Megaoperação desmonta esquema de R$ 1 bilhão

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Heitor Mazzoco e Allan Abreu

Agentes federais chegam na sede do Gaeco em Rio Preto

Guilherme Baffi 

No dia de Combate à Corrupção, 77 prefeituras do Estado de São Paulo – a maioria na região de Rio Preto – ficaram de portas fechadas durante a manhã de ontem enquanto Ministério Público, Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal realizavam a operação “Fratelli” (irmãos em italiano) para o cumprimento de 160 mandados de busca para a apreensão de dinheiro, armas e efetuar prisões.

A investigação aponta tentativa de fraude em licitações que terminaria com rombo de R$ 1 bilhão em municípios paulistas. (veja mapa ao lado). As prefeituras recebiam verba por meio de emendas parlamentares da Assembleia Legislativa e dos ministérios do Turismo e Cidades. A empreiteira de Votuporanga Demop Participações e a empresa Scamatti & Seller são alvos de investigação em suposto esquema de fraude em licitações em obras vencidas em todo Estado de São Paulo, principalmente na região de Rio Preto, por meio de empresas fantasmas.

Durante o dia, 13 pessoas foram presas, documentos, computadores, licitações e contratados foram apreendidos em Prefeituras da região. Entre elas Votuporanga, Olímpia, Jales, Fernandópolis e Catanduva. À noite, 16 pessoas pessoas prestaram depoimento na sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Rio Preto, entre eles funcionários da Caixa Econômica Federal, banco estatal acusado de ter funcionários envolvidos na fraude. Durante a operação foi apreendido ainda R$ 460 mil em dinheiro.

Ex-prefeitos da região também foram alvo da operação. Em Cardoso, por exemplo, o ex-prefeito João da Brahma de Oliveira da Silva (DEM) foi preso depois de busca e apreensão na casa em que ele mora. Agentes da PF encontraram arma irregular na casa do prefeito. À noite, ele deixou a prisão depois de pagar fiança. Ele, em entrevista à uma emissora de TV, negou as acusações de contrato irregulares enquanto era prefeito.

Prisões

Os cinco irmãos, que são proprietários da Demop, foram presos ontem. Dorival, Edson, Mauro, Olívio e Pedro foram levados para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Rio Preto. Eles devem ficar presos até o dia 19 deste mês. A prisão é preventiva com validade de cinco dias, prorrogáveis pelo mesmo período. As prisões ocorreram para que nenhum dos suspeitos possam atrapalhar o andamento final das investigações. O empresário Luis Carlos Seller, sócio dos irmãos Scamatti, também foi preso. outros sete funcionários públicos também estão presos.

Esquema

As investigações apontam que empresas em nome de laranjas participavam de licitações com valores oferecidos já preparados antes. Em uma licitação para conseguir contratos de recuperação asfáltica, por exemplo, três empresas apresentavam propostas. Apenas uma, a Demop Participações existia. As outras quatro eram de fachada, que serviam para ludibriar a licitação e deixar a obra nas mãos da Demop.

“É uma simulação de concorrência. São três empresas do mesmo grupo que simplesmente simulam, inclusive uma empresa produzia planilha das três empresas concorrentes”, afirmou o delegado da Polícia Federal, Cristiano de Pádua Silva. Pelo menos 40 empresas têm envolvimento com suposta fraude em licitações, segundo investigações. A maioria, empresas de fachada. “São empresas que a princípio não há relações entre elas (empresas), mas a fraude foi descortinada porque utilizavam mesmo telefone, mesmo endereço.

Em suma eram empresas de fachada”, afirmou o procurador da República Thiago Lacerda Nobre.Desde 2008, as licitações vencidas pelo grupo chegam ao valor de R$ 1 bilhão, o que é considerado “uma das maiores tentativas de fraude da história do País”, segundo Nobre. “É uma quadrilha altamente articulada que se servia da máquina pública e tinha livre trânsito em todas as esferas de poder do País, seja em nível estadual, municipal e federal.
“Para se ter uma ideia o grupo empresarial tem 40 empresas pelo menos. Digo, sem medo de errar, que é uma das maiores fraudes da história do País”, disse Lacerda Nobre. Os lucros de uma das empresa envolvida no esquema cresceu 600% em cinco anos, segundo as investigações.

Pierre Duarte

Representantes da Polícia Federal, Gaeco e Ministério Público Federal falam sobre operação

Suspeita de irregularidade ocorreu em 2011

As primeiras suspeitas sobre a atuação da Demop Participações na região datam de 2011, quando a empreiteira passou a ser acusada de ser uma das maiores beneficiárias de obras com dinheiro de emendas parlamentares da Assembleia Legislativa.Foi a empresa quem realizou as obras de asfalto na maioria das cidades da região beneficiadas com emendas do deputado Gilmaci Santos (PRB), que teve poucos votos no Noroeste paulista em 2010.

Na época, a empresa passou a ser alvo de diversos inquéritos do Ministério Público. Três deles se tornaram ações civis públicas, em que a Demop é ré sob a acusação de praticar improbidade administrativa nas prefeituras de Votuporanga, Mirassol e Planalto. Nenhum dos processos foi julgado em primeira instância. A Demop Participações e a construtora Scamatti e Seller Participações, alvos do Ministério Público e Polícia Federal, são as maiores empresas do Grupo Scamatti, de Votuporanga.

Ao todo, o grupo é formado por oito empresas, que somam capital social de R$ 31,8 milhões (R$ 25 milhões da Demop e R$ 1 milhão da Scamatti & Seller). O conglomerado surgiu em 1998, quando a família Scamatti fundou a Mineradora Noroeste Paulista, em Monções, e logo em seguida a Mineração Grandes Lagos, de Três Fronteiras.

No ano seguinte, o grupo criou a empreiteira Demop, sigla dos quatro irmãos proprietários: Dorival, Edson, Mauro, Olivio e Pedro. Ao longo da última década, o grupo diversificou os ramos de atuação, ao comprar pedreiras e portos de areia na região, além de uma fábrica de concreto, a Noromix, com nove filiais.

Embora Rio Preto não tenha sido alvo da operação de ontem, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB) contratou a empresa desde o primeiro ano de mandato. De 2009 até o momento, a Demop Participações recebeu R$ 13,1 milhões. Um dos contratos foi firmado em março do ano passado, por meio de licitação, para recuperar 250 mil metros quadrados de asfalto, ao custo de R$ 9,4 milhões. O contrato foi julgado regular pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Este ano, a empresa recebeu R$ 87, 8 mil para restauração de da pista de caminhada da Represa Municipal. Os valores estão disponíveis no Portal da Transparência de Rio Preto. Em 2012, o grupo abriu sua última empresa, a Scamatti e Seller. Neste ano, a Justiça Federal bloqueou os bens da Mineração Noroeste Paulista, de Votuporanga, em ação civil pública em que a União pede o ressarcimento de R$ 10,8 milhões à empresa por extrair basalto de área não permitida.

“Com trabalho sério, honesto e a dedicação de todos os seus colaboradores, o Grupo Scamatti constrói a sua história e busca a cada novo dia ampliar seus horizontes e alcançar novos mercados, aumentando sua área de atuação para todo o território nacional, mas sempre com o compromisso de atender os prazos e orçamentos de suas obras e com a satisfação total de seus clientes”, informa o grupo Scamatti no site da empresa.

Operação contra a corrupção é no País

O Ministério Público (MP), por meio do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), em parceria com diversos outros órgãos, iniciou ontem a Operação Nacional contra a corrupção. O principal objetivo da operação é acabar com esquemas de corrupção que atuam em 12 Estados: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo.

As verbas públicas sob investigação, somadas, passam de R$ 1,140 bilhão, envolvendo desvios em órgãos municipais e estaduais, pagamento de propinas, superfaturamento de produtos e serviços, uso de empresas-fantasmas, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, enriquecimento ilícito de agentes públicos e outros suspeitos, como empresários.

De acordo com o procurador-geral do Ministério Público do Estado de Rondônia e presidente do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais, Everton Aguiar, responsável pelo GNCOC, a operação mostra que a União dos Poderes só tem proporcionado ganhos para a população. “Cada MP, por meio de seus Grupos de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaecos), está desenvolvendo operações de combate à corrupção de forma integrada.

Isso demonstra, de uma forma muito clara, que é possível que as forças do Estado trabalhem de maneira organizada contra esse mal que assola a sociedade atual. O Ministério Público brasileiro está fazendo sua parte”, disse.

Divulgação/Polícia Federal

Além de R$ 460 mil em dinheiro,armas também foram apreendidas

Demop se cala e políticos negam fraude

A Demop Participações não se pronunciou ontem sobre a Operação “Fratelli”. Na sede da empresa, em Votuporanga, uma secretária que não se identificou disse que o grupo não iria se manifestar a respeito da operação. Os advogados Pedro Luiz Riva e Lilian Amêndola Scamatti, que defendem a empreiteira em ações na Justiça, não retornaram os recados deixados em seus celulares.

Em nota, a Prefeitura de Votuporanga disse que “está contribuindo plenamente com as investigações”, por determinação do prefeito, Júnior Marão (PSDB). “Todo o material solicitado pelo Gaeco foi prontamente fornecido bem como informações dos setores de licitação e contabilidade.” Na Prefeitura de Olímpia, os policiais e promotores apreenderam três computadores, dos departamentos de contabilidade, financeiro e licitação. De acordo com a assessoria, as contas e processos licitatórios analisados já haviam sido aprovados pelo Tribunal de Contas.

“Sempre que temos dúvidas quanto à lisura de um processo, submetemos a análise do MP local, então creio que não teremos problemas”, informou o secretário de Assuntos Jurídicos, Edilson De Nadai, por meio da assessoria. Também em nota, a Prefeitura de Fernandópolis informou que “a atual administração tem interesse em dar publicidade de todos os atos da municipalidade, seja de que época for, contribuindo para o sucesso das investigações”. O ex-prefeito Luiz Vilar negou as acusações em entrevista à uma emissora de TV.

A assessoria da Prefeitura de Mirassol informou que todos os contratos com a Demop foram feitos por meio de licitações regulares. O advogado do ex-prefeito de Catanduva Afonso Macchione, Ricardo Hummel, disse que os promotores apenas recolheram documentos na prefeitura. “Não há nada contra ele”, disse.

O ex-prefeito de Urupês, Jaime de Mattos, defendeu a legalidade dos contratos com a Demop para recapeamento de ruas na cidade. “Posso garantir que tudo foi regular.” O advogado Orlando de Paula, que defende o ex-prefeito de Mendonça, Odair Milhossi, disse que seu cliente não se lembra se contratou a empreiteira durante sua gestão.

Antonio Carlos Favaleça, que governou Santa Fé do Sul entre 2009 e 2012, negou que tenha contratado a Demop na sua gestão. Os demais prefeitos e ex-prefeitos investigados na operação não foram localizados ontem.

Confira videorreportagem com a coletiva concedida à imprensa

 

Quer ler o jornal na íntegra? Acesse aqui o Diário da Região Digital

Fonte: Agência Estado

Documentos revelam participação de FHC e Gilmar Mendes no ‘valerioduto tucano’

 

Mendes

Tanto FHC quanto o ministro Gilmar Mendes constam de documentação anexada a processo contra Marcos Valério

Documentos reveladores e inéditos sobre a contabilidade do chamado ‘valerioduto tucano‘, que ocorreu durante a campanha de reeleição do então governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998, constam de matéria assinada pelo jornalista Leandro Fortes, na edição dessa semana da revista Carta Capital. A reportagem mostra que receberam volumosas quantias do esquema, supostamente ilegal, personalidades do mundo político e do judiciário, além de empresas de comunicação, como a Editora Abril, que edita a revista Veja.

Estão na lista o ministro Gilmar Mendes, do STF, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os ex-senadores Artur Virgílio (PSDB-AM), Jorge Bornhausen (DEM-SC), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Antero Paes de Barros (PSDB-MT), os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e José Agripino Maia (DEM-RN), o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) e os ex-governadores Joaquim Roriz (PMDB) e José Roberto Arruda (ex-DEM), ambos do Distrito Federal, entre outros. Também aparecem figuras de ponta do processo de privatização dos anos FHC, como Elena Landau, Luiz Carlos Mendonça de Barros e José Pimenta da Veiga.

Os documentos, com declarações, planilhas de pagamento e recibos comprobatórios, foram entregues na véspera à Superintendência da Polícia Federal, em Minas Gerais. Estão todos com assinatura reconhecida em cartório do empresário Marcos Valério de Souza – que anos mais tarde apareceria como operador de esquema parecido envolvendo o PT, o suposto “mensalão”, que começa a ser julgado pelo STF no próximo dia 2. A papelada chegou às mãos da PF através do criminalista Dino Miraglia Filho – advogado da família da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, que seria ligada ao esquema e foi assassinada em um flat de Belo Horizonte em agosto de 2000.

Segundo a revista, Fernando Henrique Cardoso, em parceria com o filho Paulo Henrique Cardoso, teria recebido R$ 573 mil do esquema. A editora Abril, quase R$ 50 mil e Gilmar Mendes, R$ 185 mil.

O governo mineiro informou que a prima de Carlinhos Cachoeira foi nomeada para um cargo DAD 4, com salário de R$ 2.310

 

Aécio confirma nomeação de prima de Cachoeira em Minas

 

 

Eduardo Kattah – 24/04/2012 – 07:58

 

AGÊNCIA SENADO

24_Aecio Neves_AGENCIA SENADO

Senador mineiro afirmou que desconhecia o parentesco da nomeada

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), por meio de sua assessoria, confirmou que indicou Mônica Beatriz Silva Vieira, prima de Carlinhos Cachoeira, para um cargo no governo de Minas atendendo a um pedido do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), então líder do DEM no Senado e “sobre o qual, à época, não recaía qualquer tipo de questionamento”.

 

A denúncia partiu de escutas telefônicas da Polícia Federal que monitorou Carlos Augusto de Almeida Ramos, o “Carlinhos Cachoeira”, a prima dele e Demóstenes Torres na Operação Monte Carlo. Do pedido de Cachoeira a Demóstenes até a nomeação de Mônica bastaram apenas 12 dias e 7 telefonemas. Ela assumiu em 25 de maio de 2011 o cargo de diretora regional da Secretaria de Estado de Assistência Social em Uberaba. São citados nos grampos o deputado federal Marcos Montes (PSD), ex-prefeito de Uberaba, e Danilo de Castro, articulador político de Aécio em seu Estado e secretário de Governo da gestão Antonio Anastasia (PSDB), governador de Minas.

Aécio afirmou que “desconhecia o parentesco e a origem do pedido”. Segundo sua assessoria, a solicitação foi encaminhada para avaliação da Secretaria de Governo de Minas Gerais, a quem cabia a análise.
O governo mineiro informou que a prima de Carlinhos Cachoeira foi nomeada para um cargo DAD 4, com salário de R$ 2.310. Em um diálogo interceptado pela PF em 26 de maio do ano passado – um dia após a publicação da nomeação no Diário Oficial do Estado – Cachoeira pergunta a Mônica se “o salário lá é bom”. Ela diz não saber. “Eu tentei pesquisar, mas não sai. Esses cargos comissionados não sai o salário.” Cachoeira responde: “Aqui (em Goiás) no mínimo um cargo desses aí é uns 10 mil reais.” A prima conta que trabalhava na diretoria de qualificação profissional da Prefeitura de Uberaba. “Até briguei, falei ‘se for menos eu tô perdida.’”
Ao jornal O Estado de S. Paulo, Mônica alegou que foi indicada para o cargo por sua “competência”. “Pode ter certeza disso. Eu sou funcionária de carreira há 25 anos, coordenei vários órgãos e o meu convite veio por competência”, disse a diretora. Para o governo mineiro, o currículo da servidora preenchia a qualificação para o cargo e ela possui experiência profissional como coordenadora dos programas federais.
O secretário Danilo de Castro disse que a nomeação de Mônica foi em “comum acordo” com o deputado federal Marcos Montes (PSD-MG, ex-DEM). “Agora, pedido eu não lembro de quem. Todas as nomeações do interior partem daqui, da Secretaria de Governo. Esses cargos regionais têm indicações políticas. ” Montes foi procurado na segunda-feira (23) no seu escritório em Uberaba, mas não respondeu às ligações. O advogado de Demóstenes, Antônio Carlos de Almeida Castro, também não respondeu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Nomes de integrantes da CPI do  serão lidos nesta terça
A partir das 19h30 desta terça-feira (24) serão conhecidos todos os integrantes da CPI do Caso Cachoeira. A composição do colegiado será oficializada com a leitura dos nomes dos indicados pelos blocos partidários da Câmara e do Senado em sessão do Congresso que será presidida pela deputada Rose de Freitas (PMDB-ES).
A CPI será integrada por 32 titulares – 16 deputados e 16 senadores – e seus respectivos suplentes. À composição prevista no requerimento de criação da comissão (15 deputados e 15 senadores e seus respectivos suplentes) foram acrescidas, com base no Regimento do Congresso, duas vagas para as bancadas minoritárias (uma para o Senado e outra para a Câmara) que não alcançaram número suficiente para participarem pelo cálculo da proporcionalidade.
Com a oficialização dos componentes, a CPI estará pronta para funcionar. Na primeira reunião, será eleito o presidente e designado o relator do colegiado. A partir da instalação, a CPI terá prazo de 180 dias para concluir as investigações.
A presidência, conforme já havia sido anunciado, ficará a cargo do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), que aceitou o convite feito pelo líder do PMDB, Renan Calheiros (AL). A relatoria ficará com um deputado do PT, ainda a ser escolhido pela legenda.
Assinaturas
O requerimento para criação da CPI foi assinado por 72 senadores e 396 deputados. O colegiado terá como objetivo investigar as práticas criminosas desvendadas pelas operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, com o envolvimento do empresário Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, e agentes públicos e privados.
* Com Agência Senado

 

 

 

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Encontro Estadual dos Setoriais do PT MG.

 
Mobilizem-se. Venham todos participar deste debate.
 
Secretaria de Movimentos Populares PT MG
Secretaria de Organização PT MG

Em decisião apertada em BH PT apoia Marcio Lacerda e deixa para PSB decisão sobre tucanos na chapa

Rafael Passos

O PT e PSB vão continuar juntos na aliança pela sucessão à Prefeitura de Belo Horizonte nas eleições de outubro. Em uma disputa acirrada, que mostra a divergência de correntes no partido, 255 delegados votaram neste domingo pela continuidade da dobradinha com o socialistas para tentar reeleger Marcio Lacerda (PSB). Outros 224 petistas se posicionaram a favor do lançamento da candidatura própria.

A reunião, chamada de Encontro de Tática Eleitoral, teve a presença de 497 delegados, sendo que 479 foram credenciados e puderam votar

Com a vitória apertada da corrente favorável ao prosseguimento da chapa com o PSB, os petistas entendem que o imbróglio envolvendo a permanência PSDB na aliança terá que ser definido pela legenda de Lacerda até 14 de abril.

Em 2008, Aécio Neves, na época governador de Minas, e Fernando Pimentel, que deixava a prefeitura da capital, alinhavaram uma aliança informal entre petistas e tucanos e elegeram Marcio Lacerda.

O presidente do PT em Minas Gerais, deputado federal Reginaldo Lopes, afirmou a legenda tem um “veto ideológico” e não legal aos tucanos na aliança. Lopes é um dos defensores continuidade da chapa entre os três partidos à frente do Executivo da capital.

Já vice-prefeito de Belo Horizonte, Roberto Carvalho, defensor da candidatura própria, disse que os militantes petistas contrários à união com os tucanos e socialistas podem abandonar a campanha eleitoral caso fique definida a presença do PSBD.

Dia 15 de abril, os petistas voltam a ser reunir e a indicação do nome para ocupar o cargo de vice-prefeito poderá ser decidido oficialmente. O deputado federal Miguel Corrêa Júnior e o deputado estadual André Quintão aparecem como mais cotados.

Com informações de Alice Maciel, do Jornal Estado de Minas

NOTA DE APOIO E SOLIDARIEDADE


 

O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores vem a público manifestar seu irrestrito apoio ao Deputado Estadual Rogério Correia, integrante de sua executiva.

 

Rogério é líder de nossa bancada na Assembleia e tem se destacado na organização da oposição, articulando com os movimentos social e sindical que este ano travaram um firme embate com o governo tucano.

 

Ao demonstrar que choque de gestão, deficit zero e outras ações publicitárias, nada mais são que peças de ficção, o líder do Movimento Minas sem Censura é perseguido pelo  PSDB com uma representação junto à Comissão de Ética da Assembleia.

 

Comprometido com a justiça social e transparência, O PT/MG vem a público denunciar mais esta tentativa de calar aqueles que, no legítimo exercício de suas atividades públicas, não se intimidam e não se calam!

 

Conclamamos os Trabalhadores(as) e a sociedade mineira e brasileira a reagirem à esse atentado a democracia e a se solidarizar com o companheiro Rogério Correia.

 

 

Reginaldo Lopes

Presidente do Partido dos Trabalhadores em Minas Gerais

STF rejeita pedido para tirar Joaquim Barbosa do processo do mensalão

Nelson Jr./SCO/STF

Foto: Nelson Jr./SCO/STF
Da Redação no Sul21

O processo do mensalão não corre mais o risco de mudar de relator na fase final. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, decidiu nesta quarta-feira (14) negar ação ajuizada pela defesa do publicitário Marcos Valério, em 2009, para tirar Joaquim Barbosa do processo.

Na ação, os advogados alegaram que Barbosa estava impedido, porque já tinha juízo formado sobre o Valério, acusado de ser o operador do esquema de pagamento de propina. De acordo com a defesa, o ministro extrapolou o limite da isenção, quando disse que Valério é “expert em atividades de lavagem de dinheiro”, ao receber denúncia do mensalão mineiro – escândalo de corrupção envolvendo a campanha para a eleição de Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo de Minas Gerais, em 1998.

Para Peluso, o pedido para tirar Barbosa do processo é destituído de “fundamento legal ou razoabilidade jurídica”. Segundo ele, Barbosa fez as declarações sobre Valério dentro do recebimento de uma denúncia. É praxe, acrescentou, que o relator fundamente a admissibilidade da ação penal, sob pena dela ser anulada.

O ministro lembrou ainda que os fatos apurados na denúncia do escândalo em Minas são distintos daqueles apurados na ação penal do mensalão.

Com informações da Agência Brasil.

Mendes Ribeiro será o novo ministro da Agricultura

Nota Oficial

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, divulgou nota oficial na qual informa que o deputado federal Mendes Ribeiro foi convidado para assumir o Ministério da Agricultura. A formalização se deu na manhã desta quinta-feira (18/8), numa conversa da presidenta Dilma com o parlamentar. Amanhã (19/8), quando retornará a Brasília, Dilma Rousseff terá o primeiro encontro com o novo ministro.

A seguir a íntegra da nota oficial:

“Por solicitação da presidenta da República, Dilma Rousseff, que está em viagem, informo que o deputado federal Mendes Ribeiro assumirá o cargo de ministro da Agricultura. A oficialização do convite ocorreu nesta manhã, em conversa da presidenta com o deputado. Ao retornar de viagem, amanhã à tarde, em Brasília, a presidenta terá sua primeira reunião com o novo ministro.

Gleisi Hoffmann
Ministra-chefe da Casa Civil”

Assinatura do termo de pactuação do Brasil sem Miséria com governadores do Sudeste

A presidenta Dilma Rousseff está na capital paulista, onde anuncia uma série de ações que visam a retirar da extrema pobreza 2,7 milhões de brasileiros que vivem no Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Nesses quatro estados, a miséria se concentra na área urbana, onde estão 79% da população mais pobre.

No encontro, o governo federal e os governadores dos estados assinam termo de compromisso para superação da miséria na região. Estão previstas ações de localização e cadastramento da população com renda mensal inferior a R$ 70 e que ainda não recebe benefícios sociais, de qualificação profissional e geração de trabalho, de aquisição de alimentos produzidos pela agricultura familiar e de complementação financeira do Bolsa Família.

Durante o evento, será assinado um acordo de cooperação técnica entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). O objetivo é que as concessionárias apoiem o Brasil Sem Miséria na divulgação de informações e na localização de famílias de baixa renda que ainda não acessam os benefícios para que elas possam ser incluídas no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal.

O governo firma, além disso, parceria com as representações da Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) dos quatro estados para compra de produtos de agricultores familiares. Atualmente, essas compras são feitas pelo MDS e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e os produtos são distribuídos a creches, escolas e entidades sócio assistenciais. A iniciativa privada também vai comprar artesanato, principalmente de associações de mulheres.

No Sudeste, o plano federal prevê ainda mais investimentos em Educação, ações de expansão da rede de ensino técnico, a instalação de 286 unidades básicas de Saúde e o aumento do número de Centros Especializados de Referência da Assistência Social (Creas), com a criação de 86 novas unidades. Na área de acesso aos serviços públicos, a meta do Brasil Sem Miséria é levar energia elétrica a mais de 11 mil famílias da região.

Eleições 2010 Minas Gerais, resultado final, os eleitos.

ELEIÇÕES 2010 MINAS GERAIS – PRESIDENTE DA REPÚBLICA
    1º TURNO 2º TURNO
clas nome (partido) votos % votos %
Eleita 5.067.399 46,98% 6.220.125 58,45%
2º Turno 3.317.872 30,76% 4.422.294 41,55%
  2.291.502 21,25%    
           
ELEIÇÕES 2010 MINAS GERAIS – SENADORES    
clas nome (partido) votos %    
Eleito 7.565.377 39,47%    
Eleito 5.125.455 26,74%    
  4.595.351 23,98%    
  1.486.787 7,76%    
  274.215 1,43%    
           
ELEIÇÕES 2010 MINAS GERAIS – DEPUTADOS FEDERAIS    
clas nome (partido) votos %    
1 271.306 2,64%    
2 243.884 2,37%    
3 234.397 2,28%    
4 208.058 2,02%    
5 199.418 1,94%    
6 192.657 1,87%    
7 180.117 1,75%    
8 179.649 1,75%    
9 176.241 1,71%    
10 165.644 1,61%    
11 161.892 1,57%    
12 146.061 1,42%    
13 143.113 1,39%    
14 141.737 1,38%    
15 137.680 1,34%    
16 137.120 1,33%    
17 128.304 1,25%    
18 124.551 1,21%    
19 123.649 1,20%    
20 120.769 1,17%    
21 119.029 1,16%    
22 117.722 1,14%    
23 117.230 1,14%    
24 113.388 1,10%    
25 111.651 1,09%    
26 110.570 1,08%    
27 109.045 1,06%    
28 106.192 1,03%    
29 105.977 1,03%    
30 105.422 1,03%    
31 105.413 1,03%    
32 102.573 1%    
33 101.639 0,99%    
34 101.090 0,98%    
35 100.811 0,98%    
36 100.325 0,98%    
37 96.309 0,94%    
38 94.077 0,91%    
39 93.035 0,90%    
40 92.282 0,90%    
41 90.907 0,88%    
42 90.097 0,88%    
43 90.073 0,88%    
44 88.344 0,86%    
45 87.826 0,85%    
46 86.192 0,84%    
47 85.891 0,84%    
48 81.129 0,79%    
49 72.967 0,71%    
50 70.945 0,69%    
51 58.677 0,57%    
52 51.824 0,50%    
53 40.093 0,39%    
           
ELEIÇÕES 2010 MINAS GERAIS – GOVERNADOR    
clas nome (partido) votos %    
Eleito 6.275.520 62,72%    
  3.419.622 34,18%    
  234.125 2,34%    
           
ELEIÇÕES 2010 MINAS GERAIS – DEPUTADOS ESTADUAIS    
clas nome (partido) votos %    
1 159.422 1,54%    
2 153.225 1,48%    
3 106.519 1,03%    
4 105.859 1,02%    
5 103.677 1%    
6 102.530 0,99%    
7 95.450 0,92%    
8 94.312 0,91%    
9 93.656 0,90%    
10 93.622 0,90%    
11 92.710 0,89%    
12 92.027 0,89%    
13 90.538 0,87%    
14 89.811 0,87%    
15 88.963 0,86%    
16 85.973 0,83%    
17 85.504 0,83%    
18 84.316 0,81%    
19 82.864 0,80%    
20 81.159 0,78%    
21 80.419 0,78%    
22 79.705 0,77%    
23 78.302 0,76%    
24 77.846 0,75%    
25 77.740 0,75%    
26 74.542 0,72%    
27 72.336 0,70%    
28 71.568 0,69%    
29 70.106 0,68%    
30 68.709 0,66%    
31 68.437 0,66%    
32 68.323 0,66%    
33 68.254 0,66%    
34 67.559 0,65%    
35 64.929 0,63%    
36 63.662 0,61%    
37 62.810 0,61%    
38 62.582 0,60%    
39 59.739 0,58%    
40 57.691 0,56%    
41 56.956 0,55%    
42 56.945 0,55%    
43 56.898 0,55%    
44 56.263 0,54%    
45 55.398 0,53%    
46 54.594 0,53%    
47 53.629 0,52%    
48 52.994 0,51%    
49 50.966 0,49%    
50 50.620 0,49%    
51 50.221 0,48%    
52 50.114 0,48%    
53 49.619 0,48%    
54 49.248 0,48%    
55 49.133 0,47%    
56 46.818 0,45%    
57 45.939 0,44%    
58 45.415 0,44%    
59 45.373 0,44%    
60 45.324 0,44%    
61 44.704 0,43%    
62 43.810 0,42%    
63 43.376 0,42%    
64 41.727 0,40%    
65 41.265 0,40%    
66 40.562 0,39%    
67 40.521 0,39%    
68 40.426 0,39%    
69 38.419 0,37%    
70 38.109 0,37%    
71 37.885 0,37%    
72 37.442 0,36%    
73 36.527 0,35%    
74 36.067 0,35%    
75 35.983 0,35%    
76 31.455 0,30%    
77 31.182 0,30%    

Minas Gerais: Dilma Rousseff assumiu pela primeira vez a liderança nas intenções de voto no Estado: Dilma 37% X Serra 33%.

Vox Populi: com 42%, Hélio Costa venceria no 1º turno em MG
 

27 de julho de 2010 19h42 atualizado às 19h52

O candidato do PMDB ao governo de Minas Gerais, Hélio Costa, lidera a corrida eleitoral com 42% das intenções de voto e estaria eleito no primeiro tuno caso as eleições fossem hoje, porque a soma dos candidatos adversários é de 23%, segundo pesquisa Vox Populi divulgada nesta terça-feira (27) pelo Jornal da Band.

Antonio Anastasia (PSDB) aparece na segunda colocação com 18%, Vanessa Portal (PSTU) na terceira com 2%. Edilson Nascimento (PTdoB), Zé Fernando Parecido (PV) e Professor Luiz Carlos (Psol) têm 1% das intenções de voto.

Segundo o levantamento, os votos brancos e nulos somam 6%. Enquanto 29% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.

Encomendada pela Rede Bandeirantes , a pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 de julho, com 1000 entrevistados, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 17 de julho de 2010, sob o número 19921/2010.

Juliana Prado
Direto de Belo Horizonte

O empresário e presidente do PR mineiro, Clésio Andrade, formalizou nesta segunda-feira (26) seu apoio à candidatura do peemedebista Hélio Costa ao governo de Minas. A decisão, que já era esperada, expõe a cisão interna do partido, já que a sigla está formalmente coligada com a chapa adversária, “Somos Minas Gerais”, do governador Antonio Anastasia (PSDB), que disputa a reeleição.

O dirigente não só oficializou sua decisão durante encontro com Costa, como disparou contra o governo tucano e Aécio Neves, de quem foi vice-governador no primeiro mandato (2003-2006). “Pelo cargo que ocupei, me permito uma crítica. Aécio e Anastasia sempre priorizaram o marketing em detrimento dos programas sociais. Creio que o melhor projeto para os mineiros é o que a coligação de Hélio Costa fará: transformar investimentos sociais em importantes projetos econômicos”, disse.

Apesar da divisão interna, o presidente do PR tem autonomia para pedir votos para o concorrente do PMDB, já que a direção nacional liberou as executivas estaduais para decidirem pelo lado que quisessem. Na disputa presidencial, o partido segue com a candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff (PT). O racha é tão nítido que um dos coordenadores da campanha de Anastasia é o vice-presidente do PR, João Santana.

Clésio Andrade foi voto vencido dentro do partido, principalmente pelo fato de os seus deputados federais terem optado pela coligação na disputa proporcional com o chapão encabeçado pelo PSDB. O entendimento dos parlamentares-candidatos era de que só se coligando numa chapa com vários partidos seria possível fazer um número razoável de deputados.

Um dos maiores defensores da aliança com os tucanos desde o início, o deputado Lincoln Portela lembra, ainda, que, quando o PT mineiro anunciou que não iria se coligar com nenhuma legenda para tentar conseguir uma bancada petista mais forte, o PR passou a negociar com mais vigor a vaga na chapa de Anastasia. Ele diz, no entanto, que não há surpresas ou rompimento em função da investida do empresário. “A decisão política é natural e não nos causa constrangimento. Não há lamento, mas o fato é que todos erraram neste processo”, reconhece.

As negociações envolvendo as duas coligações na disputa estadual e o PRforam intricadas desde o início. A sigla teve várias reuniões com PT e PMDB, em um ensaio real de aproximação. Clésio chegou a ser cotado para vice em uma eventual cabeça de chapa petista com Fernando Pimentel. Como a proposta não vingou e Hélio Costa foi alçado a candidato, o PR se viu na mesa de negociações com o PSDB e aliados, acabando por fechar o acordo formalmente.

Pesquisa polêmica
Também nesta segunda-feira (26), Clésio não poupou críticas aos antigos aliados – e agora adversários do PSDB – via Twitter. Uma das provocações foi ao ex-governador Aécio Neves e a Anastasia. “Aécio ensinava que não se assina convênio quando não se tem dinheiro em caixa, mas o candidato-governador não aprendeu”, disse. Segundo ele, convênios anunciados pelo atual mandato tucano não estariam sendo pagos para os municípios mineiros.

Sobrou também para o presidente do PSDB mineiro, Nárcio Rodrigues. “Datafolha: Hélio Costa 44% e Anastasia 18%. E agora presidente Nárcio?”, postou Clésio no Twitter, em alusão à última pesquisa Datafolha com as intenções de voto para o governo de Minas, divulgada no último sábado(24).

O dirigente chegou a ser acusado pela coligação “Somos Minas Gerais” de encomendar outra pesquisa, via Instituto Sensus, favorável a Hélio Costa. A coletiva para formalizar a denúncia foi comandada, na oportunidade, por Nárcio. No levantamento, que está sendo formalmente contestado pela coligação tucana na Procuradoria Regional Eleitoral, Costa tinha 43,4% dos votos e Anastasia, 21,5%.

http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010

 

A taxa de rejeição do candidato José Serra saltou de 12% para 19% em Minas Gerais, segundo a última pesquisa Vox Populi, divulgada ontem; ao mesmo tempo, Dilma Rousseff assumiu pela primeira vez a liderança nas intenções de voto no Estado: Dilma 37% X Serra 33%. Minas, como se sabe é aquele pedaço do Brasil onde os tucanos imaginavam conquistar uma ‘folgada’ vantagem para contrabalançar o apoio maciço do Nordeste a Lula e a sua candidata. A tentativa de Serra de se credenciar como o novo Álvaro Uribe da AL, com um discurso beligerante contra Lula, o PT e a política externa brsasileira mereceu o seguinte comentário de Dilma Rousseff: ‘Esse é um dos debates mais desqualificados de toda a história das campanhas eleitorais desde a redemocratização.” Minas concorda. 

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