Paulo Teixeira assume a Secretaria Geral do PT

paulo teixeira 1

Por indicação do grupo político Mensagem ao Partido, o Diretório Nacional do PT aprovou, hoje, o nome do deputado Paulo Teixeira para ocupar o cargo de Secretário Geral do Partido dos Trabalhadores.

Paulo Teixeira será responsável por manter uma forte articulação entre a Presidência Nacional do PT e demais instâncias do partido, manter estreito contato com a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, dar suporte ao funcionamento da Comissão de Ética e Disciplina e ao Conselho de Assuntos Disciplinares, dentre outras funções.

“Agradeço ao Diretório Nacional pela aprovação do meu nome, ao grupo Mensagem pela articulação para que eu ocupasse o cargo, e a toda militância que tem me apoiado sempre, nesses mais de 30 anos de vida política. É uma honra ocupar o cargo de Secretario Geral do Partido dos Trabalhadores e seguirei trabalhando para operar as mudanças de que o Brasil precisa e continuar com as melhorias e o progresso que o governo petista trouxe para o nosso país”, declarou Teixeira.

PAULO TEIXEIRA: “LULA DEVERIA SER CANDIDATO A GOVERNADOR”

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Em entrevista exclusiva ao 247, deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) defende que o ex-presidente da República se candidate ao governo de São Paulo em 2014; para a Presidência, “Dilma é nossa candidata”, diz ele; parlamentar prega modernização no PT em 2013 e acredita que o petista José Genoino, condenado na Ação Penal 470, respeita seus eleitores ao assumir como deputado no início do ano

 

Gisele Federicce _247 – O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) defende que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se candidate ao governo do Estado de São Paulo em 2014. “Para mim o Lula deveria ser candidato ao governado de São Paulo”, disse o parlamentar, em entrevista ao Brasil 247. Questionado sobre a possibilidade de uma disputa pelo Planalto, o petista respondeu: “Não, Dilma é nossa candidata”.

Teixeira acredita que 2013 reserva um melhor crescimento para o País e defende uma modernização no PT, “que sofreu muito nesse ano”, assim como o Brasil, diante da crise. Para ele, o partido foi “vítima” no julgamento da Ação Penal 470, já que o processo que corre no Supremo Tribunal Federal trata de pessoas físicas, e não jurídicas. “Mas os ministros [do STF] e a imprensa fizeram questão de penalizar o partido”, afirma.

Apesar disso, o deputado acredita que o julgamento não gerou consequências nas urnas em outubro. “Certamente o povo brasileiro não acompanhou essa tendência, como vemos o resultado das eleições municipais, principalmente em São Paulo”, disse Teixeira. Em relação à CPI do Cachoeira, o petista acredita que o trabalho não foi em vão, mas que o relatório final do deputado Odair Cunha (PT-MG) não foi aprovado devido a um “consórcio de interesses”.

Autor do Projeto de Lei 4471/2012, que prevê a investigação dos autos de “resistência seguidos de morte”, o deputado ressalta que “sem dúvida está havendo um abuso policial”, tratando-se da violência vivida especialmente em São Paulo, e pretende, com o PL, evitar que diversas mortes, “principalmente de jovens”, sejam acobertadas pela corporação. O Projeto está na pauta da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:

O senhor acredita que 2013 será melhor para o PT do que foi 2012?

Acho que 2012 foi um ano extremamente sofrido, o Brasil sofreu muito diante da crise internacional, com repercussões na economia. E sobre o PT, teve esse processo, que apesar de o partido não ter sido réu, apesar de que foram apenas pessoas físicas, os ministros e a imprensa fizeram questão de penalizar o partido.

Certamente o povo brasileiro não acompanhou essa tendência, diante do resultado das eleições, principalmente em São Paulo. Foi um ano muito difícil, para a economia e também por causa desse processo do qual o PT foi vítima. Houve dois aspectos: o que era de pessoas físicas passou para pessoa jurídica. E o que era de apenas algumas pessoas físicas passou a mais pessoas físicas. Foi um julgamento político.

Espero que a economia volte a crescer, tenho certeza de que isso vai acontecer, que não pare o ciclo de geração de empregos, que foi a boa notícia de 2012, que não se interrompa a distribuição de renda, que se modernize o PT e que nos prepararemos para as próximas eleições. Eu acho que o Lula deveria ser candidato a governador de São Paulo em 2014.

O senhor então não defende que ele se candidate à Presidência?

Não, nossa candidata é a Dilma.

Quem o PT apóia para a presidência da Câmara dos Deputados?

O deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Esse apoio envolve a questão da cassação de mandatos parlamentares?

Não, isso foi fruto de um acordo com o PMDB, que está sendo cumprido.

O deputado José Genoino (PT) deve assumir o mandato agora no início do ano, depois de ser condenado na AP 470. Isso é uma vitória diante do resultado do julgamento?

Eu acho que o Genoino, até que a sentença transite em julgado e se avalie a competência de cassação parlamentar, está com os seus direitos políticos vigentes. Ele tem que respeitar seus eleitores.

Sobre a CPI, o senhor acha que acabou mesmo em pizza?

Eu acho que houve um consórcio dos interesses da [empreiteira] Delta, do [governador de Goiás, Marconi] Perillo e do Cachoeira [principal alvo da investigação]. E isso derrotou o relatório do [deputado] Odair Cunha (PT-MG). O Ministério Público agora vai ter que ler o trabalho, que não foi em vão.

O senhor é autor do PL 4471/2012. Por que defende a investigação contra autos de “resistência”?

Porque, da atividade policial, existe a possibilidade de haver resistência com troca de tiros e mortes, mas a grande incidência de morte de civis em confronto com os PMs mostra que está havendo um abuso policial e ao mesmo tempo não está havendo um controle legal. Por isso tem muita gente sendo morta, principalmente jovem. Defendo que cada auto de resistência seja investigado.

Isso tem como intenção deixar de encobrir algo?

Sem dúvida há abuso e acobertamento atrás do auto de resistência daqueles que estão matando simplesmente por matar. Aqui em São Paulo, há denúncias de policiais que consultavam antecedentes criminais de alguns  jovens e depois matavam. Essas mortes depois eram mascaradas.

A Secretaria de Direitos Humanos aprovou resolução para abolir esses registros nos autos. Isso fez com que o seu projeto ganhasse mais força?

Hoje todos os segmentos que se preocupam com a violência praticada com a polícia querem a aprovação desse PL. Estou fazendo uma ementa nele, para aperfeiçoá-lo, que deixará claro que a hipótese de haver morte por resistência existe, mas que todas essas mortes precisam ser investigadas.

Plenária Garantia de Luta

GARANTIA DE LUTA 2012

As suspeitas sobre o deputado Paulo Teixeira

luisnassif

 

Consulte-se qualquer jornalista que cubra o Congresso e indague do deputado Paulo Teixeira. Ele dirá que é daqueles pelos quais se pode colocar a mão no fogo.

 

Com a mesma segurança com que, no início dos anos 90, botei a mão no fogo pelo deputado Alceny Guerra, reitero: o vazamento seletivo dos emails da quadrilha lançou a sombra da suspeita sobre um parlamentar sério. Valendo-se de sua função, a membro da quadrilha Rosemary solicitou de Teixeira contato com uma pessoa que já havia trabalhado com ele na prefeitura de São Paulo. Um pedido normal, de uma pessoa com cargo público sobre a qual ainda não se conhecia a atividade criminosa.

Nos emails trocados com Paulo Vieira, o estilo tortuoso de Rosemary dá um balanço dos serviços prestados e redige um texto que pode em que fala dos “30 livros” – código para dinheirio – em função de serviços prestados.

Qualquer investigação criteriosa demonstrará que os tais livros não se destinavam a Paulo. Até lá, fica a condenação decorrente do vazamento irresponsável da Polícia Federal.

 

Os emails vazados

Paulo (Vieira),

Bom Dia
Não gostei nem um pouco das suas cobranças.
O que não esta andando além da ANAC?
Bahia caminhando tudo bem?
ANA, fiz tudo que você pediu o que mais quer?

Na obra do Restaurante estou fazendo TUDO que posso.
Pelo que me lembro só tem isso.
Eu sim estou aguardando questões sem solução.
1) A Meline ficou esperando o feriado inteiro lá em Santos e ninguém faz contato com ela para fazer o estudo de viabilidade financeira, te enviei todos os telefones e NADA.
2) Quanto ao pagamento que está para chegar considero que você não esta me fazendo nenhum favor, entendo que trabalhei muito junto a gordinha. Você já esqueceu da reunião com o deputado Paulo Teixeira? Não foi coisa tão simples, o retorno que recebi não é nada perto do que ele receberá…não nasci ontem não sou BOBA! Se você acha que não esta correto ABORTE o envio dos 30 livros.
3) O caso do Luiz Ismael continua sem resposta até hoje.
4) Diploma do JCN faz mais de dois anos que estou aguardando.
5) O divórcio do João… sem novidades até hoje… você sabe que agora meu interesse para que seja concesual e rápido ficou PESSOAL.
6) Contratos para o João, até agora nada.

Quanto a viagem de navio, considero que fica pela cota dos camarotes na Bahia no Carnaval dois anos seguidos.
O valor financeiro pode ser menor mas o meu desgaste foi igual ao seu, tenho certeza disso.
Então pelo que você vê, meus pedidos são em numero maior, mas muito pequenos em relação aos seus! Tenha paciência.

Sinceramente,

Rosemary

A resposta de Paulo Teixeira

 

Em relação ao envolvimento de meu nome nas relações de Rosemary Noronha , esclareço que como deputado federal, eu a recebi em janeiro de 2009. Ela me solicitou um contato com a Sra. Evangelina Pinho que era Superintendente do Patrimônio da União em São Paulo.Minha assessoria encaminhou seu pedido.Em seis anos, no mandato de deputado federal, este foi o único contato que tive com ela e nunca tive contato com as demais pessoas mencionadas por ela.
Meu nome está numa só mensagem dela e para se dar a correta interpretação àquela conversa, necessita-se saber das comunicações anteriores havida entre eles. O advogado de Rosemary esclarece que se trata de uma má redação dela.
Reafirmo que nunca tive qualquer envolvimento no caso.

“Questão de Policarpo não está resolvida”

: CPMI destinada a investigar práticas criminosas do Carlinhos Cachoeira, e agentes<br /><br />
públicos e privados, desvendadas pelas operações

Em entrevista ao Blog da Cidadania, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), vice-presidente da CPI do Cachoeira, afirma que o nome do jornalista de Veja foi tirado apenas para facilitar a aceitação do relatório, mas que ainda pode haver providências posteriores, após a votação do texto; já o do procurador, Roberto Gurgel, havia indecisão dentro do PT

 

 

Blog da Cidadania – O vice-presidente da CPI do Cachoeira, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), concedeu nesta quinta-feira 29 entrevista ao Blog sobre o relatório final da investigação. Segundo Teixeira, ao menos a questão do jornalista Policarpo Jr., da revista Veja, “não está resolvida”. Ele fala, ainda, sobre a posição do partido em relação ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e explica as razões para o recuo do relator. Leia, abaixo, a entrevista.

Blog da Cidadania – Deputado Paulo Teixeira, sobre a posição do relator da CPI, deputado Odair Cunha, de retroceder no indiciamento do procurador-geral da República e do jornalista da Veja Policarpo Jr., o que o senhor diz sobre isso? É uma posição do PT? Dizem que o PT ficou com medo da mídia, outros dizem que foi o Palácio do Planalto que pediu… Qual é a posição que levou a esse acontecimento?

Paulo Teixeira – Do relatório do deputado Odair Cunha constavam pedido de investigação do procurador-geral, tendo em vista que não há explicação sobre os procedimentos que ele adotou – ou a falta de procedimentos adotados –, e pedido de indiciamento do jornalista Policarpo Jr. Mas poucos partidos homologavam o relatório nesses termos. Havia uma ampla maioria contrária ao relatório.

Nessa ampla maioria há vários interesses. Tem o interesse que não quer o indiciamento do Marconi Perillo, tem o interesse daqueles que defendem o dono da Delta, o Fernando Cavendish, e tem o interesse dos que não querem que esteja no relatório qualquer menção ao procurador e qualquer menção ao Policarpo. Com isso, o relator entendeu que, para pelo menos ele ler o relatório a fim de construir maioria, devesse retirar o jornalista Policarpo.

Havia, entre nós, um consenso de que devesse retirar ao menos o procurador-geral, pois o objetivo principal da CPI, o foco da investigação, era o governador de Goiás e o seu aparente envolvimento com o esquema de Cachoeira.

Blog da Cidadania – Entre nós, quem, deputado?

Paulo Teixeira – No PT, o nosso consenso era de que ele devesse retirar o procurador-geral. Mas a bancada do PT quis dar ao relator Odair Cunha condições de ele tocar o relatório de tal sorte que ele pudesse, ao menos, lê-lo para votação. Então ele achou por bem retirar o jornalista Policarpo Jr.

Blog da Cidadania – Mas deputado, o PT entende que não há uma certa gravidade no fato de o procurador-geral da República ter engavetado a Operação Vegas? Ele sabia do Demóstenes Torres, sabia de tudo aquilo… O PT não entende que a conduta dele foi estranha?

Paulo Teixeira – Nós consideramos que a postura do procurador-geral foi uma postura estranha, tanto que a proposição inicial do relatório foi de um pedido de investigação. O problema, como eu te disse, ali, foi que se criou uma frente de diversos interesses que impedia sequer a leitura do relatório. Aí, o PT decidiu que, mesmo pedindo a investigação no relatório inicial, nós tiraríamos esse pedido de investigação com o objetivo de facilitar sua aprovação.

Blog da Cidadania – O PT, por si, pediria os indiciamentos do Policarpo e do Roberto Gurgel?

Paulo Teixeira – O PT proporia o indiciamento do jornalista Policarpo Jr. e isso fez parte do relatório de Odair Cunha. Mas havia debates internos, no PT, sobre o procurador-geral, sobre essa questão do indiciamento ou não, se deveria ser tocada adiante. Mas, em relação ao jornalista Policarpo, o PT é unânime. Em relação à retirada de seu nome, isso foi uma circunstância que se criou para o relator e ele percebeu que, sem isso, o relatório não seria sequer lido.

Blog da Cidadania – Agora, deputado, não seria o caso, ao menos, de a Polícia Federal abrir uma investigação sobre o Policarpo?

Paulo Teixeira – Olha, na verdade, essa questão não termina com o relatório. Qualquer deputado pode pedir, ao final, que questões que não entraram no relatório possam ser investigadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público…

Blog da Cidadania – Qualquer deputado da CPI?

Paulo Teixeira – Da CPI… Essa questão do Policarpo, na minha opinião, não está resolvida.

Blog da Cidadania – Não está resolvida… O senhor acha que pode ter algum desdobramento. E quanto ao procurador, alguma possibilidade de investigação?

Paulo Teixeira – Então… Todas as questões postas vão ficar ou dentro do relatório ou para posteriores procedimentos e providências. Isso eu não vou te adiantar. Em relação ao procurador, não saberia dizer.

Blog da Cidadania – Deputado, uma última pergunta: cogita-se que tenha havido uma interferência do Palácio do Planalto nessa decisão. O senhor confirma ou nega esse fato?

Paulo Teixeira – Não, não creio que tenha havido interferência do Planalto.

Paulo Teixeira: Eleição de Haddad é resposta a quem tentou criminalizar o PT

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A votação alcançada por Fernando Haddad em São Paulo foi uma resposta “contundente” aos que tentaram aproveitar o ambiente de eleições municipais para “criminalizar o PT”. A avaliação é do deputado Paulo Teixeira (PT-SP). “É uma vitória do ex-presidente Lula, da presidenta Dilma Rousseff e dos partidos aliados que compõem a base do governo federal”, definiu Teixeira.

Ele considerou que a exploração eleitoral do julgamento do chamado “mensalão” pelos principais meios de comunicação não surtiu o impacto desejado pelas “forças conservadoras”, mas admite: “Se não houvesse essa exploração, essa coincidência oportunista de calendários contaminando ambas as agendas, o partido poderia ter alcançado resultados ainda mais expressivos”.

Na visão do parlamentar, as eleições municipais contribuíram para que novas lideranças políticas despontassem no cenário nacional. “O próprio PT foi um dos protagonistas desse cenário de renovação, ao liderar um projeto aprovado nacionalmente e que, inclusive, ganha mais força para disputar o governo estadual em 2014”, acredita.

Com informações da Rede Brasil Atual

Paulo Teixeira entrega anteprojeto sobre política de drogas a Marco Maia

 

Proposta vai ficar no portal e-Democracia para receber sugestões da sociedade.

Por Agência Câmara

O presidente da Câmara, Marco Maia, recebeu nesta quarta-feira representantes do movimento “Lei de Drogas – É preciso mudar!” que apresentaram um anteprojeto de lei, elaborado por juristas, que já recebeu mais de cem mil assinaturas de apoio. A proposta descriminaliza o porte e o plantio de drogas para uso próprio e tem o objetivo de garantir aos dependentes químicos tratamento de qualidade e uma rede de apoio e atenção integral.

O grupo é formado por integrantes da igreja católica e evangélica representantes da segurança pública e de políticos, como o deputado Paulo Teixeira (PT-SP). O coordenador do grupo é o presidente da Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia, Paulo Gadelha.

“A proposta é interessante, mas polêmica. Por isso, eu sugeri a iniciativa de colocar no [site] e-Democracia”, disse o presidente Marco Maia. “Vamos deixar a proposta no portal por 2 ou 3 meses. Depois as entidades devem encaminhar o projeto ao Congresso.” Maia disse ainda que a proposta pode ser encampada por um deputado e virar um projeto de lei de autoria desse parlamentar, ou chegar à Câmara como um projeto de lei de iniciativa popular.

“Esse debate é muito importante para o Brasil”, disse Maia descartando a possibilidade de atrelar esse debate à discussão sobre reformas no Código Penal (Decreto-lei 2.848/40).

O Senado analisa um anteprojeto de reforma do Código Penal, elaborado por uma comissão especial de juristas, que permite a descriminalização do plantio e do porte de maconha para consumo próprio.

Noroeste Paulista – Pontalinda. Coligação Petista lança a dobrada Dito/Horácio para eleição 2012

Publicado em 08/07/2012 por murilopohl

Definidos os candidatos populares que vão enfrentar a elite Demonotucanalha na cidade de Pontalinda.

Após amplo debate foi formada a coligação Trabalho e Compromisso com Pontalinda integrada pelo PT,  PSD e PRB que vai disputar com os Demonotucanos as eleições municipais.

Dito Tonholo – PSD candidato à Prefeito de Pontalinda nº 55

Horacio dos Reis Marques Ferreira, o Horacinho do PT é o candidato à Vice Prefeito em Pontalinda

Veja alguns d@s candidat@s ao Legislativo que apoiam a chapa Dito e Horácio na Prefeitura:

Marcos Davi Guerra – PT

Marquinho do PT é candidato à vereador. Marcos Davi Guerra disputa a eleição como Marquinhos  Guerra nº 13000 – Juventude Petista apoia Dito e Horácio na Prefeitura.

Marcelo Lima Rodrigues – PT

O advogado Marcelo, candidato à reeleição como Marcelo do Baltazar nº 13456
apoia Dito e Horácio para a Prefeitura

Adriana Claus Barrientos Calderon – PT

A Assistente Social Adriana da Saúde concorre com o nº 13123,
candidatada à Vereadora pelo PT, afirma: lugar de Mulher é na Política

Carlos Aparecido Medeiros – PT

O popular Galera concorre à vereança com o nº 13300 e apoia Dito e Horácio na Prefeitura

 

Manuel Alves – PRB

Vereador do PRB Mané concorre à reeleição com o nº 10123 apoiando Dito e Horácio na Prefeitura

Edileuza Delmondes Rosa – PT

Edileuza concorre com o nº 13999 a Vereadora e apoio Dito e Horácio na Prefeitura

 

Fernando Donizeth França – PSD

O contador Fernandão nº 55555 é candidato a Vereador
Juventude apoiando Dito e Horácio para a Prefeitura

 

Luiz Henrique Cardoso de Melo – PT

Rick Motó nº 13010 juventude de Pontalinda apoia Dito e Horácio na Prefeitura

 

Rosangela Batista Batista do Santos PT

ROSANGELA DO BOY nº 13.333 apoia Dito e Horácio na Prefeitura
Mulher bonita é a mulher que luta !

Deneval Amaro da Silva – PT

Ex-diretor Municipal de Educação Denê nº 13100
candidato a Vereador, apoia Dito e Horácio

A coligaçãoTrabalho e Compromisso com Pontalinda está agora debatendo o aprofundamento do Programa Participativo de Governo e acompanhando a finalização da fase de registro com suas demais formalidades Legais.

Dep. Fed. Paulo Teixeira PT – SP e Horácio, contribuindo para o fortalecimento de Pontalinda

LEIA MAIS EM >>>> Noroeste Paulista – Pontalinda. 

Noroeste Paulista – São Francisco. Convenção do PT formaliza unidade da oposição aos Demonotucanalhas e lança chapa de vereadores.

O PT decidiu pela unidade da oposição à oligarquia DEMonoTUCANAlha de São Francisco. Desta vez todos os privatistas neoliberais se uniram em torno da reeleição do atual prefeito o Tiãozinho do DEMo.  Estão unidos PSDB,  DEM, com apoio do PMDB local o outras siglas de menor expressão. Em 2008 93% dos candidatos à Prefeito que disputaram reeleições em todo o Brasil foram reeleitos. A conjuntura determinou, no entendimento da militância PeTista, a reavaliação do projeto inicial de lançamento de candidatura própria.

TRAIDORES E VENDILHÕES FORAM DERROTADOS.

Em setembro de 2011 o DM – Diretório Municipal se reuniu e deliberou por afastar o Presidente, Donizete Trombini e instalar o processo de expulsão por infidelidade partidária. Nas eleições de 2008 ele comandou um grupo de militantes que traiu a candidatura própria do PT apoiando o candidato do PPS, Reinaldo.  A solidariede de um grupo do PT estadual o salvou da expulsão pela Comissão de Ética Estadual e ainda reuniu as condições da disputa o PED 2009 onde foi  eleito presidente com 1% de diferença para a então candidata da Esquerda Socialista, Verginia Rocha.

O traidor Donizete Tromboni contiunuou atuando da mesma forma, mesmo exercendo a Presidencia do PT. Foi necessária a autoconvocação do DM para a primeira reunião reunião acontecer em 2010. Na ocasião o Presidente informou que o PT iria lançar chapa camarão, sem candidato à Prefeito, liberando os candidatos à Vereador para firmar acordos com quem bem entendessem. Foi contrariado frontalmente pelos membros do DM e ficou claro que não teria apoio para seu projeto. Nunca mais ele participou de uma reunião do PT.

Tromboni firmou acôrdo informal com o Prefeito Municiapal, do DEMo, e passou a procurar pelos filiados que passaram a ser convidados para abandonar ao PT.  O projeto dele era formalizar a saída do PT no ultimo dia para a submissão de novos filiados à Justiça Eleitoral. Trabalhou para acabar com o PT, inviabilizar qualquer possibilidade do Partido dos Trabalhadores existir no processo eleitoral 2012.

Ao ser notificado de seu afastamento da Direção Municipal do Partido, Donizete Tomboni não se defendeu e antecipou seu pedido de saída do PT, desta forma foi expulso, mas saiu antes de ser notificado da expulsão.  Apesar de mais esta dificulde, em 48 horas dezenas de novos filiados foram inscritos o balanço em outubro foi de 14 desfiliações contra 20 novas filiações.

DEZEMBRO: ENCONTRO MUNICIPAL EXTRAORDINÁRIO.

A chapa única da EPS – Esquerda Popular Socialista – PT foi aclamada por unanimidade em processo que teve a participação de ampla maioria dos militantes PeTistas. A companheira Dª. Cida (Aparecida Chorro Esteves de Moura) foi eleita a primeira mulher a presidir o DM do PT de São Francisco, os suplentes foram empossados na titularidade do DM e a CEM foi recomposta.

Intenso trabalho de reconstrução resultou em dobrar o número de filiados em menos de 6 meses. São Francisco passou a ter atuação regional e pela primeira vez na história o Noroeste Paulista participou dos Encontros Sertoriais Estaduais. Militantes da região participaram de chapas estaduais e Dª Cida foi eleita para particiapar do Encontro Setorial Nacional das Mulheres do PT, representando as mulheres PeTistas do Estado de São Paulo em Brasília.

Dep. Fed. Paulo Teixeira PT – SP com a Presidenta do DM de São Francisco, Dª Cida e a candidata a Vereadora Verginia

O ENCONTRO MUNICIPAL DE 2012

Foram intensos os debates travados no encontro. Ao final a militância decidiu pela coligação com a oposição na eleição majoritária e lançamento de chapa própria do Partido dos Trabalhadores para Vereadores.

O dado novo criado pelo lançamento da candidatura unitária da oposição ao Projeto de continuidade Demonotucano é, que pela primeira vez, a eleição já começa polarizada.

Na convenção, do PT, foram lançad@s @s pré candidat@s:

Coligação Adm. Popular/São Francisco para todos

PSD – PTB -PSB – PP – PT

Mauricio PSD – Prefeito 55

Mauricio nº 55
Maricio Honório de Carvalho

Adão Bahiano (Adão Alves da Silva) PTB , Vice-Prefeito.

Adão Bahiano
(Adão Alves da Silva) PTB
Vice-Prefeito.

Para a Câmara Municipal de São Francisco concorrem @s pré candidat@s do PT – 13:

Dionísio levou ao Lider do PT sua preocupação em garantir, na prática, os Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes.

Dionisio Lino dos Santos 13.033

Vereador Dionísio do PT
Prefeito Mauricio 55
para Vereador vote PT, vote 13

Laurindo Rodrigues Gouvêa 13.456

Vereador Laurindo do PT
vote Prefeito Mauricio 55
Verador vote PT vote 13

Nair Soares Oliviera 13.000

Vereadora Nair do Biscoito PT 13000
com Muricio Prefeito 55
Para Vereador vote PT, vote 13

Nairço Mendes de Araújo 13.555

Vereador Nairço do PT 13555
com Mauricio Prefeito 55
para Vereador vote PT, vote 13

Sebastião dos Santos 13.090

Vereador Tião da Uva 13090
com Mauricio Prefeito 55
para Vereador vote PT, vote 13

Vera Lucia Francisco da Silva 13.111

Vereadora Vera do Chocolate 13111
com Mauricio Prefeito 55
para Vereador vote PT, vote 13

Verginia Rocha Batista 13.123

Vereadora Verginia do PT 13123
com Mauricio Prefeito 55
para Vereador vote PT, vote 13

Na convenção, do PTB/PSD formaram a coligação ADMINSTRAÇÃO POPULAR  e foram lançad@s @s pré candidat@s:

Andreia da Padaria (Andreia Galter Ramos) nº55200

Andreia da Padaria (Andreia Galter Ramos) nº55200

Marquinho do Tião Cruz (Antonio Marcos Vieira) n° 55147

Marquinho do Tião Cruz
(Antonio Marcos Vieira)
nº 55147

Eder Trevisan (Eder Antonio Trevisan) nº 55333

Eder Trevisan
(Eder Antonio Trevisan)
nº 55333

Fabricio de Araujo (Fabricio de Araujo Silva) nº 55369

Fabricio de Araujo
(Fabricio de Araujo Silva)
nº 55369

Kim Portugues (Joaquim Pereira Santos Filho) nº 55456

Kim Portugues
(Joaquim Pereira Santos Filho)
nº 55456

Zé do Taliba (José da Silva) nº 55321

Zé do Taliba
(José da Silva)
nº 55321

Fi do Zé Queiroz (Lourival Queiroz) nº 55789

Fi do Zé Queiroz
(Lorival Queiroz)
nº 55789

Rogerio Pedreiro (Marcos Rogério da Silva) nº 55678

Rogerio Pedreiro (Marcos Rogério da Silva) nº 55678

Maria do Nelson Zanga (Maria Aparecida Cordeiro Cortez) nº 55777

Maria do Nelson Zanga
(Maria Aparecida Cordeiro Cortez)
nº 55777

Vera (Maria Vera Lucia Marlieri Geraldo dos Santos) nº 55266

Vera
(Maria Vera Lucia Marlieri Geraldo dos Santos)
nº 55266

Nelsinho da Ambulância (Nelson de Souza) nº 55555

Nelsinho da Ambulância
(Nelson de Souza)
nº 55555

Neuza Bonfim (Neuza Gonçalves Bonfim) nº 14100

Neuza Bonfim
(Neuza Gonçalves Bonfim)
nº 14100

Nivaldo Baiano (Nivaldo Rodrigues da Silva) nº 14000

Nivaldo Baiano
(Nivaldo Rodrigues da Silva)
nº 14000

Balaio (Odair José dos Santos Possa) nº 14123

Balaio
(Odair José dos Santos Possa)
nº 14123

Sandro Pintor (Sandro Carlos dos Santos) nº 55123

Sandro Pintor
(Sandro Carlos dos Santos)
nº 55123

Silvana Tupan (Silvana Tupan de Freitas) nº 55300

Silvana Tupan
(Silvana Tupan de Freitas)
nº 55300

Silvinho Mancusso (Silvio Candido Mancuso) nº 55400

Silvinho Mancusso
(Silvio Candido Mancuso)
nº 55400

Zilda Lucas (Zilda Silva Lucas) nº 55000

Zilda Lucas
(Zilda Silva Lucas)
nº 55000

Na convenção, do PP/PSB formaram a coligação SÃO FRANCISCO PARA TODOS e foram lançad@s @s pré candidat@s:

Cido Faisca (Aparecido Venâncio da Silva) nº 40005

Cido Faisca
(Aparecido Venancio da Silva)
nº 40005

Diego Gonçalves (Diego Gonsalves Bonfim) nº 11789

Diego Gonçalves
(Diego Gonsalves Bonfim)
nº 11789

Neno Carrança (Edson Aparecido dos Santos) nº 11251

Neno Carrança
(Edson Aparecido dos Santos)
nº 11251

Evandro (Elvandro Matos dos Santos) nº 40000

Evandro
(Elvandro Matos dos Santos)
nº 40000

Giba (Gilberto Penariol) nº 11456

Giba
(Gilberto Penariol)
nº 11456

Pacheco Professor (Josué Moraes Pacheco) nº 40121

Pacheco Professor
(Josué Moraes Pacheco)
nº 40121

Lucila do Nelsinho (Lucila Maria Augusta dos Santos) nº 11797

Lucila do Nelsinho
(Lucila Maria Augusta dos Santos)
nº 11797

Maria do Zuza (Maria Ester de Souza) nº 40248

Maria do Zuza
(Maria Ester de Souza)
nº 40248

Maria do Tiririca (Maria Ivone Dias Santos) n º 40245

Maria do Tiririca
(Maria Ivone Dias Santos)
n º 40245

Marta Denisia (Marta Denisia Gouvea de Carvalho) nº 40100

Marta Denisia
(Marta Denisia Gouvea de Carvalho)
nº 40100

Renan da Esmeralda (Renan Vinicios de Mori Ponce) nº 11222

Renan da Esmeralda
(Renan Vinicios de Mori Ponce)
nº 11222

Fumão (Valdir Elias Macedo) nº 40456

Fumão
(Valdir Elias Macedo)
nº 40456

Vamos agora para formalização das pré candidaturas junto à Justiça Eleitoral…depois quem decide é o povo.

Noroeste Paulista – Vitória Brasil. Convenção lança Zéquinha do PT candidato à Prefeitura Municipal

A oligarquia de Vitória Brasil está irritada e indignada. Neste Século XXI sempre conseguiram seu intento, meia dúzia de “donos da verdade” se reuniam em torno da mesa farta e decidiam quem seria  o governante municipal sem a participação do “populacho”.  Os lançamentos de candidatos únicos à prefeitura tornaram completamente dispensável ouvir a opinião do povo. Mais uma vez a “elite” de Vitória Brasil dava como certa a repetição deste roteiro em 2012. Isto começou a mudar…

Dep. Fed. Paulo Teixeira manifesta apoio a candidatura de Zequinha do PT para a Prefeitura de Vitória Brasil

Em outubro de 2011 foi nomeada a Comissão Provisória Municipal do PT de Vitória Brasil.  A publicação oficial, pelo TSE, se deu a apenas alguns dias do prazo para o recebimento de novos filiados aptos a participar do processo eleitoral, cuja Lei exige que futuros pré candidatos que estejam regularmente inscritos no Partido com um ano de antecedência das eleições. Apesar de mais esta dificuldade, em poucos dias dezenas de novos filiados foram inscritos e em abril de 2012 foi realizado o PEDEX – Processo Eleitoral Direto Extraordinário. A chapa única da EPS – Esquerda Popular Socialista – PT foi aclamada por unanimidade em processo que teve a participação de ampla maioria dos militantes PeTistas. A micro empreendedora  (auto-lanche) Elisabete Leonel de Souza Duarte, a Lisa do PT é a primeira mulher a presidir o DM do  PT da Vitória Brasil.

Parte da Delegação do PT Noroeste Paulista ao Congresso de fundação da Esquerda Popular Socialista – EPS PT

Enquanto isto a oligarquia política neoliberal de Vitória Brasil ocupava os espaços da mídia regional para divulgar em rádios e jornais da vizinha cidade de Jales a nova “candidatura única” dos tucanos locais com o apoio de “todos”. Deputados e empresários foram contactados e inúmeras manifestações da apoio foram tornadas públicas nos ultimos meses… que barrigada da mídia, quanta mentira foi divulgada como sendo verdade.

Eleições 2008

Cabe aqui uma breve volta ao passado para contextualizar. Elizeu Alves da Costa (ex-PTB) foi eleito prefeito como candidato único apoiado do PSDB, PP, PMDB.  Embora 33% dos votos tenham sido brancos ou nulos e 8% dos eleitores sequer tenham comparecido para votar ele foi declarado eleito e empossado. Nas eleições proporcionais o PT, que não aceita coligação com tucanos, participou (sob orientação da Macro Noroeste Paulista) com um único candidato à Vereador sem qualquer coligação, o Zéquinha do PT. Zéquinha obteve sozinho 8,66% dos votos, foi o segundo vereador mais votado na cidade, mas não foi eleito, faltaram apenas 8 votos.

Eleições 2010

Os candidatos mais votados do PT à Deputado Estadual foram: Breno Cortella com 2,04%,  Zico Prado com 0,71% e Antonio Mentor tambem com 0,71% do votos. Para Deputado Federal os mais votados do PT foram Paulo Teixeira (2,40%), João Paulo Cunha (1,33%) e José Mentor (1,16%).  Para o candidato do PT ao Governo do Estado de São Paulo, Mercadante, Vitória Brasil deu 32,84% dos votos, já Marta Suplicy obteve 23,42% e Netinho 21,48% dos votos para o Senado. Quase quebramos a hegemonia Demonotucanalha na eleição presidencial (1º turno) e Dilma teve 40,15% dos votos aumentando depois para 45,31% (2º turno).

O encontro muncipal de 2012

Foram intensos os debates travados no encontro. Ao final a militância decidiu pelo lançamento de chapa própria do Partido dos Trabalhadores para Vereadores e Prefeito. A notícia se espalhou na cidade como rastilho de pólvora. A oligarquia local reagiu de forma virulenta… onde já se viu, um partido de “birolos” e “meias-colher”… ridículo, quem pensam que são?…

O povo da cidade comemorou… finalmente irá poder votar e escolher o prefeito. Outro fenômendo foi proporcionado pelos trabalhadores rurais. Grande parte da população é formada por “bóias frias” e pequenos agricultores familiares… logo, as  manifestações de apoio estão surgindo.

Outro dado novo criado pelo lançamento da candidatura PeTista foi um “racha” da oligarquia local. O PTB rompeu com o bloco Demonotucanalha. Depois de ensaiar uma possível aliança com o PT deciciu tambem lançar candidato próprio.

Na convenção do PT foram lançados os pré candidatos:

Zéquinha do PT – Prefeito 13

Zequinha do PT

Antonio de Abreu Lima, Vice-Prefeito 13.

Antonio de Abreu Lima PT -13
candidato a Vice- Prefeito

Para a Câmara Municipal de Vitória Brasil concorrem @s pré candidat@s:

Elio Costa Pinheiro 13.613

Elisabete Leonel de Souza Duarte 13.770

Vereadora Lisa nº 13770
com Zequinha do PT 13 Prefeito
e Antonio de Abreu Lima Vice

Nivaldo de Jesus Moreira Sobrinho 13.909

Milton Gentini 13.190

Vereador Milton Gentine 13190
com Zequinha do PT 13 – Prefeito
Antonio de Abreu Lima – Vice

Rosalina da Silva Caetano 13.635

Lugar de Mulher é na Politica
Vereadora Rosalina PT 13650
com Zequinha do PT – Prefeito 13
Antonio de Abreu Lima – Vice

Sidnei Ferreira de Almeida 13.377

Vamos agora para a disputa eleitoral com muita alegria, seriedade e determinação. Seriedade e determinação fundamentais no enfretamento contra a “elite oligarquica” que contrala os meios de produção locais e pela inclusão de Vitória Brasil nos rumos que os Governos Lula, e agora a Presidenta Dilma vem oferecendo ao Brasil. Muita alegria pela vitória política que ja foi conquistada pelo PT para a população de Vitória Brasil. A oligarquia vai ter que nos enfrentar nas urnas… agora quem decide é o povo.

Seminário sobre o Marco Civil da Internet‏

PARTICIPEM!!!



DATA: 01 de junho, das 15h00 às 18h30.

LOCAL: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo – Avenida Pedro Álvares Cabral, 201, Ibirapuera
TEMA
RESPONSABILIDADE CIVIL DE TERCEIROS  e
NEUTRALIDADE DA REDE E O POTENCIAL PARA A INOVAÇÃO

Mais informações

Ana Casper e Cátia Esteves
Gabinete Deputado Federal Paulo Teixeira
(11) 3229-2222

Paulo Teixeira desmente Globo: “Delegado não absolveu Veja”

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Na edição desta sexta-feira (11/05) do jornal carioca O Globo, mais especificamente na coluna do jornalista Ilimar Franco, figura a seguinte informação:

Pela segunda-vez na semana, um dos veículos que assumiram a defesa in limine de Veja sobre sua relação suspeita com a quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira tenta “matar” o assunto com declarações atribuídas aos delegados que participaram das Operações da Policia Federal Vegas e Monte Carlo.

Na terça-feira (09/05), foi o jornal Folha de São Paulo que usou depoimento de um delegado a fim de encerrar a suspeição sobre a revista. Segundo o jornal, em matéria intitulada “Relação da mídia com Cachoeira é alvo de perguntas, “No depoimento do delegado Raul Souza à CPMI do Cachoeira, o depoente, questionado se havia “matérias encomendadas” por Cachoeira na revista Veja, disse que (…) elas denotam apenas relação entre repórter e fonte”.

Diante disso, o Blog da Cidadania procurou o membro titular da CPMI do Cachoeira deputado Paulo Teixeira. A breve entrevista que o deputado pelo PT de São Paulo concedeu a esta página explica melhor mais essa estratégia desonesta de Folha de São Paulo e de O Globo para confundir o público.

Confira, abaixo, a entrevista:

Blog da Cidadania – Deputado Paulo Teixeira, os jornais Folha de São Paulo e O Globo vêm publicando notas afirmando que os dois delegados da Polícia Federal que já foram ouvidos pela CPMI que o senhor integra teriam absolvido o jornalista Policarpo Júnior, da revista Veja, das suspeitas de que um e outra podem ter servido à quadrilha de Carlinhos Cachoeira. O senhor confirma essa “absolvição”?

Paulo Teixeira – Não confirmo. Primeiro, porque nenhum dos dois delegados tinha por função analisar esse assunto. Eles cuidavam de descobrir a origem do dinheiro da quadrilha que financiava suas relações com políticos e empresas. Em segundo lugar, o delegado citado pela Folha atuou na operação Vegas, em 2009, e o delegado citado por O Globo até respondeu que as gravações não mostraram que Policarpo “praticou ou participou de crime”, mas, em seguida, retificou essa informação afirmando que não tinha como afirmar isso justamente porque seu foco na investigação foi outro. O jornalista Ilimar Franco não cita a segunda afirmação, só cita a primeira.

Blog da Cidadania – Pelo que se entende, deputado, se esses delegados não podem responder a essa questão sobre a culpabilidade ou não de Policarpo e Veja, quem pode responder? Existe algum depoente que pode esclarecer essa questão?

Paulo Teixeira – Quem poderá dar essa resposta será a CPI, investigando e esmiuçando não apenas depoimentos, mas as gravações. Só para que se tenha uma idéia do volume que há  de material a examinar e da falta de elementos dos delegados citados para responderem à pergunta sobre a culpabilidade de Veja, o delegado Matheus Mella Rodrigues, citado em O Globo, relatou que teve acesso a “apenas” 40 conversas entre Policarpo e a quadrilha, sendo que há mais de 200.

Blog da Cidadania – O senhor pode dizer se ao menos Policarpo será convocado pela CPMI para se explicar?

Paulo Teixeira – Ele será convocado, sim.

Veja como nosso voto é usado: Paulo Teixeira PT – SP

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Brasília, sábado, 31 de março de 2012

Deputado(a): PAULO TEIXEIRA – PT/SP
Período: 17/03/2012 a 30/03/2012
PROJETOS DE LEI E OUTRAS PROPOSIÇÕES APRESENTADAS
Data Proposição
21/03/12 REQ 118/2012 CCTCI  Requer a realização de Seminário Conjunto com as Comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Desenvolvimento Urbano desta Casa para debater o tema de construções sustentáveis.
28/03/12 REQ 4763/2012 => PL 5403/2001  Nos termos dos artigos 139, I, e 142 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, requeiro a V. Exa. o desapensamento e a redistribuição do Projeto de Lei (PL) nº 2.793/2011, de minha autoria e outros, que se encontra apensado ao Projeto de Lei nº 4.144/2004, de autoria do Deputado Marcos Abramo, que por sua vez se encontra apensado ao Projeto de Lei nº 5.403/2001, do Senado Federal.
DISCURSOS PROFERIDOS
Data Hora Sumário
21/03/12 14h48 Falecimento do geógrafo Aziz Nacib Ab’Saber. (Breves Comunicações)
26/03/12 14h12 Transcurso do 80º aniversário natalício do Secretário Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paulo Singer. (Pequeno Expediente)
26/03/12 14h54 Visita de Parlamentares aos Municípios de São Gabriel da Cachoeira e Manaus, Estado do Amazonas. Dificuldades enfrentadas pelo Município de São Gabriel da Cachoeira. Relatório sobre mutirão realizado pela Defensoria Pública da União na municipalidade. Outorga do título de Cidadão Amazonense ao orador. (Pequeno Expediente)
VOTAÇÕES
Data Proposição Frequência na sessão Voto
20/03/12 PL Nº 5279/2009 – REQUERIMENTO DE RETIRADA DE PAUTA Não
20/03/12 PL Nº 301/2007 – REQUERIMENTO DE URGÊNCIA
21/03/12 PL Nº 2330/2011 – REQUERIMENTO DE RETIRADA DE PAUTA Não
27/03/12 PEC Nº 153/2003 – PRIMEIRO TURNO Sim
28/03/12 PL Nº 2330/2011 – DVS – PSDB/PSC/PvPps… – EMENDA DE PLENÁRIO Nº 1 Não
28/03/12 PL Nº 2330/2011 – DVS – PSC – EMENDA Nº 46 Não
MOVIMENTAÇÃO PARLAMENTAR
Data Movimentação
27/03/12 Indicado pelo PT para Titular da PL212611
27/03/12 Assume o cargo de Vice-Líder do PT
28/03/12 Indicado pelo PT para Titular da PL602505
NOTÍCIAS VEICULADAS NOS ÓRGÃOS DA CASA
AGÊNCIA CÂMARA DE NOTÍCIAS
29/03/12 Legislação Participativa reabre debate sobre mudanças no Regimento da Câmara   A decisão da Comissão de Legislação Participativa de criar uma subcomissão especial para formular um novo Regimento Interno da Câmara dos Deputados (RIC…
JORNAL DA CÂMARA
21/03/12 ESPECIAL – Proposta sobre crimes cibernéticos tramita há 12 anos no Congresso  Lara HajeA proposta que tipifica os crimes cometidos por meio da internet (Projeto de Lei 84/99) vem sendo alvo de polêmica no Congresso há 12 anos. O artigo mais controverso do texto é o que obriga…
21/03/12 ESPECIAL – Novo projeto aumenta controvérsia sobre regulação de normas de conduta na rede  Mais de 100 propostas em tramitação na Câmara tratam do assunto, que deve ser analisado por comissão especialLara HajeA controvérsia em torno da regulação dos crimes cibernéticos ganhou novos …
21/03/12 ESPECIAL – Comissão analisará marco civil da internet  Lara Haje Além da comissão especial para analisar a tipificação de crimes cibernéticos (PL 2793/11), ainda não instalada, outra comissão deve apreciar neste ano o marco civil da internet (PL 2126/11…
23/03/12 QUESTÃO AGRÁRIA – Parlamentares contrários ao texto alertam sobre perigo de violência   A admissibilidade da PEC 215/00 foi aprovada na CCJ após mais de quatro horas de debates. Deputados do PT, PV e PCdoB apresentaram diversos argumentos contrários à proposta. “Essa PEC é um retrocesso…
Fale com o Deputado: dep.pauloteixeira@camara.gov.br

Jilmar Tatto vai liderar a bancada do PT em 2012

tattoliderO líder da bancada do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), anunciou há pouco acordo fechado nesta manhã em torno da Líderança do PT. Neste ano de 2012, será líder da bancada o deputado Jilmar Tatto (PT-SP).

No ano de 2013, o cargo será exercido pelo deputado José Guimarães (PT-CE). O acordo será analisado pela bancada petista em reunião marcada para a tarde desta terça-feira (7).

“Aqui na Câmara, existe uma agenda do PT, que tem a ver com a vida de cada um – uma agenda social, uma agenda política, em que o PT vai mostrar a cara. E tem uma agenda do governo. A presidenta Dilma Rousseff nao precisa se preocupar, pois nós estamos juntos neste projeto de mudança de País, que começou com o presidente Lula e que está sendo continuado pela presidenta Dilma”, afirmou Tatto logo após o anúncio do acordo.

Abaixo o perfil do deputado Jilmar Tatto.

Experiência em administração pública voltada para o social

Jilmar Tatto foi o 3º Vice-Presidente Nacional do PT em 2011, ano em que ocupou também a vice-liderança da Bancada do partido na Câmara. Em seu segundo mandato como deputado federal – eleito em 2006 e em 2010 – Jilmar Tatto já presidiu a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e participou de várias comissões temáticas da Casa.

Tatto iniciou sua militância nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Igreja Católica. Sua liderança fez com que se tornasse um dos coordenadores da Pastoral da Juventude na Pastoral de Santo Amaro. Militou também em diversos movimentos por melhores condições de vida para a população.

Em 1981 filiou-se ao Partido dos Trabalhadores e em 1995 presidiu o PT municipal de São Paulo. Jilmar foi deputado estadual, quando relatou a CPI da Telefônica, que apurou as irregularidades do sistema de telefonia em São Paulo; presidiu a Comissão de Defesa do Meio Ambiente e integrou a Comissão de Fiscalização e Controle.

O deputado também tem experiência administrativa. Na gestão petista de Marta Suplicy na prefeitura de São Paulo – 2001 e 2004 – assumiu as secretarias de Abastecimento, de Implantação das Subprefeituras, de Transportes e de Governo.

Na prefeitura, comandou a implantação do Bilhete Único no Sistema Integrado de Transporte na cidade de São Paulo. Implantou também as sub-prefeituras, aproximando o poder público da população; o Programa Almoço e Janta, proporcionando uma alimentação adequada aos estudantes da rede municipal; o banco de alimentos do município e reestruturou as feiras livres. Em sua gestão houve redução dos preços dos alimentos nos chamados “sacolões” da prefeitura. Nas eleições de 2006 foi eleito deputado federal.

Projetos – Tramitam na Câmara vários projetos de autoria do deputado Jilmar Tatto. Entre eles destacam-se os seguintes: O PL 957/07, que trata da desoneração da folha de pagamento das empresas de transporte urbano de passageiros; o PL 1.250/07, que isenta as operações relativas a vale-transporte da cobrança da CPMF; e o PL 272/07, que eleva a categoria da multa administrativa relativa ao transporte irregular de pessoas ou bens e enquadra essa atividade como crime de trânsito; o PL 1.136/07, que torna inafiançáveis os crimes cometidos contra o patrimônio cultural brasileiro; e o PL 6.255/09, que proíbe a inclusão de registro de consumidor nos serviços de proteção ao crédito por dívidas oriundas de serviços essenciais.

Eleições 2012, Dilma cogita ‘donzela da torre’ para ministério das Mulheres

Presidente deve trocar esta semana comando de secretaria, hoje sob Iriny Lopes PT – ES

A presidente Dilma Rousseff deverá mudar, ainda esta semana, o comando da Secretaria de Políticas para as Mulheres. A alteração é tida como certa, pois a titular Iriny Lopes é pré-candidata à prefeitura de Vitória (ES). Sua saída, no entanto, mostrou-se conveniente ao governo. Fontes no Planalto sinalizam a insatisfação da presidente em relação à pasta – que, na avaliação de Dilma, ainda não conseguiu “acertar o tom” em um governo que, desde o início, pretendeu ter na afirmação feminina na política uma de suas marcas.

Não por acaso, Dilma tocou no tema tanto no discurso de posse como no proferido na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e priorizou nomes femininos na composição do ministério e em sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Uma das favoritas para substituir Iriny é a socióloga, professora titular de saúde coletiva e pró-reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Eleonora Menicucci de Oliveira. Mineira, de 66 anos, mãe de dois filhos e avó de três netos, ela é doutora em ciência política pela Universidade de São Paulo e fez pós-doutorado na Universidade de Milão na área de saúde e trabalho das mulheres.

Militante de esquerda na década de 60, Eleonora foi vice-presidente da União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais e da diretoria da UNE na gestão José Luiz Guedes. Presa em julho de 1971, foi torturada no DOI-CODI de São Paulo e conviveu com Dilma e outras companheiras de cárcere na famosa “Torre das Donzelas” do presídio Tiradentes, que reunia as prisioneiras políticas do regime militar.

Procurada pela reportagem do Estado, a professora negou ter recebido qualquer convite. “Estou totalmente envolvida com a atividade acadêmica. Se tiver a honra, aviso”, respondeu.

Outro nome considerado por Dilma é o da deputada estadual fluminense Inês Pandeló (PT), no que seria uma opção mais sintonizada com a ala feminina do partido. Por telefone, Inês confirmou ao Estado que teve o nome levado ao Planalto por lideranças do PT do Rio e por movimentos sociais de defesa dos diretos das mulheres, mas disse não ter conversado com Dilma: “Se vier o convite, aceitaria. Mas vou apoiar qualquer que seja o nome escolhido pela presidente”, afirma a deputada, que diz aprovar a gestão da atual ministra.

Em 2002, Inês foi eleita para a Assembleia Legislativa do Rio, onde cumpre seu terceiro mandato consecutivo. Há sete anos, preside a Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres na Assembleia e participou dos movimentos nacionais que culminaram com a regulamentação da Lei Maria da Penha. Assim como Iriny, Inês é pré-candidata à prefeitura de Barra Mansa – que disputou em 2008, sem sucesso – mas admite desistir em favor de outro nome na aliança que costura com o PC do B para ser ministra. Outra solução “doméstica” seria a nomeação da atual secretária executiva de Iriny, Rosana Ramos, também ligada ao PT.

A intenção da atual ministra, segundo fontes do partido, era receber o mesmo tratamento dado a Fernando Haddad, que largou o Ministério da Educação em troca da pré-candidatura à prefeitura de São Paulo com direito a uma cerimônia digna de ato de campanha no Palácio do Planalto. A presidente, no entanto, teria pedido tempo para encontrar substituta para o cargo.

Apesar de o prazo de desincompatibilização para quem pretende disputar as eleições municipais terminar no início de abril, Iriny pretende se dedicar às articulações em torno das alianças políticas para sua candidatura e por isso não quer esperar até o próximo mês. Esta será a décima mudança no primeiro escalão do governo e a segunda motivada pela disputa eleitoral de outubro deste ano.

 

Inimiga da Gisele

 

Deputada federal licenciada, Iriny Lopes está no ministério desde o primeiro dia de governo Dilma. Em outubro do ano passado, a ministra protagonizou uma polêmica em torno de um comercial de lingerie estrelado pela modelo Gisele Bündchen. Iriny Lopes pediu a suspensão da propaganda ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), depois de queixas de que o comercial reforçava o estereótipo da mulher como objeto sexual e ignorava os avanços da sociedade contra a discriminação baseada em sexo.

Na peça publicitária, Bündchen ensina que, vestida de lingerie, é mais fácil dar notícias desagradáveis ao marido ou convencer um homem a atender os desejos da mulher.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Lula escala Marinho para evitar racha na Câmara

Por Caio Junqueira | De BrasíliaValor Econômico – 03/02/2012

Diante de mais um iminente racha na bancada do PT na Câmara dos Deputados, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu interferir na disputa em busca de um acordo entre os deputados José Guimarães (CE) e Jilmar Tatto (SP). Ele deslocou um dos seus principais interlocutores, o prefeito de São Bernardo do Campo (ABC paulista), Luiz Marinho (PT), para disparar telefonemas a deputados para que viabilizem o acordo no qual Tatto seria o líder neste ano e Guimarães em 2013.

Deputados da legenda confirmaram ao Valor terem recebido as ligações do prefeito com essa orientação, sob a justificativa de que a vitória de Guimarães daria aos adversários nas eleições municipais deste ano mais argumentos contra o maior trauma dos petistas, a crise do mensalão. No auge do escândalo em 2005, o então assessor parlamentar de Guimarães, José Adalberto Vieira da Silva, foi detido no aeroporto de Congonhas em São Paulo com R$ 200 mil em uma valise e mais US$ 100 mil em sua cueca.

Marinho relatou aos deputados que, ainda que não tenha tido envolvimento direto de Guimarães no episódio, sua indicação como líder neste ano eleitoral inevitavelmente traria o episódio à tona e serviria de importante arma contra o PT. Principalmente em São Paulo, a eleição prioritária para a legenda.

O grupo de Guimarães, porém, coordenado pelo líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP); pelo secretário de Comunicação do PT, deputado André Vargas (PR); e pelo ex-presidente da Câmara, João Paulo Cunha (SP); segue adiante na disputa e garante ter a maioria dos votos no mapeamento da bancada.

Mais do que isso, confirmam que Marinho tem articulado para fazer de Tatto o líder. Mas rejeitam a tese de que ele faz isso a pedido de Lula. Dizem que o mais próximo deputado do ex-presidente, Devanir Ribeiro (SP), perguntou ao ex-presidente ainda nesta semana seu posicionamento sobre a questão. Ele teria respondido que não se envolveria. Devanir nega que esse diálogo tenha ocorrido.

Por essa razão, o grupo de Guimarães avalia haver dois motivos que moveriam Marinho nessa estratégia. Primeiro, retribuir a Tatto a retirada de sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo. Segundo, garantir na manobra apoio para sua eventual candidatura ao governo do Estado de São Paulo em 2014. Assim, dizem que só recuam da candidatura se o próprio Lula pedir a Guimarães que desista. Interlocutores de Marinho no ABC paulista dizem que isso será feito nos próximos dias.

Até lá, a disputa segue e reacende, com os mesmos personagens, embates recentes na bancada. Como o que escolheu Marco Maia (RS) candidato do partido a presidente da Câmara, contra Cândido Vaccarezza. Ali, Maia obteve apoio dos mesmos que agora operam para Tatto: o vice-líder do governo, Odair Cunha (MG); o ex-presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (SP), e o ex-presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP).

Na ocasião, o atual líder da bancada, Paulo Teixeira (SP), esteve com esse grupo tanto como agora. A diferença é que tem agido com mais discrição para evitar que tudo seja resolvido no voto. É dele, por exemplo, a ideia de um “acordão” que envolva 12 cargos na bancada referentes a 2012 e 2013. Seriam definidos o líder da bancada, os três presidentes das comissões temáticas, o presidente ou relator da Comissão Mista de Orçamento, e os dois cargos a que o partido terá direito na próxima eleição da Mesa. No entanto, a ideia tem custado a emplacar, pois acredita-se que ela faz com que o próximo líder perderia poder de atuação, uma vez que todos os cargos estariam definidos. Em especial, os da Mesa, cujas negociações são consideradas o grande atrativo para exercer a liderança neste ano.

O novo líder terá de ser um hábil negociador com todas as outras bancadas. Outra vantagem é que terá espaço para opinar não apenas sobre as disputas no Congresso, limitadas pelo calendário eleitoral, mas também sobre a política nacional, que tende a dominar a agenda do país durante o processo eleitoral.

Paulo Teixeira PT – SP. Voce sabe o que ele fez com o nosso voto neste ano?

Logo Câmara dos Deputados Boletim Acompanhe seu Deputado
Brasília, sábado, 21 de janeiro de 2012

Deputado(a): PAULO TEIXEIRA – PT/SP
Período: 07/01/2012 a 20/01/2012
NOTÍCIAS VEICULADAS NOS ÓRGÃOS DA CASA
AGÊNCIA CÂMARA DE NOTÍCIAS
09/01/12 Projeto anticorrupção: empresa beneficiada por desvio poderá ser responsabilizada   Beto Oliveira João Arruda: polêmicas incluem multa que varia de R$ 6 mil a R$ 6 milhões. A comissão especial que analisa o projeto da Lei Anticorrup&cced…
10/01/12 Ministro virá ao Congresso esclarecer denúncias de favorecimento a Pernambuco   A Comissão Representativa do Congresso Nacional se reúne nesta quinta-feira (12) às 14h30, no Plenário do Senado. Estava prevista a análise do pedido de convoca&c…
10/01/12 Sarney convoca reunião da comissão representativa para discutir catástrofes   O presidente do Senado, José Sarney, convocou reunião da Comissão Representativa do Congresso Nacional para esta quinta-feira, 12 de janeiro. A convocação atende ao…
12/01/12 Ministro será ouvido hoje no Congresso sobre denúncias de favorecimento a PE   Valter Campanato/ABr Ministro também é acusado de favorecimento a parentes. O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, será ouvido hoje p…
12/01/12 Fernando Bezerra afirma no Congresso que liberação de verba seguiu critérios técnicos e não políticos   O Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, reafirmou que não houve favorecimento do estado de Pernambuco na liberação de verba para prevençã…
12/01/12 Ministro da Integração nega no Congresso favorecimento a Pernambuco e a parentes   Saulo Cruz Fernando Bezerra: destinação de R$ 70 milhões para a construção de barragens em PE foi decisão técnica. O ministro da Inte…
18/01/12 Financiamento público marca discussão da reforma política em fevereiro   Em fevereiro, quando terminar o recesso, os deputados da Comissão Especial da Reforma Política voltam a negociar os pontos polêmicos da reforma, como o financiamento públic…
18/01/12 Financiamento público e regras para eleição do Legislativo são as principais polêmicas na Reforma Política   No início do ano, os deputados da Comissão Especial da Reforma Política vão ter mais uma chance para negociar os pontos polêmicos da proposta em debate na Câma…
RÁDIO CÂMARA
12/01/12 20:29 – Fernando Bezerra nega favorecimento a Pernambuco (03’35”)  Durante reunião da Comissão Representativa do Congresso, nesta quinta-feira, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, negou todas as denúncias de irregularidades na pasta. O ministro afirm…
Fale com o Deputado: dep.pauloteixeira@camara.gov.br

Artigo do Dep. Paulo Teixeira PT – SP: Nefasto à democracia


Financiamento privado é um mal que precisa ser extirpado

A reforma política e eleitoral é essencial, mas será superficial se não puser um fim à crescente influência do poder econômico nas eleições. O financiamento privado é a matriz de escândalos e de crises políticas, e é nefasto para a democracia, pois favorece aqueles que têm ligações com o grande capital.

Não é democrático um candidato ter milhões para gastar em sua campanha enquanto outro mal tem recursos para alugar um carro de som. Isso solapa um dos pilares da democracia, que é a igualdade de direitos entre todos.

O financiamento público facilita a fidelidade partidária, uma vez que os recursos são administrados pelos partidos, e obriga o candidato a ter vínculos programáticos. Ele vai aparecer pelas ideias e compromissos, não pela força do capital. A mudança vai assegurar os mesmos direitos a todos os candidatos, que terão igual montante de recursos para defender suas plataformas.

A questão do financiamento público é central. A população precisa saber que o financiamento privado é um mal que deve ser extirpado. Com o financiamento público, corrigem-se as distorções e moraliza-se a vida politica. Mais importante ainda, vai custar menos para o contribuinte, embora os custos sejam aparentemente altos, como se divulga de forma muitas vezes tendenciosa.

O fato é que a pessoa eleita, seja em que esfera for, não vai ficar devendo favores a grupos econômicos. O único compromisso é com o eleitor. Ou será que alguém duvida que os poderosos exerçam influência negativa sobre os que receberam recursos para suas campanhas? Os custos das campanhas no Brasil são astronômicos.

Não é à toa que as lideranças populares estão se afastando da política, deixando-a com as exceções de sempre nas mãos de quem tem acesso ao capital. O crescente custo das campanhas tem tornado a atividade política elitista, e, no ritmo atual, teremos em algum momento uma espécie de plutocracia nos cargos ocupados mediante disputas eleitorais.

O financiamento privado ocasiona a instabilidade principalmente quando envolve o uso de recursos como caixa dois e favorecimentos a candidatos ligados ao poder econômico. Não se pode ser ingênuo: o resultado é o aumento do tráfico de influência e da corrupção no âmbito da administração pública. Assim, o financiamento público deve vir na esteira de uma ampla reforma política negociada pelos diferentes partidos e que inclua itens como o voto partidário, o fim das coligações proporcionais, a fidelidade partidária, a adoção de estímulos à representação feminina e de negros nos três níveis de representação legislativa.

É responsabilidade do Congresso Nacional criar um novo marco que impeça o abuso do poder econômico nas eleições. Como resultado imediato, teremos o aprofundamento da democracia, com a ampliação dos espaços de participação do povo. Teremos campanhas mais politizadas e mais baratas. Afinal, os custos atuais das campanhas no Brasil são exorbitantes, e fazem com que a política acabe cedendo espaço para marqueteiros e suas campanhas milionárias.

PAULO TEIXEIRA (PT-SP) é líder na Câmara.

(publicado no Jornal O Globo, em 26/12/2011)

Paulo Teixeira defende a posição sobre a investigação, privataria tucana e CPI

Escrito em 23 de dezembro de 2011, às 09:41

Na mesma semana em que o livro “A Privataria Tucana” (http://miud.in/162a), de Amaury Ribeiro Jr., foi lançado, pedi em pronunciamento na Câmara (http://miud.in/161X), em entrevistas e depoimentos (http://miud.in/161Y ), a apuração das denúncias e ressaltei a necessidade de investigação aprofundada dos fatos, pois os relatos baseados em grande número de documentos, são da maior gravidade.

Em nenhum momento, silenciei ou omiti minha posição em relação ao enorme prejuízo ao patrimônio e aos cofres públicos que representou o processo de privatizações ocorrido durante o governo tucano com sua profunda marca neoliberal.

Como líder da bancada, com o meu pronunciamento em plenário, minhas entrevistas e depoimentos , certamente estimulei a todos os deputados do Partido dos Trabalhadores a assinarem o pedido de abertura da CPI da Privataria Tucana. Fator fundamental para que o número mínimo necessário de 171 adesões fosse atingido e o pedido de abertura da CPI pudesse ser protocolado, foram as 67 assinaturas de parlamentares petistas.

Enquanto parlamentar, pensando apenas no meu mandato, teria assinado tranquilamente o pedido de abertura da CPI. No entanto, enquanto líder da maior bancada de sustentação do governo, assumi uma atitude cautelosa, pois durante todo este ano orientei os parlamentares da bancada para que não assinassem pedidos de CPI que pudessem ser identificados como instrumento de luta politica. Os parlamentares que não assinaram me acompanharam neste entendimento. Preservei a instituição da liderança, a relação com outros partidos da base e a postura republicana do governo, que não esta interferindo de nenhuma maneira no processo legislativo.

Esta postura foi reconhecida e aplaudida pelo deputado Protógenes Queiroz (http://miud.in/161W), relator da proposta de abertura da CPI, no mesmo dia em que o pedido foi apresentado ao presidente da Câmara, Marco Maia (impedido de assinar a proposta por ocupar a presidência da Câmara).

Apoio a investigação sem nenhum rodeio ou constrangimento. O processo de privatizações ocorrido no Brasil, sob a batuta de FHC, executado por José Serra e os tucanos, certamente representa o maior escândalo político, econômico e social da história do país. Portanto me sinto à vontade para reafirmar o que venho defendendo: as acusações são gravíssimas, devem ser aprofundadas e os responsáveis, punidos.

Paulo Teixeira

Líder da Bancada do Partido dos Trabalhadores

Lula quer manifestação popular por reforma política

Agência O Globo
Por Marcelle Ribeiro (marcelle@sp.oglobo.com.br) | Agência O Globo

SÃO PAULO – Por sugestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, presidentes das fundações do PT, PDT, PSB e PCdoB vão debater, nesta sexta-feira, a possibilidade de realizar uma manifestação popular em Brasília para defender a reforma política.

A ideia da realização de um ato público já havia sido dada por Lula há alguns meses, mas ganhou força com a expectativa de votação da reforma política no dia 21 ou 28 de setembro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Não há, contudo, previsão de quando esse ato pode ser realizado. A reunião dos presidentes das fundações do PT, PDT, PSB e PCdoB acontecerá antes de uma outra reunião organizada por Lula, com os presidentes dessas legendas, para tentar obter uma proposta de consenso entre os partidos da base aliada sobre a reforma política.

Segundo o presidente da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, Nilmário Miranda, a ideia é que as fundações dos partidos mobilizem sindicatos, associações de estudantes e que defendem os direitos de negros, mulheres e trabalhadores rurais, para que a reforma política seja debatida não apenas no Congresso, mas também pela sociedade civil.

– Vamos reunir as fundações para discutir a hipótese de um ato público em Brasília, com sindicatos e sociedades sociais. Não basta protestar contra a corrupção. É frustrante para a sociedade protestar contra a corrupção sem pensar nas causas. A eleição de 2012 está começando a tomar espaço. Lula disse que a discussão da reforma não pode ficar restrita ao Congresso – disse Miranda.

O líder do PT na Câmara, deputado federal Paulo Teixeira (SP), acredita que mobilizações públicas sobre a reforma política devem ser uma consequência de um possível consenso dos partidos sobre o assunto.

Em reunião no Hotel Sofitel, em São Paulo, na manhã desta sexta-feira, o ex-presidente Lula conversará com os presidentes do PT, PDT, PSB e PCdoB e com os presidentes das fundações ligadas a esses partidos sobre o texto do relator da reforma política na Câmara, o deputado Henrique Fontana (PT-RS), que também estará presente. A proposta de Fontana prevê financiamento público e exclusivo das campanhas e um sistema para eleição de deputado chamado votação proporcional mista, em que o eleitor dá um voto para a lista do partido de sua preferência e outro para o candidato.

O PMDB, maior aliado do PT na Câmara, é favorável a um modelo diferente, chamado de distritão, em que os candidatos a deputado mais votados em cada estado são eleitos, sem o quociente eleitoral em vigor hoje. Lula vem conversando sobre a reforma política também com peemedebistas, como o vice-presidente da República, Michel Temer.

Segundo Fontana, há uma maioria na Câmara favorável ao financiamento público exclusivo de campanha. Falta, porém, compor uma proposta comum sobre o sistema de votação.

– Tem que ter muita capacidade de ouvir e de buscar compor uma proposta que tenha uma efetiva maioria. Meu próprio partido tinha uma posição de defender o voto em lista fechada e eu procurei conduzir uma discussão com o partido para que se abrisse mão dessa posição, porque ela não teria maioria no parlamento, assim como quem defende o voto distrital puro sabe que não tem nenhuma chance de aprová-lo no parlamento – afirmou Fontana.

O deputado Henrique Fontana disse que também vem conversando com o PP e o novo partido PSD sobre seu projeto de reforma política.

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