Dilma age rápido para espantar crise

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG- Partido da Imprensa Golpista) não mostra!

 


Por Ricardo Kotscho

Faz algum tempo que a palavra crise não aparece no noticiário político, ao contrário do que aconteceu durante todo o primeiro ano de governo de Dilma Rousseff, na época da chamada “faxina”, quando a presidente teve que demitir oito ministros acusados de irregularidades diversas.

Desta vez, a presidente Dilma Rousseff agiu de forma fulminante para espantar uma nova crise envolvendo denúncias sobre uma rede de corrupção no governo federal.


Supreendida pela Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, deflagrada na sexta-feira, Dilma não esperou o fim de semana passar.

Convocou ministros para uma reunião de emergência no sábado, no Palácio da Alvorada, e determinou a demissão ou afastamento imediato dos funcionários denunciados, entre eles a chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Nóvoa de Noronha, e o advogado-geral-adjunto da União, José Weber Holanda Alves.

Demitir Rosemary, funcionária indicada no começo do primeiro governo do ex-presidente Lula e mantida no cargo por Dilma a pedido do ex-presidente, indiciada pela Polícia Federal por suspeita de envolvimento com uma quadrilha que traficava pareceres técnicos de órgãos públicos, foi a decisão mais delicada tomada pela presidente até agora.

E foi mais um sinal de que ela continua implacável com os “malfeitos”, como costuma dizer, quaisquer que sejam os seus nomes e ligações políticas. “Se ela faz isso com uma indicada de Lula, imagina o que não fará com um dos nossos”, comentou um preocupado ministro do PMDB, segundo a coluna Painel publicada na “Folha” desta segunda-feira.

Entre os 18 indiciados pela Polícia Federal, oito são servidores públicos e cinco estão presos. É mais uma demonstração de que as instituições estão funcionando plenamente no país, um dos motivos que podem explicar a alta popularidade do governo, apesar das dificuldades vividas pelo PT em consequência do julgamento do mensalão.

Prova disso é a pesquisa espontânea do Ibope sobre a sucessão presidencial, divulgada no último fim de semana, em que Dilma aparece com 26% das intenções de voto, pela primeira vez à frente do ex-presidente Lula (19%) e bem distante dos possíveis candidatos da oposição, José Serra (4%) e Aécio Neves (3%).

Dos 2002 eleitores ouvidos pelo Ibope entre 8 e 12 de novembro, 55% indicaram espontaneamente a sua preferência – e 4 entre cada 5 eleitores entre eles citaram os nomes de Dilma ou Lula.

O saldo positivo do governo de Dilma saltou 19 pontos entre julho de 2011, no meio da “faxina”, e setembro deste ano, com o índice de bom e ótimo passando de 48 para 62 pontos percentuais.

A 22 meses da sucessão, a presidente eleita com o apoio decisivo do ex-presidente Lula, que deixou o governo com mais de 80% de popularidade, ganha agora vôo próprio para enfrentar as turbulências que vêm pela frente.

À oposição só resta repetir um velho ritual cada vez que aparecem denúncias envolvendo membros do governo: convocar ministros e pedir explicações. Só que Dilma chegou antes e já tomou as suas providências.

publicado originalmente em sintonia fina
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VIOLÊNCIA DERRUBA A POPULARIDADE DE ALCKMIN

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Em apenas dois meses, índice dos que consideravam seu governo ótimo ou bom caiu de 40% para 29%; ruim ou péssimo subiu de 17% para 25%; alerta laranja no Palácio dos Bandeirantes

25 DE NOVEMBRO DE 2012 ÀS 16:24

Alerta laranja no Palácio dos Bandeirantes. Pesquisa Datafolha sobre a popularidade do governador Geraldo Alckmin mostra que a onda de violência em São Paulo derrubou sua popularidade. Em setembro, 40% dos eleitores consideravam seu governo ótimo ou bom. Agora, o índice é de apenas 29%. Entre os que o apontavam como ruim ou péssimo, a taxa foi de 17% a 25%.

O principal motivo é o índice de homicídios, que praticamente dobrou, depois da onda de choques entre policiais e integrantes do PCC, o Primeiro Comando da Capital. A crise derrubou o secretário de Segurança, Antonio Ferreira Pinto, substituído por Fernando Grella. Mas o desafio persiste. Ontem, São Paulo teve uma das noites mais violentas do ano.

Leia, abaixo, o noticiário da Agência Brasil:

Três municípios da Grande São Paulo somam dez mortes e 23 baleados na última noite

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Diadema e São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, registraram mortes com características de execução entre a noite de ontem e a madrugada de hoje (26), segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Junto com Osasco, onde aconteceram quatro homicídios, as três cidades da região metropolitana somam dez assassinatos e 23 pessoas feridas à bala. O estado paulista enfrenta uma escalada da violência nos últimos meses, com aumento de 114% no número de homicídios em outubro, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Em São Bernardo do Campo foram quatro ocorrências. O primeiro caso ocorreu por volta das 22 horas, quando quatro homens em duas motos chegaram atirando em um bar na Estrada Alvarenga, no Jardim Laura. Paulo Henrique Pereira de Souza, de 18 anos, morreu no local. Outras seis pessoas, que também foram atingidas pelos disparos, foram levadas ao Pronto-Socorro Central, onde o auxiliar de produção Ricardo Araújo dos Santos, de 31 anos, não resistiu e morreu.

Por volta das 23 horas, mais um caso na cidade ocorreu na Rua Pedroso Horta, onde quatro homens em duas motocicletas atiraram contra três amigos que caminhavam na rua. O estudante Rodrigo Santos Nascimento, de 15 anos, morreu. Um auxiliar de serviços, de 22 anos, e um conferente, de 27 anos, foram socorridos no Hospital Central.

Outra ocorrência na Rua Minas Gerais foi registrada no mesmo boletim de ocorrência do caso anterior, pois os policiais acreditam que há relação entre os fatos. Dois estudantes, de 17 e 18 anos, e um auxiliar de serviços gerais, de 21 anos, conversavam em frente ao prédio em que moram quando quatro desconhecidos em duas motos passaram atirando. Eles foram levados para o Pronto-Socorro Central.

Na madrugada de hoje (25), por volta das 0h30, cinco pessoas foram baleadas na Rua Jânio Quadros, no bairro Jardim Calux. Dois estudantes, ambos de 16 anos, um operador de máquinas, de 23 anos, um mecânico, de 15 anos, e um desempregado, de 19 anos, relataram aos policiais que estavam conversando quando um homem que usava capacete se aproximou a pé e efetuou os disparos. As vítimas foram levadas ao Pronto-Socorro Central.

Em Diadema, um dos casos, registrado às 18h50 de ontem (24), envolveu um policial militar. Ele estava de folga e passava pela Rua Pau do Café quando se deparou com uma tentativa de assalto a um supermercado. Ao se identificar, o policial foi atingido por vários tiros. O autor dos disparos fugiu sem levar nada. De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima foi levada ao Hospital Municipal de Diadema e não corre risco de morte.

Por volta das 23 horas, três pessoas foram encontradas mortas por policiais militares. O auxiliar de limpeza Dener Juneo Nunes Rosa, de 24 anos, o auxiliar de produção Vagner Freitas Araújo, de 28 anos, e um desconhecido foram baleados na Rua Padre Antônio Tomás, no bairro Piraporinha. As vítimas estavam caídas no chão com tiros no tórax e na cabeça.

Pesquisa que não foi encomendada pela TV do ACM dá empate técnico

Nas eleições para prefeito de Salvador, há muito tempo Nelson Pelegrino (PT), que saiu lá atrás, só cresce. ACM Neto (DEM), que largou na frente, com ampla maioria, terminou o primeiro turno praticamente com o mesmo número de votos de Pelegrino.

Pelegrino entrou embalado no segundo turno, ontem fez um grande comício com a Presidenta Dilma em Salvador, e ainda tem o grande comício de quarta-feira com Lula.

Uma pesquisa do instituto Bahia Pesquisa e Estatística (Babesp), divulgado na sexta-feira (19), aponta empate técnico:

Nelson Pelegrino (PT) 40,4% x 41,2% ACM Neto (DEM)

Nulos e brancos somam 7,6% e 10,8% ainda seguem indecisos. A margem de erro da amostragem é de 2,7 pontos para mais ou para menos. A pesquisa Babesp ouviu 1,4 mil eleitores entre os dias 17 e 18 deste mês e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-00545/2012.

Já uma pesquisa Ibope encomendada pela TV Bahia, cujos donos é a própria família do ACM Neto, e que entrevistou só 805 pessoas, mostra uma diferença de 8 pontos a favor do “dono da TV” (47 x 39). Depois querem que a gente não desconfie.

O ACM Neto que fique com o Ibope, enquanto Pelegrino fica com Lula, Dilma e com o povo de Salvador, que é quem colocará seu voto nas urnas.

Governo Dilma agrada 77% dos brasileiros, aponta CNI/Ibope (baixe a íntegra da pesquisa aqui)

Aprovação de Dilma subiu 5% em relação ao último levantamento, atinge recorde histórico e bate FHC e Lula

SÃO PAULO – A popularidade da presidente Dilma Rousseff bateu os 77%, segundo apontou a pesquisa CNI/Ibope realizada nesta quarta-feira, 4. O levantamento mostrou que o índice de satisfação com o governo subiu 5% em relação à última pesquisa, que mediu 72% de aprovação. A avaliação foi classificada como “ótima” ou “boa” por 56% dos brasileiros, mesmo resultado obtido na pesquisa anterior.

A confiança dos brasileiros na presidente também aumentou: saltou de 68% para 72%, conforme apontou a pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quarta.

A pesquisa revelou também que mais da metade da população – 60% – considera que o governo Dilma está sendo igual ao do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva.

As contrapartidas ocorreram nas áreas de impostos (com 65% de reprovação), saúde (com 63%) e a segurança pública (com 61%), pontos com as piores avaliações, segundo apontou o levantamento.

Os outros temas pesquisados pela CNI Ibope, apenas combate à fome, meio ambiente e combate ao desemprego apresentaram maiores percentuais de aprovação.

Comparativamente, a pesquisa constatou também que o governo de Dilma tem popularidade maior que a dos seus antecessores Lula e Fernando Henrique Cardoso no primeiro ano de mandato.

A pesquisa foi realizada entre 16 e 19 de março, com 2.002 pessoas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais e para menos.

Baixe aqui a íntegra da>>>>CNI_IBOPE_avalgoverno_mar12_web

Tucanos e sua pesquisa sobre Dilma Rousseff – PT

Num cantinho do site de O Globo há a menção de uma pesquisa encomendada pelo alto tucanato. Se os candidatos de 2010 fossem os mesmos, um pleito presidencial hoje daria à presidenta Dilma Rousseff condições de ser eleita, com folga, já no primeiro turno. Veja também a menciona, mas omite os números.

Voltando a esses mesmos tucanos – divididos e confusos, procurando se apegar e adotar uma bandeira que não têm autoridade para empunhar… A própria pesquisa sobre as intenções de voto de eleições presidenciais, caso se dessem hoje, explica o estado catatônico do PSDB e de toda oposição: Dilma teria 59% dos votos, José Serra apenas 25%. Também perderia votos a candidatura de Marina Silva (ex-PV), de 19,3% para 15%.


2010 2011
 Dilma Rousseff teve 46,9 % hoje teria 59 %
 José Serra teve 32,6 % hoje teria 25 %
 Marina Silva teve 19,3 % hoje teria 15 %

votos de cada candidato em pontos percentuais

Outro dado revelador da pesquisa que tem como objetivo orientar o tucanato: para os entrevistados, o governo FHC ganha o primeiro lugar em matéria de tolerância com a corrupção. Recentemente, em levantamento realizado para o mesmo PSDB, verificou-se nada menos do que 67% aprovam o programa Bolsa Família. Estudos encomendados pelo partido têm dito o que já sabemos há muito tempo:o distanciamento do discurso do partido das expectativas da população.

Fonte: http://www.zedirceu.com.br/

O Datafolha que foi escondido: “O GOVERNO E AS PESQUISAS” 11% avaliam mal o governo

O Datafolha que foi escondido: “O GOVERNO E AS PESQUISAS”

Marcos Coimbra (*)

Parece que a imprensa gostou do novo tipo de pesquisa que ela própria criou em junho: a pesquisa ignorada. Acaba de sair a segunda rodada, com trabalhos de campo realizados entre 2 e 5 de agosto. O instituto responsável é o mesmo Datafolha e a pesquisa tem muitas similaridades com a outra.

O mais interessante não é que os resultados de ambas sejam, basicamente, idênticos, mostrando que os níveis de aprovação do governo Dilma são elevados. A principal semelhança é a indiferença com que foram tratadas, igual àquela que os veículos dedicam às de origem dúbia, que podem até ser divulgadas, mas sem destaque ou comentário.

Como não é assim que os trabalhos do Datafolha costumam ser avaliados, o silêncio deve ter outra explicação. Talvez tenham sido acolhidos desse modo por não mostrarem aquilo que se achava que deveriam apontar.

É, no fundo, engraçado que um jornal mande fazer uma pesquisa ouvindo quase 5,3 mil pessoas (a um preço nada baixo) e a trate como material de segunda. Na edição em que foi divulgada, a notícia estava na primeira página, mas ocupava espaço igual ao do título que dizia que “Os paraguaios são a nova mão de obra das confecções do Bom Retiro” (o que, na melhor das hipóteses, é de interesse puramente paroquial).

É, também, curioso que um novo investimento tenha sido feito tão pouco tempo depois do anterior. Entre a pesquisa de junho, concluída no dia 10, e a de agosto, passaram-se apenas sete semanas, período bem mais curto que o padrão adotado pelo instituto no acompanhamento dos quatro últimos governos: seja nos de Fernando Henrique, seja nos de Lula, o normal havia sido fazer levantamentos a cada três meses (ou mais).

De acordo com a pesquisa, o governo Dilma é considerado “ótimo” ou “bom” por 48% dos entrevistados, taxa igual à de março (47%) e junho (49%). A presidente bisou o desempenho de Lula em novembro de 2007 (quando foi feito o terceiro levantamento do Datafolha naquele ano), superou o que ele alcançava em agosto de 2003 (que tinha sido de 45%), o de FHC em setembro de 1995 (que fora de 42%) e, de longe, o dele em setembro de 1999 (de apenas 13%, em função da volatilidade da moeda naquele momento), sempre de acordo com o instituto paulista.

Em outras palavras: Dilma está à frente de um governo amplamente aprovado pela população. Somente o consideram “ruim” ou “péssimo” 11% dos eleitores, o que quer dizer que apenas uma em cada 10 pessoas está insatisfeita.

Na imprensa, os poucos que discutiram os números ficaram mais preocupados em desmerecê-los que explicá-los, o que se evidenciou no intenso uso de conjunções e locuções que os gramáticos chamam “subordinativas concessivas” (embora, apesar de, não obstante, etc.), em construções como “apesar da crise, ainda desfruta…”, “mesmo com as demissões (de ministros) mantém…”, “48% aprovam apesar de…”.

Se os cidadãos vissem o governo através dos olhos da chamada “grande imprensa”, não faria, de fato, sentido que o avaliassem de maneira positiva. A rigor, se o Brasil retratado por ela coincidisse com aquele que a população experimenta na sua vida, o que deveríamos ter era uma inversão nas proporções de aprovação/reprovação.

Ao que parece, não é isso que acontece. O Brasil vivido pela vasta maioria dos brasileiros não tem quase nada a ver com aquele que aparece nessa imprensa.

Sempre se pode dizer que o povo é ignorante e que aplaude o governo porque não sabe de nada. Sempre se pode adotar um tom de pretensa superioridade, de quem acha que a popularidade de Dilma (e de Lula) se explica pelos R$ 10 que o cidadão paga de prestação pela torradeira. Sempre se pode achar que os pobres pensam com a barriga e só os bem nascidos com o intelecto.

O certo é que havia uma expectativa de que Dilma caísse nas pesquisas. Maior que a que existia em junho, quando da “crise Palocci”, pois tudo teria piorado: mais “crises”, mais “desgastes”, mais “preocupações”.

A pesquisa foi encomendada para mostrar a queda e, como não a confirmou, foi para a geladeira. O mesmo destino que teve a antecedente e que terão as próximas. Até que saia uma em que ela oscile negativamente. Aí teremos o carnaval que vem sendo postergado.

(*) Marcos Coimbra, sociólogo, é fundador do Instituto Vox Populi

Avaliação do governo Dilma cai mas continua favorável, diz CNI/Ibope

Avaliação do governo Dilma cai mas continua favorável, diz CNI/Ibope Dilma Rousseff, aprovada pela maioria do país em nova pesquisa de opinião (Foto: Arquivo RBA)

Brasília – O governo da presidenta Dilma Rousseff continua com “avaliação favorável”, de acordo com o segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope, divulgado nesta quarta-feira (10). Para 48% dos entrevistados, o governo Dilma é classificado como ótimo/bom. Para 36%, a avaliação é regular e 12% consideram péssimo.

A avaliação favorável recuou oito pontos percentuais na comparação com a pesquisa feita em março passado, quando 56% dos entrevistados consideravam o governo ótimo/bom.

As expectativas em relação ao governo se mantêm positivas com 55% dos entrevistados avaliando como ótimo/bom. A pesquisa aponta o recuo na expectativa positiva na comparação o primeiro levantamento, quando foram alcançados 68% de opiniões favoráveis.

Ainda de acordo com a pesquisa, 67% dos brasileiros aprovam a forma como Dilma governa o país. Índice menor do que o registrado em março (73%). Já a confiança na presidenta permanece em patamar considerado elevado pela CNI (65%), quando em março esse item registrava 74%.

À Folha de S.Paulo, Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, afirmou que a aprovação pessoal da presidente Dilma e do governo petista ainda é “bastante elevada”, comparada aos índices verificados nos governos de Lula e do tucano Fernando Henrique Cardoso. Ele explica as razões para a alta aprovação registrada na pesquisa de março. “O eleito sai com uma popularidade muito associada à sua vitória eleitoral. Ele decola de um nível muito alto”, diz.

A pesquisa entrevistou 2002 pessoas com mais de 16 anos em 141 municípios no período de 28 a 31 de julho.

Com informações da Agência Brasil e da Folha de S.Paulo

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