais candidatos, nenhum atingiu 1% das intenções de voto.
Do G1, em Brasília

INTENÇÃO DE VOTO PARA GOVERNADOR  
Resposta estimulada e única %
Beto Richa (PSDB) 50
Osmar Dias (PDT) 34
Amadeu Felipe (PCB) 0
Avanilson (PSTU) 0
Luiz Felipe Bergmann (PSOL) 0
Paulo Salamuni (PV) 0
Robinson de Paula (PRTB) 0
Brancos e nulos 4
Indecisos 11
0- Não atingiu 1% das intenções  

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (26) mostra o candidato do PSDB ao governo do Paraná, Beto Richa, com 50% das intenções de voto, contra 34% do candidato do PDT, Osmar Dias.

Dos demais candidatos (Amadeu Felipe, PCB, Avanilson, PSTU, Luiz Felipe Bergmann, PSOL, Paulo Salamuni, PV, e Robinson de Paula, PRTB), nenhum atingiu 1% das intenções de voto. De acordo com a pesquisa, brancos e nulos totalizam 4% e os que não sabem, 11%.

A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Levando em consideração a margem de erro, Richa pode ter entre 47% e 53%, e Osmar Dias, entre 31% e 37%.

O levantamento foi encomendado pela RPC TV. A pesquisa ouviu 1.008 eleitores entre segunda (23) e terça-feira (24). Ela está registrada na Tribunal Regional Eleitoral do Paraná com o número 19644/2010 .

#ondavermelha: Vox Populi mostra Osmar fungando no cangote de Beto: 42 x 37

28 de Julho de 2010 – 19:45

* Sondagem comprova viés acentuado de queda do tucano

 

 Clique na imagem para ampliar. 

O telejornal da Band divulgou agora à noite uma nova pesquisa do Vox Populi. 

Segundo o instituto, Beto Richa lidera com 42% e Osmar Dias já funga no cangote do tucano com 37%. 

Dentro da margem de erro de 3,5 pontos da sondagem, os dois estão tecnicamente empatados. 

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 de julho. 

Paulo Salamuni (PV) tem 1% e os demais candidatos não pontuaram na pesquisa. 

Em relação à pesquisa do mesmo Vox Populi, divulgada no último final de semana pelo jornal O Estado do Paraná, Beto caiu e Osmar subiu. 

Ainda de acordo com a sondagem anterior (de 14 a 17 de julho), o tucano tinha 44% e o pedetista 35%

Marta identifica “mudança de clima” em São Paulo

Postado em 26/07/2010 por Equipe Marta

Em suas caminhadas pelo Interior e Grande São Paulo, a candidata ao Senado Marta Suplicy (PT) tem identificado uma ‘mudança de clima’, isto é, uma receptividade maior às propostas do PT e da coligação União Para Mudar. “Há poucos meses, achava que no Interior tinha alguns lugares muito difíceis. Mas melhorou muito!”, postou no Twitter.

Uma sensação compartilhada por outras lideranças e apoiadores. A questão central, apontam, é a boa condução do governo federal pelo presidente Lula e também a eficiência de administrações petistas que irradiam bons exemplos.

O prefeito de Amparo, Paulo Miotta (PT), é um dos que valorizam as ações do governo federal. “Estamos conquistando votos em regiões adversárias graças a esse trabalho.” A cidade de Amparo, como registrou Marta em sua recente visita, passou por uma transformação ao longo de três mandatos petistas. É um bom exemplo de administração municipal.

“Assinamos aqui, em um ano e meio, um montante de R$ 12,5 milhões em convênios com o governo federal. Nos últimos cinco anos, mudamos a realidade da cidade. O modelo de descentralizar os recursos da União permitiu isso”, explica Miotta.

“O governo Lula olha para as necessidades das pessoas em primeiro lugar. Ele coloca o povo antes da política. Sofri muito aqui com o Estado de São Paulo”, conta o antecessor de Miotta, Cesar Pagan (PT).

De acordo com Pagan, Amparo tem projetos excelentes, mas a Prefeitura os inscrevia, junto ao governo do Estado e, muitas vezes, não conseguia nada.

“Exemplos: o barracão de agronegócios e o programa de vicinais – para este, Amparo tem projeto completo, feito pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Muitas cidades já foram contempladas e nós, não. Isso é uma coisa muito difícil. Transferências voluntárias, então, nem pensar. Então, comparar o governo Lula no âmbito federal com a política do governo do PSDB no Estado de São Paulo é uma diferença brutal”, diz Pagan.

Em Campinas, administrada pelo PDT, o governo federal aplicou R$ 797,4 milhões: Minha Casa, Minha Vida, obras de saneamento, infraestrutura, expansão de Viracopos e outros projetos que beneficiam a região. “Sobretudo, a proposta do Trem de Alta Velocidade (TAV) é bastante valorizada”, destaca o ex-secretário municipal de Campinas Gerson Bittencourt (PT), candidato a deputado estadual.

Rio Grande da Serra

Rio Grande da Serra, no ABCD, é governada pelo PSDB. Mas lá também há recursos federais. Quem explica é o vereador Clesson (PT). “Conseguimos com o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) comprar imóveis para ampliar a rede municipal.”

Clesson diz, entretanto, que as coisas não são muito fáceis. “Temos uma grande dificuldade porque o governo municipal do PSDB faz de tudo para não utilizar os recursos do governo federal. Perdemos emenda no valor de R$ 100 mil para sinalização turística; outros R$ 250 mil para a construção de duas quadras poliesportivas. E tivemos de batalhar muito para que utilizassem o dinheiro do Fundeb. Foi no último instante que conseguimos”, afirma o vereador

http://marta133.com.br/2010/7/26/marta-identifica-mudana-de-clima-em-so-paulo

A disputa pelo governo do Paraná começou com empate técnico na liderança entre os candidatos Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT).

A disputa pelo governo do Paraná começou com empate técnico na liderança entre os candidatos Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT). Segundo o Datafolha, o tucano tem 43% das intenções de voto, e o pedetista, 38%.

Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, não é possível afirmar que um dos concorrentes esteja isolado na frente.

O candidato do PV, Paulo Salamuni, aparece com 1%, e os demais não pontuaram.

Não sabem quem escolher 14% dos eleitores, e outros 3% dizem que pretendem votar nulo ou em branco.

O levantamento mostra que o Paraná está dividido geograficamente entre os principais candidatos ao governo. Em Curitiba e na região metropolitana, Richa lidera a disputa por 65% a 22%.

A situação se inverte no interior, onde Osmar venceria por 45% a 35%.

RENDA E ESCOLARIDADE
O tucano tem melhor desempenho entre os eleitores com maiores índices de renda e escolaridade. Nas famílias com rendimentos acima de dez salários mínimos, por exemplo, ele lidera por 61% a 32%. A disputa está equilibrada entre os mais pobres e os que estudaram menos.

Os dois principais concorrentes apresentam índices baixos de rejeição. Dos eleitores ouvidos pelo Datafolha, 15% dizem que não votariam de jeito nenhum em Osmar, e 12%, em Richa.

http://bit.ly/aOfuJm

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