Governo de SP desmente Serra sobre linha 6 do Metrô


O então governador de São Paulo, José Serra, declarou, em março de 2008, que as obras da Linha 6 (Laranja) do Metrô seriam iniciadas em 2010 e terminariam, ou em 2012, ou em 2013.

Após muitos atrasos na contratação de projetos e  antes de deixar o governo para se candidatar à Presidência, Serra garantiu que tudo estaria pronto até 2014.

Acuado por esta previsão, o governo de São Paulo se viu obrigado a apresentar uma previsão mais realista: as obras só devem começar em 2013, com a conclusão da primeira etapa em 2017, depois das Olimpíadas e da Copa.

Até lá, moradores de Brasilândia e Freguesia do Ó (Zona Norte), Perdizes e Pompeia (Zona Oeste) terão de continuar esperando. Estima-se que mais de 600 mil passageiros por dia utilizariam este trecho do Metrô.

Fonte: Brasília

Passageiros andam ‘como sardinha em lata’ em trens de SP

Rede Brasil Atual acompanhou os usuários da Linha 12 – Safira, em horário de pico. Grávidas, crianças e idosos sofrem em trens superlotados
Por: Suzana Vier, Rede Brasil Atual

Passageiros andam 'como sardinha em lata' em trens de SP Trens trafegam superlotados (Foto: Suzana Vier/Rede Brasil Atual)

São Paulo – Sexta-feira, 6h54 da manhã, mais um trem chega à estação São Miguel Paulista, zona leste de São Paulo. Os bancos da plataforma estão cheios. Dentro dos vagões, a situação não é diferente. Pelas janelas da composição antiga, abertas até a metade, dá para ver os rostos nada animadores de quem está lá dentro. O motorista Vagner Palazolo nem se levanta. Apesar do horário, ele decide aguardar mais um pouco na esperança de um trem mais vazio – é o primeiro de três baldeações que precisa para chegar ao trabalho, na Barra Funda, zona oeste da capital paulista.

A situação da Linha 12-Safira é característica de passageiros que precisam pegar uma das sete linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), na Grande São Paulo. Apenas uma das linhas – a 10-Turquesa (Luz-Rio Grande da Serra) – apresenta menos do que seis pessoas transportadas por metro quadrado em horários de pico. As demais têm até 8,4 passageiros por metro quadrado.

A piora do serviço foi registrada nos últimos 12 meses, segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, em função da expansão das linhas. “Toda vez que a malha é ampliada ou o serviço apresenta melhoras, a demanda aumenta, atraindo novos usuários”, justifica a secretaria. Foram 232 mil pessoas a mais por dia nos trens municipais. O aumento na lotação indica que a capacidade de atendimento foi menor do que a demanda pelo serviço.

Aperto

Na plataforma, quem não tem mais tempo, arma sua estratégia para chegar à estação Brás, região central de São Paulo, onde há integração com o Metrô. “É hora de mirar um porta e torcer para conseguir entrar”, ensina Palazolo. “A gente mira uma porta e aposta nela”, aponta, com o dedo indicador voltado às pessoas que correm para acompanhar a composição que chega.

O trem para. Algumas portas abrem, outras não, mas todas estão lotadas. “O trem vem, mas como e que a gente embarca? Esse é o trem pequeno. Ele abre a porta, mas não tem como entrar e, se você entra, não tem como se mexer”, descreve o motorista. A briga certa, ou com a própria porta, ou com outros usuários. Alguns tentam dificultar a entrada de mais gente, por causa da lotação. “As pessoas estão estressadas, chega aqui e vê essa lotação. Dá briga mesmo”, admite. A composição parte. 

Em dez minutos, uma nova máquina se aproxima. Com a experiência de quem faz o mesmo itinerário há quase dez anos, o motorista decide continuar aguardando mais um trem, mas o horário já está ficando apertado. Mais uma composição chega. Palazolo decidi ir e some, em meio à correria por uma porta vazia. Lá vai o motorista com uma bolsa pequena de mão, onde carrega o uniforme da empresa, que ele torce para não amassar no transporte coletivo.

Homens e mulheres quase se jogam para dentro do trem, caibam ou não no vagão. É como se apostassem na “revogação” da lei da física de que dois corpos não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo. Na última hora, um passageiro tenta embarcar. Um dos pés fica dentro e outro, fora, sobre uma base metálica que serve para reduzir o vão entre o trem e a plataforma. Ele puxa, força, mas não consegue. O tempo passa, e vem o aviso de fechamento das portas. Um segurança ajuda o homem a caber no trem e força a porta a fechar.

Em outro lado, uma mulher não teve a mesma sorte. “É comum ver bolsas ficarem para fora”, comenta a usuária Shirlei Bianca. Desta vez foi o corpo inteiro que ficou fora do vagão. Dois guardas correm, um segura as portas, para mantê-las abertas e outro empurra a mulher para dentro. Só depois que todas as portas estão fechadas, o trem segue, mais cheio do que chegou.

Como ‘sardinha em lata’

Uma jovem de cabelos longos que aguarda nota as pessoas em pé e respira fundo. Atendente de call-center, Adriana de Oliveira está grávida. Quando um novo trem chega à estação, a trabalhadora levanta e escolhe uma porta, mas logo desiste. Decide ir para o início da plataforma, na tentativa de encontrar algum espaço onde possa viajar com mais segurança. “É preciso respirar fundo para entrar nesse trem”, exclama.

Adriana diz que ainda será pior com o andamento da gravidez. “Aí, realmente não sei o que fazer, vou ter de enfrentar, tenho de trabalhar”, indaga. “A gente parece sardinha em lata nesses trens”, compara. Sua nova tentativa tem sucesso e apesar de embarcar em pé, tem algum espaço para se movimentar no vagão.

Sem tirar o pé do chão

Enquanto espera o trem, Cleidiane Silva Reis conta que estava dentro do Metrô que teve problemas na terça-feira (21), e mesmo diante da comoção que o problema causou em toda a cidade, o chefe não compreendeu seu atraso. “Nem todo mundo entende. Meu chefe acha que eu devia ter feito mais, me esforçado mais, para não me atrasar”, descreve.

Ela prevê entrar no próximo trem que chegar à estação São Miguel, porque afinal não pode chegar atrasada. “Lá dentro, a gente tem de aguentar aquele ar quente. Se você entrar com a mão abaixada, depois não consegue levantar, porque não dá para se mexer. É aquela história: se você tirar o pé do chão, não volta mais”, brinca.

Na estação Brás, onde ocorre a interligação com o Metrô, ela explica que é preciso ter mais uma dose de calma, porque vai enfrentar mais espera e dificuldades para embarcar. “São dez ou onze trens para eu entrar. Só indo lá dentro mesmo para ver”, indica a trabalhadora.

Por volta de 7h30, a lotação vai caindo e uma ou duas pessoas conseguem entrar por cada porta, embora os vagões permaneçam lotados. Além de permanecer em pé é preciso ter força nos braços para se segurar no trem.

De terno e viajando no limite entre vagões, Antonio Carlos de Oliveira viaja em pé e dorme, apesar do balanço dos vagões. “Eu aproveito o trem para descansar”, admite. Segundo ele, é preciso aproveitar as duas horas que passa no trem, em seu trajeto de Itaquera até a Mooca, onde trabalha. “É todo dia assim, não muda, então eu prefiro me desligar um pouco para enfrentar o dia”, afirma.

Mãe e filha

A assistente administrativo Rosivania da Silva viaja sentada com a filha Larissa, de 8 anos, deitada no ombro. Nem todo dia é assim. Conseguir um lugar nos trens que ligam a região metropolitana a São Paulo, em geral, depende muitas vezes de estratégias que demandam mais tempo ainda no transporte coletivo.

Rosivania, por exemplo, mora no município de Itaquaquecetuba e apesar de contar com uma estação de trem na cidade, onde ela poderia embarcar diretamente para a capital paulista, ela prefere embarcar no sentido contrário para, no ponto final, fazer a baldeação e seguir na direção necessária. “A gente pega o trem em Calmon Viana para voltar sentada, senão fica até perigoso para minha filha”, explica.

Na semana, Larissa já tinha sofrido dois acidentes, um empurrão e uma cotovelada de outros passageiros. “A lotação é tanta que chega a machucar a menina”, condena a mãe. No final da tarde, no retorno para casa, quando a menina não consegue lugar para sentar, “vai dormindo sentada no chão do trem”, revela Rosivania. Larissa acompanha a mãe para o trabalho desde os dois anos de idade. “Antes não tinha com quem deixar e agora ela estuda em São Paulo”, explica. 

Segundo a assistente administrativo, é comum o trem quebrar durante o percurso, o que obriga os usuários a saírem do transporte e caminharem na linha. “A condução é cara e quebra muito”. “O governo colocou trem novo, mas tirou os antigos, aí não adianta”, analisa a trabalhadora que passa cerca de três horas diárias dentro dos trens da CPTM.

Mais uma viagem terminada, Larissa desperta no Brás. Por sorte, conseguiram viajar sentadas. Rosivania passou a viagem ouvindo música e acariciando o rosto da filha em seu ombro. A estudante adormeceu e acordou várias vezes no vai e vem da máquina nos trilhos. Ainda não chegaram ao destino final. Para evitar a lotação na transferência para o Metrô no Brás, as duas embarcam em um novo trem para a Luz, onde ela trabalha e a filha estuda.

No último trem da manhã, não há lugares disponíveis. Larissa improvisa. Corre para um lugar vazio, mesmo longe da mãe e senta no chão, sorrindo para a mãe perceber onde está. “É triste ver a filha da gente dormindo no trem, mas ela até está acostumada, não reclama. A vida da gente é mesmo difícil”, reflete Rosivânia. Larissa já abaixou a cabeça e tenta mais uma soneca antes de chegar na Luz e o dia de trabalho e estudo começar para as duas. Quando chegam, torcem para que o resto do dia seja bom.

SP: sem citar nome, Mercadante diz que o Alckmin “está nervoso”.

Aloizio Mercadante, durante a abertura do Fórum Internacional Sustentar 2010, em Campinas -SP Foto: Rose Mary de Souza/Especial para TerraMercadante durante a abertura do Sustentar 2010, em Campinas-SP
Foto: Rose Mary de Souza/Especial para Terra

Rose Mary de Souza
Direto de Campinas

Sem citar nomes, o candidato petista ao governo do Estado de São Paulo, Aloizio Mercante, disse que o seu oponente do PSDB, Geraldo Alckmin, está nervoso por ‘mudar o tom’ durante debate Estadão/Gazeta, que foi ao ar na última terça-feira (24), em que divulgou números incorretos sobre o seu projeto no Senado Federal que destinava verbas para a CPTM.

“Acho que o nervosismo do candidato tomou conta da campanha. Isso é um sintoma claro do nosso crescimento e perspectiva de vitória”, comentou Mercadante, após a abertura do Sustentar 2010, evento sobre sustentabilidade e meio ambiente aberto no final da manhã desta quinta feira (26) em Campinas.

“Ele (Alckmin) fez uma acusação completamente injusta e infundada. Eu presidi a comissão de assuntos econômicos onde aquele tema foi proposto”, continuou. “Não é um empréstimo de um bilhão de dólares. Nem isso eles sabem”, comentou.

Segundo Mercadante, a destinação de verba foi uma votação simbólica aprovada em plenário. O candidato disse que chegou a interromper a campanha. “Estávamos eu e o Suplicy (senador Eduardo Suplicy,PT-SP) e uma suplente a senadora na casa. Portanto, é injusto, improcedente o valor e a critica do adversário”.

E concluiu: “esse governo não tem direito de fazer em relação a financiamentos e empréstimos. Cheguei a interromper minha campanha para governo do Estado para ir a Brasília para aprovar quatro novos financiamentos para São Paulo”.

Questionado sobre a viabilidade do Trem de Alta Velocidade (TAV) que ligará Rio de Janeiro, Campinas e São Paulo, Mercadante citou o governo tucano. “O governo do PSDB foi muito lento. Eles foram muito lentos em investir nas ferrovias e transporte sobre trilhos. O governo Lula já fez mais de mil quilômetros de ferrovia”, comparou.

Sobre o tema de meio ambiente, Mercadante lembrou que a discussão sobre o pré-sal vai ocupar grande destaque nos próximos quatro anos. “É uma riqueza extraordinária, aqui na bacia de Santos”. Outra questão lembrada por ele, que rendeu uma alfinetada ao governo do PSDB, foi quanto ao “desperdício de 25% nos dutos de água da Sabesp”, e comparou com o Japão que está em torno de 3%. “Nós temos que investir e modernizar. Em São Paulo são 17 cidades que jogam esgoto in natura nos rios”.

Suprapartidário
A abertura do Fórum Internacional Sustentar 2010, em Campinas, contou com a presença do prefeito da cidade Hélio de Oliveira Santos (PDT), um dos prefeitos aliados da coligação de Mercadante e Dilma. Foi notada também a presença do prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (PPS), um dos apoiadores da eleição de Geraldo Alckmin (PSDB) e José Serra (PSDB). Reis foi apresentado como o presidente da Região Metropolitana de Campinas (RMC ).

Outro que compareceu ao evento foi o candidato a deputado federal Luciano Zica (PV) que é um dos coordenadores da campanha da verde Marina Silva. Zica disse que veio “representar Marina”, pois a candidata estava com agenda na região Sul e não pôde comparecer a esse evento, que falou da sustentabilidade e meio ambiente.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais, de Portugal, Carlos Carreiras, fez um discurso de cerca de meia hora e lembrou que a partir de primeiro de janeiro de 2011, o Brasil terá “um novo líder, já que o grande líder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vai sair depois de transformar o Brasil e mostrar para o mundo a grande potência (que é o Brasil) por si só”.

Fonte: Portal Terra

O povo do Trem. Por: Jesulino

Um problema que vem martirizando há muito tempo os trabalhadores na Região metropolitana de São Paulo é o Transporte coletivo. Pense Bem! Estes trabalhadores que sofrem em média 2 horas de aperto para ir e voltar do trabalho, moram nas periferias, não tem carro, ganham em média até 2 salários mínimos, portanto já sofrem com a baixa renda das famílias e outros problemas de estrutura onde moram e depois de trabalharem pesado o dia inteiro tem que passar por aquele sofrimento dos trens das linhas da cptm. Principalmente entre Brás e Calmon Viana. A situação que toda aquela população passa nos trens, é indigna, desumana, e inaceitável.

O metrô e os outros trens da zona sul que são um pouco melhores para burguês ver, também estão superlotados, mas pelo menos tem um intervalo maior entre as partidas de cada estação, o que faz os passageiros fluírem mais rapidamente diminuindo um pouco o flagelo.

Já os trens da zona leste foram remendados. Uma tapeação! só a propaganda do tal “expansão São Paulo” funcionou para os acomodados e bacanas verem e acharem que é um paraíso. Quando eu olho aquela multidão de pessoas, entre elas senhoras, mulheres idosos e até crianças naquele sufoco nas estações para tomar um trem, eu penso nas mentiras da propaganda sobre expansão e modernização do transporte e aí vem a indignação e acredito que uma mentira repetida fica parecendo verdade, a mentira da publicidade.

Se tudo isso que descrevo é o caos real, imagina o dia que os trens tem defeito e as pessoas não conseguem chegar ao trabalho. Aí é literalmente um inferno para estes já sofridos peregrinos do Trem. Semana passada mesmo o trem não funcionou desde as 6 horas da manhã. A população acorda de madrugada e se dirige para a estação. chegando lá cadê o trem? O trem não vem e ninguém dá uma satisfação. A Rádio CBN Através do programa “jornal da CBN” neste dia tentou falar com a secretaria estadual dos transportes e a direção da CPTM para Saber o que estava ocorrendo para informar aos ouvintes e não houve retorno. Um funcionário da CBN estava na estação sem poder chegar a emissora. Por fim depois das 8 horas da manhã o apresentador conseguiu falar com a CPTM mas apenas com o gerente da estação que gaguejou muito e não soube explicar direito qual foi a causa do problema e porque não avisou a população no momento que aconteceu.

Quem quiser confirmar o que estou falando vá no site da CBN e veja a entrevista com este sujeito da gerencia de estações.

Isto precisa mudar. 16 anos se passaram deste governo do PSDB e eles fabricando propaganda e o povão da periferia sofrendo.

Mercadante, faça uma proposta para salvar os trabalhadores deste sofrimento. O trem da cptm para Calmon viana precisa ser mais moderno que o metrô, pois a distância percorrida é grande e a população trabalha muito longe pois a região não há empregos. Aliás a região do alto Tietê de Guaianazes a Mogi das Cruzes precisa urgente de um polo de desenvolvimento local para gerar empregos e investimentos nesta região que é completamente abandonada.

O povo de São Paulo precisa reagir, e com seu voto mudar esta situação. Responder a isto e muito mais outras coisas na frente da urna no dia 3 de outubro. Precisamos de outra frente para resgatar São Paulo da paralisia e começara a oferecer mais dignidade ao nosso povo sofrido.

Em resposta a tudo isto eu também vou votar 13 para São Paulo e para o Brasil. #VoudeMercadante

Obs.: Poderíamos criar um blog para que os próprios usuários contassem as histórias destes momentos de sofrimento. Podiamos chamar de “Peregrinos do trem” Ou “o povo do trem”

Jesulino Alves
Guarulhos-SP

http://redeptsp.com.br/jesulinux/

Mercadante visita Araraquara e se compromete a retomar as ferrovias no Estado

01 agosto 2010

O candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Aloizio Mercadante, visitou na tarde de sexta-feira (30/07) a cidade de Araraquara. Mercadante andou pelas ruas do centro comercial, cumprimentou lojistas, comerciantes, conversou com a população e ainda provou um suco natural com laranja para refrescar o calor de quase 30 graus. Araraquara, além de um importante pólo comercial do interior do Estado, também é conhecida pela concentração de indústrias processadoras de suco de laranja, que atendem principalmente ao mercado externo.

Mercadante ressaltou que jamais houve uma chapa de governador na história de São Paulo tão Araraquara quanto a dele. “Tem o presidente do partido e coordenador da campanha e o vice de Araraquara”, se referindo a Edinho Silva e Coca Ferraz.

Num palanque improvisado, Mercadante ressaltou o abuso das tarifas de pedágio no interior e garantiu a retomada das ferrovias. “Nós queremos acabar com o abuso dos pedágios porque está prejudicando o interior. Para ir de Araraquara a São Paulo e voltar é mais de 64 reais e isso não pode continuar. Temos que reduzir as tarifas de pedágio, prorrogar o prazo de concessão se for necessário. As famílias, os trabalhadores e as empresas estão sendo muito prejudicadas com isso”.

Aloizio Mercadante enfatizou a necessidade de retomar o transporte ferroviário no interior. “Quero retomar o transporte ferroviário que ficou perdido na história de São Paulo porque eles privatizaram e sucatearam as ferrovias. Nós vamos fazer o Trem-Bala Campinas-Rio de Janeiro em duas horas e eu como governador vou puxar uma extensão da ferrovia que vai vir de Ribeirão Preto até Campinas e nós vamos dar transporte de qualidade e seguro que é a ferrovia”.

Quem precisa de dossiê? Serra nos oferece São Paulo

by tonigumauskas

Não é o Armagedon… É o Governo do Estado de São Paulo (CADA VEZ MELHOR)

Se gastasse em desassoreamento o que gastou em publicidade,não teríamos tido tantas enchentes. 

Segurança Pública: Ponto fraco em governos tucanos. O PCC surgiu no governo de quem? 

Investir mais em transporte de massa. O metrô da propaganda está bem longe da realidade. 

Falta de diálogo: Irresponsabilidade de Serra quase provoca guerra entre as polícias. 

Acha que são bandidos? É o jeito Serra de falar com professores. 

São Paulo:Verdadeiro caos após 16 anos de governo tucano. 

O candidato Serra afirma ter sido vítima de um dossiê,armado por seus adversários.

Mas,com um histórico desses…

Pra que dossiê??

http://tonigumauskas.wordpress.com/2010/06/09/quem-precisa-de-dossie-serra-nos-oferece-sao-paulo/

Debate sobre Infra Estrutura Urbana e Social com Mercadante

Compareça.

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