Dilma abre vantagem de 19 pontos sobre Serra no Rio de Janeiro

A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, feita nos Estados, também mostra Dilma ladeira acima, e Serra ladeira abaixo nos estados.

Minas Gerais

Dilma: 44%
Serra: 32%

A diferença corresponde a 1,2 milhão de votos, levando-se em conta o tamanho do eleitorado e as taxas históricas de abstenção.

O voto “Dilmasia” pegou entre os eleitores de Aécio Neves (PSDB). Entre os entrevistados que declaram voto em Anastasia para governador (que também não decolou, ficando bem atras de Helio Costa), 48% preferem Dilma, contra 37% que preferem Serra.

Rio de Janeiro

Dilma: 46%
Serra: 27%

Espírito Santo, há um empate, por enquanto

Serra: 38%
Dilma: 36%

Quando os capixabas se derem conta de que José Serra foi o carrasco deles na Constituinte de 88 para “saquear” o ICMS do Petróleo produzido no Estado …

São Paulo

Serra: 44%
Dilma: 33%

Pernambuco

Dilma: 59%
Serra: 26%

Distrito Federal

Dilma: 36%
Serra: 25%

Amazonas

Dilma: 68%
Serra: 16%

Blogosfera Paulo Teixeira. Comunidade das Lan Houses ganha nova ferramenta

Escrito em 30 de julho de 2010

O Programa Democracia Eletrônica, da Câmara dos Deputados, lançou mais uma ferramenta que promete facilitar ainda mais a ação de quem quer contribuir na consulta pública. Trata-se da Wikilegis, que permite discutir na íntegra ou artigo por artigo a minuta do Projeto de Lei.

Assim, fica muito mais fácil organizar as ideias que comporão o documento final.

Para acessar a nova ferramenta, siga os seguintes passos:

1. clique na comunidade lan houses no Portal e-Democracia (http://www.edemocracia.gov.br);

2. Abaixo do campo dos fóruns, você visualizará o wikilegis;

3. Clique em “Editar”;

4. Em seguida, abaixo do próprio campo do texto terá uma opção de clique na barra cinza “OK”. Clique!;

5. Imediatamente abrir o espaço de edição e contribuição para o texto minuta no Wikilegis, onde terá um sumário para edição do texto integral ou por artigo;

6. Para você postar sua proposta, basta clicar em “EDITAR” no menu do Wikilegis, onde abrirá um tela para edição do texto, igual a um modelo do Word;

7. Abaixo também do campo de edição do seu texto, você também tem um espaço de comentário, bastar clicar em “Adicionar comentários”;

8. Para acompanhar as versões e analisar as propostas sugeridas, bastar clicar em “Histórico” no menu do Wikilegis, onde você poderá visualizar sua ou outra versão clicando em “DIFF”, na tabela de versões que contém as opção de autor, arquivo, última modificação, etc.

Todo debate público é sempre importante. E este, em especial, trata de um elemento fundamental capaz de combater a exclusão digital e social do nosso país. Por isso, contamos com seu apoio e contribuição.

Terceirizações crescem 40% na gestão de Serra em SP

As terceirizações em São Paulo

Enviado por luisnassif, sex, 30/07/2010 – 16:28

Do R7

Crítico do inchaço da máquina, tucano aposta na iniciativa privada para administrar 

Thiago Faria, do R7

Enquanto o candidato José Serra (PSDB) torna a crítica ao inchaço da máquina pública e o loteamento de cargos no governo federal uma das bandeiras de campanha, a administração do tucano em São Paulo teve como uma de suas marcas as terceirizações. De acordo com dados do Sisgeo (sistema de gerenciamento do orçamento paulista), despesas com contratações de serviços que poderiam ser feitos por servidores do governo, mas foram repassados a terceiros, como limpeza, segurança, vigilância, além de repasses a entidades conveniadas, cresceram 40% de 2006 a 2009.

Questionado sobre as tercerizações, em sabatina ao R7, na última quinta-feira, o candidato tucano preferiu dizer que, se eleito, vai combater o inchaço da máquina acabando com “desperdícios”. Ele admitiu que na esfera federal há funcionários demais, mas aponta que o problema está nos cargos comissionados (que não precisam de concursos), e não nos funcionários públicos. Serra afirmou que abriu 110 mil vagas em concursos no Estado, quando governou São Paulo.

Essa marca da administração tucana de optar por repassar a terceiros funções que antes eram exercidas pelo Estado foi sentida logo que Serra sentou na cadeira de governador, em 2007. Em seu segundo dia de mandato, o tucano assinou um decreto determinando o enxugamento em 15% os gastos com funcionários em cargos de comissão ou função de confiança. Atualmente, dos quase 450 mil funcionários do governo, apenas 6.239 (1,4%) são comissionados.

Já o gasto com terceirizações só cresceu. Em 2006 – último ano da gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) – o governo gastou R$ 7,95 bilhões. No ano seguinte, primeiro de Serra no Palácio dos Bandeirantes, o valor saltou para R$ 8,53 bilhões, com altas sucessivas nos anos seguintes: R$ 9,61 bilhões em 2008 e R$ 10,26 bilhões em 2009. Serra deixou o governo em abril deste ano para disputar a Presidência. 

Para fazer o cálculo, foram considerados todos os serviços que seriam de responsabilidade do Estado e os que ele paga alguém (empresas) para fazer. Além dos serviços já citados, também entram na conta repasses a organizações sociais, como as que administram hospitais públicos, a entidades de assistência a presos e também as terceirizações de leitos, ou seja, quando o governo paga uma espécie de aluguel a um hospital privado por internações de pacientes.

Solicitado pelo R7, o governo não informou um valor oficial destes gastos, nem quantos empregados terceirizados prestam serviço para o Estado atualmente. A assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Gestão afirma não haver um controle, pois as contratações são referentes a serviços e quem decide se vai usar uma ou cem pessoas para realizá-los são as próprias empresas contratadas.

Governo federal

Em eventual vitória em outubro, Serra não deve encontrar obstáculos caso queira adotar seu modo de administrar no governo federal. De acordo com Jorge Kayano, pesquisador do Instituto Pólis, as terceirizações, embora criticadas, são cada vez mais adotadas como forma de gestão.

– Há toda uma polêmica em cima de modelos de gestão, mas, no fundo, a procura é por modelos que sejam alternativos ao modelo da administração direta, que é considerado ultrapassado, mas ao mesmo tempo ainda é dominante na administração pública.

Professor de gestão pública da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) Carlos Raul Etulain diz que a terceirização da administração pública é uma alternativa viável para suprir demandas sociais que o Estado não dá conta, mas que é preciso tomar cuidado.

– Essas alternativas, desde que sejam transparentes e bem geridas, são viáveis. Mas é importante lembrar que não existe só um modelo, mas vários que vão se adaptando de acordo com as necessidades de cada setor e de cada demanda. Entretanto, em todos devem ser exigidos a transparência, única forma de se evitar a corrupção.

O problema, ressalta Kayano, é que repassar serviços essenciais à população para a iniciativa privada, como o atendimento na saúde, representa um reconhecimento de que o Estado é incapaz de realizar aquele tipo de serviço.

– O autorreconhecimento de falência ou incapacidade de gestão é um problema do ponto de vista da administração publica, porque se alguém reconhece a sua incapacidade, nem deveria estar lá.

Pernambuco: Eduardo Campos do PSB apresenta 60% das intenções de voto.

30/07/2010 19h28

Eduardo Campos lidera pesquisa para governo de PE, diz Ibope

Do G1, em São Paulo

Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (30) sobre a intenção de voto para o governo de Pernambuco mostra o candidato Eduardo Campos (PSB) na frente, seguido por Jarbas Vasconcelos (PMDB). A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo. Os resultados da pesquisa estimulada são:

CANDIDATO INTENÇÕES DE VOTO
Eduardo Campos (PSB) 60%
Jarbas Vasconcelos (PMDB) 24%
Anselmo Campelo (PRTB) 1%
Edilson Silva (PSOL) 1%
Jair Pedro (PSTU) 0%
Roberto Numeriano (PCB) 0%
Sérgio Xavier (PV) 0%
Branco/ Nulo 5%
Indecisos 8%

 
Senadores

A pesquisa também levantou as preferências dos eleitores entre os candidatos ao Senado. Os resultados são:

CANDIDATOS INTENÇÕES DE VOTO
Humberto Costa (PT) 44%
Marco Maciel (DEM) 43%
Armando Monteiro (PTB) 27%
Raul Jungmann (PPS) 12%
Helio Cabral (PSTU) 2%
Renê Patriota (PV) 2%
Simone Fontana (PSTU) 2%
Jeronimo Ribeiro (PSOL) 1%
Délio Mendes (PCB) 0%
Lairson Lucena (PRTB) 0%
Branco/ Nulo 14%
Indecisos 32%

 A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TRE/PE sob protocolo número 34524/2010 e no TSE sob número 20803/2010.

Paraíba – Consult: Dilma dispara na frente com 54,1% das intenções; Serra tem 27,9%

30 de julho de 2010

O instituto Consult divulgou na manhã desta sexta-feira, 30, mais uma pesquisa encomendada pelo Sistema Correio, desta vez com as intenções de voto dos paraibanos para a Presidência da República. A candidata petista Dilma Rousseff aparece na frente, seguida de José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).
De acordo com a Consult, Dilma tem hoje 54,15 das intenções de voto. Na pesquisa realizada pelo instituto em junho, ela aparecia com 46,40%, o que representa um crescimento de 7,7 pontos. O segundo candidato mais bem colocado é o tucano José Serra, que tem 27,9% dos votos. Na pesquisa anterior, Serra tinha 33,25% das intenções, calculando-se uma queda de 5,35 pontos. Já a terceira colocada, Marina Silva, tem apenas 4,35%. Ela tinha 7,35% dos votos na Consult de junho.
A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 25 de julho, em 69 municípios paraibanos. Duas mil pessoas foram entrevistadas. Entre elas, 3,45% declaram não votar em nenhum candidato e 9,80 ainda estão indecisos. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos, e a confiabilidade da pesquisa é de 90%.
A pesquisa foi registrada no dia 22 de julho no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 20464/2010. No Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), a data de registro da pesquisa é a mesma, porém o número é 21673/2010Paraiba

Mesmo expurgando votos da militância, Dilma aparecerá 5 pontos na frente de Serra no Ibope

Dilma teria cinco pontos à frente no Ibope, diz Noblat

A coluna de Ricardo Noblat, em O Globo, acaba de dizer que a pesquisa encomendada pela Globo ao Ibope, que deve ser divulgada hoje ou amanhã pelo Jornal Nacional, apontaria uma vantagem de cinco pontos percentuais em favor de Dilma Rousseff. A pesquisa Ibope – que como eu já ressaltei aqui foi realizada de forma simultânea a 12 pesquisas estaduais mas, ao contrário do Datafolha, não misturou as amostras estaduais e nacional, que teve 2506 entrevistas. A margem de erro é de 2%, o que elimina a hipótese de empate técnico.

O Datafolha,assim, ficaria sozinho como último bastião do serrismo estatístico.

Petroleiros criam Comitê Nacional Pró-Dilma e participam de ato em defesa das estatais

Imprensa da FUP

Em todo o país, trabalhadores das mais diversas categorias intensificaram a militância pela eleição de Dilma Rousseff. A candidata do PT tem o apoio das seis centrais sindicais brasileiras: CUT, CTB, Força Sindical, NCST, CGTB e UGT. É a primeira vez na história do país que o movimento sindical se unifica em torno de uma candidatura à Presidência da República.

Os petroleiros, que sempre se posicionaram em defesa da democracia e da soberania popular, também estão com Dilma. Na II Plenária Nacional da FUP, os delegados aprovaram por unanimidade o apoio à candidata. No último dia 16, os petroleiros inauguraram no Rio de Janeiro o Comitê Nacional Pró-Dilma, que hoje já conta com a participação de trabalhadores de várias estatais, servidores públicos, eletricitários, bancários, professores, metalúrgicos, portuários, moedeiros, entre outras categorias.

O Comitê tem organizado várias atividades e já se tornou referência da militância, que tem utilizado o espaço para promover debates e divulgar propostas. Na quinta-feira, 29, o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, participou de um bate papo com os trabalhadores. Nesta sexta(30/07), o Comitê tembém realizou um ato público em defesa das estatais, reunindo centenas de manifestantes em frente à Petrobrás.

O espaço é aberto a todos que queiram somar-se à campanha pela eleição de Dilma e contra o retrocesso. Quem quiser participar é só comparecer ao Largo da Carioca, onde o Comitê está localizado (Edifício Avenida Central, loja C). Os petroleiros, que em 2002 e em 2006 foram fundamentais na eleição de Lula, mais uma vez vão à luta por um país soberano e com justiça social.

http://www.fup.org.br/noticias.php?id=4174

Quem precisa de dossiê? Serra nos oferece São Paulo

by tonigumauskas

Não é o Armagedon… É o Governo do Estado de São Paulo (CADA VEZ MELHOR)

Se gastasse em desassoreamento o que gastou em publicidade,não teríamos tido tantas enchentes. 

Segurança Pública: Ponto fraco em governos tucanos. O PCC surgiu no governo de quem? 

Investir mais em transporte de massa. O metrô da propaganda está bem longe da realidade. 

Falta de diálogo: Irresponsabilidade de Serra quase provoca guerra entre as polícias. 

Acha que são bandidos? É o jeito Serra de falar com professores. 

São Paulo:Verdadeiro caos após 16 anos de governo tucano. 

O candidato Serra afirma ter sido vítima de um dossiê,armado por seus adversários.

Mas,com um histórico desses…

Pra que dossiê??

http://tonigumauskas.wordpress.com/2010/06/09/quem-precisa-de-dossie-serra-nos-oferece-sao-paulo/

Não é a primeira vez que a Rede Globo divulga um abuso que Fernandópolis comete contra aluno de escola pública.

ACORDA FERNANDÓPOLIS, ESTE ANO TEM ELEIÇÃO. HORA DE DAR O TROCO

Por: Cremilda Teixeira

Não é a primeira vez que a Rede Globo divulga um abuso que Fernandópolis comete contra aluno de escola pública. Agora a policia militar vai sair nas ruas a caça de alunos que matam aula.
São bonzinhos. Os alunos não serão algemados, podem entrar no camburão expontâneamente e serão despejados de volta na escola, diante de todos. Se não quiser sua familia será processada e será investigada. A escolha é bem democrática. Ou a algema ou entra sob livre e expontânea pressão. Não está explicado se o pescoção faz parte do convencimento.
Em Fernandópolis, acontece sempre esse tipo de abuso contra aluno. Sempre divulgado pela Rede Globo, mas assim, como se fosse uma coisa normal. Para relembrar e comentar todos fica dificil, que são muitos, mas um deles é o caso da aluna que reagiu à agressão da professora, e foi presa.
Sua familia punida com sermões semanais aplicados pelas autoridades e pela direção da escola.
A punição da aluna, foi acrescida porque seu pai quando solteiro teve uma passagem pela policia.
Então nessa linha, melhor aluno entrar no camburão e voltar para a escola, que se for feito com rigor uma investigação da sua família, pode ser que tenha lá atrás alguma bisavô com passagem pela policia para acrescentar na pena que o aluno vai cumprir ou quiçá a familia toda.
Coisas assim inacreditáveis acontecem em Fernandópolis, que fazem a Ronda Escolar de São Paulo parecer um coro de anjinhos.
Em São Paulo, a Ronda Escolar socorre a escola prontamente para resolver problema de disciplina na escola, mas não sai a caça de aluno sem escola. Aqui se joga aluno fora da escola.
Não sei qual é o pior….
Sei que este ano em Fernandópolis, também tem eleição.
Lembro que se a cidade é inimiga dos alunos, seus pais poderão dar o troco na urna.
Que as autoridades, vereadores, deputados, conselheiros tutelares, são responsáveis por ação ou omissão…
Voto é um santo remédio, se Fernandópolis não sabe usar, é hora de aprender.
Quando o voto do pai humilhado por conta de uma travessura do filho, cai na urna, vale o mesmo que o voto de um Juiz de Direito, do Comandante da Policia Militar e do Secretário de Educação
Acorda Fernandópolis e dá o troco….

Debate:Não importa o lado…midia e Liberda de Expressão…Debate!

 

  

Debate:  “Mídia e Liberdade de Expressão”

com

 Mino Carta e Ricardo Kotscho

  

 

Dia:           09 de agosto

Horário:    19h às 21h

Local:        Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região/CUT

Endereço: Rua São Bento, 413 –  Edifício Martinelli – auditório amarelo

(anexo cartaz para divulgação)

 

 

Transmissão ao vivo via webtv. Assista e envie suas perguntas pelo site www.spbancarios.com.br

 

 

Quem é Mino Carta
Iniciou sua carreira jornalística em 1950 como correspondente do jornal Il Messaggero, de Roma. Entre 1957 e 1960, trabalhou como redator nos jornais La Gazzetta Del Popolo, de Turim, e Il Messaggero de Roma, período em que também foi correspondente do Diário de Notícias, do Rio de Janeiro. Em 1960, já morando no Brasil, fundou a revista Quatro Rodas, pela Editora Abril, pioneira no segmento automobilístico e principal título do setor até hoje. Em 1964, fundou a edição de Esporte do O Estado de S. Paulo, jornal de maior circulação do País. Em 1966, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. Em 1968, fundou Veja, pela Editora Abril, primeira revista semanal de informação do País. Em 1976, fundou a revista IstoÉ , pela Editora Três, segunda semanal de informação do País e concorrente de Veja. De 1982 a 1988, foi diretor de redação da revista Senhor, da Editora Três. De 1988 a 1993, foi diretor de redação da revista IstoÉ, da Editora Três. Em 1994, fundou a revista CartaCapital.

 

Quem é Ricardo Kotscho

Paulista, paulistano e são-paulino, Ricardo Kotscho, 62, é repórter. Jornalista desde 1964, já trabalhou em praticamente todos os principais veículos da imprensa brasileira (jornais, revistas e redes de TV), nas funções de repórter, editor, chefe de reportagem e diretor de redação. Foi correspondente na Europa nos anos 1970 e exerceu o cargo de Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República no governo Luiz Inácio Lula da Silva, no período 2003-2004. Ganhou os premios Esso, Herzog, Carlito Maia e Cláudio Abramo, entre outros. Em 2008, foi um dos cinco jornalistas brasileiros contemplados com o Troféu Especial de Imprensa da ONU. Tem 19 livros publicados _ entre eles, “Do Golpe ao Planalto _ Uma vida de Repórter” (Companhia das Letras) e “A Prática da Reportagem” (Ática). Casado com a mesma mulher, a Mara, há 40 anos, tem duas filhas muito bonitas, três netos maravilhosos e um sítio em Porangaba, onde já plantou muitas árvores.

 

http://www.spbancarios.com.br/index.asp

Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha? A ciência dá a resposta.

alexproenca | julho 29, 2010 at 11:59 pm

A dúvida que serve de inspiração para comerciais e brincadeiras está perto de ser esclarecida. Pelo menos é o que dizem os cientistas da Universidade de Sheffield e Warwich.
Conclusões passadas davam conta de que seria o ovo, graças à evolução onde dois animais semelhantes (sem serem galinhas) teriam cruzado e originado um ovo que se tornaria a primeira galinha.

]
No entanto, uma nova descoberta aponta que a galinha veio primeiro. Segundo os cientistas, a formação da casca do ovo depende de uma proteína que só é encontrada nos ovários deste tipo de ave. Portanto, o ovo só existiu depois que surgiu a primeira galinha. A proteína, chamada ovocledidin-17 (OC-17), atua como um catalisador para acelerar o desenvolvimento da casca. A sua estrutura rígida é necessária para abrigar a gema e seus fluidos de proteção enquanto o filhote se desenvolve lá dentro.
A descoberta foi revelada no documento “Structural Control of Crystak Nucleo by Eggshell Protein”, que em tradução livre quer dizer: Controle Estrutural de Núcleo de Cristais pela Proteína da Casca do Ovo.
Na pesquisa foi utilizado um supercomputador para visualizar de forma ampliada a formação de um ovo. A máquina, chamada de HECToR, revelou que a OC-17 é fundamental no inicio da formação da casca. Essa proteína é quem transforma o carbonato de cálcio em cristais de calcita, que compõe a casa do ovo. Dr. Colin Freeman, do Departamento de Engenharia Material da Universidade de Sheffield, constatou: “há muito tempo se suspeita que o ovo veio primeiro, mas agora temos a prova científica de que, na verdade, a galinha foi a percussora.”
Para o professor John Harding, o estudo poderá servir como base para outras pesquisas. “Entender como funciona a produção da casca de ovo é interessante, mas também pode ser pista para a concepção de novos materiais e processos”, disse ele. “A cada dia a natureza nos mostra suas soluções inovadoras para todo o tipo de problema que ela encontra. Isso só comprova que podemos aprender muito com ela”, finalizou o professor.

Fonte: O Dia.

URL: http://wp.me/p2K36-Do

Omar Aziz lidera disputa pelo governo do Amazonas. Dilma 57,6% x Serra 16,3%

29 de julho de 2010 12h06 atualizado às 12h10

Arnoldo Santos
Direto de Manaus
Omar Aziz (PMN) lidera a disputa para o governo do estado, com 47%, em pesquisa do instituto Perspectiva Tecnologia da Informação, encomendada pelo jornal Amazonas Em Tempo, de Manaus (AM), e publicada nesta quinta-feira(29. 

Depois de Omar Aziz, vem em segundo lugar o candidato Alfredo Nascimento (PR) com 37%. Os eleitores que não sabem dizer em quem votariam somaram 8%. Brancos/ Nulos aparecem com 5% e os outros candidatos somaram 3% da pesquisa.

Na disputa para o senado, Eduardo Braga (PMDB) lidera a pesquisa com 81% das intenções. O candidato Artur Neto (PSDB) aparece empatado com a candidata Vanessa Grazziotin (PC do B) com os dois apresentando 39% das intenções de voto.

Presidenciais
Na mesma pesquisa, a candidata Dilma Rousseff (PT) lidera a disputa presidencial com 57,6% das intenções dos votos. O candidato José Serra (PSDB) aparece com 16,3%. Marina Silva (PV) com 15,3%. Os eleitores que não souberam responder somam 7% e os outros candidatos, 2%, mesmo índice alcançado pela alternativa brancos/nulos.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 27 de julho. Foram entrevistadas mil pessoas, sendo 583 delas na capital, Manaus. Eleitores de dez municípios foram entrevistados configurando uma margem de erro de 3% para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 17.968/2010.

http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias

Rio Grande do Sul: Tarso Genro (PT) lidera tanto no Datafolha quanto no Vox Populi em 3º Yeda (PSDB)

RS: Datafolha aponta Genro com 35%; Fogaça aparece em 2º com 27%
 

24 de julho de 2010 10h08 atualizado às 11h51

Flavia Bemfica
Direto de Porto Alegre

Mais uma pesquisa indica a liderança do petista Tarso Genro na corrida pelo governo do Estado no Rio Grande do Sul. Levantamento do Datafolha encomendado pelo Grupo RBS e pelo jornal Folha de São Paulo divulgado neste sábado (24) mostra Genro com 35% das intenções de voto na estimulada.

Em segundo lugar está José Fogaça (PMDB), com 27%, seguido pela governadora Yeda Crusius (PSDB), candidata à reeleição, com 15%. Pedro Ruas (Psol) tem 1%. Os outros seis candidatos não pontuaram. Em branco e nulos somaram 3% e, os indecisos, 18%.

Do Jornal da Band

brasil@eband.com.br

Uma nova rodada da pesquisa Vox Populi/Band/IG, divulgada nesta quarta-feira, mostra empate técnico na disputa para o governo do Rio Grande do Sul. De acordo com o levantamento, Tarso Genro, do PT, aparece com 34% das intenções de voto e José Fogaça, do PMDB, 28%. Os dois resultados estão dentro da margem de erro do levantamento.

A pesquisa aponta ainda que a atual governadora, Yeda Crusius (PSDB), aparece com 12% e Pedro Ruas, do PSOL, tem 1%. Os votos brancos e nulos somam 5%. Eleitores indecisos são 20% dos entrevistados.

O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 20 de julho e consultou 800 pessoas. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional do Rio Grande do Sul (TRE-RS) sob o número 31.984/10, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o número 19.924/10. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na consulta espontânea Genro tem 12%, Yeda 7% e Fogaça 6%. Os indecisos são 68%. A pesquisa também mediu o índice de rejeição dos candidatos. Yeda lidera, com 42% de rejeição entre os entrevistados. Genro tem 13% e Fogaça 12%.

O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 31.879/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 20.141/2010. A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 23 de julho e ouviu 1.215 pessoas. A margem de erro é de três pontos percentuais.

http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010

Minas Gerais: Dilma Rousseff assumiu pela primeira vez a liderança nas intenções de voto no Estado: Dilma 37% X Serra 33%.

Vox Populi: com 42%, Hélio Costa venceria no 1º turno em MG
 

27 de julho de 2010 19h42 atualizado às 19h52

O candidato do PMDB ao governo de Minas Gerais, Hélio Costa, lidera a corrida eleitoral com 42% das intenções de voto e estaria eleito no primeiro tuno caso as eleições fossem hoje, porque a soma dos candidatos adversários é de 23%, segundo pesquisa Vox Populi divulgada nesta terça-feira (27) pelo Jornal da Band.

Antonio Anastasia (PSDB) aparece na segunda colocação com 18%, Vanessa Portal (PSTU) na terceira com 2%. Edilson Nascimento (PTdoB), Zé Fernando Parecido (PV) e Professor Luiz Carlos (Psol) têm 1% das intenções de voto.

Segundo o levantamento, os votos brancos e nulos somam 6%. Enquanto 29% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.

Encomendada pela Rede Bandeirantes , a pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 de julho, com 1000 entrevistados, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 17 de julho de 2010, sob o número 19921/2010.

Juliana Prado
Direto de Belo Horizonte

O empresário e presidente do PR mineiro, Clésio Andrade, formalizou nesta segunda-feira (26) seu apoio à candidatura do peemedebista Hélio Costa ao governo de Minas. A decisão, que já era esperada, expõe a cisão interna do partido, já que a sigla está formalmente coligada com a chapa adversária, “Somos Minas Gerais”, do governador Antonio Anastasia (PSDB), que disputa a reeleição.

O dirigente não só oficializou sua decisão durante encontro com Costa, como disparou contra o governo tucano e Aécio Neves, de quem foi vice-governador no primeiro mandato (2003-2006). “Pelo cargo que ocupei, me permito uma crítica. Aécio e Anastasia sempre priorizaram o marketing em detrimento dos programas sociais. Creio que o melhor projeto para os mineiros é o que a coligação de Hélio Costa fará: transformar investimentos sociais em importantes projetos econômicos”, disse.

Apesar da divisão interna, o presidente do PR tem autonomia para pedir votos para o concorrente do PMDB, já que a direção nacional liberou as executivas estaduais para decidirem pelo lado que quisessem. Na disputa presidencial, o partido segue com a candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff (PT). O racha é tão nítido que um dos coordenadores da campanha de Anastasia é o vice-presidente do PR, João Santana.

Clésio Andrade foi voto vencido dentro do partido, principalmente pelo fato de os seus deputados federais terem optado pela coligação na disputa proporcional com o chapão encabeçado pelo PSDB. O entendimento dos parlamentares-candidatos era de que só se coligando numa chapa com vários partidos seria possível fazer um número razoável de deputados.

Um dos maiores defensores da aliança com os tucanos desde o início, o deputado Lincoln Portela lembra, ainda, que, quando o PT mineiro anunciou que não iria se coligar com nenhuma legenda para tentar conseguir uma bancada petista mais forte, o PR passou a negociar com mais vigor a vaga na chapa de Anastasia. Ele diz, no entanto, que não há surpresas ou rompimento em função da investida do empresário. “A decisão política é natural e não nos causa constrangimento. Não há lamento, mas o fato é que todos erraram neste processo”, reconhece.

As negociações envolvendo as duas coligações na disputa estadual e o PRforam intricadas desde o início. A sigla teve várias reuniões com PT e PMDB, em um ensaio real de aproximação. Clésio chegou a ser cotado para vice em uma eventual cabeça de chapa petista com Fernando Pimentel. Como a proposta não vingou e Hélio Costa foi alçado a candidato, o PR se viu na mesa de negociações com o PSDB e aliados, acabando por fechar o acordo formalmente.

Pesquisa polêmica
Também nesta segunda-feira (26), Clésio não poupou críticas aos antigos aliados – e agora adversários do PSDB – via Twitter. Uma das provocações foi ao ex-governador Aécio Neves e a Anastasia. “Aécio ensinava que não se assina convênio quando não se tem dinheiro em caixa, mas o candidato-governador não aprendeu”, disse. Segundo ele, convênios anunciados pelo atual mandato tucano não estariam sendo pagos para os municípios mineiros.

Sobrou também para o presidente do PSDB mineiro, Nárcio Rodrigues. “Datafolha: Hélio Costa 44% e Anastasia 18%. E agora presidente Nárcio?”, postou Clésio no Twitter, em alusão à última pesquisa Datafolha com as intenções de voto para o governo de Minas, divulgada no último sábado(24).

O dirigente chegou a ser acusado pela coligação “Somos Minas Gerais” de encomendar outra pesquisa, via Instituto Sensus, favorável a Hélio Costa. A coletiva para formalizar a denúncia foi comandada, na oportunidade, por Nárcio. No levantamento, que está sendo formalmente contestado pela coligação tucana na Procuradoria Regional Eleitoral, Costa tinha 43,4% dos votos e Anastasia, 21,5%.

http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010

 

A taxa de rejeição do candidato José Serra saltou de 12% para 19% em Minas Gerais, segundo a última pesquisa Vox Populi, divulgada ontem; ao mesmo tempo, Dilma Rousseff assumiu pela primeira vez a liderança nas intenções de voto no Estado: Dilma 37% X Serra 33%. Minas, como se sabe é aquele pedaço do Brasil onde os tucanos imaginavam conquistar uma ‘folgada’ vantagem para contrabalançar o apoio maciço do Nordeste a Lula e a sua candidata. A tentativa de Serra de se credenciar como o novo Álvaro Uribe da AL, com um discurso beligerante contra Lula, o PT e a política externa brsasileira mereceu o seguinte comentário de Dilma Rousseff: ‘Esse é um dos debates mais desqualificados de toda a história das campanhas eleitorais desde a redemocratização.” Minas concorda. 

Forte crescimento de Dilma leva a empate técnico no Espito Santo, segundo IBOPE

Ibope: Renato Casagrande seria eleito no 1º turno com 51% no ES
28 de julho de 2010 16h35 atualizado às 17h00

Alex Cavancanti
Direto de Vitória

Pesquisa divulgada pelo Ibope nesta quarta-feira (28) revelou que o candidato do PSB ao governo do Espírito Santo, Renato Casagrande, lidera a disputa para o cargo, com 51% das intenções de voto. Em segundo lugar aparece o candidato do PSDB, Luiz Paulo Velozo Lucas, que possui 18% das intenções de voto. Dr. Gilberto Caregnato (PRTB) aparece em terceiro, com 2%, enquanto Brice Bragato (PSOL) e Avelar (PCO) estão empatados, com 1% da preferência.

A pesquisa foi encomendada pela Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes) e o Centro da Indústria do Espírito Santo (Cindes) e os resultados apresentados hoje, na sede da Federação, em Vitória. De acordo com o levantamento, o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, está tecnicamente empatado com a candidata do PT, Dilma Rousseff. Serra aparece com 38% das intenções de voto dos capixabas, contra 36% de Dilma, uma diferença dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 3%. A candidata do PV, Marina Silva, é citada por 9% dos entrevistados e Plínio de Arruda (PSOL) tem apenas 1%.

O levantamento também avaliou a preferência dos capixabas para o cargo de senador. Segundo o Ibope, Magno Malta (PR) tem 53% das intenções de voto; seguido por Ricardo Ferraço (PMDB), com 49%; e Rita Camata (PSDB), com 30%. O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, José Carlos Gratz (PSL), que teve a candidatura barrada por conta da Lei Ficha Limpa, ainda aparece na pesquisa com 7% das intenções de voto para o Senado.

A pesquisa também confirmou as expectativas da Findes quanto à visão do capixaba sobre sua própria situação econômica, com cerca de 81% dos entrevistados afirmando que o ano de 2010 está sendo bom/muito bom. “Esta visão positiva da população capixaba sobre a nossa economia reflete diretamente no aumento do consumo no comércio, que por sua vez aumenta a demanda junto às indústrias que, por fim, repassam este aumento aos seus fornecedores. Trata-se de um círculo virtuoso que só fortalece a nossa economia”, avaliou o presidente da Findes/Cindes, Lucas Izoton. O otimismo do capixaba também reflete em seu temor pelo desemprego, com 52% afirmando que não se preocupam com esta questão.

“Um dos trabalhos mais fortes da Findes é justamente de oferecer qualificação profissional a setores que alavancam nossa economia, porém ainda contam com escassez de pessoal qualificado, e isto acaba influenciando um pouco nas opiniões de quem teme pelo desemprego na pesquisa”, ponderou Izoton.

A pesquisa ouviu 812 eleitores, entre os dias 22 e 25 de julho. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. Ela foi registrada no TRE/ES sob número 10613/2010 e no TSE sob protocolo 20616/2010.

http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4591200-EI15323,00-Ibope+Renato+Casagrande+seria+eleito+no+turno+com+no+ES.html

MST declara apoio ao pres. Zezinho. Então, junto com seu assessor para assuntos agrários, contratado junto ao circo Garcia, começou a distribuir saquinhos plásticos cheios de terra.

Reforma agrária urgente, Zezinho presidente!
Os próprios sem-terra dissolveram o MST, pois a reforma agrária do pres. Zezinho tornou o movimento desnecessário. 

Esta palavra de ordem mobiliza as massas do campo nesta campanha para a eleição já ganha pelo Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro presidente Zezinho. 

Depois das inflamadas declarações do Presidente de Nascença aderindo à causa dos homens do campo, os gritos pela reforma agrária espalharam-se como um rastilho de pólvora pelo Brasil adentro. 

O MST convocou uma assembléia nacional para decidir pelo apoio à chapa composta pelo pres. Zezinho e seu vice, o latifundiário canino Cachorro-Lagosta. O Mais Perfeito dos Homens Públicos compareceu e foi ovacionado pelos sem-terra, que também gritavam a palavra de ordem “Reforma agrária urgente, Zezinho Presidente!” 

Na assembléia,  o movimento  decretou por unanimidade o apoio ao futuro presidente Zezinho e outorgou-lhe o título de Defensor Perpétuo dos Agroboys Brasileiros. Além disso, decretou a autodissolução do movimento, por não ser mais necessário. 

O clima era de concórdia, com a chegada da paz ao campo brasileiro, pelas mãos firmes e generosas do Mais Competente dos Homens Públicos. Convidada de honra da assembléia, a representante do agronegócio,  senadora Klaudia Abreu (UDR-TO), tascou um beijo em João P. Stedile (ex-MST-RS), sob os aplausos dos presentes. Depois, declarou que está entusiasmada com o novo tempo de confraternização, pois sentiu  o vigor rústico porém firme do homem do campo. 

O assesor para assuntos agrários e cromáticos do pres. Zezinho comoveu-se com a situação dos pobres latifundiários. 

O Mais Generoso dos Homens Públicos discursou por mais de duas horas no encontro, para uma platéia atenta e faminta de suas sábias palavras. 

Ao fim do seu discurso, o Presidente de Nascença fez  a multidão entrar em delírio ao anunciar: 

“Vou fazer reforma agrária pra valer! Comigo, vai ter terra para todo mundo! E vai começar agora!” 

Os sem-terra ficaram muito agradecidos pela generosidade do Presidente de Nascença 

Então, junto com seu assessor para assuntos agrários, contratado junto ao circo Garcia, começou a distribuir saquinhos plásticos cheios de terra a todos os sem-terra presentes que, agradecidos, beijavam seus pés calejados de percorrer o Brasil fazendo o bem. 

Mostrando seu paternal cuidado com os mais desfavorecidos na pirâmide social, o presidente Zezinho, junto com os saquinhos de terra, ainda deu um conselho aos sem-terra: “não vão comer tudo de uma vez, hein, seu bando de mortos-de-fome!” 

Comentário da tia Carmela 

Isso de dar terra pros outros comerem não é novidade. Quando era criança, lá na Mooca, uma vez o Zezinho resolveu que ia fazer caridade com as crianças pobres no dia de São Cosme e Damião. Ele e o Reinaldinho Cabeção saíram pela Mooca pedindo doação de doces para dar para as crianças pobres. Um monte de gente deu balas e outros doces. Aí o Zezinho e seu amiguinho puxa-saco pegaram metade das coisas que arrecadaram,  desembrulharam e comeram os doces e balas. Depois, pegaram os papéis de bala e as embalagens dos doces e colocaram terra dentro, no lugar. Aí fizeram a distribuição em pacotinhos. Todo mundo na rua ficou dizendo que o Zezinho era um menino muito bom, muito caridoso. Quando as crianças pobres chegaram em casa e foram abrir os pacotinhos, metade daquilo era terra… 

Wladimir Pomar: Os erros do já ganhou. Seria útil que o PT e seus aliados voltassem a assistir ao vídeo da partida entre Holanda e Urugua

Parece predominar em diferentes áreas da campanha da candidatura Dilma, inclusive no PT, a suposição de que a disputa está ganha e a vitória eleitoral é certa. Afinal, Lula tem a aprovação de 85% da população, 10% são neutros e apenas 5% são contra. Como admitir que sua candidata não seja eleita?
 
Com base nisso, nos círculos aliados do PT discute-se não a campanha, mas a participação no próximo governo. Grupos de pressão, ou lobbies, formam-se por todos os cantos, na perspectiva de loteamento de cargos nas empresas estatais, ministérios e outras agências governamentais. Cria-se um ambiente de já ganhou, que é um caminho batido para a derrota, porque desarma a estratégia de campanha e abre campo para erros infantis.
 
Desde os tempos antigos sabe-se que a vitória não é resultado dos méritos do vencedor, mas dos erros do derrotado. Isto é válido tanto para a arte militar quanto para a arte política. E um dos principais erros que se pode cometer, ao ir para uma batalha, mesmo que eleitoral, é supor que a vitória está garantida, que o adversário usará as mesmas táticas de sempre e que, portanto, não será preciso um esforço extra para derrotá-lo.
 
Um exemplo recente, na área do futebol, tão cara para nós, foi o da Holanda no jogo contra o Uruguai. A Holanda entrou em campo supondo que o time uruguaio usaria as mesmas táticas de seus jogos anteriores. Onze entre cada dez analistas esportivos juravam de pés juntos que o Uruguai havia chegado às finais por um desses caprichos da sorte. Além disso, como mudara seis jogadores para aquela partida decisiva, isso deveria tê-lo enfraquecido ainda mais. Certeza absoluta de uma vitória acachapante da Holanda.
 
Pelo desempenho visto em campo, o time uruguaio deve ter estudado em detalhe o time holandês e seus pontos fortes e fracos. E entrou em campo com uma tática totalmente diferente, e uma disposição de luta de dar inveja aos brasileiros, que antes dos paraguaios haviam pensado ter o jogo ganho e o perderam de cabeça baixa. A Holanda teve que suar a camisa e só venceu porque os uruguaios, apesar de tudo, cometeram alguns erros fatais nas finalizações a gol.
 
Seria útil que o PT e seus aliados voltassem a assistir ao vídeo da partida entre Holanda e Uruguai, colocando-se na visão da Holanda, e aproveitassem as lições desse jogo para reorganizar sua campanha presidencial. Afinal, neste primeiro tempo de campanha, quando a maioria dos analistas considerava que a candidatura Dilma já deveria ter entrado numa curva firme de subida, ela continua empacada num inconfortável empate técnico, menos pelos acertos do adversário do que pelo que parecem ser fraquezas de sua campanha.
 
Se a campanha Dilma permitir que os lobbies do já ganhou continuem prosperando, isso certamente paralisará as atividades que são fundamentais em qualquer campanha eleitoral: o contato direto, diário, incansável, com as principais camadas populares do eleitorado. Se ela não subir os morros e não andar nas periferias das capitais e grandes cidades do país, não visitar as palafitas nordestinas e amazônicas, não for às aglomerações humanas do interior, ou seja, não fizer aquilo que Lula fez, e bem, em praticamente todas as campanhas em que participou, ela estará cometendo não apenas um erro tático.
 
É lógico que Dilma não é Lula. Mas, isso talvez não seja um argumento que reduza aquela necessidade. Ao contrário. Se ela pretende que haja uma transferência de peso da popularidade do presidente, terá de ampliar ainda em maior escala as atividades relacionadas com uma agenda de contatos diretos com o povão, aquilo que se costuma chamar de corpo a corpo. Para não cometer erros fatais, teria que reduzir os contatos com os lobbies do já ganhou para 5%, no máximo.
 
Além disso, a candidatura Dilma parece estar presa a uma agenda positiva inflexível. Isto é, não é um erro ter uma agenda positiva, na qual o centro consista em apresentar as propostas para continuar avançando nas políticas implementadas pelo governo Lula, em especial aquelas relacionadas com crescimento econômico, ampliação da infra-estrutura, redistribuição de renda, reformas na educação e na saúde, combate à corrupção etc. No entanto, ficar amarrada a isso não basta, pelo simples fato de que Serra e Marina estão dizendo a mesma coisa, e pelo fato de que há muitos problemas ainda não resolvidos.
 
Nessas condições, se a agenda positiva não tiver flexibilidade para enfrentar positivamente os problemas existentes, principalmente aqueles relacionados com a vida do povo, deixando-os sem proposta, nem firmeza positiva diante dos ataques dos adversários, deixando-os sem resposta, isso certamente terá reflexos negativos em segmentos consideráveis do eleitorado, porque os adversários estão com o mesmo discurso e acrescentando a ele a crítica a problemas não resolvidos.
 
Apresentar-se como continuação do presidente Lula pode ser positivo, mas talvez isto precise de algo mais para conquistar corações e mentes. Se não forem apresentadas propostas concretas para corrigir a política de juros altos, reduzir os tributos das pequenas e micro-empresas, melhorar a segurança pública, só para citar alguns exemplos, aquele diferencial pode ser insuficiente.
 
Se não houver empenho em mostrar que os problemas existentes são a herança dos governos anteriores a Lula, que a candidatura Marina não tem sentido, se ela pretende ser um papel carbono do governo Lula, e que os ataques terroristas da campanha Serra mostram sua verdadeira natureza política, só para citar alguns outros exemplos, aquele diferencial também será insuficiente.
 
Se a campanha Dilma continuar no segundo tempo na mesma linha do primeiro tempo, talvez tenha a mesma surpresa da seleção brasileira no enfrentamento com a Holanda. Até hoje os jogadores não sabem direito o que ocorreu. 
Wladimir Pomar
escritor e analista político

#ondavermelha: Vox Populi mostra Osmar fungando no cangote de Beto: 42 x 37

28 de Julho de 2010 – 19:45

* Sondagem comprova viés acentuado de queda do tucano

 

 Clique na imagem para ampliar. 

O telejornal da Band divulgou agora à noite uma nova pesquisa do Vox Populi. 

Segundo o instituto, Beto Richa lidera com 42% e Osmar Dias já funga no cangote do tucano com 37%. 

Dentro da margem de erro de 3,5 pontos da sondagem, os dois estão tecnicamente empatados. 

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 de julho. 

Paulo Salamuni (PV) tem 1% e os demais candidatos não pontuaram na pesquisa. 

Em relação à pesquisa do mesmo Vox Populi, divulgada no último final de semana pelo jornal O Estado do Paraná, Beto caiu e Osmar subiu. 

Ainda de acordo com a sondagem anterior (de 14 a 17 de julho), o tucano tinha 44% e o pedetista 35%

Auditoria do SUS mostra que, mesmo quando há recursos, sistema sofre com problemas de gestão.

 Eis o círculo vicioso: a Saúde não é prioridade nacional, embora seja obrigação dos entes federados, inscrita na Constituição Federal, solenemente descumprida pelo conservadorismo de diversos matizes que comanda a área éconômica de 1989 até hoje – 21 anos. Como não é prioridade não tem recurso suficiente – Saúde exige recurso mesmo -, e a União com a maior desfaçatez desde 1980 continua diminuindo e congelando progressivamente sua participação no financiamento da Saúde, secundada recentemente também pelos estados da Federação e certas grandes municipalidades. Como não é prioridade não tem recurso e não tendo recurso não investe no gerenciamento adequado.

    Como não é prioridade não tem recurso e, não tendo recurso não investe no gerenciamento adequado, o Estado nacional se omite ou age para piorar a situação. Darei dois exemplos:
    a) autoridades da Saúde e da Educação não atinam – e se omitem – que tem que prover o país de profissionais de saúde devidamente capacitados, a começar pelos profissionais médicos, e
    b) agem para manter as despesas com funcionários da Saúde – setor intensivo em utilização de mão-de-obra – na base de cálculo da lei de responsabilidade fiscal.
    Por que será? O conservadorismo de diversos matizes que comanda a área econômica sabe que de 75% a 77% dos brasileiros – algo em torno de 150.000.000 de habitantes – não tem organização suficiente para vocalizar – e defender – seus interesses! E sofrem, são mutilados e morrem por ausência de um Sistema de Saúde nacional público e universal, eficaz e qualificado.
  E os cerca de 23% a 25% de habitantes? Aí é outra a política: no que diz respeito à assistência o Estado nacional – entenda-se a União – abre a burra e patrocina uma escandalosíssima renúncia fiscal e desonerações as mais diversas, mas não quer prover recursos suficientes para o SUS. Os estados e municipalidades também patrocinam renúncias e desonerações as mais diversas. 

    O fato: ser prioridade nacional exige luta política e o enfrentamento de poderosos adversários. E mais: exige um duro e desassombrado protagonismo federal. 
    Segue a matéria.
Ricardo  
Mal da Saúde não é só falta de verba
27 de julho de 2010
 

   

PACIENTES AGUARDAM vaga nos corredores do Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes: Estado do Rio foi um dos que menos investiram  

Auditoria do SUS mostra que, mesmo quando há recursos, sistema sofre com problemas de gestão

Roberto Maltchik BRASÍLIA

Eterna plataforma de políticos em campanha eleitoral, o resgate da saúde pública no Brasil não exige só a ampliação dos recursos públicos para o setor, revela auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus). A investigação, que analisou dados de 2006 e 2007, detectou estados que cumpriam o limite mínimo de investimentos previsto pela Emenda 29 à Constituição, mas conviviam com um quadro assustador de mortes que poderiam ser facilmente evitadas com prevenção. Em outros casos, a falta de assistência básica foi agravada pelo abandono dos sistemas de vigilância epidemiológica e sanitária.

Menor estado brasileiro, com 21 mil quilômetros quadrados e população de pouco mais de dois milhões de habitantes, Sergipe integra a modesta lista de nove, entre 27 unidades da Federação, que seguiram a Constituição e investiram 12% da arrecadação em saúde. Mas, segundo o Denasus, o percentual de 12,2% não se refletiu em avanços no setor.

De 2004 e 2007, enquanto ocorria em Sergipe um “injustificável descumprimento de carga horária de médicos e enfermeiros pagos pelo SUS“, 776 bebês com menos de 1 ano morreram de diarreia, pneumonia e desnutrição. A secretária de Saúde de Sergipe, Mônica Sampaio, afirmou que a demanda por médicos no estado é “maior do que a oferta”. Ela frisou a dificuldade para que os profissionais atendam pelo SUS em cidades do interior. A respeito dos óbitos evitáveis, diz que a mortalidade infantil no estado caiu 21,6% de 2006 a 2009 devido às políticas adotadas.

– A incidência (dos óbitos) tem como causa os baixos níveis socioeconômicos da população e a falta de acesso a serviços básicos – disse.

“A saúde básica fica em segundo plano”

O mesmo dilema vive a população da Região Norte. Encravados na floresta, que transforma em epopeia a viagem do interior às capitais para aquisição de remédios de alto custo, os cinco estados da Amazônia aplicaram 12% da arrecadação em saúde em 2006 e 2007. Só que, na média, dispensaram à população o pior atendimento do país. A situação se agrava pela limitação de acesso às comunidades indígenas e ribeirinhas.

Segundo os auditores, as deficiências no Pará, que ficou no limite da lei em 2007, ao investir 11,89% das receitas em saúde, atingiram a assistência básica, a média e alta complexidades. Caiu a cobertura vacinal de BCG, hepatite B, poliomielite e tetravalente; 87% das mortes de crianças com idade inferior a 9 anos ocorreram entre os menores de 1 ano. A principal causa foi septicemia (infecção generalizada) em recém-nascidos.

A Secretaria de Saúde do Pará informou que, nos últimos três anos, dobrou o número de UTIs neonatais e passou de 45 para 165 o número de unidades de cuidados intermediários (UCIs). Além disso, diz que a cobertura do programa Saúde da Família, que inclui a assistência pré-natal, passou de 30% para 40% da população.

– O alto índice de mortalidade infantil é inaceitável e reflete a falta de assistência pré-natal e ao recém-nascido. Ainda há deficiências na assistência farmacêutica, e o pobre é obrigado a comprar remédio de uso contínuo, empobrecendo ainda mais. A má gestão é problemática, mas o Brasil é um dos países com menor investimento público entre os que mantêm sistema universal de saúde – diz o epidemiologista Jarbas Barbosa.

Para o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Junior, o quadro reflete a má gestão e falta de políticas de atenção básica: O debate conceitual do SUS é tratar a doença instalada ou prevenir. Por enquanto, de modo geral, a prevenção não é boa. Enquanto se gasta muito com alta complexidade, a saúde básica fica em segundo plano -diz Batista Júnior.

O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Jurandi Frutuoso, diz que o atendimento básico só deve melhorar quando a União aumentar sua participação no bolo de recursos públicos para a saúde: – O gasto público em saúde por habitante é baixíssimo. Os estados aumentaram sua participação, mas a União estagnou – diz.

O governo federal repassa ao SUS R$ 59 bilhões (7,51% da Receita Corrente Líquida da União). Segundo o Ministério da Saúde, os investimentos em atenção básica cresceram 170%, de 2002 a 2009. Segundo o Denasus, de 2006 e 2007, os estados deixaram de aplicar R$ 11,8 bilhões em saúde, desviando os recursos para outras finalidades como saneamento básico; pagamento de aposentadorias e pensionistas e amortização de juros da dívida pública.

Sem contar os recursos do SUS que ficaram aplicados no sistema financeiro.

  

Veja o que a mídia divulga sobre as várias pesquisas eleitorais feitas?

Tucano tem 11 pontos à frente em SP

VALOR

Pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada ontem mostra o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, na liderança das intenções de voto em São Paulo, maior colégio eleitoral do país. Serra tem 11 pontos de vantagem sobre a candidata Dilma Rousseff (PT). O tucano tem 42% e a petista, 31%. Marina Silva (PV) aparece com 10%. Os demais candidatos somam 1%. Brancos e nulos, 7%. Os indecisos são 10%.
Na pesquisa anterior, Serra tinha 14 pontos acima da petista: 44% a 30%. Na pesquisa espontânea, Serra e Dilma estão tecnicamente empatados, com 23% a 22% respectivamente. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Os dois aparecem tecnicamente empatados no quesito rejeição. O tucano tem 23% e a petista, 25%. Marina é rejeitada por 18%. Em um eventual segundo turno, Serra seria eleito com 48% e Dilma, 36%.
Dilma ainda é menos conhecida no Estado – 85% conhecem bem ou têm alguma informação sobre o tucano. Ela tem taxa de 65%. Entre os conhecem os candidatos só de nome, ela tem 30% e Serra 14%. Apenas 1% não conhece Serra. Dilma é desconhecida por 5%. A petista é citada como candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por 81% contra apenas 1% de Serra e 17% que desconhecem o apoio de Lula a Dilma.
Na disputa estadual, Geraldo Alckmin (PSDB) lidera com 47% e seria eleito no primeiro turno. Aloizio Mercadante (PT) tem 18% e Celso Russomanno (PP) 8%. Paulo Skaf (PSB), Fabio Feldmann (PV) e Paulo Búfalo (P-Sol) têm 1%. Mancha (PSTU) e Anaí Caproni (PCO) não pontuaram. Os votos brancos e nulos somam 9%. Os indecisos são 15%.
Marta lidera disputa pelo Senado em SP, revela pesquisa
Tuma, Quércia e Ciro Moura aparecem empatados em segundo lugar em levantamento do instituto Datafolha

Daniel Bramatti – O Estado de S.Paulo

Pesquisa Datafolha sobre a eleição para o Senado mostra Marta Suplicy (PT) na liderança em São Paulo e uma disputa acirrada pela segunda vaga em aberto.
A pesquisa, feita em outros seis Estados e no Distrito Federal, revela que há mais candidatos ao Senado com possibilidade de se eleger entre aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenciável petista Dilma Rousseff.
Em São Paulo, Marta tem 32% das intenções de voto. A seguir, em situação de empate técnico, aparecem o petebista Romeu Tuma (22%), o peemedebista Orestes Quércia (21%) e o candidato do PTC, Ciro Moura (19%). O vereador Netinho de Paula, do PC do B, está em quinto lugar, com 15% das preferências.
Tuma é senador desde 2003 e disputa a reeleição. Quércia foi governador de São Paulo de 1986 a 1990. Ciro Moura, por sua vez, concorre por um partido “nanico” e, há dois anos, teve 0,06% dos votos válidos na eleição para a Prefeitura de São Paulo – conquistou menos de 4.000 eleitores em um universo de quase 7 milhões de votantes.
O representante do PTC pode estar se beneficiando do fato de ser “xará” de Ciro Gomes, deputado pelo Ceará e ex-presidenciável pelo PSB. Nos primeiros meses do ano, o presidente Lula estimulou Ciro a transferir o domicílio eleitoral para São Paulo e a concorrer ao governo do Estado.
Governistas. Das 16 vagas para o Senado em disputa nos oito colégios eleitorais avaliados pelo Datafolha, 10 ficaram nas mãos de aliados de Lula e Dilma, se a eleição fosse realizada hoje.
Governistas aparecem como favoritos para ocupar as duas vagas em disputa na Bahia, no Paraná e no Distrito Federal. César Borges (PR), 34%, e Lídice da Mata (PSB), com 26%, são os primeiros na preferência do eleitorado baiano. Entre os paranaenses, o peemedebista Roberto Requião (50%) e a petista Gleisi Hoffmann (28%) são os favoritos. Na capital da República, estão à frente Cristovam Buarque (PDT) e Rodrigo Rollemberg (PSB).
Em Minas Gerais, é a oposição quem lidera nas duas primeiras colocações. O ex-governador Aécio Neves (PSDB) tem 62% e o ex-presidente Itamar Franco (PPS), 41%.
No Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB, com 42%) e Cesar Maia (DEM, com 31%) são os líderes. No Rio Grande do Sul, o eleitorado se divide entre Germano Rigotto (PMDB, 41%) e Paulo Paim (PT, 37%).
Em Pernambuco, há um empate técnico entre o ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PT, 42%) e o senador Marco Maciel (DEM, 40%).

Postado por Luis Favre
  27/07/2010 – 09:15h Dilma sobe ao aparecer como candidata de Lula

Últimas seis pesquisas do Datafolha mostram relação direta entre o grau de informação sobre a opção do presidente e a performance da petista

Daniel Bramatti – O Estado de S.Paulo

As duas subidas de Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais desde o fim do ano passado coincidiram com um aumento significativo no porcentual de eleitores informados sobre o fato de que ela é a candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A série das últimas seis pesquisas do instituto Datafolha mostra uma relação direta entre o grau de informação sobre a opção de Lula na campanha e a performance de Dilma. Colocadas em um gráfico, as duas variáveis têm linhas de evolução praticamente idênticas (veja quadro).
Datafolha_lula_dilma
Desde dezembro, o índice de intenção de voto na petista equivale a cerca da metade do porcentual do eleitorado bem informado sobre a posição de Lula na campanha.
A intenção de voto na candidata do PT subiu de 26% para 31% entre dezembro de 2009 e fevereiro deste ano. No mesmo período, o grau de percepção de que Dilma é a escolhida por Lula subiu de 52% para 59%.
Logo a seguir, houve um período de estagnação. Foram dois meses em que o eleitorado bem informado sobre a opção de voto do presidente empacou na faixa dos 60%. Da mesma forma, a preferência por Dilma se manteve na faixa dos 30%.
Mudança. A candidata petista só ganhou impulso novamente em maio, quando subiu sete pontos porcentuais e, com 37%, empatou com o adversário José Serra, candidato do PSDB. Na época, a parcela dos que sabiam quem Lula apoiava aumentou de 61% para 71%.
De lá para cá, o eleitorado bem informado passou para 75% em junho e voltou para 70% em julho, enquanto a intenção de voto na ex-ministra da Casa Civil oscilou para 38% e depois para 36%.
Os dois movimentos de subida de Dilma foram captados pelas pesquisas logo após momentos de grande exposição da candidata ao lado do presidente.
Em fevereiro, o PT investiu cerca de R$ 6,5 milhões em um megaevento para lançar a pré-candidatura de Dilma, em Brasília. O palco petista foi armado para que Lula apresentasse a então ministra como a pessoa responsável por dar continuidade a seu governo.
Em maio, Dilma cresceu ao aparecer com Lula em outro “palco” preparado pelo PT: o programa partidário de 10 minutos exibido em rede nacional de rádio e televisão. Na peça de propaganda, Lula atribuiu a Dilma o crédito por vitrines de sua gestão e chegou a compará-la ao líder sul-africano Nelson Mandela.
Cabo eleitoral. Segundo a última pesquisa Datafolha, Lula exerce influência sobre quase dois terços do eleitorado – 42% dizem que votarão “com certeza” no candidato apoiado pelo presidente e 23% afirmam que “talvez” o façam.
Na parcela dos 42% de lulistas convictos ainda há certo grau de desinformação. Nada menos do que um quinto dos eleitores de Serra afirmam que pretendem votar “com certeza” na pessoa apoiada por Lula.
l Dados técnicos
A última pesquisa Datafolha, registrada no TSE sob o número 20.140/2010, foi feita entre 20 e 23 de julho. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais
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