Rússia entra no conflito diplomático entre os Estados Unidos e o Brasil

Se o Brasil quer interrogar Snowden para saber mais sobre a espionagem americana, a Rússia pode facilitar o encontro.

Dilma exigiu saber todos os pormenores da espionagem americana Henry Romero/Reuters

O embaixador da Rússia em Brasília, Serguei Okopov, disse que o seu país pode mediar um encontro do ex-analista da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, em inglês) Edward Snowden com deputados brasileiros que queiram investigar as ações de espionagem americana no Brasil.

Okopov garantiu à comissão do Congresso, com a qual se reuniu na terça-feira, que consultará as autoridades de seu país sobre a possibilidade de os deputados interrogarem Snowden, que está asilado na Rússia. Snowden começou a divulgar um conjunto de documentos que denuncia os métodos de espionagem da NSA e revela os países e pessoas alvo dessa espionagem. A empresa Petrobras e Dilma Rousseff foram espiadas e a Presidente do Brasil cancelou a visita oficial aos EUA, marcada para 23 de Outubro.

A Câmara dos Deputados brasileira aprovou na semana passada a viagem a Moscou de uma comissão integrada por, pelo menos, seis parlamentares com a missão de falarem com Snowden sobre as atividades de espionagem ao Brasil.

Qualquer reunião está condicionada à aprovação do governo da Rússia e do próprio Snowden, e o encontro não pode violar as normas que garantem o asilo do americano em Moscou, explicou o deputado federal Ivan Valente em declarações a jornalistas e citado pela agência Efe.

De acordo com Valente, Okopov disse que uma resposta das autoridades de Moscou deve demorar, pelo menos, uma semana. O diplomata russo, segundo a versão do deputado brasileiro, considera que Snowden estaria interessado em colaborar com o Brasil porque “quanto mais o mundo souber, mais seguro se sentirá”.

As denúncias de Snowden são apoiadas em documentos entregues por este ao americano Glenn Greenwald, que vive no Rio de Janeiro e é colaborador do jornal britânico The Guardian.

Na segunda-feira, Barack Obama telefonou a Dilma, mas fontes da presidência disseram que a Presidente considerou as explicações, que duraram 20 minutos, insuficientes. Em causa está um contrato que Dilma ia assinar, no valor de quatro mil milhões de dólares (o Brasil iria comprar aviões militares aos EUA), e acordos de cooperação na área do biodiesel.

O porta-voz da Casa Branca disse que a visita de Dilma foi adiada para data a anunciar. Jay Carney explicou que Obama concordou com o adiamento e com o motivo de Dilma. Mas, disse Carney, a investigação que Obama prometeu a Dilma sobre a espionagem ao Brasil vai demorar tempo. “Como o Presidente disse anteriormente, ele ordenou um relatório, mas o documento só estará pronto dentro de meses.”

As relações diplomáticas e comerciais entre os EUA e o Brasil melhoraram desde a posse de Dilma, em 2011. Mas a revelação da espionagem da NSA, que interceptou e-mails, chamadas telefônicas de Dilma e dos seus colaboradores durante a campanha eleitoral, e espiou também empresas onde o governo americano tem interesses (a petrolífera Petrobras é uma delas), inquinou as relações e fez reemergir a crítica de que os EUA pretendem encontrar uma forma de explorar a seu favor a riqueza mineral brasileira.

A Reuters avança que Dilma Rousseff irá referir-se às práticas de espionagem americana no discurso que fará na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, na próxima semana.

Publicado originalmente em Mundo P

Rússia acusa potências ocidentais de financiar oposição armada da Síria

Sergei Lavrov sugeriu que grandes lideranças não contribuam para aumentar a desestabilização do país

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, responsabilizou diretamente as potências estrangeiras pela violência na Síria, onde um duplo atentado terrorista matou nesta quinta-feira (10/05) pelo menos 55 pessoas nos arredores de Damasco.

“Infelizmente, alguns de nossos parceiros não só fazem previsões, mas também ações práticas para que a situação exploda”, afirmou Lavrov em entrevista coletiva em Pequim.

“Os líderes da comunidade internacional têm influência sobre os grupos armados. Deveriam utilizar sua influência para o bem, não para o mal”, disse em sua reunião desta quinta-feira (10/05) com seu colega chinês, Yang Jiechi.

Lavrov ressaltou que o regime sírio de Bashar al Assad tem parte da responsabilidade pela situação no país árabe, mas que “isso não pode servir de desculpa para eximir a outra parte de qualquer responsabilidade”.

Ele acusou as potências que têm mais influência que a Rússia sobre a oposição síria de “inclusive ameaçar os grupos armados a não aceitar nenhum acordo ou compromisso e a continuar sua atividade destruidora”.

Em sua opinião, essas potências abrigam esperanças de que “as forças governamentais reagirão de maneira inadequada e que a espiral de violência conduzirá à necessária ingerência exterior”. “Isso é inaceitável. E o Conselho de Segurança da ONU não autorizará o dito plano. Nós não estamos ao lado dos que atuam na Síria segundo o princípio de ‘quanto pior, melhor'”, completou.

“É evidente que o objetivo dessas cruéis ações é dirigir o país a uma nova, sangrenta e muito perigosa espiral de violência, abortar o cumprimento do plano do mediador internacional, Kofi Annan, e amedrontar os observadores da ONU”, apontou.

No último sábado (05/05), Lavrov já havia conversado por telefone com  Annan, enviado especial da ONU e da Liga Árabe para a Síria para coordenar o andamento do plano de paz elborado para o país. Na ocasião, o diplomata considerou inaceitável o contrabando de armas ao país, por conduzir a ordem social a uma desestabilização.

Antes disso, a emissora iraniana Press TV já havia informado informou que oposicionistas sírios estariam recebendo armas através do território turco. Para facilitar o procedimento, autoridades da Turquia estariam inclusive criando uma zona-tampão humanitária na fronteira.

 

texto publicado originalmente no Opera Mundi

Países do Bric são cada vez mais a locomotiva da economia mundial

As economias do Brasil, da Rússia, da China e da Índia cresceram nos últimos anos bem mais do que as dos países industrializados. Já em 2015 elas terão um papel no mercado mundial comparável ao das nações ricas.
Publicado originalmente em DefesaNet

Líderes da Índia, da Rússia, da China, do Brasil e da África do Sul em encontro do Bric

Os tempos são de grande insegurança para a economia mundial: os mercados de capitais enfrentam altos e baixos, os Estados Unidos e os países europeus sofrem com as próprias dívidas, a economia norte-americana está desacelerando e as economias da Europa – excetuada a alemã – tampouco inspiram otimismo em relação ao futuro.

Será uma nova recessão global que se anuncia? Na visão do economista Michael Hüther, diretor do Instituto da Economia Alemã (IW, na sigla original), isso dependerá de forma decisiva de como os assim chamados mercados emergentes vão se desenvolver, em especial os do grupo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China).

Caso não tenham que encarar convulsões ou crises mais graves em nível nacional, esses países serão os gigantes econômicos de amanhã. “E isso num prazo não muito longo”, avalia Hüther. Já em 2015, as quatro nações serão responsáveis por quase 30% do desempenho econômico global, superando, de longe, a zona do euro. “Esta ficará com apenas 13%. Em 1995 estávamos em 20%.”

Locomotivas de crescimento

Com seu poder de propulsão, os países emergentes podem se tornar uma locomotiva de crescimento para a economia global, pois compram cada vez mais produtos em todo o mundo e investem fortemente em infraestrutura. Já no período de 2002 a 2010, os Bric contribuíram com 12% a 21% do crescimento internacional das importações, suplantando assim os EUA – exceto nos anos 2004 e 2005.

A China tem uma participação decisiva nessa dinâmica. O país é responsável por mais de 60% do crescimento das importações globais. “No entanto é preciso notar que a parcela dos outros três Estados do Bric é cada vez maior. O impulso vem, sobretudo, da Índia e da Rússia”, registra o economista do IW.

Já no próximo ano os quatro grandes emergentes estarão investindo em sua infraestrutura quase tanto quanto os países industrializados. Um fato tão mais notável considerando-se que dez anos atrás o volume de investimentos das nações industrializadas era mais de quatro vezes superior.

A Alemanha, que tem uma economia voltada para as exportações, é um dos países que mais se beneficiam dessa tendência.

Exportações e também investimentos

Nos últimos anos aumentou drasticamente a importância dos emergentes como parceiros econômicos da Alemanha. Enquanto as exportações alemãs cresceram um total de 21% entre 2005 e 2010, as vendas para o Brasil, Rússia, Índia e China galgaram respeitáveis 107% no mesmo período.

Segundo Hüther, os setores de exportações tradicionalmente fortes da Alemanha são justamente os mais atraentes para o Bric. “Cerca de 30% de todas as mercadorias compradas da Alemanha pelos Estados do Bric provêm do setor de maquinaria, 22% do de veículos, 17% da indústria elétrica e 15% da química.”

Em 2010 as empresas alemãs exportaram um total de 100 bilhões de euros para os países do Bric, um terço a mais do que as entregas para os Estados Unidos. Contudo, não é apenas através das exportações que o empresariado alemão pretende lucrar com o boom dos países emergentes.

Como demonstra uma enquete realizada pelo Instituto da Economia Alemã no segundo trimestre deste ano, as firmas nacionais estão cada vez mais interessadas em investir nos países em questão. Até 2015, mais de 20% de todos os investimentos da Alemanha no exterior deverão estar fluindo para Brasil, Rússia, Índia e China.

Autoria: Sabine Kinkartz (av)
Revisão: Alexandre Schossler

Um olhar diferente sobre a mesma matéria

Estudo alemão aponta que Brics deve superar os EUA e a Europa http://t.co/SgU9v9L

Líbia: o controle russo do espaço aéreo. Por Stanley Burburinho.

Enviado por luisnassif, sex, 18/03/2011 – 22:09

Por Stanley Burburinho

A partir de informações do serviço secreto russo, o Pravda publicou matéria muito esclarecedora sobre a situação na Líbia. Por exemplo: a contratação de mercenários pelo Pentágono através da Halliburton e da Blackwater e que o serviço secreto da Rússia, que controla 100% do espaço aéreo da Líbia, garante que nenhum avião levantou vôo na Líbia desde o inicio das manifestações.Acho que essas informações nunca veremos publicadas na velha mídia do Brasil:

“O serviço secreto russo confirmou ontem através de Nicolai Patrushev, que na verdade o que está existindo é um verdadeiro bombardeio da mídia internacional contra Kadhafi, pois a Russia controla totalmente o espaço aéreo do norte da África e cem por cento da Líbia e que os aviões que supostamente levantaram vôo para executar os bombardeios contra o povo líbio não saíram do chão e portanto não executaram qualquer ação militar; que somado a isso, por não existirem imagens de qualquer vôo, configura uma armação do Pentágono. O Secretário de Defesa do EUA admitiu o erro das informações dizendo que podem ter sido outros aviões, mas setores independentes da mídia internacional já haviam colocado a entrevista dos russos no ar e assim desmoralizado a ação do Pentágono.”

“Outro escândalo que ronda Washington é a participação de mercenários contratados pelo Pentágono, através da Halliburton e da Blackwater para participarem das batalhas na região de Cerenaica, em especial Bengazhi e Trobuk ao lado dos opositores que começam a perder terreno para os simpatizantes de Khadafy. A missão dos mercenários que ficariam sob controle da CIA, Agência Central de Inteligência e até executariam ações secretas com a aliada Al-Qaeda de Bin Laden, contra Khadafi seria manter o controle dos poços de petróleo já sob controle da oposição na região de Bengazhi.”

“Ontem um dos principais líderes da oposição a Kadafi, Khaled Maassou, na região de Cerinaica, confirmou que estava desistindo da luta por não concordar com a participação de mercencários e militares norte americanos em território líbio contra Kadhafi, e que em nenhuma situação irá contribuir com a CIA, que agora começa a assumir com a Al Qaeda o comando da situação na região de Cirenaica.”

“Líbia: Terroristas anti-Gadafi massacraram civis

15.03.2011

KHATARINA GARCIA e PETER BLAIR

De WASHINGTON e BENGAZHI – REDE MUNDO \ MIDIA LATINA; 06.03.11.

Depois de quase um mês onde duas guerras se realizam na Libia, uma interna, entre khadafystas e opositores do líder revolucionário, e uma no ocidente através da mídia, com o controle total das noticias pela Casa Branca e somente indo ao ar ou tendo imagens liberadas após filtragem do Pentágono ou do Departamento de Estado, a situação começa a mudar no mais emblemático país do norte da África.

Após a exibição pela TV líbia e ainda a reprodução pela Telesur e da Internet de imagens do assassinato de 212 partidários do Coronel Muammar Khadafy, em Bengazhi, mortos a sangue frio, depois de terem sido presos e sem qualquer resistência por seus opositores, o mundo árabe e membros da oposição começam a desistir de lutar contra Khadafy, considerando que já existem grandes divisões no meio dos opositores pela aliança feita por alguns setores com os EUA, inimigo histórico dos povos árabes e que inclusive bombardearam o país matando milhares de líbios.

Outro escândalo que ronda Washington é a participação de mercenários contratados pelo Pentágono, através da Halliburton e da Blackwater para participarem das batalhas na região de Cerenaica, em especial Bengazhi e Trobuk ao lado dos opositores que começam a perder terreno para os simpatizantes de Khadafy. A missão dos mercenários que ficariam sob controle da CIA, Agência Central de Inteligência e até executariam ações secretas com a aliada Al-Qaeda de Bin Laden, contra Khadafi seria manter o controle dos poços de petróleo já sob controle da oposição na região de Bengazhi.

O serviço secreto russo confirmou ontem através de Nicolai Patrushev, que na verdade o que está existindo é um verdadeiro bombardeio da mídia internacional contra Kadhafi, pois a Russia controla totalmente o espaço aéreo do norte da África e cem por cento da Líbia e que os aviões que supostamente levantaram vôo para executar os bombardeios contra o povo líbio não saíram do chão e portanto não executaram qualquer ação militar; que somado a isso, por não existirem imagens de qualquer vôo, configura uma armação do Pentágono. O Secretário de Defesa do EUA admitiu o erro das informações dizendo que podem ter sido outros aviões, mas setores independentes da mídia internacional já haviam colocado a entrevista dos russos no ar e assim desmoralizado a ação do Pentágono.

O ministro das Relações Exteriores da Libia, Mussa Kosa, em nota distribuida à imprensa mundial, apoiou a proposta do Presidente da Venezuela Hugo Chavez, da formação de uma Comissão Internacional de Paz, afirmando ainda que o Coronel Muammar Khadafy sugeriu também que a Comissão de Direitos Humanos da ONU venha à Libia e faça a investigação que desejar e não que tome qualquer decisão com base em informações da mídia comprometida com o complexo industrial militar norte americano.

Ontem um dos principais líderes da oposição a Kadafi, Khaled Maassou, na região de Cerinaica, confirmou que estava desistindo da luta por não concordar com a participação de mercencários e militares norte americanos em território líbio contra Kadhafi, e que em nenhuma situação irá contribuir com a CIA, que agora começa a assumir com a Al Qaeda o comando da situação na região de Cirenaica.

Quanto a decisão da ONU de congelar os bens de Kadhafi e seus familiares no exterior, Maassou afirmou que é uma medida inócua pois Kadhafi não tem bens no exterior e que a ele interessa é o poder, e não o dinheiro. Que o problema de Khadafy não é corrupção, pois ele não é corrupto, o problema de Kadhafi é o autoritarismo e a necessidade de alternância de poder que ele não entende.

Ontem um grupo de palestinos simpatizantes de Kadhafi foi expulso da região de Bengazhi porque se recusavam a lutar contra o líder líbio.

Toda a região de Fezzan, que compreende as cidades que vão de Sabha a Al Kufrah e praticamente toda a Tripolandia, estão sob controle das forças leais a Kadhafi. Apenas parte da região de Cirenaica, no extremo norte, está sobre controle dos opositores.

FONTES – AGNOT3ºMUNDO – REDE MUNDO – INTERPRESS – MIDIA LATINA – 06.03.11.

PETER BLAIR, de Washington e KHATARINA GARCIA, de BENGAZHI\Libia.”

http://port.pravda.ru/mundo/15-03-2011/31379-libia_massacre-0/

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Rússia é surpreendida por plano da Otan de defender países bálticos

A Rússia expressou nesta terça-feira sua perplexidade com os planos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de defender a Polônia e as repúblicas bálticas de uma possível agressão russa, revelada pelos documentos diplomáticos vazados pelo site WikiLeaks.

Além disso, a fonte acrescentou que as duas partes acertaram em 20 de novembro em Lisboa que “se absterão de ameaças ou do uso da força” contra o outro.

“É evidente que a Rússia não apenas não expande sua presença militar nas fronteiras citadas (polonesa e bálticas), mas, ao contrário, está reduzindo seu armamento pesado no enclave de Kaliningrado e tomou medidas para cortar seu potencial militar em suas fronteiras ocidentais”, afirmou.

Segundo a fonte, à Rússia sempre causou perplexidade à patrulha aérea dos países bálticos com caças da Otan em vez de desenvolver um potencial conjunto de reação perante autênticas e não fabricadas ameaças, principalmente, por parte de terroristas.

Outra fonte militar informou à agência de notícias Interfax que o plano aliado de defesa de Polônia, Lituânia, Letônia e Estônia não era um segredo para Moscou, já que tem vários anos.

Segundo os documentos divulgados pelo WikiLeaks, a Otan elaborou em janeiro passado um plano de defesa dos três estados bálticos – antigas repúblicas soviéticas – e da Polônia perante um possível ataque por parte da Rússia.

No marco desse plano, a Aliança estaria disposta a desdobrar nesses territórios até nove divisões aliadas dos EUA, Reino Unido, Alemanha e a própria Polônia, às quais se somariam navios americanos e britânicos e tropas de assalto que desembarcariam em portos poloneses e alemães.

O plano de defesa, denominado Eagle Guardian, é fruto dos temores causados pela guerra de agosto de 2008 entre Rússia e Geórgia pelo controle da região separatista da Ossétia do Sul.

Recentemente, a Chancelaria russa criticou os Estados Unidos por mobilizar mísseis Patriot na Polônia a apenas 60 km de Kaliningrado, embora reconheça que isso não representa uma ameaça para sua segurança.

Um porta-voz da Otan explicou à Interfax que o bloco ocidental seguirá elaborando planos de defesa de seus países-membros no marco do princípio de segurança coletiva, mas que a Rússia não é considerada uma ameaça pela Aliança.

A Rússia propôs à Otan a assinatura de um acordo vinculante que limite a presença futura de tropas e armamento pesado no território dos novos países-membros da Aliança.

Fonte: http://www.defesanet.com.br/

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