É Por isso que sou contra o Lula.

Buuu 

Luis Fernando Verissimo – O Estado de S.Paulo

Diálogo urbano, no meio de um engarrafamento. Carro a carro.

– É nisso que deu, oito anos de governo Lula. Este caos. Todo o mundo com carro, e todos os carros na rua ao mesmo tempo. Não tem mais hora de pique, agora é pique o dia inteiro. Foram criar a tal nova classe média e o resultado está aí: ninguém consegue mais se mexer. E não é só o trânsito. As lojas estão cheias. Há filas para comprar em toda parte. E vá tentar viajar de avião. Até para o exterior – tudo lotado. Um inferno. Será que não previram isto? Será que ninguém se deu conta dos efeitos que uma distribuição de renda irresponsável teria sobre a população e a economia? Que botar dinheiro na mão das pessoas só criaria esta confusão? Razão tinha quem dizia que um governo do PT seria um desastre, que era melhor emigrar. Quem pode viver em meio a uma euforia assim? E o pior: a nova classe média não sabe consumir. Não está acostumada a comprar certas coisas. Já vi gente apertando secador de cabelo e lepitopi como se fosse manga na feira. É constrangedor. E as ruas estão cheias de motoristas novatos com seu primeiro carro, com acesso ao seu primeiro acelerador e ao seu primeiro delírio de velocidade. O perigo só não é maior porque o trânsito não anda. É por isso que eu sou contra o Lula, contra o que ele e o PT fizeram com este país. Viver no Brasil ficou insuportável.

– A nova classe média nos descaracterizou?

– Exatamente. Nós não éramos assim. Nós nunca fomos assim. Lula acabou com o que tínhamos de mais nosso, que era a pirâmide social. Uma coisa antiga, sólida, estruturada…

– Buuu para o Lula, então?

– Buuu para o Lula!

– E buuu para o Fernando Henrique?

– Buuu para o… Como, “buuu para o Fernando Henrique”?!

– Não é o que estão dizendo? Que tudo que está aí começou com o Fernando Henrique? Que só o que o Lula fez foi continuar o que já tinha sido começado? Que o governo Lula foi irrelevante?

– Sim. Não. Quer dizer…

– Se você concorda que o governo Lula foi apenas o governo Fernando Henrique de barba, está dizendo que o verdadeiro culpado do caos é o Fernando Henrique.

– Claro que não. Se o responsável fosse o Fernando Henrique eu não chamaria de caos, nem seria contra.

– Por quê?

– Porque um é um e o outro é outro, e eu prefiro o outro.

– Então você não acha que Lula foi irrelevante e só continuou o que o Fernando Henrique começou, como dizem os que defendem o Fernando Henrique?

– Acho, mas…

Nesse momento o trânsito começou a andar e o diálogo acabou.

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Ponte vence São Caetano por 4 X 1, nos pênaltis e está na final do Troféu do Interior.

Ponte empata no tempo normal. Nos pênaltis, Bruno defende uma cobrança e classifica a Macaca para final do Troféu Interior.


Na noite desse sábado (30) a Ponte Preta empatou com São Caetano pelo placar de 0 a 0 no tempo normal e levou a decisão para os pênaltis, onde o goleiro Bruno defendeu uma cobrança e a Ponte venceu por 4 a 1. Com o resultado, a Macaca vai disputar o Troféu do Interior contra a equipe do Oeste que se classificou na noite de sexta-feira (29) ao vencer o Mirassol pelo placar de 1 a 0 na cidade de Itápolis. A final será disputada em dois jogos. As datas e horários serão definidas pela Federação Paulista de Futebol na tarde desta segunda-feira (02).


O Jogo
A partida começou disputada no meio campo e com muito toque de bola. O São Caetano teve a primeira chance de gol aos 6 minutos, Souza cobrou escanteio da direita e Antonio Flavio cabeceou para fora. A Ponte deu seu primeiro chute a gol aos 14 minutos, quando Josimar recebeu na entrada da área e chutou por cima do gol. Aos 19, o São Caetano chegou em contra ataque, Souza foi lançado na área, mas o goleiro Bruno saiu bem do gol para agarrar.
O primeiro gol da Ponte quase saiu aos 23 minutos. Renatinho fez jogada individual e tocou para Válber, ele dominou, puxou para o meio e bateu forte, a bola passou muito perto do travessão. Aos 25, Josimar fez jogada pela esquerda e bateu para o gol da entrada da área, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos 30 minutos Renatinho recebeu o terceiro cartão amarelo no campeonato e não poderá jogar a próxima partida da Ponte no Paulistão.
Aos 32, Renatinho bateu falta da direita, o atacante Eduardo do São Caetano cabeceou para traz e obrigou o goleiro Luiz Silva a se esforçar para evitar o gol contra. Aos 46 minutos Josimar recebeu na entrada da área e chutou para o gol, mas o goleiro Luiz Silva estava bem colocado para evitar o gol. Após o lance o primeiro tempo foi encerrado.
A Ponte voltou para o segundo e já foi logo para cima. Aos 2 minutos Renatinho chutou forte da intermediária, a bola desviou na zaga e saiu para escanteio. Aos 4, João Paulo tocou para Tiago Luis na esquerda, ele cortou para o meio e bateu do bico da grande área, a bola levou perigo, mas saiu por cima do gol.
O São Caetano chegou ao ataque pela primeira vez aos 8 minutos, Antonio Flavio entrou na área e chutou cruzado para fora do gol. A Ponte quase abriu o placar aos 11 minutos, Mancuso cobrou falta da esquerda e quase encobriu o goleiro adversário. Aos 13 minutos o técnico Gilson Kleina promoveu a primeira alteração na Ponte Preta, o atacante Rômulo entrou no lugar de Mancuso.
Aos 15 minutos Tiago Luis cruzou da esquerda na cabeça de Renatinho ele cabeceou para o chão e goleiro Luiz Silva do São Caetano seguro a bola em cima da linha evitando por pouco o gol da Ponte. Aos 27 minutos o São Caetano voltou a levar perigo, Renatinho recebeu na área e chutou para a boa defesa de Bruno. Aos 29, aconteceu a segunda substituição na Ponte Preta, Tiago Luis saiu para a entrada de Márcio Diogo. Aos 32, Gilson Kleina fez a última mudança na equipe, saiu Gil para a entrada de Xaves. Sem mais lances de perigo o segundo tempo foi encerrado com o placar de 0 a 0, e a decisão foi para os pênaltis.
Pênaltis
O árbitro Magno de Souza Lima Neto escolheu o gol que fica do lado da entrada principal do Majestoso para fazer as cobranças dos pênaltis. A primeira equipe a bater foi a Ponte Preta. O capitão Leandro Silva cobrou o primeiro e colocou a bola no fundo da rede. Para o São Caetano Eduardo bateu e o goleiro Bruno fez a defesa evitando o gol.

A segunda cobrança da Macaca foi de Josimar, ele bateu forte e fez 2 a 0. O São Caetano bateu o segundo com o volante Souza, ele conseguiu vencer o goleiro e fez 2 a 1. A terceira cobrança foi responsabilidade de Rômulo, o atacante chutou no alto do gol e fez 3 a 1. O São Caetano mandou Erandir cobrar, ele acertou o travessão e manteve a Ponte na frente, 3 a 1. A quarta cobrança foi do lateral direito Guilherme, ele marcou e a Ponte Preta venceu por 4 a 1 e se classificou para a final do Troféu do Interior

MP pede informações sobre doação de prédio da preitura de Araras para empresário.

O procedimento é resultado de uma representação feita ao MP pelo vereador em Araras Breno Cortella PT – SP.

Ana Maria Devides
anadevides@tribunadopovo.com.br

O Ministério Público de Araras emitiu portaria pedindo informações para apurar possível lesão ao patrimônio público por conta da doação de um prédio da Prefeitura no Distrito Industrial 3 a uma empresa de embalagens.

O imóvel em questão é o que já pertenceu à antiga Alusud Construções Espaciais e hoje abriga a AMG Embalagens. A doação foi feita pelo ex-prefeito Luiz Carlos Meneghetti (PDT) ainda em 2008, em meio a articulações que envolveram a aquisição do prédio do antigo Cine Santa Helena em favor do município.

Segundo o promotor Alexandre de Andrade Pereira, o prédio foi avaliado em R$ 3.258.000,00. No entanto, a doação teria sido por cerca de R$ 800 mil, sendo R$ 483 mil para a compra do Cine Santa Helena pelo proprietário da AMG – Naim El Bayeh e outros R$ 320 mil que seriam repassados pela empresa à Prefeitura para reforma do velho cine teatro.

Atualmente a AMG Embalagens já funciona no prédio recebido do município. E já repassou parte do dinheiro para a compra do Cine Santa Helena, aquisição já formalizada pela Prefeitura. No entanto, a escritura do prédio da antiga Alusud ainda não teria sido lavrada em favor da AMG, segundo a Prefeitura.

Na portaria emitida pelo MP informando sobre ofícios emitidos aos envolvidos pedindo informações, o promotor Pereira justifica o procedimento porque não teria havido transparência no processo de doação e que a imissão de posse precária do imóvel feita por decreto inviabilizaria a atuação do Poder Legislativo conforme manda a Lei de Licitações (8666/93).

No documento, o promotor dá 20 dias – a contar da publicação da portaria que foi no dia 8 de abril – para que a Prefeitura e a empresa forneçam documentos e esclarecimentos sobre a transação.

Questionamentos

Por email, esta semana, o vereador Breno comentou o que o levou a protocolar a representação no MP. “Vale dizer que me chamou atenção na situação foi que  muitos empresários de Araras poderiam ter se interessado e também investido naquela área. E esse é um descontentamento que tenho ouvido desde quando essa história começou”, disse ele.

“Com as informações que obtive pelo requerimento e especialmente pelo laudo de avaliação transpareceu que não houve clareza nessa doação. O imóvel sequer foi avaliado e não existiu nenhuma possibilidade de propostas  mais vantajosas para o Município. Alguns poucos interessados se reuniram e decidiram sozinhos o destino de um imóvel muito valorizado. E Câmara nunca foi consultada. Apoiar o desenvolvimento industrial da cidade é muito importante e sou grande incentivador dessas medidas. Mas é preciso ser feito dentro da legalidade, de forma republicana e democrática. Minha intenção é que o Ministério Público atue, investique as responsabilidades e revele os procedimentos equivocados que foram adotados nessa ‘doação’, que foi mais parecida com uma negociação, sem licitação”, concluiu.

Prefeitos divergiram

Na época da doação do prédio, o ex-prefeito Meneghetti defendeu a decisão alegando que a empresa beneficiada com o imóvel precisava do espaço ou poderia ser instalada em outra cidade. “Eles tinham a necessidade urgente. Propomos uma área na rodovia Anhangüera, mas não havia tempo hábil para construção, então resolvemos doar o prédio da Alusud, que foi devolvido ao município pela Justiça”, declarou o ex-prefeito na época. Segundo Meneghetti, a doação foi aprovada pelo Prodeia (Programa de Desenvolvimento Econômico Integrado de Araras), que conduziu a negociação. “Fizemos o que achamos correto. Seguramos a empresa em Araras e vamos resolver o problema de abandono do Santa Helena”, alegou na ocasião.

Quando o ex-prefeito Pedrinho Eliseu (DEM) estava no poder, no primeiro semestre de 2009, os questionamentos sobre o negócio se intensificaram, inclusive por parte dele e sua equipe de governo. “Nós estamos analisando o custo benefício dessa doação. Sabemos que a empresa, em contrapartida, se comprometeu em doar R$ 800 mil para a desapropriação e restauração do Cine Santa Helena, mas aquela área tem um valor muito maior”, declarou na época Pedrinho, de quem partiu também a ordem para nova avaliação do imóvel, documento que consta da representação apresentada por Breno ao MP.

Já no governo de Nelson Brambilla (PT), a transação teve seqüência. O prefeito chegou a declarar à Tribuna que a doação do prédio à Alusud se justificava pela geração de empregos resultante da medida.

Ontem, por e-mail, através da Secretaria Municipal de Comunicação Social e Institucional, a administração municipal informou que “ainda não oficializou a escritura definitiva da área. Há a necessidade de alguns esclarecimentos sobre a doação. Como houve a representação, vamos aguardar a posição do MP. A Secretaria de Desenvolvimento econômico irá oficiar o MP na segunda, apenas narrando os fatos baseados em documentos internos, e aguardará a manifestação do órgão.”

O que diz o empresário

Por telefone, ontem à tarde, o empresário Naim El Bayeh disse que tomou conhecimento do procedimento do MP há apenas dois dias. E avaliou que o vereador Breno “cometeu um erro, envolvendo outras empresas que nada têm a ver com o caso”, referindo-se a outra indústria na qual ele tem participação e que não teria ligação com a negociação feita com a prefeitura. “Esse negócio foi feito em meu nome, pessoalmente, com o então prefeito. Está havendo muita confusão e isso é complicado, haverá responsabilização futura do vereador, com certeza. Eu tenho documentos que comprovam que não há o que desabone essa negociação”, limitou-se a dizer.

Fonte: tribunadopovo.com.br

Noroeste Paulista – Racismo e ameaça contra Presidente do Legislativo de Aspásia

O Vereador mais jovem do Estado de São Paulo, Renan Medeiro Venceslau – PT, atual Presidente da Câmara de Aspásia é negro, procurou Políca e pediu o rigor da Justiça contra vereadores que o ofenderam com manifestação racista.

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Aspásia, Renan Medeiro solicitou ao delegado Freitas que sejam tomadas todas as medidas judiciais cabíveis contra os vereadores Odenir Vieira e Rute Teodoro da Silva.

O delegado de polícia José Frutuoso Freitas, de Aspásia, ouviu nesta quarta-feira, 27 de abril, os vereadores Odenir Vieira e Rute Teodoro da Silva, que teriam ofendido, logo após a sessão ordinária do dia 5 de abril, o presidente da Câmara Municipal, Renan Medeiro Venceslau, durante uma conversa com frases incompatíveis para com o decoro parlamentar.
Segundo o Boletim de Ocorrência registrado em 7 de abril, pelo vereador Renan Medeiro, logo após a sessão ordinária realizada na terça-feira, 5 de abril, a vereadora Rute Teodoro conversava com Odenir Vieira, e este, insistentemente, olhava para o presidente do Legislativo, levando Renam a perguntar: “quer conversar comigo”.
Em resposta, o vereador Odenir Vieira teria dito que “eu não sou a Rute não, mas vamos marcar um lugarzinho aí”, o que levou Renan Medeiro a perguntar: ” por que, vai querer me dar um tiro?”.
Em tom de ironia, segundo consta do B.O., Odenir Vieira teria respondido que “uma bala custa R$ 12,00 e não vale a pena gastar com você”, e completando a conversa, a vereadora Rute Teodoro em tom de gozação, tendo em vista que o presidente da Câmara Municipal de Aspásia, Renan Medeiro Venceslau é negro, disse “tem que atirar nele é com banana porque ele está é com macacada”.

Fonte: folhadonoroeste.

Preço da gasolina, mitos e verdades: gasolina nas refinarias Petrobras custa R$ 1,05 desde 2009

É esse o preço do litro da gasolina, sem adição de etanol, vendida pela Petrobras desde 2009. Em 9 de junho daquele ano, houve redução de 4,5%. Desde então, não ocorreu mais nenhuma alteração no preço da gasolina vendida às distribuidoras na porta das refinarias.

Esse valor de R$ 1,05 remunera a Companhia em seus custos de produção, refino e logística. Sobre este preço a empresa recolhe impostos e nele também está incluída sua margem de lucro.

Preço da gasolina: mitos e verdades.

01) Por que a Petrobras Distribuidora não se pronuncia sobre alterações de preços dos combustíveis nos postos?

Porque os preços são livres nas bombas. As distribuidoras de combustível são legalmente impedidas de exercer qualquer influência sobre eles.

Há uma lei federal que impede as distribuidoras de operarem postos. Estes são, em regra, administrados por terceiros, pessoas jurídicas distintas e autônomas.

O mercado da gasolina no Brasil hoje é regulamentado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e pela Lei Federal 9.478/97 (Lei do Petróleo). Esta lei flexibilizou o monopólio do setor de petróleo e gás natural, até então exercido pela Petrobras (da qual a Petrobras Distribuidora é subsidiária), tornando aberto o mercado de combustíveis no País. Dessa forma, desde janeiro de 2002 as importações de combustíveis foram liberadas e o preço passou a ser definido pelo próprio mercado.

O preço final ao consumidor varia em função de múltiplos fatores como: carga tributária (municipal, estadual, federal), concorrência com outros postos na mesma região e a estrutura de custos de cada posto (encargos trabalhistas, frete, volume movimentado, margem de lucro etc.).

É possível pesquisar sobre o assunto no site da Petrobras ( Composição de Preços) e no da ANP ( dúvidas sobre preço).

02) É verdade que a gasolina é mais cara aqui do que no resto do mundo, apesar de o Brasil ser autossuficiente em petróleo?

No gráfico a seguir é possível comparar os preços da gasolina praticados no Brasil com os preços médios em diversos países.

a) a parcela de baixo do gráfico representa o preço da refinaria sem impostos;

b) a parcela do topo representa as margens de comercialização, que oscilam em função do mercado local de venda dos combustíveis;

c) e a parcela em azul mais claro representa a carga tributária que é a maior responsável pela diferença dos preços entre os países.

Observa-se, também, que os valores cobrados no Brasil encontram-se alinhados com os preços de outros países que possuem mercados de derivados abertos e competitivos.

Preços Internacionais de Gasolina – média 2010

Obs: O teor de álcool anidro na Gasolina C se manteve em 25% ao longo do ano, exceto no período de fevereiro a março, quando o percentual foi reduzido para 20%. Confira também o gráfico referente ao mês de janeiro de 2011.

Elaboração: Petrobras com dados do Banco Central, ANP, USP/Cepea, ENAP(Empresa Nacional Del Petróleo – Chile), ANCAP (Admisnistración Nacional de Combustibles, Alcohol y Portland – Uruguai) e PFC Energy.

Margens de Distribuição e Revenda obtidas por diferença. Câmbio considerado = 1,7602 (média da PTAX diária em 2010).

Constata-se, desta forma, que a Petrobras, a Petrobras Distribuidora e as demais distribuidoras não possuem ingerência total na cadeia de formação de preço do produto comercializado ao consumidor. Todos os demais agentes envolvidos podem contribuir na sua variação (para maior ou para menor).

Postos de serviço e distribuidoras podem praticar margens variáveis conforme seus planos comerciais, visto que os preços não são tabelados nem estão sob controle governamental.

03) Toda vez que o preço do álcool sobe, também aumenta o da gasolina?

As usinas de cana-de-açúcar produzem dois tipos de álcool: o anidro, que é adicionado pelas distribuidoras à gasolina; e o hidratado, que passou a ser chamado de etanol.

Assim, o período de entressafra da cana-de-açúcar pode provocar alta tanto no preço final da gasolina – em virtude da escassez do álcool anidro, misturado à gasolina, hoje na proporção de 25% – quanto no preço final do etanol. Mas não é uma regra, já que vários fatores interferem no preço final do combustível.  Confira no  site da Petrobras.

04) A Petrobras é a única fornecedora de gasolina no Brasil?

Ao abastecer seu veículo no posto revendedor, o consumidor adquire a gasolina “C”, uma mistura de gasolina “A” com álcool anidro. Nesta época do ano, a chamada entressafra da cana-de-açúcar, o preço do álcool sobe, impactando o preço da gasolina.

A gasolina “A” pode ser produzida nas refinarias da Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A.), por outros refinadores do País, por formuladores, pelas centrais petroquímicas ou, ainda, importada por empresas autorizadas pela ANP.

As principais distribuidoras, como a Petrobras Distribuidora e outras (consulte o  Sindicom), compram a gasolina “A” da Petrobras, a maior produtora do Brasil.

Em bases e terminais, essas distribuidoras fazem a adição do álcool anidro, adquirido junto às usinas produtoras (consulte http://www.unica.com.br), gerando a gasolina “C”.

A proporção de álcool anidro nessa mistura (25%) é determinada pelo Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool (CIMA), vide Resoluções da ANP.

Assim, por meio de milhares de postos revendedores presentes no Brasil, as distribuidoras comercializam a gasolina “C” para todos os consumidores.

Leia também a nota de esclarecimento divulgada pela Gerência de Imprensa da Petrobras

Folha do Noroeste: Sem povo; 33 meses; Perguntar não ofende; Mandou ver… desolação.

FolhaGeral

Sem povo
A convocação do secretario e ocupantes em cargo de confiança na prefeitura de Jales tem salvado as inaugurações dos últimos dias feitas pelo prefeito Parini que, ao que indica está realmente em baixa com a população. As fotos que chegam à redação só mostra o secretariado, povo mesmo, só se for invisível. Ah! Na inauguração do PSF da Vila Maria, os oradores rasgaram elogio ao vice-prefeito Clóvis Viola. Será que estáo prenunciando alguma coisa para breve?
33 meses
Em 19/04/2011, às 13h17m19″ uma petição da juiza Renata Longo Vilalba Serrano Nunes, da 4ª Vara da Comarca de Jales solicitando informações sobre um agravo de instrumento impetrado pelos advogados do ex-prefeito Antonio Sanches Cardoso e do atual prefeito Humberto Parini e outros, deu entrada no gabinete do ministro Joaquim Barbosa, relator do processo “Facip 97”. O AI 692428 foi remetido ao gabinete do Ministro em 03/07/2008 e recebido em 01/08/2008, estando portanto há 33 meses (01/08/2008 a 30/04/2011) no aguardo da decisão.
Perguntar não ofende:
Será que o pedido da juiza de Jales vai levar todo esse tempo para ser respondido?
Mandou ver

Na segunda-feira, 26 de abril, quem esteve pelos corredores do Paço Municipal teria presenciado uma cena inusitada. Lauro Gonçalves Leite Figueiredo , o popular Matogrosso, funcionário público municipal afastado por licença médica, falando cobras e lagartos ao secretário municipal de Administração, José Shimomura. Dizem, não se sabe se é fato, que apesar de estar afastado por problemas de saúde, a administração queria exonerá-lo do cargo. Matogrosso é funcionário de carreira.
Sem nomes

Apesar de cotada para disputar o pleito do próximo ano, os experts em política local acreditam que Nice Mistilides pode enfrentar dificuldades para ampliar seu eleitorado numa possível campanha. Para eles, o PTB de Nice não possui um quadro de possíveis candidatos a candidatos a vereador com cacife eleitoral para formar um boa chapa que possa puxar votos.
Reforços

Depois de Pedro Callado que ainda não disse publicamente se é candidato a candidato a prefeito, os tucanos querem fortalecer a legenda. O PSDB está assediando alguns nomes de evidência para filiação ao partido visando o pleito de 2.012. O blog do Cardosinho noticiou que vereador presidente da Câmara Municipal, Claudir Aranda (PDT), teria sido convidado para o ninho tucano. Depois daquela que ocupante de cargo eletivo ao se desfiliar de um partido e não se filiar de imediato a outro partido não comete “traição”, vereador pode pular de galho em galho.
Legal

A 2ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado em sessão realizada no dia 26 de abril, terça-feira, considerou regular a concorrência pública aberta para prestação de serviços bancários, serviço de processamento da folha de pagamento dos servidores ativos, inativos e contratados da Prefeitura, aposentados, pensionistas e servidores do Instituto Municipal de Previdência Social de Jales (IPREM) além da concessão onerosa de uso de espaço público ao Banco Santander no valor de R$ 4.851.000,00, cujo contrato foi celebrado em 21/12/2007. O responsável pela abertura da concorrência pública foi o vice-prefeito Leomi Clóvis Nilsen Viola, à época no exercício do cargo.
Em compensação

Na sessão de 26 de abril, a 1ª Câmara do TCE julgou irregular a Tomada de Preços no valor de R$ 575.134,36 cujo contrato foi celebrado em 27/02/2002, entre a Prefeitura Municipal da Estância Turística de Santa Fé do Sul e Sólida Engenharia e Comércio Ltda para execução das obras de um Conjunto Poliesportivo, no Município, com fornecimento de material e mão de obra. Foi responsável pela homologação, o então prefeito Itamar Borges.
Não vai trair?

Uma perguntinha que está na boca do povo deste que foi veiculado que o vereador Luiz Henrique Viotto (sem partido), não traiu o PMDB, segundo constaria da decisão do TRE-SP por não ter se filiado a outro partido de imediato: “ele não vai cometer infidelidade partidária ao se filiar em outra agremiação antes de setembro de 2.011?”. Sem estar filiado a partido político, Macetão não poderá disputar o pleito.
Esfarelando
Pelo que se lê na imprensa, o PSDB começa a esfarelar tal qual já aconteceu com o PMDB e outros partidos considerados fortes. A verdade é que os partidos políticos se tornaram arcaícos com figuras fora de moda que não querem a presença dos jovens com medo de perder espaço e o poder, e não evoluem. Andam na contramão da modernização.
O povo fala

A Câmara de Araçatuba passa por um desprestígio. Foi o que revelaram na segunda-feira, 25 de abril, vereadores da cidade, ao avaliarem o resultado da enquete realizada pela Folha da Região publicada no domingo, 24 de abril. De mil moradores ouvidos, 865 não querem que a próxima legislatura tenha mais de 12 parlamentares, enquanto apenas 87 defendem o aumento do número de cadeiras no Legislativo.
Desolação

Para a vereadora Edna Flor (PPS), “há um sentimento de descrédito por parte da população com a atual Câmara”, o que pode justificar o alto índice de pessoas que não querem mais vagas na Câmara. “A enquete trouxe um indicador que não deixa dúvidas e, por respeito à vontade da população, não sou favorável ao aumento”.
No geral

E não só em Araçatuba que o Legislativo vive em total descrédito junto à população.
Grana

No período de 28/03 a 22/04 foram repassados em tributos para o município de Jales pela Fazenda Estadual R$ 846.681,87. De 01/01 a 22/04 o total de recursos repassados foi de R$ 7.32.343,15. Do total, o IPVA somou R$ 3.849.228,50 sem desconto do Fundeb.
Cruzar os braços

Comissão de Ética e Decoro Parlamentar, da Câmara Municipal de Aspásia vai se calar?

Noroeste Paulista – Negada apelação de nove condenados da “máfia da carne” na Operação Grandes Lagos

Tribunal manteve sentenças de um dos núcleos criminosos da ampla organização que praticava sonegação e lavagem de dinheiro ligada a frigoríficos nos municípios de Jales, Fernandópolis e São José do Rio Preto

O 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) negou a apelação de nove acusados da Operação Grandes Lagos e manteve suas condenações, impostas pela Justiça Federal em Jales, pelos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica. A operação denunciou envolvidos em uma ampla e complexa organização ligada a frigoríficos da região dos Grandes Lagos, em São Paulo, sobretudo nos municípios de Jales, Fernandópolis e São José do Rio Preto.
Segundo as denúncias do MPF, a organização era dividida em diversos núcleos que, embora fossem autônomos, se interligavam para a prática dos delitos de sonegação fiscal, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, estelionato contra a Fazenda Pública, frustração de direitos trabalhistas, entre outros. As apelações julgadas  na quarta-feira (27) se referem apenas a parte dos crimes cometidos pelos líderes do grupo empresarial Itarumã.
De acordo com o MPF, visando colocar em prática uma engenharia de sonegação tributária, permitindo-lhes ao mesmo tempo a sonegação dos tributos devidos e a blindagem de seus patrimônios pessoais, os sócios do Grupo Empresarial Itarumã João Carlos Altomari, João do Carmo Lisboa Filho e Ari Félix Altomari criaram em 2003 a empresa Agro Carnes Alimentos ATC Ltda em nome de dois “laranjas” – Romildo Viana Alves e Mauro José Ribeiro. Entre 2003 e 2005, a movimentação financeira dessa empresa, de mais de R$ 300 milhões, foi manifestamente incompatível com seu modesto capital social.
A sede da empresa foi declarada como sendo no município de São Paulo, embora a sua administração sempre tenha sido concentrada no município de Jales. A informação tinha como objetivo despistar a fiscalização tributária. E por meio da Agro Carnes, João Altomari, João do Carmo e Ari Altomari podiam exercer atividades de frigorífico e outras correlatas, sem recolher a maior parte dos tributos e contribuições devidas e ocultando do fisco o real sujeito passivo da obrigação tributária. Assim, as cobranças fiscais sempre eram lançadas em nome da Agro Carnes, cujo quadro societário oficial sempre foi composto por sócios “laranjas”, sem patrimônio para responder pelas dívidas da empresa. Em retribuição pela cessão de seus nomes ao quadro societário da empresa irregular, os sócios laranjas eram remunerados como se fossem sócios verdadeiros.

A intenção era fazer parecer para o Fisco que o não pagamento dos tributos apurados pela Agro Carnes ATC Ltda decorria de mera inadimplência. Desse modo, restaria descaracterizada a ocorrência de infrações penais, sobrando à Fazenda Pública a via executória cível para satisfazer a sua pretensão arrecadatória

Fonte: folhadonoroeste

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