MAIS UMA VEZ O GOVERNO DO PSDB MEXE NO BOLSO DO SERVIDOR

Enquanto achamos que não há mais nada que o governo do PSDB possa fazer contra os servidores (em tão pouco tempo que resta para o fim desse
governo) somos surpreendidos mais uma vez.

Todas as secretarias de estados foram comunicadas pela Secretaria da Fazenda que seus servidores que recebem o adicional de insalubridade terão a partir de agora que fazer novo processo para voltar a receber o adicional toda vez que for promovido, transferido de local, designado, ou cessar sua designação.

Ou seja, já no próximo concurso de promoções, os promovidos serão “punidos”, pois terão interrompidos os pagamentos do adicional de
insalubridade para a elaboração de um novo processo. Isto abrange os transferidos pela LPT, LPTR, união de cônjuge, ou quem assumir algum cargo nas unidades prisionais.

Imaginem que com a desestrutura da SAP (falta de verba, funcionários, informatização, etc…), vide a demora na elaboração das promoções de níveis, assim como a promoção automática com o fim do estágio
probatório, certamente o trabalhador poderá ficar meses sem receber este
direito.

ISSO SEM NOS ESQUECERMOS QUE É A PARTIR DA NOVA
CLASSIFICAÇÃO: NÃO SERÁ RETROATIVO.

O SIFUSPESP entrou imediatamente em contato com a SAP e foi informado que o secretário Lourival Gomes mandou que fossem comunicadas todas
as unidades prisionais, determinando que repassem aos servidores e que o mesmo encaminhou ofício à Secretaria de Gestão Pública solicitando que intercedesse junto à Secretaria da Fazenda.

O SIFUSPESP está acompanhando o desenrolar de mais um ato do governo do PSDB contra os servidores. “Estaremos oficiando a SAP para agendarmos uma reunião e também na SGP. Nosso Departamento Jurídico também está
estudando o caso”, informa Gilberto Machado, diretor do sindicato.   

Para João Rinaldo, presidente do SIFSUPESP, “a categoria não pode aceitar mais essa afronta do governo do PSDB e da sua base aliada contra os trabalhadores do sistema prisional. É necessária, mais do que nunca, a
conscientização de todos de que o SIFUSPESP é o seu sindicato, o seu
instrumento de luta e que só unidos conseguiremos enfrentar as mazelas do nosso mau patrão”.

Fonte: sifuspesp – Sindicato do Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo

Segurança Pública: Entrevista para a Rede Mercadante.

A política de segurança de Mercadante garante reforçar o efetivo, reformulando os planos de carreira e valorizando os policiais que trabalham na rua. Além disso, o candidato do PT ao governo de São Paulo vai investir na formação continuada e especializada dos policiais e agentes penitenciários.

O Policiamento Inteligente será um dos mais importantes mecanismos de controle da criminalidade. No Programa de Governo está prevista a unificação dos bancos de dados criminais e a integração dos grupos de inteligência de todas as polícias. Será prioridade do governo Mercadante o investimento em tecnologia e equipamentos de última geração e a informatização do cadastro de impressões digitais.

Publicamos aqui a entrevista que o usuário da Rede Mercadante – Mael, 32 anos, agente de segurança penitenciária – nos concedeu.

RM – Em sua opinião, como anda a situação da segurança no estado? E da polícia? E do sistema penitenciário?

Mael – Primeiramente, queria parabenizá-l@s pela Rede Mercadante. É uma ferramenta de extrema importância, um exemplo de democracia!

A situação da segurança pública e penitenciária do Estado é falta de investimento no ser humano que está na linha de frente: o Policial Militar, o Policial Civil (em geral), o Agente de Segurança Penitenciária e o Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária. O servidor em todas estas áreas há 16 anos teve seu salário arrochado, remendado com gratificações (como desculpa de reajuste). A gratificação, quando o servidor aposenta, é cessada, ou seja, não integra na aposentadoria. O atual governo nos trata com descaso. Trata-nos como se fôssemos um “fardo”, não dá a merecida valorização destes profissionais, que abrem mão de final de semana e feriado com suas esposas/companheiras e filhos e vão ao trabalho cumprir a obrigação com orgulho, debaixo de sol, chuva, frio, enfrentando perigo, etc, para defender a população (Polícia) e vigiar os criminosos dentro dos presídios (Agentes Penitenciários e Agentes de Muralha). Como pode, o estado mais rico da Federação, com a maior arrecadação de impostos,  o mais populoso, o mais industrializado não tratar adequadamente aquele que está na linha de frente contra o crime, prendendo, vigiando, e pagar um dos mais baixos salários do país? É essa política de Adhemar de Barros, em que bastam um distintivo e uma arma. Infelizmente, este pensamento voltou com os 16 anos do PSDB. Está na hora de mudar!

RM – O que você acha que poderia contribuir para a melhoria desta situação?

Mael – Não basta dar farda nova, viatura nova, arma nova, tecnologia de ponta, presídio novo. O profissional deve ser valorizado, ser bem remunerado, ter condições de trabalho, ter seu horário de descanso. Acho que o servidor merece ter oportunidade de dar ideias e sugestões para contribuir com a melhoria do ambiente de trabalho, que pode ser aproveitado por todos.

RM – Qual é a realidade que você vive e qual é a que você almeja?

Mael – A realidade é que estamos num momento crítico, com unidades prisionais superlotadas, falta de condições de trabalho, falta de servidores, grande número de servidores licenciados,  salário corroído pelo arrocho, imposto desde a época de Mário Covas do PSDB, o ordenado engessado com a gratificação (o PSDB diz que é reajuste, mas quando o servidor se aposenta, ele não leva embora), falta de segurança, baixo salário, máquina do estado num modelo arcaico, má administração, excesso de burocracia, desvio de função por falta de servidor, abandono e descaso.

Tem que mudar. Está na hora de investir no ser humano, dando condições de trabalho, estímulo ao servidor assíduo e dedicado, e fazer com estes servidores (policiais e agentes penitenciários) como o presidente Lula fez com a Polícia Federal, que herdou de FHC uma Polícia desmotivada, falida e sucateada e, hoje, está toda aparelhada, moderna, bem ordenada, organizada, eficaz e exercendo o trabalho no rigor da lei. Além dos agentes penitenciários federais, dentro dos presídios Federais, tudo moderno, seguro, pessoal extremamente treinado, fardado e organizado. Pena que o sistema penitenciário paulista está longe disso; nem é fornecido uniforme completo, não tem condições de trabalho, não tem treinamento constante, tem lugar em que o companheiro tem que almoçar dentro da carceragem, porque não tem rendição. Superlotado, desorganizado, falido, atrasado, sujo e sucateado.

Isso tem que mudar! Temos que levar São Paulo ao futuro, mas hoje a realidade ainda está nos ideais pré-históricos do século passado!

Policiais integravam bando que assaltou banco com a viatura no interior de São Paulo;

Brasília Confidencial

Pelo menos dois policiais militares integravam a quadrilha que, na sexta-feira, usou um carro da polícia para assaltar uma agência bancária de Ibirarema, interior de São Paulo. O bando era formado por sete pessoas e foi preso na madrugada de sábado, ao fim de uma perseguição na rodovia estadual Raposo Tavares.

Quem precisa de dossiê? Serra nos oferece São Paulo

by tonigumauskas

Não é o Armagedon… É o Governo do Estado de São Paulo (CADA VEZ MELHOR)

Se gastasse em desassoreamento o que gastou em publicidade,não teríamos tido tantas enchentes. 

Segurança Pública: Ponto fraco em governos tucanos. O PCC surgiu no governo de quem? 

Investir mais em transporte de massa. O metrô da propaganda está bem longe da realidade. 

Falta de diálogo: Irresponsabilidade de Serra quase provoca guerra entre as polícias. 

Acha que são bandidos? É o jeito Serra de falar com professores. 

São Paulo:Verdadeiro caos após 16 anos de governo tucano. 

O candidato Serra afirma ter sido vítima de um dossiê,armado por seus adversários.

Mas,com um histórico desses…

Pra que dossiê??

http://tonigumauskas.wordpress.com/2010/06/09/quem-precisa-de-dossie-serra-nos-oferece-sao-paulo/

Câmara aprova a PEC do piso dos policiais dos estados

06/07/2010 23:22
 O texto final das propostas de emenda à Constituição (PEC 446/09 e 300/08) que estabelecem um piso salarial para os policiais civis, militares e bombeiros dos estados, foi fechado num acordo entre o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), deputados ligados à área de segurança pública e representantes de policiais e bombeiros.

O Plenário aprovou por 349 votos unânimes, em primeiro turno, a proposta de piso salarial para os policiais dos estados (PECs 446/09 e 300/08). O texto aprovado, negociado pelo governo com os representantes da categoria, exclui da PEC o piso salarial provisório. A matéria ainda precisa ser analisada em segundo turno.

Entretanto, fica estabelecido um prazo de 180 dias para o Executivo enviar, ao Congresso, um projeto de lei propondo o piso definitivo e a criação de um fundo composto por tributos federais para ajudar os estados a pagá-lo, assim como o período da sua duração.

Novo projeto poderá definir valor do piso dos policiais

O presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Bosco Gandra, esteve presente nas negociações e disse que os policiais estarão mobilizados e vão publicar os resultados da votação em diversos sites. “Em 180 dias, o governo tem de mandar o projeto com tudo isso – a forma como vai ser feito, de onde sai a dotação orçamentária e os valores. É isso o que vamos cobrar”, ressaltou.

  Foi aprovado um texto sem um valor definido para o piso e o governo terá 180 dias para enviar, à Câmara, um projeto propondo um valor e a criação de um fundo com recursos da União para ajudar os estados a pagarem o aumento que ocorrerá onde as categorias ganham abaixo do piso.

Restrições

Um dos problemas é que o texto já aprovado garante a aposentados e pensionistas o piso salarial das categorias, mas um texto novo poderia retirar essa medida, mesmo que ela não seja alvo de destaque.

As diferenças de Alckmin e Mercadante. Alckmin e Mercadante têm programas antagônicos

As diferenças de Alckmin e Mercadante

Enviado por luisnassif, ter, 06/07/2010 – 11:24

 Do Valor

 Alckmin e Mercadante têm programas antagônicos

 Ana Paula Grabois e Vandson Lima, de São Paulo 06/07/2010

Os dois candidatos a governador de São Paulo à frente na pesquisas, Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT), têm programas de governo antagônicos. Alckmin busca a continuidade das políticas no Estado administrado há 16 anos pelo PSDB. Mercadante faz críticas à gestão tucana, propõe políticas estaduais em sintonia fina com os programas do governo federal e tenta colar a sua imagem à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O que Lula fez para o Brasil, Mercadante poderá fazer por São Paulo”, diz o texto. Segundo o o programa de Mercadante, registrado ontem no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), elege como “prioridades absolutas” as áreas de educação, segurança, saúde, transporte e habitação.

 Nas propostas tucanas, o sinal é de manutenção das políticas já adotadas, exceto na questão fiscal. Alckmin promete a desoneração tributária, iniciada quando foi governador (entre 2002 e 2006), mas estancada pelo sucessor e candidato a presidente José Serra (PSDB). Alckmin defende a redução dos tributos para aumentar a competitividade da indústria local. Na educação, o tucano propõe ampliar cursos de nível superior à distância, o horário integral na escola e a “valorização contínua” dos professores. Já Mercadante quer o fim do sistema de aprovação automática, a construção de escolas, cursos noturnos para adultos e a contratação de professores.

Na saúde, a ênfase petista é o aumento da parceria com os programas federais, como o Programa de Saúde da Família (PSF) e as Unidades de Pronto-Atendimento (Upas). O candidato do PSDB dá ênfase a parcerias entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e entidades filantrópicas. Alckmin quer aperfeiçoar o PSF, integrando o programa aos de transferência de renda.

Na segurança, o tucano promete a ampliação do número de delegados de polícia, a construção de mais presídios e o fim da carceragens em delegacias. Mercadante defende o aumento do salário dos policiais e a integração com o governo federal. O petista pretende ampliar a parceria com a Polícia Federal e a presença do Programa Nacional de Segurança e Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, no Estado. O programa do PT sugere a reconstrução do sistema prisional para a “retomada do controle dos presídios”. Nos transportes, os dois candidatos prometem a ampliação do metrô e a construção do trem de Guarulhos. Alckmin defende ainda a construção de um terceiro terminal no Aeroporto Internacional.

O candidato do PV, Fabio Feldmann, tem um programa dedicado à agenda ambiental, com a criação de uma economia de baixo carbono, criativa e da biodiversidade. Celso Russomanno, do PP, defende uma reforma administrativa que reduza o peso do Estado. Entre os concorrentes ao Palácio dos Bandeirantes, Paulo Skaf, candidato do PSB se declarou o mais rico, com patrimônio de R$ 10,8 milhões, valor que supera em dez vezes os de Alckmin, Feldmann e Russomanno e em 20 vezes o de Mercadante. O candidato ao Senado Orestes Quércia (PMDB) declarou patrimônio de R$ 117,4 milhões. Sua concorrente Marta Suplicy (PT) informou ter patrimônio de R$ 11,9 milhões.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/as-diferencas-de-alckmin-e-mercadante

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