Pontalinda

PROMOTOR ELEITORAL PROPÕE A PROIBIÇÃO DE COMÍCIOS EM ASPÁSIA, DIRCE REIS E PONTALINDA

Publicado em 11/09/2012 por murilopohl

Expressamente a Lei garante a realização da campanha eleitoral, caracterizando inclusive como ilegal qualquer tentativa de embaraça-la. De outro lado, a mesma Lei estabelece as competências para fiscalizar e impedir abusos, inclusive ao Ministério Público.

É preocupante a informação pois aquele que tem o dever de zelar pela correção dos procedimentos eleitorais, estaria vedando aquilo que deveria zelar para ocorrer dentro da normalidade. Punir os atos abusivos é um dever, assim como tambem garantir a democracia, dentro da Lei.

Reproduzimos abaixo a notícia publica originalmente no blogdocardosinho, que olhamos com receio…

Postado por

O Ministério Público Eleitoral da Comarca de Jales, através do promotor  Rodrigo Pereira dos Reis, está propondo medidas preventivas em três municípios da região – Aspásia, Dirce Reis e Pontalinda – visando coibir abusos por conta das disputas eleitorais.

As medidas incluem a proibição da realização de comícios, carreatas, passeatas e a promoção de qualquer tipo de reunião ou aglomeração esporádica de cunho político-partidário aberta ao público, principalmente aquelas em que haja acesso a bebidas alcoólicas.

As medidas estão sendo propostas pelo promotor, com base em relatório preparado por fiscais da Justiça Eleitoral que visitaram as três cidades no final de semana. Segundo os fiscais, policiais militares de Aspásia, Dirce Reis e Pontalinda noticiaram ser prática comum e reiterada, nas três municipalidades, a propaganda eleitoral com incitamento a atentados contra pessoas e/ou bens.

Ainda de acordo com o relatório, o sossego público nessas três cidades vem sendo acintosamente perturbado por meio de algazarras regadas ao consumo abundante de bebidas alcoólicas, além do uso abusivo de instrumentos sonoros.

A notícia abaixo foi publicada hoje no portal r7…ficamos nos perguntando até quando Pontalinda vai continuar não sendo beneficiada com recursos do Governo Federal por omissão de gestores públicos municipais que não se mexem, que não apresentam projetos, não defendem os interesses da população.

Governo vai destinar R$ 11 milhões para hortas comunitárias

Dinheiro vai para 42 cidades mais vulneráveis. Excedente da produção será vendido

O MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome) destinará R$ 11,1 milhões para o cultivo de hortas comunitárias, beneficiamento de produtos e comercialização em 42 cidades em situação de vulnerabilidade social.

A seleção dos municípios ocorreu por meio de edital de Apoio a Projetos de Agricultura Urbana e Periurbana. Ao todo 107 projetos foram inscritos.

Destes 42 foram selecionados, 17 são do Nordeste, dez no Sul, oito do Sudeste, quatro no Centro-Oeste e três no Norte.

Os projetos contemplam a produção orgânica de hortaliças, ervas medicinais e aromáticas, plantas ornamentais, criação de pequenos animais e instalação de miniagroindústrias.

As plantações atenderão para o consumo das famílias produtoras, podendo abastecer cozinhas comunitárias e restaurantes populares.

A venda dos produtos ocorrerá quando houver excedente na produção e só poderá ser feita em feiras populares.

Disque Denuncia Eleitoral

Publicado em 25/07/2012 por murilopohl

Noroeste Paulista – Pontalinda. Coligação Petista lança a dobrada Dito/Horácio para eleição 2012

Publicado em 08/07/2012 por murilopohl

Definidos os candidatos populares que vão enfrentar a elite Demonotucanalha na cidade de Pontalinda.

Após amplo debate foi formada a coligação Trabalho e Compromisso com Pontalinda integrada pelo PT,  PSD e PRB que vai disputar com os Demonotucanos as eleições municipais.

Dito Tonholo – PSD candidato à Prefeito de Pontalinda nº 55

Horacio dos Reis Marques Ferreira, o Horacinho do PT é o candidato à Vice Prefeito em Pontalinda

Dep. Fed. Paulo Teixeira com Horácio do PT

Veja alguns d@s candidat@s ao Legislativo que apoiam a chapa Dito e Horácio na Prefeitura:

Marcos Davi Guerra – PT

Marquinho do PT é candidato à vereador. Marcos Davi Guerra disputa a eleição como Marquinhos  Guerra nº 13000 – Juventude Petista apoia Dito e Horácio na Prefeitura.

Marcelo Lima Rodrigues – PT

O advogado Marcelo, candidato à reeleição como Marcelo do Baltazar nº 13456
apoia Dito e Horácio para a Prefeitura

Adriana Claus Barrientos Calderon – PT

A Assistente Social Adriana da Saúde concorre com o nº 13123,
candidatada à Vereadora pelo PT, afirma: lugar de Mulher é na Política

Carlos Aparecido Medeiros – PT

O popular Galera concorre à vereança com o nº 13300 e apoia Dito e Horácio na Prefeitura

Manuel Alves – PRB

Vereador do PRB Mané concorre à reeleição com o nº 10123 apoiando Dito e Horácio na Prefeitura

Edileuza Delmondes Rosa – PT

Edileuza concorre com o nº 13999 a Vereadora e apoio Dito e Horácio na Prefeitura

Fernando Donizeth França – PSD

O contador Fernandão nº 55555 é candidato a Vereador
Juventude apoiando Dito e Horácio para a Prefeitura

Luiz Henrique Cardoso de Melo – PT

Rick Motó nº 13010 juventude de Pontalinda apoia Dito e Horácio na Prefeitura

Rosangela Batista Batista do Santos PT

ROSANGELA DO BOY nº 13.333 apoia Dito e Horácio na Prefeitura
Mulher bonita é a mulher que luta !

Deneval Amaro da Silva – PT

Ex-diretor Municipal de Educação Denê nº 13100
candidato a Vereador, apoia Dito e Horácio

A coligaçãoTrabalho e Compromisso com Pontalinda está agora debatendo o aprofundamento do Programa Participativo de Governo e acompanhando a finalização da fase de registro com suas demais formalidades Legais.

Dep. Fed. Paulo Teixeira PT – SP e Horácio, contribuindo para o fortalecimento de Pontalinda

História do Município


PERFIL HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE PONTALINDA-SP

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

O Município de Pontalinda fica cerca de 600 km da capital de São Paulo,
possui aproximadamente 20.900 de área urbana e 26 de área rural. Situada
395 m em relação ao nível do mar. Pontalinda possui latitude S 20 26 24 e
longitude W 50 31 22, é banhada pelos córregos: Lajeado, Quebra Canzil,
Novo Mundo, Barro Preto, Açoita Cavalo, Ranchão, Rapadura, Nova Brasília e
Marimbondo, conforme dados da Casa da Agricultura da cidade.
Os Municípios que fazem divisa com Pontalinda são: Jales, Dirce Reis,
General Salgado, São João das Duas Pontes, São João de Iracema e Estrela
D`Oeste.
Trata-se de um Município em fase de desenvolvimento, com pouca
mecanização e tecnologias disponíveis para a produção rural,
consequentemente a maioria do trabalho que o município oferece é braçal,
principalmente corte de cana e roças de laranjas, o que faz com que
trabalhadores de baixa qualificação de mão-de-obra migrem de outras regiões
para a cidade em busca de oportunidades de emprego.

FUNDAÇÃO DO POVOADO

Em 1940, a família Castella, da cidade de Catanduva, investiu na
compra de uma gleba de terras no sertão de Rio Preto, ma especificamente na
região da Vila Jales, como era chamada na época, como a finalidade de
plantação de lavouras e criação de gado. No ano de 1946 dá-se inicio ao
desmatamento de 900 arqueiros adquiridos, no entanto, a falta de mão-de-obra
braçal e de recursos financeiros, levou a família Castella a realizar o
loteamento dessas terras, para obterem lucro, sem onerar o patrimônio da
família, a partir de então, surge a necessidade de um povoado para os donos
de terras comprarem mantimentos, roupas, remédios e atrair novos
investimentos para a região. A família procurou a Companhia Coester da
cidade de Fernandópolis, para propor parceria comercial com a mesma;
reservando uma gleba de 17 alqueires, ou seja, 41,14 hectares para a
construção do vilarejo.
O corretor de imóvel Senhor Pinheiro, com experiência no ramo, ficou
encarregado de vender os lotes; percorria a região em busca de compradores,
tanto na zona urbana como a rural, prestava esclarecimentos a localização,
meios de transportes, a fertilidade da terra e as condições de pagamento. E,
logo, apareceu compradores para a maioria dos lotes.
O terreno para a fundação de Pontalinda foi localizado pelo Agrimensor
Orestes Ferreira de Toledo; começando a derrubada da mata no lugar onde
seria construído o cruzeiro e a capela. O nome do vilarejo originou-se do
encontro dos Córregos Lageado e Novo Mundo, cujo encontro em formato de
bacia, coberto por uma imensa floresta apresentava uma paisagem muito linda.
E assim, deu-se o nome de Pontalinda por ser a ponta de dois córregos.
A fundação do povoado de Pontalinda deu-se em 15 de agosto de 1948,
na data de implantação do cruzeiro; os responsáveis foram os senhores José
Joaquim Lourenço, o primeiro morador do povoado; José Rodrigues dos
Santos; Antonio J. De Oliveira e Etelvino Marques de Oliveira.
No dia primeiro de janeiro de 1956 o povoado de Pontalinda foi elevado
à categoria de distrito do município de Jales-SP. Naquela época surgiram
vários vilarejos na micro-região de Jales; pois as famílias chegavam e se
estalavam à beira de rios, estradas ou descampado, depois que descobriram a
força da agricultura. Após a abolição dos escravos e da Proclamação da
Republica, iniciou a urbanização do País, o comércio e a indústria se
desenvolveram e as cidades começaram a ter problemas de moradia urbana,
devido ao grande fluxo de migrantes do campo para os núcleos urbanos. E a
região foi a ultima aberta para a continuidade do processo de expansão
cafeeira paulista. O café foi a principal cultura da época, sendo responsável
pelo desenvolvimento econômico do povoado; porem surge as culturas:
algodão e amendoim com alguma representatividade econômica mas, atividade
cafeeira é a quem empregava grande números de trabalhadores o ano todo.
A atividade cafeeira começou a declinar a partir de 1975, com a grande
geada que arrasou os cafezais; surgindo então a idéia de maior diversidade
agrícola a partir do ano de 1977, como a plantação de feijão de inverno. E por
volta da década de 1980 a maioria das propriedades abandonou a cafeicultura,
devido à baixas no preço; culturas improdutivas, pela idade avançada dos
cafezais e o aparecimento de doença.
A citricultura torna-se uma importante cultura para a região, fazendo
parte da nova política social e econômica; até os dias de hoje.
A lei Nº. 7664/91 elevou o distrito de Pontalinda a categoria de
município, após a realização de um plebiscito em 27 de outubro de 1991, onde
a população votou “SIM” para a emancipação político-administrativa de forma
unânime. O plebiscito foi organizado por jovens idealista de Pontalinda.
Após a emancipação político-administrativa de Pontalinda, tornou-se
mais eficaz a organização e a distribuição dos recursos públicos, pois, a
administração do município foi formada, por políticos residentes e domiciliado
no próprio município sendo, portanto cidadãos conhecedores da realidade e
dos problemas da cidade e de seus habitantes. Desta maneira os
investimentos priorizaram: Saúde, Educação, Habitação, Saneamento Básico,
Assistência Social, e obras de interesse da coletividade.
O inicio da Migração de trabalhadores para Pontalinda.
No processo de povoamento do Brasil, as migrações internas sempre
ocorreram, de forma bem intensa, em vários períodos de nossa história.
Podemos destacar: a ocupação das áreas marginais à zona açucareira
nordestina, no período de expansão do produto; a ocupação do Planalto
Mineiro, de Mato Grosso e de Goiás, durante a fase de mineração ( 1700-
1760), quando a descoberta de minas provocou um afluxo de populações e
recursos do Nordeste e do Planalto paulista; o prolongamento da fronteira
agrícola em função da cultura do café, que se alastrou pelo vale do Rio Paraíba
do Sul ( 1810-1860), tendo atingido o Oeste Paulista e o Norte do Estado do
Paraná; o deslocamento de levas sucessivas de nordestinos para a Amazônia
durante a fase da borracha ( 1870-1912), até que os seringais plantados no
Sudeste Asiático provocassem a decadência da produção amazônica; o
afluxo de baianos e mineiros durante o surto algodoeiro paulista ( 1935-1940).
Sendo assim, no município de Pontalinda também ocorreu e ainda
ocorre essa mobilidade populacional. Quando a família Castella chegou ao
local que hoje é Pontalinda, enfrentou muitas dificuldades para se instalar e
cultivar a terra. A compra das terras foi por volta de 1940 onde também os
proprietários seguindo o apoio Capital X trabalho já de uma maneira mais
descentralizada, mas que ainda seguiam os critérios de favorecimento das
famílias dominantes. A família passou por dificuldades como a primeira noite
que dormiram debaixo de uma figueira e se revezavam na vigília noturna para
não serem atacados por animais selvagens e dormiram ao relento na
Foto de casas populares da CDHU em construção
esperança de construírem uma vida melhor. Após se instalarem e demarcarem
suas terras iniciou um processo de enorme produção agrícola.
As pequenas propriedades, com terras férteis e produtivas iniciaram
produção agrícola diversificada como: arroz, feijão, milho, mandioca; diante de
fartura e terra fértil, os alimentos tornaram-se baratos. Surgem então as
primeiras viagens de madeira para a região nordeste, mas precisamente o
Estado da Bahia, que nas viagens aproveitavam para levar também toucinho,
milho, arroz e feijão para serem vendidos na região.
A Bahia neste período atravessa um período de seca, não produzindo
suficiente e a fome tomava conta do Estado. Na volta dos veículos para a
região de Vila Jales-SP, geralmente caminhões, os motoristas sensibilizados
com o sofrimento do povo daquela região, trazem algumas pessoas para
conhecer Pontalinda. Tais pessoas não tendo nenhuma qualificação de
trabalho, ocupavam o quadro de trabalhador braçal, muitas vezes se
submetendo ao recebimento apenas de comida e de um lugar para dormir,
pois, a miséria era tanto na terra natal que chegavam aqui com a esperança de
melhorar sua vida. Aqueles que se adaptavam e conseguiam trabalho voltavam
para buscar a família e aqui residirem e outros não se adaptavam e voltavam
para a terra natal.
Os agricultores percebendo que naquela região havia mão-de-obra
abundante e barata começaram a incentivar a busca de trabalhadores para
laborarem nas lavouras de Pontalinda e também os primeiros migrantes
começaram a enraizar e despertar o interesse em trazer seus familiares e
parentes. E, assim, os motoristas que transportavam madeiras, produtos
agrícolas e especiarias, viram uma oportunidade de negócio; iniciando então, a
migração (transporte) desses trabalhadores de forma desorganizada nos
caminhões que após algum tempo foram apelidados de pau de arara, por
carregarem muitas pessoas que seguravam em um pau amarrado no meio do
caminhão.
A região Nordeste é a principal área de emigração, desde o passado até
atualmente, pois todos os Estados que formam a região possuem um balanço
migratório altamente negativo, ou seja, perdem muito mais habitantes do que
recebem. Isto porque, a região tem precárias condições sociais e econômicas,
onde as desigualdades na distribuição de riqueza são enormes; e também as
secas do Sertão contribuem para o agravamento das difíceis condições de vida
da maioria da população e estimulam a migração.

Fonte: Prefeitura Municipal de Pontalinda

Pontalinda

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Município de Pontalinda
Bandeira desconhecida
Brasão de Pontalinda
Bandeira desconhecida Brasão
Hino
Fundação 15 de agosto de 1948
Gentílico pontalindense
Prefeito(a) Guedes Marques Cardoso
(20052008)
Localização
Localização de Pontalinda

Localização em São Paulo

Pontalinda está localizado em: Brasil

Localização no Brasil20° 26′ 27″ S 50° 31′ 22″ OUnidade federativa São PauloMesorregiãoSão José do Rio Preto IBGE/2008 [1]MicrorregiãoJales IBGE/2008 [1]Distância até a capitalNão disponívelCaracterísticas geográficasÁrea210,2 km² [2]População4 074 hab. Censo IBGE/2010[2]Densidade19,38 hab./km²Altitude435 mClimaNão disponívelFuso horárioUTC−3IndicadoresIDH0,731 médio PNUD/2000 [3]PIBR$ 33 114,267 mil IBGE/2008[4]PIB per capitaR$ 7 994,75 IBGE/2008[4]

Pontalinda é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 20º26’27” sul e a uma longitude 50º31’24” oeste, estando a uma altitude de 435 metros. A cidade tem uma população de 4.074 habitantes (IBGE/2010) e área de 210,2 km².[2] Pontalinda pertence à Microrregião de Jales.

História

Geografia

Demografia

Dados do Censo – 2010[2]

População total: 4.074

  • Urbana: 3.381
  • Rural: 693
  • Homens: 2.160[5]
  • Mulheres: 1.914

Densidade demográfica (hab./km²): 19,38

Dados do Censo – 2000

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 18,64

Expectativa de vida (anos): 69,80

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,07

Taxa de alfabetização: 81,96%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,731

  • IDH-M Renda: 0,626
  • IDH-M Longevidade: 0,747
  • IDH-M Educação: 0,819

(Fonte: IPEADATA)

Referências

  1. abDivisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. abcdCenso Populacional 2010 – IBGE. IBGE.gov.br. Página visitada em 1 de setembro de 2011.
  3. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  4. abProduto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  5. SIDRA IBGE – Tabela 608 – População residente, por situação do domicílio e sexo. IBGE. Página visitada em 1 de setembro de 2011.

Uma resposta

  1. Comandante Murilo, combater a corrupção hoje é mais difícil do que combater o regime fechado da ditadura militar. Onde o idealista que lutava pela igualdade virava terrorista. Hoje o idealista que continua lutando por igualdade e para que o mísero dinheiro público chegue nas mãos dos explorados acaba sendo taxado de corrupto. Não há nada mais doloroso.

    Companheiro Horácio

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