Nota final PSOL Campinas – triste! Ate o candidato a prefeito discordou do muro deles

Nota final do Psol municipal sobre segundo turno em Campinas

Frente às questões já indicadas anteriormente pelo PSOL sobre o segundo turno e dos resultados das conversas entre as direções do PT e do PSOL, o diretório municipal do Partido Socialismo e Liberdade debateu as propostas de voto crítico em Márcio Pochmann e de voto nulo. No final houve empate entre ambas propostas. Diante disso o diretório municipal deliberou pela liberação da militância do partido para que tome decisão entre estas duas propostas.

Diretório Municipal do PSOL Campinas 18 de outubro de 2012

Aos Eleitores do Psol

Eu, Arlei Medeiros, me dirijo aos eleitores do PSOL , primeiro para agradecer os votos de confiança nas eleições 2012. E aproveito para responder sobre o meu posicionamento quanto ao segundo turno.

Na nota oficial do PSOL Campinas, divulgada no dia 10 de outubro decidimos não manifestar apoio algum ao candidato Jonas Donizete por representar um projeto antagônico ao PSOL. Reafirmamos nossas diferenças com o PT, de Marcio Pochmann, mas consideramos que poderíamos dialogar com algumas propostas apresentadas pelo programa de Márcio, entre elas: a não instalação do pedágio urbano, aumentar significativamente o investimento na saúde (com a defesa do SUS 100% público e estatal, a municipalização do Hospital Ouro Verde e implementação da jornada de 30 horas, valorização do serviço público, com abertura de concursos em contraposição às terceirizações e privatizações; defesa da educação pública, com creche em período
integral para todos e cumprimento da Lei 11.738/2008 (referente à jornada dos profissionais da educação) e implantação dos preceitos do PL 597/2007, assim como promover as monitoras em educadoras; respeito ao direito de greve do funcionalismo, com compromisso de não repressão; enfrentar a situação do lixo e fazer auditoria da dívida e a redução dos cargos comissionados e de confiança.

Diante de um retorno da Campanha de Márcio Pochmann que assumiu o compromisso de executar e valorizar os pontos acima como meta de governo, eu Arlei Medeiros, declaro voto crítico ao Marcio Pochmann. Campinas não merece mais sofrer com o desmonte do serviço público, com a privatização e sucateamento.

Ressalto que conforme decisão de diretório nenhum militante do PSOL fará parte do próximo governo e não reivindica nenhum cargo na futura administração. Também reafirmamos que atuaremos na Câmara como oposição de esquerda, mantendo a defesa do programa que apresentamos à população durante as eleições e manteremos uma postura autônoma e independente em relação ao Executivo, a exemplo da atuação de nossa bancada parlamentar no Congresso Nacional e caso os compromissos acima não sejam aplicados estaremos nas ruas junto ao povo de Campinas cerrando fileiras por um cidade Justa e sustentável.

Arlei Medeiros.

Presidente PSOL- Campinas

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