Haddad PT será eleito prefeito de SP neste domingo, mostra Datafolha

DE SÃO PAULO

O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, deve vencer a eleição neste domingo (28). Pesquisa Datafolha concluída hoje, véspera da votação, mostra o petista 16 pontos à frente, com 58% dos votos válidos, ante 42% do tucano.

No cálculo dos votos válidos são excluídas as respostas de quem diz que votará em branco, nulo e eleitores indecisos. Esta é a forma que a Justiça Eleitoral divulga o resultado final da eleição.

A pesquisa de hoje mostra uma pequena variação em relação ao levantamento anterior, divulgado na quarta-feira (24) –Haddad tinha 60% dos votos válidos e Serra aparecia com 40%.

Editoria de Arte/Folhapress

No total de votos –considerando brancos, nulos e indecisos–, Haddad tem 48% e Serra tem 34%.

No primeiro turno, Serra terminou à frente com 30,75% dos votos válidos. Haddad seguiu ao segundo turno após obter 28,98% dos votos.

INDECISOS

O levantamento do Datafolha mostra que 7% dos eleitores ainda não decidiram em quem vão votar amanhã. Os votos em brancos ou nulos somam 11%.

A pesquisa realizada ontem e hoje ouviu 3.992 eleitores e foi feito em parceria com a TV Globo. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos

O registro no Tribunal Regional Eleitoral é o SP-01928 / 2012.

Candidatos fazem campanha para 2º turno em SP

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Fabio Braga – 27.out.2012/Folhapress

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O candidato a prefeito de São Paulo Fernando Haddad faz carreata junto com Gabriel Chalita (PMDB) no último dia da campanha antes do segundo tuno

Haddad abre 17 pontos de vantagem sobre Serra, aponta Datafolha

 

DE SÃO PAULO

A dez dias do segundo turno das eleições municipais, o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, abriu 17 pontos de vantagem em relação ao seu adversário, o tucano José Serra.

Pesquisa Datafolha finalizada ontem mostra Haddad com 49% das intenções de voto totais contra 32% de Serra. Brancos e nulos somam 10%. Outros 9% dizem que não sabem em quem votar.

Na conta dos votos válidos (sem brancos e nulos), Haddad tem 60%; Serra, 40%.

O levantamento mostra também que a rejeição ao nome de Serra disparou. Na última pesquisa feita pelo Datafolha antes do primeiro turno, nos dias 5 e 6 deste mês, 42% dos eleitores diziam que não votariam em Serra de jeito nenhum. Agora são 52%.

É a primeira vez que mais da metade do eleitorado rejeita o tucano. Desde 1992, só dois candidatos a prefeito de São Paulo chegaram ao final da disputa com um índice superior a este. Em 2008, Paulo Maluf (PP) era rejeitado por 59%. Em 2000, Fernando Collor (PRTB) alcançou 62%.

A pesquisa de ontem mostra que Haddad vence Serra entre os eleitores que votaram em Celso Russomanno (PRB) e Gabriel Chalita (PMDB) no primeiro turno.

No grupo dos que optaram por Russomanno (21,6% dos votos válidos na primeira etapa), o petista ganha do tucano por 53% a 20%. No grupo dos que foram de Chalita (13,6% dos válidos), vence 50% a 26%. Chalita anunciou apoio a Haddad no segundo turno. Russomanno declarou-se neutro.

Para chegar a esses resultados, o Datafolha ouviu 2.098 eleitores ontem e anteontem. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

KASSAB REPROVADO

O alto índice de desaprovação da gestão do atual prefeito, Gilberto Kassab (PSD), ajuda a explicar as dificuldades que estão sendo enfrentadas por Serra.

Hoje, 42% dos eleitores classificaram a administração Kassab como ruim ou péssima. No início de setembro, eram 48%.

Essa queda de seis pontos na reprovação, porém, não representou ganhos de aprovação. Antes, 20% diziam que o trabalho de Kassab era bom ou ótimo. Agora são 19%. O que aumentou foi a avaliação regular (de 29% para 37%).

Convidados a dar uma nota de 0 a 10 a Kassab, os paulistanos deram 4,4, em média, igualando a nota do início de setembro, a pior desde julho de 2007.

Eleito vice em 2004 ainda pelo PFL, Kassab assumiu a prefeitura em 2006 após a renúncia de Serra para disputar o governo do Estado. Em 2008, foi reeleito com apoio do tucano. Agora defende a volta de Serra à prefeitura.

O clima por mudança na cidade fica evidente nas respostas a outra pergunta do Datafolha. O instituto perguntou se os eleitores querem mudança ou manutenção das ações do atual prefeito. Resultado: 88% preferem um novo prefeito com ações diferentes das de Kassab.

Editoria de Arte/Folhapress

 

Ultrapassado por Russomanno, Serra tem agora desafio de evitar o vexame de não ir ao 2o turno

A nova pesquisa Datafolha consolida Celso Russomanno (PRB) como a grande novidade da fase pré-televisiva da campanha municipal de São Paulo. Em movimento ascendente desde o final do ano passado, o ex-azarão aparece pela primeira vez à frente do ex-favorito José Serra (PSDB): 31% a 27%.

Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos –para o alto ou para baixo— o quadro ainda é de empate técnico. Mas até as curvas do Datafolha desfavorecem Serra: caiu três pontos desde a última sondagem, realizada nos dias 19 e 20 de julho. Russomanno avançou cinco casas no mesmo período.

Serra passou a conviver com um desafio novo. Precisa provar-se capaz de sobreviver ao primeiro round da disputa. Sua prioridade agora é evitar o fiasco experimentado por Geraldo Alckmin na disputa municipal de 2008. Naquele ano, Alckmin deslizou da liderança nas pesquisas para a derrota no primeiro turno. Passaram à segunda fase Gilberto Kassab (então no DEM) e Marta Suplicy (PT).

Pela lógica, Russomanno deve cair e Fernando Haddad (PT), hoje com irrisórios 8%, tende a subir. Nessa hipótese, bastaria a Serra manter o desempenho atual para escorregar à segunda fase. A história mostra, porém, que o eleitorado de São Paulo, por ilógico, é dado a surpresas. Recorde-se, a propósito, os triunfos de Luíza Erundina e de Jânio Quadros.

Nesta terça (21), o jogo entra em sua fase decisiva. Nos próximos 45 dias vai ao ar a propaganda dos candidatos no rádio e na tevê. É nessa temporada que o eleitor acorda para a disputa travada à sua volta. Contra Russomanno pesa o fato de que dispõe de vitrine eletrônica miúda: 2min11s. É pouco, muito pouco, quase nada perto do tempo de exposição de Serra e Haddad –7min39s cada um.

Conhecido por 64% do eleitorado e rejeitado por 15%, Haddad deve tomar o elevador no instante em que o marketing do seu comitê começar trombetear na tevê seus vínculos com Lula. Mal comparando, o candidato do PT atravessa situação análoga à de Dilma Rousseff, que também chegou ao horário eleitoral de 2010 atrás de Serra nas pesquisas.

Diferentemente do antagonista do PT, Serra e Russomanno são ultramanjados. O primeiro ostenta taxa de conhecimento de 98%. O segundo, 94%. A dupla diferencia-se na taxa de rejeição. Para desassossego do tucanato, 37% do eleitorado paulistano declara que jamais votaria em Serra. A inquietude aumenta quando se verifica que Russomanno é rejeitado por apenas 12% dos eleitores.

Dando-se de barato que Haddad vai subir, interessa saber se vai roubar votos de Serra ou de Russomanno. Analisada em seus meandros, a pesquisa Datafolha indica que o candidato do PRB corre mais riscos do que o contendor do PSDB. O problema é que, como já mencionado, o eleitor nem sempre guia-se pela lógica. E o eleitor de São Paulo já deu mostras de que não é avesso à ilógica.

Um detalhe potencializa os riscos de Serra. O candidato tucano está indissociavelmente vinculado à administração do seu apoiador Gilberto Kassab. O marketing do comitê tucano terá de operar a mágica de vender Serra como continuador da gestão de um prefeito que inspira em boa parte do eleitorado os mais primitivos instintos de mudança.

A opinião pública e a opinião que se publica

Quarta-feira, “queda de Dilma nas pesquisas”, dizia a Folha, teria levado à demissão de Antonio Palocci. Três dias depois, uma pesquisa da Folha desmente “pesquisas” da Folha. Isso é que é credibilidade…

A frase genial do Barão de Itararé, meu conterrâneo Apparicio Torelly, cai como uma luva para as análises políticas dos jornais brasileiros.

Dia 8, quarta feira, a Folha publicava que a “Perda de popularidade (do governo) definiu queda de Palocci”.

Hoje, dia 11, sai a chamada para a pesquisa Datafolha de amanhã: “Aprovação de Dilma resiste à inflação e crise, diz Datafolha“.

Dia 8, a Folha dizia:

“A presidente Dilma Rousseff decidiu demitir seu principal auxiliar, Antonio Palocci, após ser informada que pesquisas já apontavam desgaste do governo por conta da crise envolvendo aquele que foi um dos responsáveis pela arrecadação para sua campanha”

Dia 11, ela diz:

“A crise que levou à demissão do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil) e a alta da inflação não tiveram impacto negativo na aprovação do governo Dilma Rousseff.”

Ou seja, o que o jornal escreve não tem o menor valor? Era “chute”?

Não tenho os dados completos da pesquisa, porque ainda não achei a Folha de domingo, mas o nível de ótimo/bom passa de 47 para 49%. Nos dados que o jornal adianta fica o registro de que a maioria dos brasileiros (óbvio, apesar dos narizes torcidos da elite arrogante) quer que Lula participe da administração.

E, quanto à piora das expectativas, pretender o que, com a mídia martelando que a “a inflação disparou”  e as usinas fazendo a festa nos preços do etanol, mesmo que a inflação, em termos gerais, se mantenha num patamar semelhante ao de 2010, como já se demonstrou diversas vezes aqui?

O fato  de Dilma ter resistido sem danos à ofensiva da mídia, como registra a pesquisa, porém, não nos deve fazer esmorecer. Vocês lembram daquela história de uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade? De quem era, mesmo?

Novo Datafolha, votos válidos: Dilma 52% X Serra 31% X Marina 15%

Redação Carta Capital 30 de setembro de 2010 às 9:30h

Instituto divulga segunda pesquisa em 48 horas e revela aumento da vantagem de Dilma sobre o total dos demais concorrentes

O Datafolha divulgou mais uma pesquisa nesta quinta-feira 30, desta vez em parceria com a Rede Globo.

Em comparação com o seu levantamento do dia 28, considerados apenas os votos válidos (total, menos brancos e nulos), Dilma oscilou positivamente em um ponto (tinha 51%), enquanto que Serra caiu de 32% para 31% e Marina de 16% para 15%, os três dentro da margem de erro. Plínio tem 1% dos votos e os demais não pontuaram.
Ainda estão indecisos 6% dos eleitores, segundo o instituto. Dizem que vão votar em branco ou anular seus votos 3% dos pesquisados.
A petista passa a ter 4 pontos percentuais a mais que a soma dos demais candidatos. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma poderia estar com 50 ou 54% do total de votos válidos. Ela precisaria de 50% mais um voto para vencer a eleição em primeiro turno.

O levantamento foi feito nos dias 28 e 29, com 13.195 eleitores pesquisados em 480 municípios.

Os dados estratificados divulgados pelo instituto revelam que Dilma oscilou positivamente ou se estabilizou em todas as regiões do País e em todas as faixas de renda, a se comparar com a pesquisa de anteontem.

Nas regiões, o melhor resultado de Serra acontece no Sul, com 35% das intenções de voto. Marina tem seu melhor desempenho no Norte/Centro Oeste, com 19%. Dilma ganha em todas as regiões, obtendo seu melhor desempenho no Nordeste, com 59% das intenções de voto.

Na avaliação por faixa de renda, a petista está melhor entre os mais pobres: tem 52% do total de votos entre os que ganham até 2 Salários Mínimos. Serra tem melhor desempenho entre os mais ricos, chega a 42% na faixa superior a 10 S.M.. Marina tem seu melhor resultado entre os que ganham entre 5 e 10 S.M., chega a 25%.
Na hipótese de um segundo turno, Dilma teria 53% dos votos ante 39% de Serra.

O que você acha? Vai ter segundo turno?

Beto Richa barra nova pesquisa Datafolha no Paraná

DE CURITIBA

O candidato do PSDB ao governo do Paraná, Beto Richa, conseguiu ontem à tarde medida liminar na Justiça Eleitoral que resultou na impugnação de uma nova pesquisa Datafolha.

A decisão foi do juiz Nicolau Konkel Júnior, do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná). O instituto vai recorrer da decisão.

O levantamento, contratado pela RPC TV (afiliada da Rede Globo), estava previsto para ser divulgado amanhã, dia 30. As entrevistas de campo foram feitas feitas ontem e continuariam hoje.

É a segunda vez desde a semana passada que Richa barra a divulgação do Datafolha sob a alegação de irregularidades no processo de levantamento da pesquisa.

Na primeira impugnação, o advogado da coligação do tucano -que tem 13 partidos, além do PSDB-, alegou que o registro da pesquisa deixou de informar critérios da amostragem, como sexo, idade, grau de instrução e nível econômico das pessoas que foram entrevistadas. A tese foi acolhida pelo TRE.

Segundo o Datafolha, esse argumento é infundado. A alegação de que não há informação no registro sobre ponderação em relação ao grau de instrução e nível econômico dos entrevistados mostra desconhecimento técnico, pois a ponderação só é necessária em caso de eventuais desvios da amostra.

O candidato tucano ao governo do Paraná também já havia conseguido barrar levantamento previsto para ser divulgado na semana passada dos institutos Vox Populi e Ibope.

São os mesmos institutos de pesquisa cujo resultado, quando Richa liderava as pesquisas, tinham os números divulgados ao público no horário eleitoral do tucano na TV e no rádio.

A última pesquisa Datafolha divulgada, realizada nos dias 13 e 14 de setembro, mostrou que Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT) estavam empatados tecnicamente em primeiro lugar, com 45% e 40%, respectivamente.

Essa pesquisa foi registrado sob o número 30.034/ 2010 no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A vantagem ainda era de Richa, mas a diferença entre os candidatos havia diminuído dois pontos percentuais desde o levantamento anterior, realizado nos dias 8 e 9, quando Richa tinha 44%, e Dias, 38%.

Nas duas pesquisas, a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Pesquisa Vox Populi: Dilma mantém vantagem superior a 36 milhões sobre Serra

 Brasília Confidencial

dilma vox populi 23 set    A presidenciável do PT, Dilma Rousseff, continua 27 pontos percentuais à frente de José Serra, o candidato das oposições ao Governo Lula, informou ontem o instituto Vox Populi. Essa vantagem da petista, equivalente a mais de 36 milhões, já fora apontada pelo Vox Populi na pesquisa anterior. Agora, ouvidos 3.000 eleitores entre os dias 18 e 21, o instituto afirma que Dilma manteve 51% das intenções de voto, Serra continuou com 24% e apenas Marina Silva (PV) alcançou índice diferente do anterior ao crescer de 8% para 10%. 

    Dilma lidera a disputa junto a eleitores de todas as faixas etárias, sociais e regionais. No Nordeste, onde tem seu melhor desempenho, a vantagem da petista é de 51 pontos sobre Serra e de 60 pontos sobre Marina. A menor distância entre Dilma e os rivais é identificada no Sul, onde ela obteve 42% das intenções de voto, contra 37% de Serra.

    A candidata do PT, diz o Vox Populi, é a favorita dos eleitores entre 16 e 24 anos (tem 56% das intenções de voto), que vivem em municípios pequenos (59%), que estudaram entre a quinta e a oitava série (58%) e que ganham até um salário mínimo.

    O tucano José Serra tem seu melhor desempenho entre eleitores de 40 a 49 anos (26%), com ensino superior (29%) e que ganham mais de cinco salários mínimos (28%). A melhor performance de Marina Silva ocorre entre eleitores com ensino superior. A candidata do PV tem as intenções de voto de 22% desse público.

As pesquisas da reta final

Datafolha (21 e 22/09)

Dilma 49% (66,5 milhões)

Serra 28% (38 milhões)

Marina 13% (17,6 milhões)

Vox Populi (18 a 21/09)

Dilma 51% (69,2 milhões)

Serra 24% (32,5 milhões)

Marina 10% (13,5 milhões

DATAFOLHA SÃO PAULO. Na pesquisa espontânea Alckmin (26%) cai 2 pontos e Mercadante (15%) e diferença é de 11%

Com 49%, Geraldo Alckmin (PSDB) mantém vantagem em SP na pesquisa estimulada. Mercadante (PT) não mantém ascensão

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) conseguiu manter a vantagem para seus principais adversários na disputa pelo governo de São Paulo e, com 49% das intenções de voto, segue como favorito para vencer a eleição já no primeiro turno, aponta pesquisa Datafolha realizada entre os dias 8 e 9 de setembro. Seu oponente mais próximo, Aloizio Mercadante (PT), não conseguiu sustentar a ascensão verificada nos dois últimos levantamentos do Datafolha e aparece com 23% da preferência do eleitor paulista, oscilação negativa de um ponto em relação à pesquisa feita entre os dias 2 e 3 deste mês. Desde o início do horário eleitoral gratuito, em 17 de agosto, o petista havia crescido oitos pontos, segundo pesquisas Datafolha concluídas em 24 de agosto e 3 de setembro, e, com isso, diminuído de 38 pontos para 26 pontos a vantagem de Alckmin.

Com a distância de 26 pontos apontada pelo atual levantamento, o tucano seria eleito já no primeiro turno. Isso porque alcançaria 57% dos votos válidos para o governo de São Paulo enquanto seus adversários, somados, teriam 44%. No cálculo de votos válidos, a taxa de votos brancos, nulos e indecisos é distribuída proporcionalmente segundo o percentual de intenção de voto de cada candidato. É essa a contagem feita pela Justiça Eleitoral para declarar o vencedor da eleição.

Foram ouvidos 2111 eleitores, com 16 anos ou mais de idade, em 60 municípios do Estado de São Paulo. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos

Na terceira colocação na disputa em São Paulo, Celso Russomanno (PP) aparece com 9% das intenções de voto, oscilação de dois pontos sobre os 7% obtido na pesquisa anterior. Com 3%, Skaf (PSB) também se mantém estável. Mancha (PSTU), Paulo Búfalo (PSOL) e Fábio Feldman (PV) foram apontados, cada um deles, por 1% dos eleitores. Anaí Caproni (PCO) e Igor Grabois (PCB) foram citados, mas não atingiram 1%. A taxa de votos em branco ou nulos é de 5%. Declararam não saber em quem votar 8%.

Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados os cartões com os nomes dos candidatos aos entrevistados, o nome de Alckmin é mencionado por 26% dos eleitores, oscilação para baixo de dois pontos em relação à pesquisa Datafolha anterior. Mercadante se manteve com 15% das intenções espontâneas.

Na comparação com o levantamento anterior, oscilou para cima a distância entre Alckmin e Mercadante entre os eleitores da região metropolitana de São Paulo, incluindo a capital, que era de 23 pontos e agora está em 25 pontos. Nas cidades do interior, a vantagem do tucano que era 30 pontos diminuiu para 27 pontos.

O eleitorado jovem continua sendo o segmento mais disposto a votar no ex-governador. Entre os eleitores de 16 a 24 anos, ele tem 57% das intenções de voto. Mercadante tem seu pior desempenho (15%) nessa fatia do eleitorado. O petista viu seu eleitorado mais forte mudar da faixa etária de 35 a 44 anos – onde tem 23%, ante 29% na pesquisa anterior – para a que abrange eleitores entre 45 a 59 anos – nessa faixa, alcança 29%, ante 26% na semana passada. Alckmin se sai pior (44%) nessa faixa de idade.

Na segmentação do eleitorado de acordo com a escolaridade, Alckmin perdeu votos entre aqueles com nível superior (tinha 57% e agora aparece com 51%). Parte dessas intenções de voto migrou para Russomano (que foi de 4% para 7%) e parte para a fatia dos que não têm candidato ou estão indecisos (a soma dessas manifestações passou de 7% para 10%).

Russomano também ganhou espaço entre os mais pobres. Na pesquisa passada, o candidato do PP era o preferido para governar São Paulo por 6% dos eleitores com renda familiar mensal de até dois salários mínimos. Agora, tem 10%. Alckmin, por outro lado, caiu de 49% para 46% nesse segmento, seu pior desempenho quando considerada a renda obtida pelos eleitores. Mercadante tem votação abaixo de sua média geral entre os mais ricos, com renda familiar mensal superior a dez salários mínimos. Obtém 18% dos votos desses eleitores, índice que oscilou dois pontos para baixo desde o levantamento anterior.

Mancha segue como o candidato mais rejeitado pelos paulistas: 30% dos eleitores não votariam de jeito nenhum no candidato do PSTU. Mercadante tem o segundo índice de rejeição mais alto (24%). A seguir, em ordem decrescente, aparecem Paulo Búfalo (21%), Skaf (20%), Alckmin (19%), Russomano e Igor Grabois (18%, cada), Anaí Caproni (16%) e Fábio Feldman (14%). Não rejeitam nenhum deles 11% dos eleitores, enquanto 3% rejeitam todos. A capital paulista é onde o candidato do PT é mais rejeitado (27%). Essa rejeição ao petista também fica acima da média entre os mais escolarizados (34%) e entre os mais ricos – nesse segmento, subiu de 31% para 39%. Já Alckmin viu sua rejeição aumentar de 16% para 19% entre os eleitores do interior do Estado e tem rejeição acima de sua média entre aqueles com nível superior (22%).

Em eventual segundo turno na disputa pelo governo paulista entre Alckmin e Mercadante, o tucano é escolhido por 59% dos eleitores, enquanto 32% optam pelo petista. Votos em branco ou nulos, nesse caso, somam 5%, enquanto 4% disseram estar indecisos.

Netinho (PC do B) lidera disputa pelo senado ao lado de Marta Suplicy (PT)
Tuma (PTB) também se beneficia de saída de Quércia e sobe seis pontos

O cantor e vereador Netinho (PC do B) lidera pela primeira vez a disputa por uma das duas vagas de São Paulo para o Senado. Com 36% das intenções de voto, ele está tecnicamente empatado com sua colega de coligação, Marta Suplicy (PT), que aparece com 35%, segundo pesquisa Datafolha realizada entre 8 e 9 de setembro, após a retirada da candidatura de Quércia (PMDB) por problemas de saúde. No levantamento anterior, feito entre 2 e 3 de setembro, o peemedebista ainda estava na disputa e, com 26% das indicações de voto, aparecia em situação de empate técnico com o candidato do PC do B, que tinha 28%. Marta aparecia com 33% da preferência dos eleitores na pesquisa anterior.

O atual levantamento mostra que os votos de Quércia foram distribuídos entre quase todos os principais candidatos na disputa. Um dos mais beneficiados foi o senador Romeu Tuma (PTB), que no levantamento anterior era apontado para o Senado por 15% dos eleitores. Agora, tem 21%. Tuma também enfrenta problemas de saúde e está internado desde a semana passada, mas, segundo seu partido, não irá desistir da candidatura.

Herdeiro do tempo de TV e rádio do candidato do PMDB no horário eleitoral gratuito, Aloysio Nunes (PSDB) teve alta de quatro pontos e está com 16% das intenções de votos para o Senado. Ciro (PTC) aparece com 12%, oscilação para cima de um ponto. Está empatado tecnicamente com Moacyr Franco (PSL), que tem 9%, três pontos a mais do que na pesquisa anterior. A seguir vêm Ana Luiza (PSTU), com 4%, Ricardo Young (PV), com 3%), Serpa (PSB), Marcelo Henrique (PSOL) e Dirceu Travesso (PSTU), cada um deles com 2%, e Afonso Teixeira (PCO) e Mazzeo (PCB), com 1%, cada. Os candidatos Doutor Redó (PP) e Ernesto Pichler (PCB) não alcançaram 1% das intenções de voto.

Indicaram voto em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos para uma das vagas 11% dos eleitores. Outros 7% afirmaram que irão votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos para as duas vagas de senador. A taxa de indecisos para uma das vagas é de 25%, enquanto 14% têm dúvidas sobre quem votar para as duas vagas.

Ex-prefeita de São Paulo, Marta tem 44% das citações na capital paulista, onde lidera a disputa. No interior, a petista fica atrás de Netinho, que tem 37%, ante os 32% obtidos por ela. Na capital, o cantor tem 33%. Netinho tem seu melhor desempenho entre eleitores com idade entre 25 e 34 anos, faixa na qual atinge 42% das intenções de voto. Marta também tem mais votos (39%) nesse segmento do que nos demais. Entre os mais velhos, com mais de 60 anos, Netinho tem 35% de preferência para um dos votos de senador, a maior entre todos os candidatos. Nesse segmento, a candidata do PT tem 27% das intenções de voto.

Com 41% dos votos entre os eleitores com renda familiar mensal de até dois salários mínimos, Netinho lidera nesse segmento, assim como entre os eleitores que estudaram até o ensino fundamental (43%). Sua companheira de coligação consegue melhor desempenho entre os eleitores com renda familiar mensal entre 5 e 10 salários mínimos (41%). Entre os mais ricos, Marta obtém 33%, mesmo índice de Aloizio Nunes. Já entre os eleitores com ensino superior, a candidata do PT fica à frente, 35%, seguida pelo tucano, que alcança 30% nesse segmento.

Os eleitores paulistas da candidata do PT à presidência, Dilma (PT), dão preferência para Marta (57%) e Netinho (50%) para o Senado. Já os que indicam voto em José Serra (PSDB) têm preferência mais diluída: 30% optam por Aloysio Nunes, 29%, por Netinho, 26%, por Tuma, e 19%, por Marta. Na pesquisa anterior, quem liderava entre os eleitores de Serra era Quércia, com 38% das intenções de voto.

Apesar de estarem em uma coligação de oposição, Netinho e Marta também lideram entre aqueles que irão votar em Geraldo Alckmin para o governo de São Paulo – ele alcança 31% nesse grupo, e a petista, 28%. Já o senador Romeu Tuma tem 26% dos votos dos alckmistas, enquanto o tucano Aloysio Nunes fica com 24%. No levantamento anterior, também era Quércia, com 36%, quem estava na frente entre os que votam em Alckmin para governador.

São Paulo 10 de setembro de 2010

DATAFOLHA: Dilma sobe mais um ponto e tem 51%, Serra mantém 27% e Marina 11%

Disputa continua estável

Pesquisa nacional realizada pelo Datafolha em 13 e 14 de setembro mostra mais uma vez estabilidade no quadro eleitoral. Dilma Rousseff (PT) oscilou positivamente um ponto percentual nos últimos cinco dias e lidera com 51% a corrida pela sucessão. A variação enquadra-se na margem de erro da pesquisa que é de dois pontos percentuais. Considerando-se apenas os votos válidos, a petista alcança 56%, índice suficiente para elegê-la presidente já no primeiro turno.

José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) mantiveram exatamente as mesmas taxas obtidas no levantamento feito na semana passada. O tucano ficou com 27% e a candidata do Partido Verde com 11%. Brancos e nulos totalizam 4% e não souberam opinar 7% dos entrevistados. A pesquisa ouviu 11784 eleitores em todas as unidades da Federação.

Estratificando-se os resultados pelas variáveis socioeconômicas e demográficas, são poucas as variações expressivas. Dilma Rousseff oscila positivamente três pontos entre os que têm renda de 5 a 10 salários mínimos, segmento onde Marina Silva perde cinco pontos. Entre os que têm renda superior a 10 salários, Dilma recupera quatro dos sete pontos que havia perdido em levantamento anterior. Nesse estrato, Serra cai três pontos e Marina oscila negativamente um ponto.

Considerando-se as capitais e os estados com base estatística para uma leitura segura, nota-se queda de Dilma no Paraná, no Distrito Federal e especialmente em Curitiba. A petista cresceu na cidade de São Paulo e em Belo Horizonte. Na capital mineira, a candidata do PV, Marina Silva subiu de 15% para 19%.

Na intenção de voto espontânea, sem a apresentação do cartão circular com o nome dos candidatos, Dilma fica com 39%, Serra tem 19% e Marina 7%. No total, 28% não sabem dizer em quem vão votar na próxima eleição. No levantamento anterior essas taxas eram de 39%, 18%, 7% e 28%, respectivamente.

Na simulação de segundo turno, Dilma alcança 57% das intenções de voto contra 35% de José Serra. Na semana passada, os percentuais eram 56% e 35%, respectivamente. Quanto à rejeição, 31% reprovam o nome do tucano – era 32% em 8 e 9 de setembro. Em relação à petista, a taxa se manteve em 22%. Marina Silva passou a ser rejeitada por 18% (era 16% há uma semana).

A expectativa de vitória petista na eleição para presidente também permaneceu estável (72%). O mesmo acontece com a taxa dos que assistiram ao horário eleitoral gratuito. Há dez dias que a taxa dos que já viram os programas fica em 51%. Assistiram à propaganda de Dilma 48%, a de Serra 45% e a de Marina 35%. Na semana passada, esses índices eram de 47%, 44% e 34%, respectivamente. Também há estabilidade na avaliação do desempenho dos candidatos no programa. A maioria continua elegendo Dilma como a melhor na propaganda (54%), enquanto 25% escolhem o tucano e 11% Marina.

57% tomaram conhecimento de quebra do sigilo fiscal
Do total, 12% se julgam bem informados sobre o caso

A maioria dos eleitores brasileiros (57%) diz ter tomado conhecimento das denúncias de quebra do sigilo fiscal de integrantes do PSDB e de Verônica Serra, filha do candidato tucano à Presidência da República, José Serra . Mas, do total, apenas 12% dos entrevistados julgam-se bem informados sobre o caso. Outros 29% se dizem mais ou menos informados e 16% mal informados.

Afirmam saber do episódio principalmente os mais escolarizados (86%) e os que têm maior renda familiar mensal (84%). Nesses estratos, o índice dos que se dizem bem informados chega a 29% e 31%, respectivamente. Nas cidades de Curitiba e Porto Alegre, 71% dos habitantes locais já ouviram falar das denúncias.

No extremo oposto, nunca ouviram falar do assunto os mais jovens (54%), os menos escolarizados (54%), os que têm menor renda familiar mensal (53%) e os habitantes do Nordeste (52%).

É interessante observar que entre os que tomaram conhecimento do episódio, a intenção de voto em Dilma Rousseff, que é de 51% no total da amostra, fica em 49% no estrato. Serra fica com 29% e Marina com 13%. Quando se focaliza apenas o subconjunto dos que estão bem informados sobre o assunto, percebe-se a petista com 46%, o tucano com 33% e a candidata do Partido Verde com 14%. Entre os que nunca ouviram falar no caso, essas taxas são de 53%, 24% e 8%, respectivamente.

Sobre qual candidato será beneficiado ou prejudicado pelo caso, a maior parte dos brasileiros não sabe opinar. Do total, 30% arriscam que a candidatura de Dilma Rousseff deve ser a mais beneficiada e 32% acham que a de Serra é a mais prejudicada.

Maioria desconhece número de seu candidato
Entre os eleitores de Dilma, conhecimento é maior

A maioria dos eleitores brasileiros desconhece, por enquanto, o número que deverá digitar na urna eletrônica para votar em seu candidato a presidente. Acertam os algarismos 39% dos entrevistados. Admitem não saber 55%, enquanto 3% erram ao arriscar uma resposta. Outros 3% não sabem como vão fazer para anular o voto.

Acertam os números principalmente os homens (46%), os mais escolarizados (45%) e os habitantes do Nordeste (42%). Admitem não saber especialmente os mais velhos (63%), as mulheres (62%) e os que moram no Sul (59%).

Entre os eleitores de Dilma Rousseff, 51% acertam o número da petista. Entre os que pretendem votar em José Serra, 30% citam o número correto do tucano, mas 67% o desconhecem. Quanto aos eleitores de Marina Silva, a situação piora – apenas 16% conseguem acertar o número da candidata contra 78% que não sabem apontá-lo.

São Paulo, 15 de setembro de 2010.

Na disputa pelo Senado, Netinhotem 36% e Marta, 35%, diz Datafolha (não dá prá não rir)

 Candidato do PC do B passa a liderar a disputa, segundo instituto.
Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 SP

O candidato do PC do B Netinho, tem 36% das intenções de vota e lidera pela primeira vez a corrida ao Senado por São Paulo, segundo nova pesquisa Datafolha. Em seguida, vem a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) com 35% das intenções de voto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O Datafolha ouviu 2111 eleitores entre os dias 8 e 9 de setembro, em 60 municípios paulistas.

O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) com o número 83614/2010.

A soma dos resultados para o Senado é maior que 100% porque o eleitor pode escolher dois candidatos nas eleições deste ano. Veja os dados completos da pesquisa:

INTENÇÃO DE VOTO PARA O SENADO EM SÃO PAULO                                                                           
Resposta estimulada, em %
Netinho (PC do B) 36
Marta Suplicy (PT) 35
Aloysio Nunes (PSDB) 16
Romeu Tuma (PTB) 21
Ciro (PTC) 12
Moacyr Franco (PSL) 9
Ana Luiza (PSTU) 4
Ricardo Young (PV) 3
Dirceu Travesso (PSTU) 2
Marcelo Henrique (PSOL) 2
Serpa (PSB) 2
Afonso Teixeira (PCO) 1
Dr. Redó (PP) 0*
Ernesto Pichler (PCB) 0*
Mazzeo (PCB) 1
*não alcançou 1%

Rejeição de Serra é maior que a de Dilma no estado em que tucano governou

Divulgação de detalhes da pesquisa Datafolha mostra que ex-governador caiu cinco pontos no Sul e que candidata do PT avançou seis entre os de maior escolaridade

Por: João Peres, Rede Brasil Atual

Publicado em 06/09/2010, 17:31

Última atualização em 08/09/2010, 15:00

São Paulo – A divulgação da íntegra da pesquisa Datafolha publicada no último fim de semana traz alguns recortes interessantes na disputa presidencial. Se no plano geral houve pouca variação, com Dilma Rousseff e José Serra oscilando um ponto, a primeira para cima e o segundo para baixo, as informações interessantes moram nos detalhes.

A rejeição ao candidato do PSDB no estado de São Paulo está em 29%, três pontos acima da candidata do PT. Na capital paulista, o percentual dos que não votariam de jeito nenhum no tucano é de 32%, contra 33% da petista. O ex-governador perde também em dois recortes que até há pouco tempo lhe eram mais favoráveis. No Sul do país, onde a intenção de voto dele caiu 5 pontos em uma semana (36 para 31%), a rejeição está em 21%, contra 19% de Dilma. Entre os que têm nível superior, 36% não votariam de jeito nenhum em Serra, seis pontos a mais que o registrado na semana anterior – no mesmo período e no mesmo estrato, a variação de Dilma foi de um ponto, de 32 para 33%. Neste setor, o de maior escolaridade, a ex-ministra chegou a 42% dos votos, seis pontos a mais que o levantamento anterior, ao passo que o tucano caiu de 33% para 29%.

Possibilidade de mudança

A levar em conta a pesquisa Datafolha, é pequena a possibilidade de mudança dos votos: 81% dos entrevistados se dizem totalmente decididos. Entre os eleitores de Dilma, o percentual é maior, de 85%, contra 77% entre os eleitores de Serra.

Caso ocorra uma mudança, no entanto, o tucano teria mais condições de se favorecer. Entre os que dizem poder alterar o candidato, 31% votariam no tucano, contra 21% de Dilma.

Por outro lado, a expectativa de vitória na candidata da situação passou de 63% para 69% em um espaço de dez dias. Apenas 15% acreditam que Serra sairá vencedor.

Datafolha: Costa lidera com 40%; Anastasia chega a 35% em MG

Pesquisa Datafolha de intenção de votos para o governo de Minas Gerais. Foto: Arte/TerraPesquisa Datafolha de intenção de votos para o governo de Minas Gerais
Foto: Arte/Terra

O candidato ao governo de Minas Gerais pelo PMDB, Hélio Costa, lidera a corrida eleitoral com 40% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (3) pelo jornal Folha de S. Paulo . O governador, Antonio Anastasia (PSDB), tem 35%.

Na última pesquisa Datafolha, divulgada no dia 27 de agosto, o candidato do PMDB ao governo de Minas aparecia com 43% das intenções de voto contra 29% do tucano.

Segundo o novo levantamento, Zé Fernando Aparecido (PV), Professor Luiz Carlos (PSOL), Vanessa Portugal (PSTU), Fabinho (PCB) e Edilson Nascimento (PT do B) somaram 1% cada. Os votos brancos e nulos somam 4%. Enquanto 15% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Senado
O ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), lidera a corrida ao Senado pelo Estado. O tucano aparece com 64% das intenções de voto, seguido do ex-presidente Itamar Franco (PPS), que tem 44%. Em terceiro lugar, está o petista Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte, que marcou 30%.

O candidato do PSTU, José João da Silva, aparece com 3%, e Marilda Ribeiro (PSOL), Rafael Pimenta (PCB) e Miguel Martini (PHS), com 2% cada. Alfredo (PRB), Betão (PCO), Efraim Moura (PSTU), Mineirinho (PSOL) e Zito Vieira (PC do B) têm 1% cada.

Encomendada pela Folha de S. Paulo , a pesquisa foi realizada entre os dias 27 de agosto e 2 de setembro, com 1670 entrevistados em todo Estado, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 27 de agosto de 2010, sob o número 27395/2010.

Fonte: Portal Terra

Em Curitiba, Datafraude erra, erra e erra; vantagem de Dilma pode ser maior ainda (via osamigosdopresidentelula)

 

A revista Carta Capital desta semana disseca o Datafraude, também conhecido como Datafolha, para mostrar aos leitores como o instituto de pesquisa erra feio nas sondagens que fez durante estas eleições.
A matéria assinada pela repórter Cynara Menezes, revela que o Datafraude erra e na maior cara de pau corrige a distorção para que não cai definitivamente no limbo do descrédito.
Além do método das entrevistas do Datafraude ser questionável também o é a proporcionalidade e o peso dado ao eleitorado pesquisado.
Um caso objetivo para análise é o resultado da última pesquisa realizada no Paraná, onde foram realizadas 1200 entrevistas, cujo resultado local é somado às demais praças pesquisadas para a tabulação final que deu 20 pontos de vantagem para Dilma Rousseff (PT) sobre José Serra (PSDB).
O problema é que o Datafraude sobrevalorizou Curitiba, a capital dos paranaenses na sondagem.
O instituto ligado ao jornal Folha de S. Paulo fez 400 entrevistas em Curitiba das 1200 no total da sondagem.
A capital do Paraná possui 17% do eleitorado do estado, mas ganhou no levantamento peso de 1/3 dos 7,5 milhões eleitores.
Esses números do Datafraude, com certeza, distorcem o resultado das pesquisas tanto na disputa pelo governo do estado do Paraná quanto na corrida pela Presidência da República.
Isto significa que Dilma pode estar bem à frente de Serra e o senador Osmar Dias (PDT), que disputa o governo do Paraná, pode estar melhor do que se imagina no cômputo geral dos levantamentos.
Pelo Datafraude, Curitiba ainda é um dos últimos bastiões dos tucanos.
Entretanto, a ‘onda vermelha’ capitaneada pelo presidente Lula e Dilma poderá abater a candidatura de Beto Richa (PSDB) nos próximos dias.
Daí decorre a necessidade de o tucano paranaense censurar blogs e jornais no estado. Quer levar no bico as eleições de lá e, de quebra, os institutos de pesquisa dão uma forcinha para que o vexame de Serra não seja maior ainda.
É claro que, à medida que o encontro com as urnas vai chegando, concomitantemente, também os Datafraude da vida também vão se ajustando com a realidade política e eleitoral do país e dos estados.

São Paulo, segundo Datafolha Marta (32%) lidera, Netinho e Quercia disputam palmo à palmo a segunda vaga para o Senado.

Título original: Em SP, Marta Suplicy lidera disputa pelo Senado com 32%, diz Datafolha

Quércia (PMDB) tem 26, e Netinho (PCdoB) aparece com 24%.
Margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Do G1, em Brasília

INTENÇÃO DE VOTO PARA SENADOR  
Resposta estimulada e única %
Marta  (PT) 32%
Quércia (PMDB) 26%
Netinho (PCdoB) 24%
Tuma (PTB) 16%
Ciro (PTC) 13%
Aloizio Nunes (PSDB) 9%
Moacyr Franco (PSL) 7%
Ana Luiza (PSTU) 4%
Serpa (PSB) 2%
Ricardo Yung (PV) 2%
Afonso Teixeira (PCO) 2%
Dirceu Travesso (PSTU) 1%
Ernesto Pichler (PCB) 1%
Marcelo Henrique (PSOL) 1%
Mazzeo (PCB) 1%
Doutor Redó (PP) 0%
Brancos e nulos para as duas vagas 8%
Brancos e nulos para uma vaga 13%
Não sabe para uma vaga 24%
Não sabe para as duas vagas 14%
0 – Não atingiu 1% das intenções  

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (28) mostra que a candidata Marta Suplicy (PT) como a primeira colocada nas intenções de voto para o Senado no estado de São Paulo, com 32%. Quércia (PMDB), aparece em segundo com 26%, seguido de Netinho (PCdoB), com 24%. Romeu Tuma (PTB) vem em seguida, com 16% das intenções de voto. Ciro (PTC) tem 13%, seguido de Aloízio Nunes Ferreira (PSDB), com 9%.

O candidato Moacyr Franco (PSL) teve 7% das intenções. Ana Luiza (PSTU) aparece com 4 %. Afonso Teixeira (PCO), Ricardo Yung (PV) e Serpa (PSB) têm 2% cada.

Dirceu Travesso (PSTU), Ernesto Pichler (PCB), Marcelo Henrique (PSOL) e Mazzeo (PCB) aparecem com 1%. Doutor Redó (PP) foi citado, mas não atingiu 1% das menções.

Votariam em branco ou anulariam o voto para as duas vagas 8%, e para uma das vagas, 13%. Não sabem em quem votar para uma das vagas 24%, e 14% estão indecisos com relação aos dois votos.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo.

A soma dos resultados para o Senado é maior que 100% porque nestas eleições o eleitor pode escolher dois candidatos.

A pesquisa Datafolha foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. Foram ouvidos 2.088 eleitores em 59 municípios entre segunda (23) e terça-feira (24).

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 76594/2010

‘Nós nunca chegamos a esse patamar no Estado ainda em agosto, vamos crescer mais’, diz Mercadante sobre pesquisa

Os petistas comemoraram o crescimento do senador Aloizio Mercadante (PT), candidato ao governo de São Paulo, na última pesquisa Datafolha. Segundo levantamento divulgado hoje, ele saiu de 16% para 20% das intenções de votos no Estado.

Para os aliados, o resultado revela uma “tendência de crescimento” do candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. “Nós nunca chegamos a esse patamar, na casa dos 20%, ainda em agosto nas eleições em São Paulo. Nós vamos crescer mais”, disse Mercadante.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/789967-nos-nunca-chegamos-a-esse-patamar-vamos-crescer-mais-diz-mercadante-sobre-pesquisa.shtml

Mercadante começa a subir e chega agora a 20%, segundo Datafolha

SP: Mercadante avança e chega aos 20%; Alckmin mantém 54%, aponta Datafolha

estadão.com.br

SÃO PAULO – Pesquisa Datafolha/TV Globo divulgada nesta sexta-feira, 27, aponta o candidato do PT ao Governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, com um avanço de quatro pontos e agora tem 20% da preferência do eleitor. Geraldo Alckmin, do PSDB, mantém os 54% da pesquisa anterior e ainda venceria no primeiro turno. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 24 de agosto e foram ouvidos 2.088 eleitores em 59 municípios.  

Celso Russomano (PP) perdeu quatro pontos e está com 7%. Paulo Skaf (PSB), subiu um ponto e tem 3%.

Já Fábio Feldmann (PV), Paulo Búfalo (PSOL) e Mancha (PSTU) aparecem com 1% das intenções de voto cada um.

Os candidatos Igor Grabois (PCB) e Anaí Caproni (PCO) foram citados, mas não alcançaram 1% da pesquisa.

Na possível disputa de segundo turno, o candidato tucano sai na frente. Alckmin teria 62%, antes tinha 65%, e o petista Mercadante tem 29%, contra 25% anterior.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 25.451/2010. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos.

Fonte: http://www.estadao.com.br

Chega a 20 pontos vantagem de Dilma sobre Serra, mostra pesquisa Datafolha

Agência Brasil

Publicação: 26/08/2010 10:36 Atualização: 26/08/2010 13:30

Brasília – Pesquisa do Instituto de Pesquisas Datafolha encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e divulgada na madrugada de hoje (26) mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com 49% das intenções de voto. Vinte pontos percentuais à frente de seu principal adversário, o candidato do PSDB, José Serra, que aparece em segundo lugar, com 29%.

Saiba mais…
Datafolha: Dilma lidera intenção de votos na capital paulista com seis pontos de diferença A candidata Marina Silva, do PV, está em terceiro, mantendo os 9%, e os demais candidatos não atingiram 1% da preferência do eleitorado. Os eleitores que ainda não sabem em quem votar ou não responderam permanecem em 8%, e os votos brancos e nulos, em 4%.

Essa é a segunda pesquisa Datafolha desde que começou a propaganda eleitoral no rádio e na TV. Dilma tinha 47% na sondagem do dia 20 e foi a 49%. Serra estava com 30% e agora apresenta 29%. Os que assumiram ter visto a programação pelo menos uma vez somam 34% dos entrevistados.

A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais. Feito nos dias 23 e 24 com 10.948 entrevistas em todo o país, o levantamento também mostra que Dilma lidera as intenções de votos em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Paraná.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br

Datafolha: Dilma (41%) lidera intenção de votos na capital paulista com seis pontos de diferença

Agência Brasil

Publicação: 26/08/2010 13:18 Atualização: 26/08/2010 13:28

Brasília – O crescimento da candidata do PT nas eleições presidenciais, Dilma Rousseff, nos estados do Sul e em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, e entre o eleitorado de renda mais alta são as principais novidades da pesquisa eleitoral do instituto Datafolha sob encomenda do jornal Folha de S.Paulo e Rede Globo. Em São Paulo, Dilma ultrapassou seu principal adversário, José Serra, candidato do PSDB, inclusive na capital, administrada pelo aliado Gilberto Kassab (DEM).

Segundo o Datafolha, no estado a petista cresceu 7% em uma semana, passando de 34% para 41% das intenções de voto. Na cidade de São Paulo, ela tem 41% contra 35% de José Serra. A pesquisa foi feita nos dias 23 e 24 e entrevistou 10.948 pessoas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

No Rio Grande do Sul, também governado pelo PSDB, o Datafolha aponta um crescimento da candidata de 8 pontos em relação à última pesquisa, feita entre 9 e 12 de agosto. Dilma Rousseff passou de 35% para 43%. Serra, que até então liderava no estado, teve uma redução nas intenções de voto de 43% para 39%.

O Datafolha informou que caiu a diferença entre Serra e Dilma em Curitiba de 19% para 9%. Na capital paranaense, o candidato do PSDB lidera com 40% das intenções de votos contra 31% dados à Dilma.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva obteve 79% de aprovação, de acordo com o Datafolha – o maior percentual registrado até agora pelo instituto. No último levantamento, feito entre 9 e 12 deste mês, Lula tinha 77% de aprovação.

Fonte: “http://www.correiobraziliense.com.br”

Dilma abre 17 pontos sobre Serra e venceria no 1º turno, aponta Datafolha

FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.

Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.

A diferença de 8 pontos subiu para 17 pontos. Marina Silva (PV) oscilou negativamente um ponto e está com 9%. A margem de erro máxima do levantamento é de dois pontos percentuais.

Os outros candidatos não pontuaram. Os que votam em branco, nulo ou nenhum são 4% e os indecisos, 8%.

Nos votos válidos (em que são distribuídos proporcionalmente os dos indecisos entre os candidatos e desconsiderados brancos e nulos), Dilma vai a 54%. Ou seja, teria acima de 50% e ganharia a disputa em 3 de outubro.

Os que viram o horário eleitoral alguma vez desde que começou, na terça-feira, são 34%. Entre os que assistiram a propaganda, Dilma tem 53% e Serra, 29%.

Nos primeiros programas, Dilma apostou na associação com Lula, que tem 77% de aprovação, segundo o último Datafolha.

A petista cresceu ou oscilou positivamente em todos os segmentos, exceto entre os de maior renda (acima de dez salários mínimos).

Dilma tinha 28% de intenção de voto entre os mais ricos e manteve esse percentual. Mas sua distância para Serra caiu porque o tucano recuou de 44% para 41% nesse grupo, que representa apenas 5% do eleitorado.

MULHERES E SUL

Já entre as mulheres, Dilma lidera pela primeira vez. Na semana anterior, havia empate entre ela e Serra, em 35%. Agora, a petista abriu 12 pontos de frente nesse grupo: 43% contra 31% de Serra.

Marina tinha 11% e está com 10% entre as mulheres. A verde continua estável desde março no Datafolha. Tem mostrado alguma reação só entre os mais ricos, faixa em que tinha 14% há um mês, foi a 17% e agora atingiu 20%.

A liderança de Dilma no eleitorado masculino é maior do que entre o feminino: tem 52% contra 30% de Serra. A candidata do PV tem 8%.

Outro número bom para Dilma é o empate técnico no Sul. Ela chegou a 38% contra 40% de Serra. Há um mês, ele vencia por 45% a 32%.

Serra não lidera de forma isolada em nenhuma região. No Sudeste, perde de 42% a 33%. No Norte/Centro-Oeste, Dilma tem 50%, e ele, 27%.

No Nordeste a petista teve uma alta de 11 pontos e foi a 60% contra 22% do tucano.

Houve também um distanciamento de Dilma na disputa de um eventual segundo turno. Se a eleição fosse hoje, ela teria 53% contra 39% de Serra. Há uma semana, ela tinha 49% e ele, 41%.

Na pesquisa espontânea, em que eleitores declaram voto sem ver lista de candidatos, Dilma foi de 26% para 31%. Serra foi de 16% a 17%.

Fonte: Folha on line

Datafolha: Dilma chega a 47% e venceria no 1º turno

A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, aparece na liderança da corrida presidencial com 17 pontos de diferença para seu principal adversário, José Serra (PSDB), e venceria no primeiro turno se as eleições fossem hoje, segundo pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo neste sábado (21). A petista tem 47% das intenções de voto contra 30% de Serra.

De acordo com o levantamento, a candidata do PV ao Palácio do Planalto, Marina Silva, registra 9%. Os outros candidatos não pontuaram. A margem de erro de é dois pontos percentuais. Os votos brancos e nulos somam 4%. Enquanto 8% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Encomendada pela Folha de S. Paulo, a pesquisa foi realizada no dia 20 de agosto, com 2750 entrevistados em todo País, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 16 de agosto de 2010, sob o número 24460/2010.

Fonte: Portal Terra

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